A Internacional

__ dementesim . . Do rio que tudo arrasta se diz que é violento Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem. . _____ . Quem luta pelo comunismo Deve saber lutar e não lutar, Dizer a verdade e não dizer a verdade, Prestar serviços e recusar serviços, Ter fé e não ter fé, Expor-se ao perigo e evitá-lo, Ser reconhecido e não ser reconhecido. Quem luta pelo comunismo . . Só tem uma verdade: A de lutar pelo comunismo. . . Bertold Brecht
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quarta-feira, setembro 30, 2009

Saúde - Como funciona a democracia norte-americana

Terça-feira, 29 de Setembro de 2009


Democracia norte-americana
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Dezessete manifestantes foram presos por protestar contra o sistema de saúde estadunidense. É desse jeito que a coisa funciona, mas ou menos parecido com o jeito tucano de governar.
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in Bodega Cultural 2009.09.29
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quinta-feira, agosto 27, 2009

Cheney diz que investigar CIA é ação "política"

Mundo

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Vermelho -
25 de Agosto de 2009 - 19h34
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O escândalo sobre as torturas praticadas pela CIA não tem prazo para terminar. Depois que o Departamento de Justiça dos EUA nomeou um promotor especial para investigar os casos mais extremos de maus-tratos a prisioneiros, Washington se prepara para a batalha política que se avizinha, enquanto as organizações de direitos humanos e a própria ONU querem uma investigação exaustiva.

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Criticando a decisão da administração Obama, o ex-vice-presidente Dick Cheney, um enérgico defensor das políticas agressivas da administração Bush, disse que a informação obtida pela CIA mediante a tortura "salvou vidas".
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As revelações, contidas num amplo relatória da própria CIA divulgado ontem, exacerbou as discussões políticas. Os democratas denunciam a "normalização" da tortura e os republicanos afirmam que "os fins justificam os meios" e que as "técnicas intensivas" autorizadas pela administração Bush ajudaram a "desmantelar novos atentados".
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Para Cheney, os detidos que foram submetidos à asfixia simulada (waterboarding) "ajudaram a deter outros militantes da al-Qaida", trovejou.
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Bush, versão 2.0
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No outro lado do espectro político, organizações de direitos civis, que contribuiram para desclassificar o relatório, exigem que Obama cumpra com a promessa de acabar com as práticas da administração republicana.
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"O presidente se comprometeu a colocar um fim à tortura e outras medidas ilegais. Mas enquanto não ficar claro que as leis serão cumpridas energicamente, suas palavras não serão dignas de crédito e suscitarão o fantasma Bush 2.0", declarou o diretor-executivo da organização Anistia Internacional, Larry Cox.
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"O relatório demonstra que é mais importante que nunca estabelecer uma investigação completa e independente, com todo o rigor da lei, para colocar em evidência e exigir responsabilidades aos que encarregaram, projetaram e aplicaram métodos antiterroristas ilegais", disse Cox.
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Cheney voltou à carga nesta terça-feira, declarando que "a decisão do presidente Obama, de permitir ao Departamento de Justiça que investigue e possivelmente processe funcionários da CIA, e sua decisão de ultrapassar a autoridade para interrogar da CIA à Casa Branca, serve como uma lembrança, se era preciso alguma, de porque tantos americanos tem dúvidas sobre a capacidade desta administração de ser responsável pela segurança de nossa nação".
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Navi Pillay, do Conselho de Direitos Humanos da ONU, declarou que os EUA deveriam pagar indenizações às pessoas que manteve detidas sem acusações ou que foram torturadas. "Algumas pessoas perderam sete anos de suas vidas e podem ter ficado severamente prejudicadas do ponto de vista psicológico, físico e econômico, simplesmente porque estavam na hora e no lugar errados", disse.
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Da redação, com agências internacionais

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segunda-feira, junho 29, 2009

Conflito Israelo-Árabe - história

Conflito Israelo-palestino

Agosto 7, 2008 by joanamargarida
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A partir de 1897, depois de fundado o movimento sionista (movimento político que defende o direito à autodeterminação do povo judeu e à existência de um Estado Judaico), alguns judeus começaram a migrar para a região da Palestina. De 1918 até 1939 o protetorado ficou para os britânicos, após o fim do Império Otomano na região, com a eclosão da Segunda Guerra Mundial mais judeus voltam a Palestina.

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Em 1947, a ONU propõe a divisão das terras Palestinas entre judeus e árabes baseando-se nas populações até então estabelecidas na região. Assim, os judeus receberam 55% da região, sendo que destes percentual 60% era constituída pelo deserto do Neguev. A população nativa árabe, por não aceitar a criação de um Estado não árabe na região rejeitaram a partilha.

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Em 1948, os britânicos saem da região e os judeus proclamam o Estado de Israel. É a partir daqui que o conflito se amplia. Egipto, Jordânia, Líbano, Síria e Iraque atacam a região do Estado de Israel para conquistar algum espaço. O Egipto consegue a região da Faixa de Gaza e a Jordânia consegue as regiões da Cisjordânia e Jerusalém oriental e os árabes palestinos acabam sem território.

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Em 1964, os Palestinos criam a OLP.

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Em 1967, o Egipto bloqueia o canal de Suez aos navios israelenses e inicia manobras militares na península do Sinai próximo à fronteira israelense ao mesmo tempo que a Jordânia e Síria mobilizavam seu exércitos na fronteira com Israel. Prevendo um ataque eminente destas nações, Israel inicia a Guerra dos Seis Dias na qual Israel conquista as regiões da Faixa de Gaza, Monte Sinai, Colinas de Golã, Cisjordânia e Jerusalém oriental.

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Em 1973, começa a Guerra do Yom Kippur e, entre 1977 a 1979, Israel e Egipto fazem um acordo de paz e a região de Sinai é devolvida para o Egipto.

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Em 1982, Israel invade o Líbano numa tentativa de neutralizar os ataques realizados pela OLP a partir deste país. Em 1987, explode a Intifada. Em 1988, o Conselho Palestino renuncia a Intifada e aceita o Plano de Partilha da ONU.

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Em 1993, com o Acordo de Paz de Oslo foi criada a Autoridade Palestina com o comando de Yasser Arafat, mas os termos do acordo jamais foram cumpridos pelos palestinos.

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A partir de 2000, iniciou-se o segundo levante da Intifada. Em 2001, Ariel Sharon é eleito primeiro-ministro do Estado de Israel, onde ocupa territórios Palestinos e dá o início da construção da cerca da Cisjordânia, para dificultar os atentados dos terroristas homens-bombas palestinos. Em 2004, Yasser Arafat morre e deixa o cargo da Autoridade Palestina para o eleito Mahmud Abbas e Israel destrói assentamentos judaicos na Faixa de Gaza e Cisjordânia, mas o terrorismo palestino continua.

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Em 2006, o Hamas, partido político e movimento terrorista palestino e que não reconhece a possibilidade da existência de Israel, obtém maioria dos votos nas eleições para o parlamento palestino, inviabilizando as possibilidades de paz.

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ECLOSAO DO CONFLITO

A Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou, por meio de sua Assembleia-Geral no ano de 1947, a criação de um estado judeu e outro árabe ao final do mandato do protectorado britânico (1948) na Palestina. De acordo com este plano, a cidade de Jerusalém seria um território administrado internacionalmente pela própria ONU.

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No entanto, os países árabes não aceitavam a existência de Israel, pretendendo invadir logo após a saída das tropas britânicas.

Além disso, no início do conflito em 1948, aproximadamente 711.000 palestinos deslocaram-se da região, ou fugindo do eminente conflito (68% destes estimulados pelos próprios governos dos países árabes para que os seus exércitos pudessem arrasar mais facilmente ao novo Estado que surgia) ou expulsos por lutarem contra o novo Estado, criando uma grande onda de refugiados que se abrigaram nos países vizinhos, Faixa de Gaza e Cisjordânia. Com o passar do tempo seu número cresceu, e a dúvida é se estes refugiados palestinos algum dia poderão retornar a seus antigos lares, complicando as conversações entre as partes envolvidas.

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Com a não absorção dos árabes palestinos pelos países árabes e a não criação do Estado Palestino, os árabes palestinos se auto-constituíram povo e passaram a exigir o seu retorno a suas antigas casas, apesar de a grande maioria já não ter nascido nas regiões reivindicadas.

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Outro grande entrave para as negociações de paz é a reivindicação de soberania com relação à cidade de Jerusalém. Devido ao seu valor histórico e religioso, Israel reivindica toda a cidade para si, o que não é reconhecido pela comunidade internacional. A parte Oriental de Jerusalém, território palestino ocupado por Israel desde 1967, é reivindicada pelos palestinos para ali estabelecer sua capital.

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Houve inúmeros períodos de acirramento do conflito, com hostilidades militares de ambos os lados, e vários acordos de paz que acabaram fracassando.

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Havia grandes chances do estado Palestino surgir de fato, pois as bases políticas e institucionais da Autoridade Nacional Palestina (ANP) são reconhecidas pela comunidade internacional, inclusive estando presente nas Nações Unidas como membro observador. Entretanto, com a eleição de Ariel Sharon, o Estado israelense passou a negar qualquer negociação com os palestinos sem antes a cessação dos frequentes ataques terroristas aos civis israelenses. Mais tarde, a eleição do Hamas para o governo da palestina em 2006, um grupo terrorista que não aceita que Israel exista, inviabiliza qualquer possibilidade de paz entre os dois povos.

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RETIRADA DE OSRAEL DA FAIXA DE GAZA

De acordo com o governo do Primeiro-Ministro Ariel Sharon, a consolidação do cessar-fogo entre as partes beligerantes possibilita a retirada das tropas israelenses da Faixa de Gaza, concretizando a transferência de soberania e conseqüente materialização da territorialidade, dois fatores fundamentais para a existência de um Estado soberano palestino.

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A transferência, com a saída dos exército e colonos judaicos da Faixa de Gaza em agosto de 2005. Por conta disto, a ANP treinou um efectivo de 5.000 policiais para a manutenção da ordem da região após a retirada israelense. Entretanto, apesar de ter conquistado soberania sobre Gaza, os palestinos entraram num conflito interno que ocasionou a tomada de poder pelo Hamas da faixa de Gaza e o recrudescimento dos ataques com mísseis caseiros contra Israel a partir desta região, paralisando novamente as conversações de paz.

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Palestina

Agosto 7, 2008 by joanamargarida

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Palestina é a denominação dada pelo Império Britânico a uma região do Oriente Médio situada entre a costa oriental do Mediterrâneo e as margens do Rio Jordão. O seu estatuto político é disputado acesamente.

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A área correspondente à Palestina até 1948 encontra-se hoje dividida em três partes: uma parte integra o Estado de Israel; duas outras (a Faixa de Gaza e a Cisjordânia), de maioria árabo-palestina, deveriam integrar um estado palestiniano-árabe a ser criado – de acordo com a lei internacional, bem como as determinações das Nações Unidas e da anterior potência colonial da zona, o Reino Unido. Todavia, em 1967, a Faixa de Gaza e a Cisjordânia foram ocupadas militarmente por Israel, após a Guerra dos Seis Dias.

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Há alguns anos, porções dispersas dessas duas áreas passaram a ser administradas pela Autoridade Palestiniana, mas, devido aos inúmeros ataques terroristas que sofre, Israel mantém o controlo das fronteiras e está actualmente a construir um muro de separação que, na prática, anexa porções significativas da Cisjordânia ocidental ao seu território.

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A população palestina dispersa pelos países árabes ou em campos de refugiados, situados nos territórios ocupados por Israel, é estimada em 4.000.000 de pessoas.

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Israel

Agosto 7, 2008 by joanamargarida

O Estado de Israel é um país no Oriente Médio, na extremidade sudeste do Mar Mediterrâneo. É uma república democrática parlamentar fundada em 14 de Maio de 1948. É o único estado judeu em todo o mundo. Faz fronteira com o Líbano no norte, Síria e Jordânia ao leste e Egipto no sudoeste.

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A capital do país e sede do governo é Jerusalém, que é também a residência do Presidente da nação. A Lei Básica estabelece que “Jerusalém, completa e unida, é a capital de Israel” apesar de a Autoridade Palestina ver Jerusalém Oriental como futura capital da Palestina e as Nações Unidas e a maioria dos países não aceitarem a Lei Básica, argumentando que o status final deve esperar futuras negociações entre Israel e a Autoridade Palestina. A maioria dos países mantêm a sua embaixada em Tel Aviv.

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Israel é o único país no Oriente Médio cujo regime político é considerado uma verdadeira democracia, e seus cidadãos desfrutam de uma extensa gama de direitos políticos e direitos civis. Israel, ainda, é considerado o mais avançado na região em termos de liberdade de imprensa, regulamentações empresariais, competição econômica, liberdade econômica e desenvolvimento humano médio.

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O conflito entre Israel e a Palestina continua a ser uma fonte de tensão dentro e fora de Israel. Em particular, isto causou tensões com os vizinhos árabes de Israel, com alguns dos quais Israel também entrou em conflito. Grupos como a Anistia Internacional e Human Rights Watch têm sido críticos das políticas de Israel, enquanto outras organizações como a Freedom House, o governo dos Estados Unidos e alguns países da Europa geralmente apoiando Israel.

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Segundo as escrituras bíblicas, Israel é a terra prometida por Deus aos hebreus e é o berço da religião e da cultura judaica desde o século XVII a.C..

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terça-feira, junho 16, 2009

Lula: 'Desemprego não é culpa dos imigrantes pobres'

1º discurso na ONU

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Publicada em 15/06/2009 às 09h00m

BBC
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira que a crise econômica e o desemprego não são culpa dos "imigrantes e pobres do mundo", durante seu primeiro discurso no Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra. Ao falar em uma sessão do conselho sobre a relação entre direitos econômicos e direitos humanos, o presidente afirmou que os efeitos mais "perversos" da crise não devem ser jogados sobre os ombros dos países mais pobres.

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" Não são os imigrantes, os pobres do mundo, os responsáveis pela crise "

Leia também: presidente diz que precipitação de alguns setores contribuiu para queda do PIB.

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" Essa crise traz um efeito perverso sobretudo quando os imigrantes, sobretudo os pobres, africanos, latino-americanos e asiáticos, que transitam pelo mundo à procura de oportunidades de trabalho, começam a ser enxergados como responsáveis por ocupar o lugar das pessoas filhas dos países ricos", declarou o presidente.

Veja ainda: cúpula inédita reúne países do Bric.

"Não são os imigrantes, os pobres do mundo, os responsáveis pela crise. Os responsáveis pela crise são os mesmos que por muito tempo sabiam como ensinar a administrar os Estados. Sabiam como ter ingerência nos Estados pobres da América Latina e da África."

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Saiba mais: Conselho de Direitos Humanos da ONU deve buscar diálogo, diz Lula.

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Para o presidente, "esses mesmos senhores que sabiam de tudo um tempo atrás, hoje não sabem mais de nada. Não conseguem explicar como davam tantos palpites nas políticas dos países pobres e que não têm sequer uma palavra para analisar a crise dos países ricos".

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Lula citou medidas para legalizar a situação de trabalhadores estrangeiros no Brasil, aprovadas recentemente pelo Congresso, como um exemplo de política a ser seguido.

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"No Brasil, nós acabamos de legalizar centenas de milhares de imigrantes que viviam ilegalmente no país. Para dar uma resposta, um sinal aos preconceituosos, aqueles que imediatamente querem encontrar os responsáveis pela sua própria desgraça, o seu desemprego", disse.

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Direitos econômicos e humanos

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Em outro momento de seu discurso, o presidente fez uma relação entre direitos econômicos e direitos humanos.

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"A realização dos direitos econômicos é importante para preservar direitos civis e políticos, para consolidar o Estado de Direito, e para construir sociedades democráticas, justas e prósperas", afirmou Lula.

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Ele afirmou que o Brasil investe na cooperação sul-sul como forma de promover os direitos humanos, citando exemplos como a contribuição para a luta contra a Aids na África, e a participação em um projeto de inclusão social na Palestina.

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"No Haiti, emprestamos um novo significado às operações de paz da ONU ao demonstrar que, para se obter a verdadeira paz, não basta combater a violência pela força das armas; deve-se, ao contrário, promover o desenvolvimento econômico e, com ele, a inclusão e justiça social", continuou.

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Ele disse também que avanços sociais no Brasil - que ele atribuiu ao Fome Zero, Bolsa Família, redução dos níveis de pobreza e elevação do salário mínimo - também melhoraram as condições dos direitos humanos no país.

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"A crise financeira, que nasceu da desregularização das economias mais ricas, não será pretexto para incentivar o descumprimento das obrigações de cada Estado com a promoção e proteção dos direitos humanos. Tampouco deve conduzir a que sejam descumpridos compromissos com os mais necessitados", ressaltou Lula

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Para mais notícias, visite o site da BBC Brasil

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