A Internacional

__ dementesim . . Do rio que tudo arrasta se diz que é violento Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem. . _____ . Quem luta pelo comunismo Deve saber lutar e não lutar, Dizer a verdade e não dizer a verdade, Prestar serviços e recusar serviços, Ter fé e não ter fé, Expor-se ao perigo e evitá-lo, Ser reconhecido e não ser reconhecido. Quem luta pelo comunismo . . Só tem uma verdade: A de lutar pelo comunismo. . . Bertold Brecht
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sexta-feira, fevereiro 10, 2012

sábado, janeiro 28, 2012

XII CONGRESSO DA CGTP-IN


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Enviado por  em 27/01/2012
XII CONGRESSO DA CGTP-IN
«Acordo não é lei. Não é mesmo. Nós vamos agir»
Carvalho da Silva alerta para «novo impulso suicidário» com acordo que vai mudar o mercado de trabalho

segunda-feira, abril 11, 2011

O regresso do filho pródigo- "ESTA É A MINHA FAMÍLIA"




Cartoon de Henrique Monteiro
"ESTA É A MINHA FAMÍLIA"
Manuel Alegre foi ontem uma das figuras do segundo dia do XVII Congresso Nacional do PS, que decorre em Matosinhos. A chegada do ex-candidato presidencial ficou marcada pelo forte abraço de Almeida Santos, no palco, acompanhado por um forte aplauso na sala. Um momento simbólico que regista o regresso de Manuel Alegre à actividade política do PS.
"Esta é a minha família política e estamos aqui todos na diferença das nossas opiniões", sublinhou Alegre, naquele que foi o primeiro discurso depois da derrota que sofreu frente Cavaco Silva nas eleições presidenciais de Janeiro.
Alegre atacou o PSD na questão do PEC 4 que abriu a crise política. "Agora todos falam em consenso, mas quando José Sócrates quis o consenso, ninguém respondeu. E uma coisa é o consenso e outra coisa são ambições de poder e interesses partidários. Uma coisa é o consenso e outra coisa é pretender colocar o PS a reboque do PSD", disse. Alegre deixou também um aviso sobre os objectivos finais do diálogo político entre PCP e BE. "Sou um homem de esquerda que defende o diálogo à esquerda, mas quero dizer com toda a clareza o seguinte: não repitam o erro de 1975, não queiram dispensar os socialistas, porque não há soluções de esquerda sem o PS ou contra o PS", declarou. Questionado sobre se estaria disponível para integrar as listas de deputados, respondeu que não, depois de o seu nome ter sido apontado para Coimbra.

Socialistas: Secretário-geral emocionado com união do partido

Sócrates repesca Ferro e promove Assis

O segundo dia de congresso socialista foi de emoções. O secretário-geral do PS quase deixou cair uma lágrima quando anunciou o regresso de Ferro Rodrigues à vida política como cabeça-de-lista por Lisboa. Mas a comoção de Sócrates começou com o anúncio de que o líder parlamentar, Francisco Assis, liderava a lista pelo Porto.
  • 10 Abril 2011



  • Por:Manuela Teixeira


O filme do dia teve início com a presença e as palavras de apoio de Manuel Alegre. O abraço do presidente do partido, Almeida Santos, ao ex-candidato presidencial levantou o congresso. José Sócrates também soube como levar os delegados e os militantes ao rubro. Pediu a palavra duas vezes para anunciar as suas escolhas para os dois principais círculos eleitorais: Lisboa e Porto.
"É com grande emoção que volto a um congresso do PS quase sete anos depois", declarou Ferro Rodrigues. E, virando-se para Sócrates, salientou que "com a autoridade de quem já o criticou", aceita o convite. Antes, Sócrates apresentou o número um pelo Porto: "É um dos mais talentosos políticos portugueses." Assis retribuiu: "Quero-te dizer, José Sócrates, que estarei sempre contigo", disse o líder parlamentar, agora ainda mais bem posicionado para uma futura liderança do PS. Ontem, José Sócrates manifestou-lhe confiança total.
António Costa, que fica fora do secretariado, fez a defesa da moção do líder e pediu aos portugueses para não se deixarem enganar pelo "lobo mau", numa alu-são ao PSD.


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De:  | Criado: 8 de Mar de 2011
Uma música antiga com a actualidade de sempre.

Cravo Vermelho ao Peito - José Barata Moura

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Se fosse eu o autor consideraria deslocada algumas fotos  e colocaria a de banqueiros e de representes as famílias mais ricas de Portugal  (Victor Nogueira)

domingo, abril 10, 2011

Congresso do PS


JN

Ontem

O militante socialista Rómulo Machado quebrou o discurso de unidade em torno do secretário-geral do partido, José Sócrates, acusando-o de levar Portugal à bancarrota, o que lhe valeu os primeiros assobios do XVII Congresso Nacional do PS.
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"Entendo que, e tenho pena que não esteja aqui o nosso secretário-geral, porque gosto de dizer estas coisas na presença das pessoas, o primeiro-ministro que nos conduziu a esta situação e que conduziu Portugal a uma situação de bancarrota não tem condições para nos fazer sair dela", afirmou o militante socialista, resultando as suas palavras num coro de assobios dos poucos congressistas que ainda resistiam na Exponor, em Matosinhos, já ao início da madrugada deste domingo.
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No final da intervenção, o responsável pelos trabalhos e presidente do partido, Almeida Santos, disse apenas: " Não faço nenhum comentário porque o camarada tem como militante socialista o direito à sua opinião".
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Mal subiu ao púlpito, o militante fez questão de "protestar" contra a forma como decorreram os discursos, com "muitíssimas" intervenções de camaradas da "nomenclatura com uma chocante desigualdade na atribuição dos tempos".
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"O congresso não pode ser transformado num comício. Um congresso de um partido democrático deve ser sobretudo um momento alto de debate e confronto de ideias e não de aclamação de um líder", criticou.
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Poucos minutos depois, Almeida Santos encerrava o segundo dia de congresso, cumprindo a promessa, à 1 hora da madrugada.
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segunda-feira, março 29, 2010

Louçã: "Já viram como o PSD está a ficar tão parecido com o PS"


Eleição de Passos Coelho

Louçã: "Já viram como o PSD está a ficar tão parecido com o PS"

Público - 27.03.2010 - 19:36 Por Lusa

O líder do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, considerou hoje que a eleição de Pedro Passos Coelho para a liderança do PSD torna este partido político mais parecido com o PS, sobretudo na defesa das privatizações.
Francisco Louçã 
Francisco Louçã (Nelson Garrido)


“Com esta eleição [de Pedro Passos Coelho] já viram como o PSD está a ficar tão parecido com o PS”, observou Francisco Louçã na sessão de encerramento de uma conferência internacional promovida pelo BE, subordinada ao tema “O clima farto de nós?”

Francisco Louçã começou por se referir de forma irónica à reação do primeiro-ministro, José Sócrates, quando interrogado pelos jornalistas sobre a eleição de Pedro Passos Coelho.

“Disse o primeiro-ministro que, por ‘fair-play’, só o pode felicitar. Eu, com franqueza, tiro o meu chapéu a quem é capaz de se abraçar ao sábado para se engalfinhar ao domingo”, comentou.

A seguir, Francisco Louçã apontou as razões que o levam a defender as crescentes semelhanças entre o PSD de Pedro Passos Coelho e o PS.

“O PSD propôs a privatização da Caixa Geral de Depósitos, José Sócrates aplicou; o PS lembrou-se da privatização dos CTT, o PSD ainda não se tinha lembrado, mas aplaude com entusiasmo; na privatização de bens públicos, com certeza que PSD e PS estão de acordo”, disse.

No mesmo tom, o líder do Bloco de Esquerda alongou-se ainda mais a apontar semelhanças políticas entre os dois maiores partidos políticos.

“Corte nos salários, com certeza que estão de acordo. PS e PSD obram a favor das privatizações, dos cortes nos salários, do desprezo social e até estão de acordo na ideologia, na agressividade de dizer que o desempregado é culpado do seu desemprego e, por isso, deve-lhe ser cortado o benefício de apoio social para ser lançado numa selva, que só tem garantido que nunca vai ter trabalho”, afirmou ainda.

Em alternativa ao PSD e ao PS, Francisco Louçã defendeu a importância de “uma esquerda de confiança” em defesa dos serviços públicos na saúde, na educação, na segurança social, na criação de emprego e nas políticas do ambiente.
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“Substituição de líderes não substitui política do PSD”, diz Jerónimo de Sousa

Passos Coelho vence eleições

“Substituição de líderes não substitui política do PSD”, diz Jerónimo de Sousa

Público - 27.03.2010 - 20:50 Por Lusa

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, considerou hoje que “a sistemática substituição de líderes não substitui a política que marca o PSD”, comentando assim a vitória de Pedro Passos Coelho nas eleições directas.

Jerónimo de Sousa  
Jerónimo de Sousa (Enric Vives-Rubio)



“No plano político, as nossas expectativas não se alteraram tendo em conta que o PSD pode mudar de líder as vezes que quiser, mas, no essencial, vão cometer a mesma política”, afirmou Jerónimo de Sousa à margem da Reunião Nacional de Quadros do PCP sobre o estado da saúde em Portugal e as propostas do partido para o sector.

No entender do líder comunista, a posição do PSD perante o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) aprovado na quinta-feira pelo Governo revela que pouco ou nada mudará, pelo que as expectativas do PCP são nulas perante a vitória de Passos Coelho.

“Em relação ao PEC houve um compromisso claro do Partido Social Democrata e não há moral nenhuma para que o PSD, num futuro próximo, venha desdizer aquilo que disse e que afirmou”, sublinhou Jerónimo de Sousa.

Questionado sobre uma eventual moção de censura ao Governo de José Sócrates e que marcou a campanha do novo líder do PSD, o dirigente comunista admitiu não ter “grandes expetativas” neste domínio.

“O que o PSD fez no essencial foi responsabilizar o PS por uma política que a direita faria, ou seja, há aqui uma missão a cumprir, uma demanda por parte do PS que é assumir o odioso das medidas que estão plasmadas no PEC”, disse.

Quanto ao PSD, segundo o secretário-geral do PCP, “vão anunciando, ameaçando, mas sempre à espera que o PS faça aquilo que eles fariam se estivessem no Governo”.

“Por enquanto há uma missão a desempenhar pelo PS atribuída pelos grandes grupos económicos e financeiros e nos próximos meses essa missão continuará”, concluiu Jerónimo de Sousa.
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