A Internacional

__ dementesim . . Do rio que tudo arrasta se diz que é violento Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem. . _____ . Quem luta pelo comunismo Deve saber lutar e não lutar, Dizer a verdade e não dizer a verdade, Prestar serviços e recusar serviços, Ter fé e não ter fé, Expor-se ao perigo e evitá-lo, Ser reconhecido e não ser reconhecido. Quem luta pelo comunismo . . Só tem uma verdade: A de lutar pelo comunismo. . . Bertold Brecht
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sexta-feira, janeiro 08, 2010

Preço da electricidade sobe 2,9% em 2010



Eugénio
Rosa

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EDP lucrou 835 milhões de euros em nove meses
Preço da electricidade sobe 2,9% em 2010
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Numa altura em que os média dão preferencialmente voz aos «especialistas» que defendem aumentos reduzidos dos salários ou mesmo a sua manutenção (leia-se, congelamento) em 2010, a ERSE – a entidade oficial que tem como função controlar os preços no chamado mercado regulado de electricidade (porque no mercado livre os preços já são livres e fixados de acordo apenas com os interesses das empresas) – acaba de anunciar que o preço da electricidade para as famílias deverá aumentar mais 2,9% em 2010.
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O aumento anunciado é mais de três vezes superior à previsão de subida de preços em Portugal em 2010 feita pela OCDE (+0,8%) e pelo FMI (+1%), e o dobro da previsão do Banco de Portugal (+1,5%). E é certamente também superior ao aumento salarial que se verificará em 2010. Um aumento tão elevado do preço da electricidade é inaceitável não só pelas razões anteriores mas também pelas que se apresentam seguidamente.
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O Quadro I, construído com dados divulgados pelo Eurostat, que é o serviço oficial de estatísticas da União Europeia, mostra o preço actual da electricidade em Portugal em 2009 e o preço do mesmo bem, para as famílias, nos países da União Europeia.
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Em 2009, segundo o Eurostat, o preço médio da electricidade na União Europeia (inclui os 27 países) era inferior ao preço médio em Portugal em -2,2%, embora o poder de compra médio na União Europa (inclui também os 27 países), medido pelo PIB por habitante SPA, portanto anulando os efeitos das diferenças de preços entre os diferentes países, fosse superior ao poder de compra médio em Portugal em mais de 31,6%. E dizemos mais de 31,6% porque esta era a diferença em 2008, e em 2009 a situação deverá ter piorado para Portugal. Dito de outra forma, o poder de compra médio actual em Portugal deverá corresponder a menos de 76% do poder de compra médio da União Europeia, mas o preço da electricidade no nosso País é superior ao preço médio da electricidade na UE27 em +2,3%.
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Por outro lado, nos países com preços de electricidade superiores ao de Portugal, essa diferença de preços é mais do que compensada com a diferença para mais que se verifica no poder de compra desses países relativamente a Portugal. Assim, na Alemanha o preço da electricidade é superior em +10,8% ao preço em Portugal, mas o poder de compra médio na Alemanha é superior ao português em +2,6%; no Luxemburgo a electricidade custa mais +8,1% do que em Portugal, mas o poder de compra médio no Luxemburgo é superior ao de Portugal em +263,2%. Na Finlândia, Dinamarca e Noruega, o preço da electricidade é mais baixo do que em Portugal (entre -10,5% e - 22,9%) , mas o poder de compra médio das famílias nesses países é muito superior ao das famílias portuguesas (entre +53,9% e +151,3%).
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Nos países com menor poder de compra médio, tal facto é mais do que compensado pelo preço
da electricidade ser muito mais baixo do que em Portugal. Por exemplo, na Estónia o poder de compra médio é inferior em -11,8% em relação a Portugal, mas o preço de electricidade para as família é inferior em -43,7%; na Polónia, o poder de compra médio é inferior ao português em -26,3%, mas o preço da electricidade para as famílias é inferior ao de Portugal em -30,1%.
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Portanto, é neste contexto que uma entidade que se diz reguladora (a ERSE), cujo presidente foi nomeado pelo 1.º Governo de Sócrates, propõe um aumento do preço da electricidade de +2,9% em 2010 a ser pago pelas famílias, quando idêntica subida percentual dos salários em 2010 não está garantida aos trabalhadores, que constituem o conjunto mais numeroso dos clientes da EDP. E isto também quando o preço da electricidade em Portugal é já superior ao preço médio da União Europeia (27 países), e quando a EDP, que domina o mercado da electricidade em Portugal, arrecadou, só nos primeiros nove meses de 2009, varias centenas de milhões de euros de lucros.
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Mais de 800 milhões de euros de lucros líquidos
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A EDP já apresentou o seu Relatório e Contas de 2009 referente ao 3.º Trimestre deste ano. E como consta desse relatório os lucros líquidos, ou seja, os lucros depois de deduzidos osimpostos, já atingiram 835,2 milhões de euros só nos primeiros 9 meses de 2009.
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Mas para que se possa ficar com uma ideia clara de como evoluíram os lucros da EDP após a entrada em funções do Governo de Sócrates, reunimos no Quadro II os valores dos lucros líquidos constantes dos Relatórios e Contas de 2004-2009 desta empresa que, apesar de dominar o mercado de electricidade em Portugal, foi privatizada.
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Em 2005, o primeiro ano em que Sócrates foi 1.º ministro, os lucros líquidos da EDP foram superiores em +143,3% aos de 2004; em 2006 em +113,7%; em 2007 em +131,7% ; em 2008 em mais 148%; e, em 2009, só nos primeiros 9 meses, os lucros da EDP foram superiores aos de 2004 em +89,7%.
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Se somarmos os lucros líquidos da EDP nos últimos 5 anos e 9 meses, eles totalizam 5399,1 milhões de euros a preços correntes (a preços actuais são muito superiores), o que mostra, por um lado, que o Estado perdeu uma fonte importante de receitas com a privatização da EDP; por outro lado, que a EDP privatizada se transformou num instrumento importante de exploração dos consumidores e de acumulação dos lucros para os seus actuais proprietários; e, finalmente, que a EDP pode absorver, sem grandes dificuldades, o chamado défice tarifário que está a ser utilizado para «justificar» o elevado aumento de preço que se pretende impor às famílias. E isto sem aumentar os preços e sem deixar de ter lucros, embora os lucros fossem naturalmente menores, o que seria até uma medida moralizadora face às dificuldades crescentes das famílias.


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Outros Títulos:
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• Maioria dos trabalhadores fica de fora
• Um poeta militante
• A quem lucram os grandes projectos?
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Avante 1383 - 2009.12.30
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sábado, janeiro 02, 2010

Ano Novo traz subida moderada nos preços

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Vincent Du/Epa  O preço da luz vai sofrer um agravamento de 2,9 por cento já este mês
O preço da luz vai sofrer um agravamento de 2,9 por cento já este mês

Correio da Manhã - 02 Janeiro 2010 - 00h30

Consumo: Inflação é baixa, mas há bens que vão sofrer aumentos

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O novo ano traz consigo a subida moderada de alguns bens de consumo, ainda que a maioria dos preços se vá manter inalterada. A electricidade sobe já este mês, a factura do gás vai ficar mais cara, as marcas de tabaco mais vendidas vão ter agravamento e a prestação da casa deverá acompanhar a esperada subida dos juros.
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As famílias que habitam em Portugal Continental vão pagar mais 2,9% pela luz que consomem, ou seja, numa factura de 40 euros a subida será equivalente a 1,07 euros mensais. Na Madeira o aumento será de 2,4 por cento e nos Açores de 2,1.
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No gás, as tarifas mantêm-se iguais, mas a aplicação de uma nova taxa vai fazer engordar a factura. A taxa de ocupação do solo entrará em vigor a meio do ano e será cobrada pelas câmaras. Os novos preços da água serão conhecidos nos próximos meses, já que são os municípios quem dita os aumentos neste sector.
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O tabaco será um dos bens mais penalizados pelas subidas. Os maços das marcas mais vendidas no País (Marlboro King Size Box, SG Ventil RS Soft Pack, Aguia King Size Box Pack e SG Filtro RS Soft) poderão custar até mais 10 cêntimos.
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Para quem comprou casa os encargos deverão também subir já que é esperado o aumento das taxas de juro, o que fará escalar a prestação.
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Ainda assim, nem tudo serão más notícias. As rendas, os transportes públicos, os táxis e as portagens da maioria das auto-estradas mantêm os preços. Pão e leite deverão ficar na mesma, tal como o preço dos CTT e das comunicações móveis. Na rede fixa, a PT anunciou que vai descer os preços e oferecer chamadas.
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PORMENORES
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TELEFONES
A PT vai baixar o preço das chamadas fixas em cerca de 10,5 por cento e oferecer chamadas ilimitadas dentro da sua rede aos fins-de-semana.
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PORTAGENS NA A2 E NA A12
Só os sublanços. Palmela-Nó de Setúbal (A2/A12) e Montijo-Pinhal Novo sobem este ano.
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VENDAS EM QUEDA
A venda de tabaco caiu oito por cento nos primeiros onze meses de 2009, o equivalente a menos 93 milhões em receitas.
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TAXAS DESAPARECEM NA SAÚDE
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Os utentes do Serviço Nacional de Saúde já não têm de pagar as taxas moderadoras para internamento e cirurgias em ambulatório. A decisão tinha sido tomada em Conselho de Ministros, mas só entrou ontem em vigor. São exactamente menos cinco euros por dia no internamento e cinco euros por operação que os utentes deixam de pagar. Continuam a ser cobradas as restantes taxas moderadoras. Estas taxas foram implementadas em 2006 pelo então ministro da Saúde, Correia de Campos, com o objectivo de "disciplinar" os serviços. O Governo reconheceu que esse objectivo não foi cumprido, mas não acaba com as restantes taxas porque tal significaria um corte de 70 milhões de euros no orçamento do sector.

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» COMENTÁRIOS no CM on line
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02 Janeiro 2010 - 13h04  | luciano santos
Parabéns ao governo pelo aumento de alguns bens de consumo! É assim mesmo, vivam os aumentos!!!
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terça-feira, dezembro 22, 2009

Coisas do dinheiro - Conta da luz mais cara

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Correio da Manhã
 
20 Dezembro 2009 - 00h30

Coisas do dinheiro

Conta da luz mais cara

A crise provocou um esmagamento de preços e fez desaparecer tensões inflacionistas, mas há um bem essencial que contraria esta tendência e tem uma subida significativa para os tempos que correm.

É a factura da electricidade que sobe em média 2,9%. A decisão é da autoridade que regula o mercado eléctrico, a ERSE.
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Os critérios da autoridade justificam-se pelos custos apresentados pelas empresas e um passivo histórico que estamos a pagar. Mas esta factura pesada para os cidadãos e para as empresas merecia alguma intervenção do ministro que tutela o sector.
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Vieira da Silva não pode lavar as mãos e deixar só para o mercado um assunto tão importante. Não basta as companhias eléctricas fazerem demonstrações de custos para aumentar tarifas.
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As empresas eléctricas (desde a produção à distribuição) têm de ter uma vigilância apertada para reduzirem custos. A verdade é que há pouca concorrência no sector. Não se muda de fornecedor eléctrico como quem troca de bomba de gasolina. Por isso, a autoridade do mercado tem de estar mais atenta na defesa dos consumidores.
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Outra razão para a factura eléctrica subir deve-se aos custos das novas energias renováveis. As torres eólicas podem ter muitos adeptos, mas a electricidade produzida é muito mais cara.
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Armando Esteves Pereira, Director-Adjunto 
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sábado, dezembro 05, 2009

Economia e Finanças - - Notícias 2009.12.04


Economia & Finanças 






Posted: 04 Dec 2009 05:36 AM PST


O Jornal de Negócios publicou hoje online dois artigos com uma súmula das melhores ofertas no mercado relativas a depósitos a prazo e a PPRs. Sendo um tema que aqui abordamos em permanência, tentámos validar as referências que lá vêm consultando os respectivos sítios das instituições seleccionadas e logo à primeira cavadela… No topo é referido o Banco Popular - Depósito a Prazo Ouro Plus a um ano como tendo uma TANB de 2,4%. Indo ao sítio do Banco e consultando a página o que se encontra é uma bagunça imensa (pelas 13horas de dia 4 de Dezembro). No corpo da página surge o referido depósito a prazo que remunera a uma TANB média de 2,94% o que a confirmar-se deverá ser a melhor do mercado. Contudo, na ficha de informação normalizada do referido produto respeitando as exigências do Banco de Portugal, o que surge indicado é um depósito com uma TANB média de 1,17% (informação extraida, repito, hoje pelas 13h).
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Ou seja, juntando a informação do Negócios a estas duas temos 3 versões diferentes para o mesmo depósito! Talvez esteja aqui parte da justificação pela qual o Banco Popular tem surgido como um dos bancos que têm gerado mais reclamações (em termos relativos) junto do Banco de Portugal conforme este informou no seu relatório semestral sobre supervisão comportamental do sector financeiro, já aqui publicitado.
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Quanto ao restante rankingdo Negócios relativo a Depósitos a Prazo sublinha-se que o aqui referenciado Depósito Rendimento do Big Online (”Depósito Rendimento do Big Online – TANB média 2,75%“) na sua versão a 720 dias (2 anos) também poderia surgir no TOP 3 de depósitos a 1 ano uma vez que permite mobilização integral sem perda de juros em cada semestre, pagando, no final do 2ª semestre uma TANB de 2,125%. Na prática funciona como um depósito a 6 meses renovável por 3 vezes.
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Nos próximos dias contamos manter-nos atentos a este período particularmente “quente” do lado da procura e da oferta e actualizaremos a nossa página de ligações sobre Depósitos a Prazo. Entretanto, se se justificar continuaremos a dar algum destaque particular a produtos específicos que julgamos merecer particular interesse do ponto de vistas dos clientes.
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Note-se que nenhuma desta peças é encomendada ou publicidade encapotada. Reflectem exclusivamente a opinião dos autores com base na informação disponível ao público.
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Artigos relacionados:
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Posted: 04 Dec 2009 02:39 AM PST


Entre as várias modalidade de depósitos a prazo (tradicionais, promocionais, para novos clientes, para elevados montantes, etc) que se vão multiplicando no mercado conta-se um depósito promocional que nos gera mais simpatia do que o depósitos promocional que tem por único objectivo angariar novos clientes. Em bom rigor, temos ignorando estes depósitos da nossa lista de ligações para as ofertas disponíveis no mercado que vimos actualizando na página sobre Depósitos a Prazo e continuaremos, por regra, a fazê-lo, devido ao seu carácter temporário e muitas vezes desalinhado da oferta habitual das respectivas instituições financeiras (não raras vezes o banco que oferece os melhores depósitos promocionais não renováveis é dos piores a praticar taxa correntes).
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Mas há um tipo de promoção que julgamos mais perene e também mais pacífica junto dos próprios clientes: aquela que procura angariar mais dinheiro (ditos “Novos Recursos”) e não só e apenas novos clientes. E entre a oferta disponível com este objectivo tem-se destacado a Caixa Galícia que remunera à TANB de 2,5% depósitos a 6 meses para valores compreendidos entre os 2500€ e os 30000€. Trata-se de Depósito Especial ON do qual aqui se indica a novel Ficha de Informação Normalizada estabelecida pelo Banco de Portugal que permite comparar com facilidade as diferentes características entre vários depósitos a prazo (desde a remuneração, às condições de mobilização, passando pela identificação clara da entidade depositária, regime fiscal aplicável, condições de renovação, capitalização de juros, etc) .
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A abordagem a este tipo de depósitos que procuraremos incluir em breve na nossa página de depósitos a prazo levantou contudo uma dúvida que procuraremos esclarecer: qual é a definição de “Novos recursos”, ou melhor, será ela igual em todos os bancos que oferecem este tipo de depósitos? Para início de investigação cita-se a definição presente na página da Caixa Galícia sobre este depósito:
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“Consideram-se recursos novos os montantes depositados na conta do cliente da Caixa Galicia e que impliquem um aumento da sua posição de recursos na Caixa Galicia 1 mês antes da Data de Constituição, provenientes de numerário, valores sacados sobre outras entidades ou transferências de outros bancos nacionais ou internacionais. Excluem-se mais valias provenientes do vencimento de qualquer aplicação existente na Caixa Galicia antes de um mês antes da data de constituição, bem como recursos entrados após esse dia e que tenham sido entretanto aplicados em qualquer outro produto.”
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Artigos relacionados:
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Posted: 03 Dec 2009 09:21 AM PST


Foi hoje aprovado em Conselho de Ministros o decreto-lei que “estabelece o regime jurídico da mobilidade eléctrica, aplicável à organização, acesso e exercício das actividades relativas à mobilidade eléctrica em Portugal Continental, bem como as regras destinadas à criação de uma rede piloto para a mobilidade eléctrica“.
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Pelo que se lê da breve nota da presidência do Conselho de Ministros haverá um incentivo pecuniário sob a forma de subsídio a quem adquirir um veículo novo movido a electricidade e não há referência, como se chegou a noticiar no passado, que este subsídio apenas beneficiará os primeiros 5000 veículos a serem adquiridos. Aguardam-se detalhes com a publicação em Diário da República. Infelizmente, tanto quanto sabemos, o Governo ainda não adoptou a prática em vigor no Parlamento de dar a conhecer publicamente os ante-projectos normativos antes de estes assumirem a forma de lei. Note-se que o referido subsídio será de 5 mil euros e poderá ser acumulado ao incentivo de abate a veículos usados.
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Em anexo o excerto do comunicado do conselho de ministros sobre esta matéria.
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O Decreto-Lei, aprovado na generalidade, regula a organização, acesso e exercício das actividades relativas à mobilidade eléctrica, estabelecendo, igualmente, as regras destinadas à criação de uma rede piloto para a mobilidade eléctrica, tendo em vista a introdução e massificação da utilização do veículo eléctrico a nível nacional.
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Este diploma posiciona Portugal como pioneiro na adopção de novos modelos para a mobilidade, sustentáveis do ponto de vista ambiental, que optimizem a utilização racional de energia eléctrica e que aproveitem as vantagens da energia produzida a partir de fontes renováveis.

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Portugal passa, assim, a dispor de condições para criar uma rede de abastecimento de energia para veículos eléctricos: a rede piloto para a mobilidade eléctrica.

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Esta rede vai permitir a qualquer cidadão ou empresa utilizar o seu veículo eléctrico e carregá-lo em qualquer ponto da rede de carregamento no País, utilizando um cartão de carregamento, que incluirá soluções de pré-pagamento.

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Este Decreto-Lei cria, ainda, um subsídio de 5000 euros à aquisição, por particulares, de veículos automóveis eléctricos, o qual poderá atingir os 6500 euros no caso de haver simultaneamente abate de veículo automóvel de combustão interna, sujeito às condições actualmente vigentes em matéria de abate de veículos.

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O Governo prevê, também, ainda adoptar outras medidas nesta área, como a fixação de majoração de custo em sede de IRC, em aquisições de frotas de veículos eléctricos pelas empresas, em termos a definir.

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Esta iniciativa legislativa promove a regulação ao nível de:
a) Comercialização de electricidade para a mobilidade eléctrica;
b) Operação de pontos de carregamento;
c) Gestão das operações associadas a tais actividades;
d) Fase de execução da rede piloto da mobilidade eléctrica;

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Esta iniciativa legislativa permite, ainda, que o Governo adopte, através de portarias, normas de regulamentação complementar das actividades reguladas no diploma.

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Com a aposta pioneira na mobilidade eléctrica, o Governo visa, igualmente, criar novas oportunidades de negócio para a indústria nacional, bem como promover a atracção de investimento estrangeiro para a economia portuguesa nesta nova área. O objectivo é posicionar Portugal como país de referência ao nível do teste, desenvolvimento e produção de soluções de mobilidade eléctrica.

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sexta-feira, outubro 23, 2009

PCP sobre o aumento do Preço da Electricidade

Nota do PCP sobre o aumento do Preço da Electricidade
Sobre o aumento do Preço da Electricidade PDF Imprimir EMail
Sexta, 16 Outubro 2009
electricidade.jpgEm nota do Gabinete de Imprensa o PCP considera que "é absolutamente inaceitável" a proposta tornada pública de aumento do preço da electricidade de 2,9%, nomeadamente tendo em conta "as dificuldades com que se têm vindo aconfrontar os trabalhadores".
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Face às notícias vindas a público que dão nota da proposta da Entidade Reguladora dosServiços Energéticos (ERSE) de que os preços da electricidade sejam aumentados em2010 em 2,9%, depois de no ano de 2009 se ter verificado um aumento próximo dos 5%, oPCP considera o seguinte:
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1. É absolutamente inaceitável que perante as dificuldades com que se têm vindo aconfrontar os trabalhadores, as micro, pequenas e médias empresas e o povo português –baixos salários e reformas, endividamento, falências, desemprego galopante e quebra dopoder de compra – que a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) venhapropor aumentos para a preço da electricidade de 2,9% em 2010, um valor superior aodobro da inflação estimada pelo Banco de Portugal para 2010, 1,3%.
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2. Esta perspectiva de novos aumentos torna-se ainda mais chocante se tivermos em contaque, entre 2004 e 2008, a EDP obteve lucros de 4 283 milhões de euros e que só no 1ºsemestre de 2009 os lucros da EDP atingiram já 540 milhões de euros de lucros, fruto deum aumento das tarifas eléctricas em 2009 de 5,9% para as empresas e 4,4% para asfamílias, para uma inflação que se estima no corrente ano próximo dos 0%.
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3. Mais uma vez se confirma que a privatização e liberalização do mercado energético emPortugal, defendidas e aplicadas por PS, PSD e CDS-PP, apenas tem beneficiado aacumulação e a centralização de capital e que a Entidade Reguladora dos ServiçosEnergéticos (ERSE) se comporta como agente ao serviço dos interesses dos grandesaccionistas, indiferente às dificuldades que enfrentam os consumidores, os trabalhadores daEDP e as micro, pequenas e médias empresas.
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4. O PCP reafirma a necessidade da redução das tarifas de electricidade pelo que exige ocongelamento do preço da electricidade em 2010. Só assim será possível atenuar ascrescentes dificuldades que os trabalhadores e o povo português enfrentam. Só assim serápossível contribuir para o aumento da competitividade das micro, pequenas e médiasempresas, nas quais os custos energéticos são hoje um dos principais factores.
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5. O PCP logo que o novo Governo entre em funções irá confrontá-lo na Assembleia daRepública com esta proposta da ERSE, em defesa dos superiores interesses nacionais.
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16.10.09
O Gabinete de Imprensa do PCP
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segunda-feira, julho 20, 2009

Carros eléctricos: subsídio de 5000 euros para todos ou só para os primeiros 5 mil?

Posted: 20 Jul 2009 06:45 AM PDT


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Passando pela imprensa descobrimos que o Estado vai financiar junto do consumidor final a aquisição do novo carro electrico da Nissan. Se lermos o Jornal de Negócios o subsídio é de 5000 euros para carros eléctricos, acumulável com a bonificação para o abate de veículos em fim de vida.

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Contudo, se lermos o Público descobrimos que este subsídio se destina apenas aos primeiros 5 mil veículos vendidos. Uma LIGEIRA diferença. Como precaução e até que se esclareça quem tem razão destaco o parágrafo do Público:

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“Os primeiros cinco mil carros eléctricos a serem adquiridos por particulares entre 2010 e 2012 beneficiarão de um incentivo à aquisição de cinco mil euros cada. O prémio sobe para 6500 euros no caso de a aquisição ser feita com abate de veículo velho, segundo anunciou hoje o primeiro-ministro, José Sócrates. (…) Para as empresas, o incentivo à aquisição destes veículos para as respectivas frotas far-se-á em sede de IRC, com uma redução em 50 por cento de IRC relativo ao montante do veículo, para o mesmo período entre 2010-2012. (…)”

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in Público.

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in Economia e Finanças

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