A Internacional

__ dementesim . . Do rio que tudo arrasta se diz que é violento Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem. . _____ . Quem luta pelo comunismo Deve saber lutar e não lutar, Dizer a verdade e não dizer a verdade, Prestar serviços e recusar serviços, Ter fé e não ter fé, Expor-se ao perigo e evitá-lo, Ser reconhecido e não ser reconhecido. Quem luta pelo comunismo . . Só tem uma verdade: A de lutar pelo comunismo. . . Bertold Brecht
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sábado, dezembro 04, 2010

Carros de luxo fogem da crise



Automóveis

Carros de luxo fogem da crise

DR

Vendas aumentaram 36% desde Janeiro. Corrida à compra de viaturas para evitar as penalizações do Orçamento.

  • 0h30 Correio da Manhã 2010 12 04
Por:Miguel Alexandre Ganhão


A venda de carros de luxo não está a ser afectada pela crise económica. As marcas de maior prestígio nunca venderam tanto. A Porsche, por exemplo, já vai nas 399 unidades vendidas, uma subida de 71,2% face a 2009 e a Jaguar já vendeu 245 carros, mais 36,1%, de acordo com os dados ontem divulgados pela ACAP - Associação Automóvel de Portugal. "Estamos a falar de marcas de nicho que nunca são afectadas pela crise económica", afirmou ao CM Hélder Pedro, secretário-geral da ACAP. Para aquele responsável "existem clientes fiéis, que esperam meses pelo lançamento dos últimos modelos que têm sempre compradores garantidos". Segundo Hélder Pedro esta apetência será "ainda mais significativa em 2011. A generalidade do mercado vai conhecer fortes baixas, mas as marcas de nicho vão resistir". 
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Construtores como a BMW e a Mercedes (que têm uma oferta para todas as gamas automóveis) registaram subidas de vendas, de Janeiro a Novembro deste ano, na ordem dos 25,5 e 23,2%, respectivamente.
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No mês passado registou-se uma "corrida" à compra de viaturas com os portugueses a anteciparem as escolhas de modo a evitar a penalização fiscal consagrada no Orçamento para 2011. "O fim do programa de incentivos ao abate de veículos é o que mais está a contribuir para incentivar as compras de carros novos, mas o aumento do IVA (de 21 para 23%) e a actualização de 5% na componente ambiental do Imposto Sobre Veículos também influenciaram esta decisão", adiantou Hélder Pedro. 
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POUPANÇA DE 5 000 € EM 2010
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A compra de carro até Dezembro pode equivaler a uma poupança superior a 5000 €. No seguimento do fim do incentivo ao abate (que, no mínimo, é de 1250 €), existem marcas a oferecer descontos de 5000 e 6000 € na compra de um carro novo. A acrescer a esta poupança há o aumento do IVA para 23% e a subida das tabelas do Imposto sobre Veículos, que será de 5% para a componente ambiental e 2,2% na componente de cilindrada.
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segunda-feira, novembro 15, 2010

Ricos ganham milhões livres de impostos


Miguel A. Lopes/Lusa
O ministro das Finanças e José Sócrates criticaram o pagamento de dividendos extraordinários durante 2010

Dividendos: Accionistas de empresas com menos de 10% são penalizados

Ricos ganham milhões livres de impostos

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Mudanças na tributação propostas no Orçamento para 2011 deixam de fora os principais milionários da Bolsa portuguesa. 
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  • 0h30 - Correio da Manhã - 2010.11.15
Por:Miguel Alexandre Ganhão/Pedro H. Gonçalves/J.S.
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O Estado vais mudar as regras da tributação dos dividendos distribuídos pelas empresas em Bolsa. Ao exigir o pagamento de impostos aos accionistas que tenham menos de 10% do capital, o Governo vai deixar fugir 818 milhões de euros sem receber um único cêntimo. Se somarmos os dividendos pagos em 2010 aos projectados para 2011, são mais de 1,6 mil milhões de euros gerados no mercado português de capitais que não pagam impostos.
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A polémica sobre esta questão foi aberta pelo ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, que acusou a Portugal Telecom (PT) de estar a fugir aos impostos por querer pagar o dividendo extraordinário de um euro por acção em 2010 e não em 2011, altura em que, com a aprovação do Orçamento do Estado, entra em vigor o novo regime fiscal sobre os dividendos, que obriga a uma retenção de 21,5% e ao pagamento de uma taxa final de IRC de 29% sobre os montantes recebidos.
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O CM fez as contas a algumas empresas do PSI 20, tendo por base as informações divulgadas à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) e as previsões realizadas pela agência Bloomberg, e chegou à conclusão de que as novas regras deixam de fora os principais milionários da Bolsa portuguesa.
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É o caso de Américo Amorim. O homem mais rico de Portugal, com um património da ordem dos 2,2 mil milhões de euros, vai receber em 2011, por 33,3% da Galp, 38,7 milhões de euros em dividendos isentos de impostos. Se somarmos a este valor os dividendos a pagar este ano, temos um total de 93,9 milhões de euros sem tributação.
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Outro dos beneficiados é Belmiro de Azevedo. O patrão da Sonae é o maior accionista da empresa (53,1%), através da sua holding pessoal, a Efanor Investimentos, e vai receber em 2011, de acordo com as previsões da Bloomberg, 35,5 milhões de euros sem o pagamento de impostos.

.Mas não são só os investidores nacionais que estão fora do pagamento ao Fisco no que se refere à distribuição de dividendos. O presidente angolano, José Eduardo dos Santos, deverá receber 5,1 milhões de euros correspondentes à participação que a Sonangol tem no Millennium BCP. Na mesma situação encontra-se a sua filha, Isabel dos Santos, que através da Kento Holding tem uma participação de 10% na Zon. Basta Isabel dos Santos comprar mais uma acção para que os 4,9 milhões de euros de dividendos que deverá receber estejam isentos do pagamento de impostos. 
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"REDUZ TAXA DE NATALIDADE"
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Gregório e Teresa Cardoso, residentes em Lisboa, perderam este mês os 11 euros mensais referentes ao abono de família do filho Tiago, que integrava o 5º escalão. 
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Com um rendimento anual de quarenta mil euros, a família entende que a medida "só vai criar mais dificuldades às famílias". "Sou funcionária da Segurança Social, e perante a experiência do meu trabalho sei do que estou a falar", referiu Teresa Cardoso.
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Por sua vez, o marido, Gregório, não tem "dúvidas de que o corte do abono irá reduzir a taxa de natalidade. Numa solução que é má para o futuro", refere. 
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terça-feira, agosto 03, 2010

Fim do sigilo bancário para abono de família

João Cortesão
Os cidadãos abdicam do sigilo bancário para receber prestações sociais

Prestações sociais: Administração fiscal faz cruzamento de dados

Fim do sigilo bancário para abono de família

Quem quiser ser beneficiário de abono de família, ter subsídio social de desemprego ou o rendimento social de inserção tem de dar autorização ao Estado para que este possa ver todas as suas contas bancárias. As novas regras para benefício das prestações sociais implicam uma derrogação voluntária do sigilo bancário por parte de quem se candidata àqueles apoios.
  • 0h30 - Correio da Manh~´a 2010 08 03
Por:Miguel Alexandre Ganhão / C.R.
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Os novos impressos, publicados ontem em Diário da República, incluem uma autorização expressa onde o candidato diz que autoriza 'os serviços competentes da Segurança Social a obterem directamente das restantes entidades detentoras da informação relevante para a verificação da condição de recursos, todas as informações que sejam consideradas necessárias à comprovação das declarações de rendimentos prestadas'.
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Mais: em qualquer momento, o beneficiário, quando solicitado, tem de entregar uma declaração de autorização à Segurança Social, para solicitar ao Banco de Portugal a indicação das entidades bancárias ou financeiras onde tem conta e obter das respectivas entidades toda a informação patrimonial relevante, relativa a saldos de contas à ordem, a prazo ou outros valores mobiliários de que seja titular ou co-titular. Este compromisso é igualmente válido para as declarações que seja necessário apresentar pelos restantes membros do agregado familiar.
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No mesmo documento, o beneficiário toma conhecimento de que os serviços da Segurança Social podem realizar cruzamento de dados com a Administração Fiscal de modo a autenticarem a informação prestada pelo cidadão. 
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O novo regime de acesso às prestações sociais obriga as famílias a revelar todas as poupanças que possuam. Sejam elas em depósitos bancários, certificados de aforro, acções ou obrigações ou outros activos financeiros (incluindo-se nestes os Planos Poupança Reforma). No caso dos depósitos bancários, a Segurança Social exige que os candidatos discriminem as contas de todos os elementos do agregado familiar. 
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POUPANÇA DE 289 MILHÕES
As novas regras para as prestações sociais não contributivas deverão gerar uma poupança na ordem dos 90 milhões de euros já neste ano e de 199 milhões em 2011.
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O Governo já afirmou que as novas regras constituem medidas de 'rigor' e não 'cortes cegos'. 
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Segundo o relatório da Unidade Técnica de Análise Orçamental (UTAO), no subsector da Segurança Social registou-se que a despesa 'cresceu 8%, apresentando um desvio de 1,1 pontos percentuais face à previsão orçamental –6,9%– de 2010. Estes são dados da execução orçamental do primeiro semestre. O aumento dos encargos com o rendimento social de inserção, abono de família e restantes prestações sociais representa, 'no seu conjunto, 1,5 pontos percentuais' no crescimento da despesa, segundo a UTAO.
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NEGOCIAÇÕES ATÉ FINAL DE AGOSTO
O presidente da União das Misericórdias Portuguesas, Manuel Lemos, acredita que, na segunda quinzena de Agosto, seja possível saber se vai haver cortes nas comparticipações do Estado às instituições de solidariedade. 'Estamos a negociar, com calma e com ponderação', declarou o responsável logo a 1 de Agosto, data em que também entraram em vigor as novas regras para as prestações sociais. 
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Contudo, Manuel Lemos também adiantou que a ' perspectiva da negociação com o Governo é de que não haverá aumento este ano'. A polémica em torno das comparticipações às instituições de solidariedade social começou nos ATL. Na altura, o Ministério do Trabalho, liderado por Helena André, negou que houvesse cortes, alegando que só estava em causa uma duplicação de subsídios de alimentação. 
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  • Comentário feito por:luis
  • 19h17
Finalmente uma boa notícia para quem desconta!
  • Comentário feito por:T.P
  • 18h40
De simples resolução, deixa de Haver €s na conta. E afinal os meios sempre justicam os FINS. Só me gosam! T.P
  • Comentário feito por:SS
  • 18h17
A medida é muito bem aplicada, até porque quem não deve não teme..o pior é quem guarda o dinheiro literalmente debaixo do colchão! Vão ás casas de certas pessoas e vejam como é que com o RSI tem do bom e do melhor.
  • Comentário feito por:maria
  • 16h36
a segurança social nao autoriza q o rsi, seja pago por transferencia bancaria. eu sou benef. dessa prestaçao como do abono d familia. e agora vem dizer q se os benef.do rsi, abono . e fundo desemp. nao autorizarem as coe
  • Comentário feito por:Pedro
  • 15h58
Não sei porque o sr António não vai para a Espanha. Eles lá pagam melhor? Ah, já sei não quer trabalhar e deixou-se ficar a dar má fama aos funcionários públicos. Além de traidor da pátria é incompetente.
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  • Comentário feito por:Jorge Coelho
  • 15h54
Desculpem mas isto é inconstitucional.Ou levantam o segredo bancário de vez, ou então não podem fazer isto.É a mesma coisa que só dar emprego a alguém se este assinar um contrato onde prescinde de todos os seus direitos.
  • Comentário feito por:usa-newark
  • 14h04
eu vivi em inglaterra, pedi o mar subsidio de desemprego, e tive de mostrar o meu estrato bancario do ano todo, e foi me negado o subsidio, o que eu achei bem, em portugal ja era tempo de fazerem o mesmo,PARABENS SOCRATE
  • Comentário feito por:gloria
  • 13h23
O Abono de familia para a classe média/baixa acho mal que o retirem até porque é um valor irrisório. O rendimento de inserção social acho muito bem principalmente a estrangeiros, mandem nos para o pais de origem.
  • Comentário feito por:saravá
  • 11h37
POr mim não me importo, nada tenho a esconder...agora pergunto: os ciganos que recebem o Sub. de reinserção social, não têm contas bancárias, pagam tudo a dinheiro, como é que vão fazer com estes?
  • Comentário feito por:antonio
  • 11h36
Metam o dinheiro na espanha como eu fiz aqui so tenho a onde cai o ordenado e sou FP. O levantamento de sigilo bancario nao se aplica aos politicos a eles nao vao ver as contas nem confirma o IRS este pais e um esterco
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  • Comentário feito por:Joaquim Peixe
  • 11h20
Eles andam aí. Mas nas contas dos que declaram ordenado mínimo andam em carrões e têm casas de luxo, não fazem nada.
  • Comentário feito por:gilberto
  • 10h38
Muito bem! assim é que deve ser.
  • Comentário feito por:Eduardo
  • 9h51
excelente ideia ...
  • Comentário feito por:pedro
  • 3h11
ja era sem tempo
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terça-feira, março 16, 2010

Salários baixos castigados no PEC

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Mário Cruz/Lusa 
Correio da Manhã - 15 Março 2010 - 00h30

Austeridade: Cortes nas despesas de Educação e Saúde

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São as famílias que se encontram no terceiro escalão de IRS as que serão mais penalizadas pelas medidas fiscais de contenção do Governo.
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Mais de um milhão de contribuintes com rendimentos entre os 7250 e os 17 979 euros por ano serão fortemente penalizados pelos cortes propostos nas deduções com despesas de Saúde e Educação em IRS, apresentados no Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), que será hoje entregue, na íntegra, na Assembleia da República para discussão e votação no dia 25, já que o Partido Socialista (PS) recusou adiar a votação daquele documento.
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É naquele grupo de contribuintes, com salários entre os 517 e os 1284 euros brutos por mês (contas feitas a 14 meses), que se encontram as famílias que mais recorrem às deduções com despesas de Saúde e de Educação.
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Segundo apurou o CM, mais de um milhão de agregados familiares da classe média deduziu despesas de Saúde no IRS de 2008, num valor superior a 234 milhões de euros. O valor médio dessas deduções não vai além dos 202 euros por família.
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Em todos os escalões do IRS, este é o que tem mais peso nas deduções com despesas de Saúde.
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O mesmo se passa em relação às despesas de Educação. São mais de 403 mil as famílias com rendimentos entre os 7250 e os 17 979 euros/ano que deduzem no IRS despesas de Educação, num valor global superior a 122 milhões de euros. Em termos médios, as deduções em IRS com despesas de Educação deste grupo de contribuintes não vão além dos 304 euros.
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Do lado oposto estão os contribuintes mais ricos, aqueles que ganham mais de 64 mil euros por ano (a que corresponde um ordenado mensal superior a 4600 euros). Neste grupo, pouco mais de 16 mil famílias recorrem às deduções com despesas de Educação que, no total, somam nove milhões de euros.
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Já no que respeita à Saúde, mais de 45 mil das famílias com rendimentos superiores a 64 623 euros recorrem à dedução de despesas de Saúde em IRS, com uma despesa total de 20,2 milhões de euros. Cada agregado deduz, em média, 447 euros de despesas de Saúde.
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GOVERNO CORTA NO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO
O Executivo quer alterar as regras do chamado 'emprego conveniente', revendo a relação entre o subsídio de desemprego e o último rendimento auferido na vida activa do beneficiário, o que pressupõe um corte no subsídio, e impondo uma menor tolerância às recusas de emprego por parte de cidadãos a auferir subsídios. A justificação, segundo o ministro das Finanças, é simples: 'Sabemos que a conjuntura é difícil, mas temos de exigir de todos um pouco mais de esforço.' O PEC congela ainda subsídio social de desemprego, abonos e complemento social para idosos.
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DISCURSO DIRECTO
'É A CLASSE MÉDIA A PAGAR': Domingues de Azevedo, Bastonário da OTOC 
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Correio da Manhã – Quem são os maiores prejudicados com os cortes nos benefícios fiscais?
Domingues de Azevedo – É a classe média que paga, disso não há dúvidas. Isto cria uma angústia e temos de lembrar que o sacrifício exigido aos cidadãos também tem de ser feito pelo Estado. Cortar nas despesas supérfluas e outras mordomias.
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– Acredita que o Governo conseguirá cortar o défice para menos de 3% em 2013?
– Se o Governo não cortar na despesa pública, não chegamos lá. Vamos ter de cortar na Educação, Saúde, Segurança e outras áreas
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– Há alternativas?
– Não vejo outro caminho a seguir.



Miguel Alexandre Ganhão/P.H.G.

» COMENTÁRIOS no CM on line
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15 Março 2010 - 10h19  | PDMn consigo ja perceber nada disto... anda mesmo tudo ao contrario... agora os ricos é que são beneficiados
15 Março 2010 - 10h03  | josé gomesTrata-se simplesmente da implementação da "justiça fiscal" SOCIALISTA. É paradigmático!! Cascais
15 Março 2010 - 09h53  | RevoltadoDeus me livre que eu votasse em alguém que depois me prejudicasse,isso teria que se ver comigo..LX
15 Março 2010 - 09h52  | contribuinteEles só atacam os de classe mais baixa os corruptos e dos grandes eles não mexem tem medo pq são iguais a eles.LX
15 Março 2010 - 09h15  | vitorquando for grande quero ser politico.bom ordenado,regalias+++ reforma em meia duzia de anos e poder fecundar os pobres.
15 Março 2010 - 09h07  | EsternocleidomastoideuSó os distraídos ou ignorantes é que não sabem que nos países de esquerda quem se safa são os ricos,miséria de cultura!
15 Março 2010 - 08h12  | johnytrapatoniQue miseravel pais, com pobres politicos e a governarem com a complacencia da oposicao. Tristes!!!
15 Março 2010 - 06h51  | Rui Gomes - AngolaE qual é a novidade ??? Não são sempre os que menos podem a serem os + entalados nesse país ??? QUE NOJO !!!
15 Março 2010 - 04h14  | macai sao as familias com salários baixos que são penalizados'? ahhah e olha que a gente nao sabia heheh
15 Março 2010 - 04h12  | MilhazesEste não é o PS de Mário Soares. Este tipos tem ser substituídos.
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15 Março 2010 - 12h05  | FRANCISCO FERREIRA .REINO UNIDOAGORA MIEM PORQUE NAO FUI EU QUE VOTEI NELES.ESTA NA ALTURA DE MUDAREM DE PARTIDOS PS.PSD.CDS=CRISE E CORRUPECAO.
15 Março 2010 - 11h47  | gomes antoniocastigados serâo os percutores desta desgraça,quero acreditar,pois vao sair,e teem tacho á espera.algés
15 Março 2010 - 11h45  | FernandoSubscrevam Petição Pública CORTE NOS VENCIMENTOS DA CLASSE POLITICA! Procurem no Google pelas palavras "petição pública"
15 Março 2010 - 11h45  | T.EGostava de ver essa "gentalha" do governo a viver com os nossos miseros salários. Que asco
15 Março 2010 - 11h42  | J. SantosPara aqueles que andam sempre a elogiar o 25 de Abril ainda deveria ser pior. Cada vez há mais ricos e mais pobres.
15 Março 2010 - 11h39  | gomes jorgeÉ O FIM,MAS, O RETRATO DOS CARRASCOS PS/PSD,OS INTERESSES PARTIDARIOS E LOBYSTAS EM 1º,O PAIS EM 2º. ÁLGÉS
15 Março 2010 - 10h59  | jucaNão foi sempre a intenção deste governo a separação de ricos e pobres?
15 Março 2010 - 10h37  | josé gomesTrata-se simplesmente da implementação da "justiça fiscal" SOCIALISTA. É paradigmático!! Cascais
15 Março 2010 - 10h28  | helena r.E 'não haverá aumentos de impostos' dizia este homem há dias, imagine-se, se houvesse para ver como seria, se fosse!
15 Março 2010 - 10h25  | VERGONHA DE SER PORTUGUEStenho um salario que me limita a sobreviver e agora ainda vou ser mais prejudicado??? TENHO VERGONHA DE SER PORTUGUES
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15 Março 2010 - 15h02  | Trolha da AreosaE a tributação das mais valias ficam para as calendas Gregas !! Tudos para a RUA !! Deixem a net e venham para a luta.
15 Março 2010 - 14h25  | atentoO povo precisa saber que não se pode confiar nesta gente,da próxima quando andarem nas ruas em campanha atirem-lhes pedr
15 Março 2010 - 14h12  | Zé CardosoNós (penso que a maioria!) que temos salários baixos, estamos à espera de quê para por esta "gentalha" na ordem?
15 Março 2010 - 14h09  | Que tristezaQuem ganha o mínimo nacional e tem filhos para sustentar, o que vai fazer? Roubar para comer?
15 Março 2010 - 13h34  | José SantosJuro por tudo o que me é mais sagrado, que nunca mais votarei PS.
15 Março 2010 - 13h02  | Vitor Manuel da Palma Estrela SantosOS POLITICOS GOVERNAM-SE COM O NOSSO DINHEIRO E NÓS AINDA VOTAMOS NESSE CANCRO QUE SÃO OS POLITICOS? A MIM NÃO E A SI?
15 Março 2010 - 12h45  | "Revoltada"Acho k o nosso Governo está a sofrer do "PDI"!?Não conseguem fazer uma Lei acertada!!!!!!!!!!!!
15 Março 2010 - 12h34  | josé pereiraterceiro escalão são salários baixos, entao e o meu?, jornalismo.
15 Março 2010 - 12h28  | Socialista DESILUDIDOEstamos á espera de K para reagir contra estas politicas INSUSTENTÁVEIS e incoomprensiveis ?
15 Março 2010 - 12h15  | Socialista DESILUDIDOEstamos á espera de K para reagir contra estas politicas INSUSTENTÁVEIS e incoomprensiveis ?
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15 Março 2010 - 20h09  | Vitor SantosNão sei qual é o espanto...afinal é mais do mesmo...os pobres q paguem a crise...são mais e já estão habituados...
15 Março 2010 - 18h23  | StarO Povo votou em Sócrates. Agora, que aguentem.
15 Março 2010 - 18h02  | Carlos ReisVotaram neles! Agora aturem-nos. Viva a vilanagem e a corrupção
15 Março 2010 - 18h01  | Renata TavaresA classe média (se é que ainda existe) é que vai pagar a crise. Neste País mais vale ser ou muito pobre ou muito rico!
15 Março 2010 - 17h37  | Jorge Towers Lx (Austeridade não! ROUBO!)Claro!Estavam à espera de milagre! Sempre assim foi e continuará.PEC é de PECado!Está td dito.Só INSURREIÇÃO é solução
15 Março 2010 - 17h28  | o injustiçadoporque vamos votar nestes politicos incompetentes!!!!!!
15 Março 2010 - 17h19  | LUIS MARQUES - AGUALVA NÃO TIVERAM COMPETÊNCIA PARA FAZER COMO NA IRLANDA, É FEIO ATACAR SEMPRE OS MAIS FRACOS, QUE VERGONHA!Agualva
15 Março 2010 - 16h54  | Anónimo, pois...Já dizia a minha avozinha: o maior cego é aquele que se recusa a ver, mesmo que isso lhe entre pelos olhos...
15 Março 2010 - 16h16  | tojoNão dou mais meio ano de resistência do governo socialista. . . .
15 Março 2010 - 15h34  | PortelaO PEC também vai fazer mossa no 350 mil euros anuais(sem alcavalas)da executiva da treta da EDP Renovaveis??????
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15 Março 2010 - 22h35  | josePois cortam as deduçoes aos mais pobres e dao bonus obscenos ao Penedos e companhia.VERGONHA
15 Março 2010 - 22h26  | SaraHoje reparei que preencher ou não o anexo H não faz qualquer diferença no valor do meu reembolso de IRS..Miséria de país
15 Março 2010 - 22h14  | CristinaÓptimo! Ora eu que estou desempregada e a estudar no ens. superior já tou a pensar noutro futuro... traficante de droga?
15 Março 2010 - 22h09  | António MonteiroCom estes cortes vou ver os nossos governantes a cortar nas viaturas de alta gama que usam no dia-a-dia, pagas pelo Zé?
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sábado, janeiro 02, 2010

SIBS: No dia 23 foram movimentados mais de 380 milhões de euros

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Pedro Catarino  Os portugueses levantaram mais de 80 milhões de euros por dia nas máquinas multibanco 
Os portugueses levantaram mais de 80 milhões de euros por dia nas máquinas multibanco
 
Correio da Manhã - 29 Dezembro 2009 - 00h30

SIBS: No dia 23 foram movimentados mais de 380 milhões de euros

Multibanco bate recorde no Natal

O Nata
.l de 2009 bateu recordes históricos nas operações de multibanco, tendo sido efectuadas no dia 23 mais de 6,8 milhões de operações no total da rede de terminais de pagamento automático e caixas automáticas.

De 1 a 26 de Dezembro os portugueses levantaram mais de 2,1 mil milhões de euros da rede multibanco, o que equivale a 80,7 milhões por dia.
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De acordo com um comunicado da Sociedade Interbancária de Serviços (SIBS) foram efectuadas no dia 23 de Dezembro mais de 6,8 milhões de operações, correspondentes a um valor total movimentado superior a 380 milhões de euros. A maior parte dos levantamentos efectuados em Dezembro (até ao dia 26) e, correspondentemente o maior valor, ocorreu a 23 na rede multibanco de caixas automáticas, atingindo os 3,3 milhões de operações, num valor total de 126,715 milhões de euros.
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"Neste mesmo dia foram batidos os recordes históricos da rede de terminais de pagamento automático multibanco em número e em valor de compras realizadas", que atingiram as 3,5 milhões operações, representando um total de 166,390 milhões de euros, acrescenta o comunicado.
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O valor médio das compras foi de 48 euros.
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PORMENORES
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80 POR SEGUNDO
Num dia normal existem cerca de 80 transacções por segundo na rede multibanco.
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DESCIDA A 24
No dia 24 de Dezembro o volume de transacções baixou em relação ao que aconteceu no dia 23.
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PAGAMENTOS EM TPA
Entre 1 e 26 de Dezembro foram feitos pagamentos no valor de 2,5 mil milhões.
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TOTAL DE CARTÕES
No final de 2008 existiam 19,8 milhões de cartões multibanco.

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Miguel Alexandre Ganhão
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» COMENTÁRIOS no CM on line
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29 Dezembro 2009 - 11h49  | maria
mas o dinheiro é para gastar... senão não faz sentido ter dinheiro,fico contente por eles eu não gastei não o tenho.
29 Dezembro 2009 - 10h17  | NS40
Afinal não há crise.....
29 Dezembro 2009 - 10h06  | paulo
Que grande é a crise em que andamos mergulhados !? Lisboa
29 Dezembro 2009 - 04h50  | LOURINHANENCE
PARECE IMPOSSIVEL OS PORTUGUESES DAI NAO TEREM DINHEIRO E GASTAR TANTO EU VIVO EM TORONTO TRABALHO MAS NAO E PARA GASTAR
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sexta-feira, julho 03, 2009

Famílias pagam conta da luz a prestações

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André Nacho A EDP fracciona os pagamentos atrasados nas facturas futuras, desde que o cliente pague a próxima conta

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A EDP fracciona os pagamentos atrasados nas facturas futuras, desde que o cliente pague a próxima conta
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Energia: Acordos especiais de pagamento cresceram 50 por cento em 2009

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* Miguel Alexandre

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A crise económica está a obrigar as famílias a pagar a conta da luz a prestações. Segundo apurou o CM junto da administração da EDP, em média, cerca de seis mil clientes dirigem-se todos os meses aos balcões da eléctrica para pedir ajuda no sentido de pagar as contas da electricidade.

Os chamados 'acordos especiais de pagamento', que permitem aos clientes pagar as contas em atraso em várias prestações (integradas nas facturas futuras), subiram 50% desde o início do ano. 'Temos tido vários pedidos de clientes domésticos, mas também de comerciantes e pequenos empresários que estão a passar por dificuldades e que não podem passar sem o fornecimento de energia eléctrica', afirmou ao CM uma fonte da administração da EDP.

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Nos primeiros cinco meses do ano, o consumo de electricidade caiu 3,1% por força da crise económica, um fenómeno que não acontecia desde a II Guerra Mundial, adiantou Jorge Cruz Morais, administrador da EDP, num encontro esta semana com jornalistas.

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Aquele responsável referiu que o malparado (facturas por pagar) da empresa não aumentou e que as dívidas totais dos clientes à EDP somam 200 milhões de euros.

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Em relação ao défice tarifário, que ascende a dois mil milhões de euros, não é considerado 'uma bomba-relógio'. De acordo com João Manso Neto, 'o défice é sustentável através de aumentos moderados do preço da electricidade'. Aquele responsável não quis concretizar as subidas, acrescentando que é uma decisão que 'cabe ao regulador'.

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CARROS LIGADOS À CORRENTE

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A EDP e a Câmara de Lisboa vão disponibilizar seis postos de carregamento para carros eléctricos. 'Serão 12 tomadas que podem ser utilizadas pelas pessoas que tenham carros exclusivamente eléctricos', afirmou António Vidigal durante o mediaDay da EDP.

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A localização dos postos de carregamento serão divulgados na próxima segunda-feira por António Costa.

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Um levantamento realizado na capital apurou que cerca de 50 lisboetas têm carros ou motas exclusivamente movidos a energia eléctrica. 'Será dada uma chave para o livre acesso dessas pessoas aos postos de carregamento e a EDP garante o fornecimento de energia gratuito durante seis meses', acrescentou o administrador responsável pela área de Inovação da eléctrica portuguesa.

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'AJUDAR AS EMPRESAS' (António Mexia, Presidente executivo da EDP)

Correio da Manhã – Existem queixas das Associações de Construção que dizem que a EDP não ajuda as empresas nacionais?

António Mexia – A EDP faz concursos internacionais para as barragens e para as centrais de gás. Quem oferecer as melhores condições ganha. Mas temos empresas portuguesas em todas as obras que estamos a fazer.

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– Nesta altura de crise não acha que a EDP tem um dever acrescido de ajudar mais as empresas nacionais?

– Temos levado empresas portuguesas para os países onde estamos a crescer: Brasil, Roménia, Espanha. No próximo dia 9 de Julho vamos fazer ‘O dia do fornecedor’, onde explicaremos o que vamos fazer até 2012. Quais os projectos que temos e o que é que as empresas têm de fazer para se preparar. Ainda recentemente renovámos toda a frota com viaturas que são montadas em Mangualde.

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in Correio da Manhã - 25 Junho 2009 - 00h30

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domingo, abril 26, 2009

sexta-feira, abril 24, 2009

Subsídio de desemprego sobe 13% - Crise arrasa receitas do Estado

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21 Abril 2009 - 00h51

Subsídio de desemprego sobe 13%

Crise arrasa receitas do Estado

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A execução orçamental referente ao mês de Março mostra já os efeitos que a crise económica está a ter nas receitas do Estado. Em três meses, o IVA, imposto que mais de perto mede a dinâmica económica, caiu mais de 20 por cento.

Foram menos 736 milhões de euros que entraram nos cofres públicos, em média, menos oito milhões de euros por dia, resultantes da quebra do consumo privado. Outro indicador importante é a quebra do Imposto sobre Veículos (-25,1 por cento) que deu menos 59,2 milhões de euros de receita. Os portugueses não estão a comprar automóveis e estão a poupar no combustível.


O Imposto Sobre os Produtos Petrolíferos caiu 13,6 por cento, o que representou uma perda de receita da ordem dos 90,4 milhões de euros. Em termos de saldo global no subsector estado atingimos os 2,3 mil milhões de euros negativos. Do lado da despesa, são as prestações sociais que não param de aumentar. Os subsídios de desemprego e social de desemprego atingiram os 449,7 milhões de euros, o que corresponde a um aumento de 13,8 por cento quando comparado com o mesmo período de 2008.


Comentários no CM on line
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21 Abril 2009 - 05h39 | SOITO
Lá vão descobrir outra vez mais uns alegados «privilegiados»,mas não gestores, para pagar as faltas...
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in Correio da Manhã - 2009.04.21
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terça-feira, janeiro 20, 2009

Soma e segue - Corte nas reformas

13 Janeiro 2009 - 00h30

Dia a dia


A Segurança Social pública, que se generalizou na Europa depois da II Guerra e em Portugal só chegou no consulado de Marcello Caetano, é uma inegável conquista civilizacional. Quem não sabe o que era viver sem nada depois de uma vida de trabalho pode ler nos ‘Novos Contos da Montanha’, de Miguel Torga, a história de Alma-Grande, o abafador de Trás-os-Montes.
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Contudo, a Segurança Social tem um mecanismo de financiamento que, tecnicamente, é igual ao dos jogos de pirâmide, tal como as burlas de Madoff ou o jogo da bolha. Isto porque as gerações mais novas é que pagam as reformas das gerações mais velhas. Tal como nos esquemas ilegais de p.irâmide, para que tudo funcione é preciso que a base seja alargada para ser superior ao topo.

.A degradação da pirâmide da Segurança Social é causada por boas razões: o aumento da esperança média de vida. As pessoas vivem mais tempo e por isso gastam mais recursos financeiros. Mas como o número de activos a contribuir não aumenta na mesma relação, o bolo é cada vez mais escasso. A solução é cortar nos benefícios dos novos rmados. Todos os anos, a aplicação do factor de sustentabilidade irá reduzir as pensões. As gerações que agora têm 40 ou 50 anos já perdem uma grande fatia. A alternativa para manter o sistema sem cortes era aumentar os impostos.

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» COMENTÁRIOS
14 Janeiro 2009 - 20h05 | Luis Edgar
Sem uma oposição consistente, o PS tem carta verde para fazer as reformas que quizer! Pena que não as faça
13 Janeiro 2009 - 19h27 | Jacim
Há muitos reformados(além deput, CGD, BdP), que recebem muito + do q descontaram. Paga a população activa(terá reforma?)
13 Janeiro 2009 - 15h23 | Gh
A automatização de quase tudo, retira os empregos as pessoas. Por isso tem que se rever, quem finacia quem.
13 Janeiro 2009 - 15h18 | Gh
O Iva é o imposto mais trasnversal, por isso o mais democrata para ajudar a financiar a Segurança Social.
13 Janeiro 2009 - 15h13 | Gh
O modelo de financiamento da SS é que tem que ser alterado, outras fontes tem que ser encontradas, O Iva é o mais justo.
13 Janeiro 2009 - 14h23 | Luís Filipe
Pois o problema é q deviam atacar as Ref. Milionárias de todos os q passam pelos partidos e 3 anos activo ficam Ricos
13 Janeiro 2009 - 12h59 | Pereira Marques
Ò Armando em ANGOLA teve Segurança Social para sector Privado , niguem fala , Portugal é Padrasto antigos residentes.
13 Janeiro 2009 - 11h49 | A.F.-Londres
A "Alternativa" Justa..e cessarem as Reformas Milionarias e "acumuladas" e Moralizarem a incidente Legislacao Nacional!!

domingo, abril 20, 2008

sexta-feira, abril 18, 2008

Governo mexe no Crédito Bonificado

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* Miguel Alexandre Ganhão
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in Correio da Manhã - 2008.04.17
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quarta-feira, abril 16, 2008

Desemprego sobe a níveis históricos



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* Miguel Alexandre Ganhão
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in Correio da Manhã 2008.04.16
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domingo, novembro 11, 2007

Função Pública: Governo antecipa regime em acordo com a UGT - Pensões alteradas

* Miguel Alexandre Ganhão
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A equiparação de regimes de aposentação entre o sector público e o privado prevê uma penalização de 4,5 por cento por cada ano que falte para a idade legal da reforma (65 anos).
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No final de mais um encontro com o Governo, o secretário de Estado da Administração Pública, João Figueiredo, disse que “o Governo vê com bons olhos as propostas apresentadas [pela FESAP]”.
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Foi também aceite uma outra proposta da FESAP respeitante à aposentação antecipada, que refere a possibilidade de em 2009 os funcionários que tenham 55 anos e mais de 30 de serviço poderem aposentar-se, com a aplicação da respectiva penalização (4,5 por cento por cada ano).Trata-se de uma tendência que está a ser seguida por vários países da Europa e que consiste em conceder a reforma (sem penalizações) a quem fizer 90 anos (65 anos de idade mais 25 anos de descontos para o sistema de previdência).
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in Correio da Manhã 2007.10.31
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24-10-2007 - 12:40:00 Governo mantém aumentos de 2,1%
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» Comentários no CM on line
Sexta-feira, 2 Novembro
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- LUCINDA PEREIRA SOU PROF. DO ENS. B.2,COMPLETO 36 ANOS DE SERV. EM AGOSTO DE 2008 E 55 DE IDADE EM MAIO DO MESMO ANO, UMA VIDA A ENSINAR E A ADAPTAR-ME A SUCESSIVAS PSEUDO REFORMAS. O ELASTICO SE ESTICAR MAIS PODE REBENTAR. FIQUEI ENTUSIASMADA COM A NOTICIA "REFORMAS MAIS FÁCEIS EM 2008" MAS AFINAL AINDA NÃO É DESTA QUE SE FAZ JUSTIÇA, QUEM COMEÇOU A TRAB.CEDO É PENALIZADO.MAIS JUSTO 40 ANOS SERV.INDPT.IDADE.

Quarta-feira, 31 Outubro
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- Escrava Porque é que o pessoal não se junta todo e mandamos os sindicatos às ortigas, que não nos querem defender e exijamos, sem tibiezas, um estatuto igual ao dos titulares de cargos políticos ou será que continuamos de braços de caidos a permitir todas estas patifarias? Tratamento = já!
- manuel gonçalves Com o aproximar das eleições o governo irá facilitando para não perder votos mas nessa altura já há milhares de func.públicos e de professores a se quererem ver livres deles.
- Alberto Lourenço Mandem este governo para a reforma em 2009.
- Sennup O que é que se devia esperar das propostas da U.G.T.? Já quase toda a gente sabe que é um sindicato que se normalmente se chama de amarelo, as propostas deles foram talvez combinadas com o governo, e depois anunciadas para lhe dar o valor que normalmente não tem.
- Inconformado A função pública, é, há muito o “bombo da festa” para os governos PSD e PS. Com as pressões que sofrem, e o desalento os f.p. vão, na sua maioria, morrer antes da reforma. Os que resistam e queiram pensão completa, vão ter de trabalhar de rastos, com apoio de andarilho ou canadianas e de lupa na mão. Compare-se com os privilegiados com 48 anos
- cardoso Mais do mesmo. As reformas continuam a penalizar quem começou a trabalhar cedo. Não me venham falar em justiça social. Só no meu caso, tenho 50 anos e 4 meses de idade, 37 de serviço e tenho, pela lei actual que trabalhar até aos 62 anos. Façam as contas, sou obrigado a trabalhar 50 anos. Como eu haverá muitos outros casos.
- Laura Que injustiça!!e quem tem já 36 anos de descontos mas menos de 65 anos??Quando atingir os 65 anos de idade tenho de descomtos 49!!!Levo igual aos outros..O que o Governo devia fazer era a partir dos 40 de descontos (independentemente da idade) deixar as pessoas irem para a reforma..Vamos de mal a pior!!Votem PS
- MifPT Por mim podem-se reformar aos 4 anos de idade, uma vez que são cidadãos especiais de corrida e dado o bom funcionamento das instituições portuguesas.
- JL Isso também é extensivel aos "politicos"??? E se fossem brincar com a quinta pata do cavalo do D. José???? Cambada de proxenetas.....
- costa Então e quem tem 36 anos de descontos e 57 de idade?Quem lhe paga os 4,5% dos anos que descontou, (e que tem de continuar a descontar até aos 65 anos se quiser ter a reforma sem penalizações) a mais?são 44 anos de descontos!e,a resposta é simples!vai para a mobilidade e se quiser ter a reforma completa tem que descontar sobre o vencimento que tinha quando trabalhava.Acham isto justo srs ministros?
- Jorge Vilão Comecei a trabalhar para o Estado com 16 anos. De acordo com as regras de então já devia estar reformado. Agora vêm com regras apenas para certos carolas virem fazer um "gancho" tarde na vida, para se locupletarem com o dinheiro que não lhes pertenceria. Vai lá vai!... (Santarém)
- infeliz quando fizer 60 anos, tenho 49 de trabalho no duro,36 para a fp, 2 sg e 11 á revoria, com 65 não devo precisar de reforma, peciso de uma bengala e unm copo de leite, metam o dinheiro das reformas no cu dos nossos desgovernantes
- João Carlos Silveira Então, eu comecei a trabalhar aos 16! anos!, quando chegar aos 65, tenho 49 anos de descontos. Alguém me pagará 4,5% por cada ano a mais de descontos, após os tais 15 anos... Isto convida à malandragem. Mais: Convida a que só gente com 50 anos queiram ir para a F.P.. Querem inovar? Querem nada! Querem entregar isto tudo à priva
- Discriminada Os trabalhadores do Estado só querem ter o mesmo tratamento que os titulares de cargos políticos: regime de transição até 2009 para salvaguardar direitos ainda em formação e ordenados mais próximos dos deles, pq a eficiência dos políticos, ao longo de 30 anos, tem deixado muito a desejar!!! Enterraram o país e o bode espiatório são os funcionários públicos! Assumam as vossas responsabilidades!
- Maria A. Lá lhe deram outra vez a volta pois, cada vez que sai uma lei sobre aposentações, querem fazer entender que é algo de novo! No entanto, cada uma que sai, é mais penalizante do que a outra, e os sindicatos estão a ficar cada vez mais frouxos deviam exigir, conhecimento público, de matéria análoga, (idade e tempo) para atribuição de reformas a políticos, para se conhecer onde está o “monstro”
- Indignado Sem qualquer sentido. Os anos de contribuição para além dos 25 anos de descontos não contam parar nada. Completa injustiça para quem como eu foi obrigado a começar a trabalhar no fascimo aos 14 anos para sustentar a familia, agora temos esta recompensa em democracia. Devem contar os anos de descontos e quem prefizer 40 anos ter direito à reforma por inteiro independentemente da idade.
- Victor Mendes Essa da tendencia que está escrito em baixo é pura mentira sobre o que se faz noutros países da Europa. Porque nao veem à Holanda para verem bem? Aqui respeita-se quem trabalhou e nada falha, nao se precisa mendigar!
- gabriel Ou seja a Função Publica vai ter finalmente «privilégios» do sector privado: prémios de produtividade (cuidado que o pessoal das finanças vai assim acelerar!,reformas antecipadas,negociação individual de vencimentos...Vai ficar muito caro!
- Eduardo A FESAP está sempre de acordo com o governo, estes "tachos" são uma maravilha para estes sindicatos que fazem acordos com o governo.
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» Comentários
Quarta-feira, 31 Outubro
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- E NÓS E nós os privados? Privados de tudo inclusivamente de ter o mesmo tratamento. Os nossos descontos tambem são entregues ao estado tal como os dos FP. Porque temos menos retorno? Até quando?
- xato Este sistema também é extensivel à classe politica? Eu como soldador tenho sérias dificuldades em atingir esse objectivo, devido ao desgaste fisico a que a minha profissão me sujeita. Mas quem se importa comn isso? Eles recebem um balurdio e têm pensão vitalicia ao final de 12 anos em funÇões. Dá para perder o patriotismo meus srs.
- Injusto Completamente injusto. Quem comece a trabalhar aos 14 anos de idade tem de cumprir 51 anos de descontos para ter direito à reforma por inteiro aos 65 anos de idade, enquanto um individuo que comece a trabalhar aos 40 anos pode ter a reforma por inteiro com 25 anos de descontos. Fantástico.
- ZÉ BRONCO Esta é a democracia em todo o seu explendor, ou seja uma pessoa que tenha entrado aos 18 anos para a função publica tem de trabalhar ate aos 65 anos assim terá 47 anos de desconto para ter a reforma sem penalizações outro que tenha começado aos 30 anos e tenha 65 anos de idade leva o mesmo de reforma, não seria mais justo parametrizarem anos de descontos 40 o 50 anos independentemente da idade
- Alberto Teixeira Lá está a FESAP a dar o flanco a este governo da treta. Alguém me explica qual a vantagem em me reformar ao 55 anos sendo penalizado em mais de metade da pensão para sempre? Claro que o governo está aberto. Já agora quem está nesta situação-devem ser muitos...

quarta-feira, outubro 17, 2007

Já há desemprego entre os economistas -


* Almerinda Romeira / Miguel A. Ganhão


Francisco Murteira Nabo, Bastonário da ordem dos economistas, faz o exame dos desafios que se colocam aos economistas portugueses.
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Correio da Manhã – Qual a responsabilidade dos economistas quando o País enfrenta um ciclo de crise económica?

- Francisco Murteira Nabo – Os economistas têm um papel decisivo num mundo cada vez mais caracterizado pela pressão tecnológica, pela mudança dos hábitos de consumo, pela desregulamentação, isto é por todo o enquadramento que leva à globalização. Aquilo a que chama crise, a questão das finanças públicas, é um problema conjuntural que levou a que o País tivesse dificuldades e afectou o seu desenvolvimento. Portugal não mudou a base tecnológica da sua economia, o que lhe colocou dois problemas: ao não deixar que as finanças públicas estivessem saudavelmente equilibradas atrasou-se em relação aos outros países no que se refere ao conteúdo da economia.

– Então apostámos num mau modelo de desenvolvimento?

– Nos últimos 20, 25 anos, Portugal cresceu, mas não criou sustentabilidade em termos da mudança da base tecnológica da sua economia. Tivemos uma estratégia muito concentrada nas obras públicas, nas infra-estruturas físicas, não apostámos naquilo que é hoje determinante para a criação de valor, que é a qualificação e as tecnologias. Continuamos a ser um país de baixa qualificação e baixa tecnologia, que aposta no crescimento de sectores amadurecidos.

– Já há desemprego entre os jovens economistas?

– Começa a haver. A Ordem dos Economistas agrega os macro e os micro economistas, dois terços dos nossos associados já são da área da gestão, isto é, da micro economia. É aí que começa a haver desemprego. O jovem economista, como o jovem de outras profissões qualificadas, é competitivo. O problema não está aí.

– Quais são as principais dificuldades que os profissionais de economia enfrentam actualmente em Portugal?

– As dificuldades sob o ponto de vista profissional prendem-se com o facto de, cada vez mais, o economista ter uma maior importância, porque cada vez mais a competição assenta na mudança, exigindo decisões económicas permanentes. Esta necessidade vai obrigar à formação contínua ao longo da vida. No futuro, os profissionais competentes serão os que melhor perceberem que a formação é uma questão crítica, fundamental para a sua competitividade no mercado de trabalho, que melhor se adaptarem à mutabilidade e que melhor pensarem em termos internacionais.

PERFIL

Francisco Murteira Nabo nasceu em Évora, em 1939. Licenciou-se em Economia, pelo Instituto

Superior de Ciências Económicas e Financeiras (ISCEF), em 1969. Foi ministro do Equipamento Social no XIII Governo constitucional. De 1996 a 2003 foi presidente do conselho de administração da Portugal Telecom. Actualmente é presidente da COTEC e chairman da Galp Energia.

GLOBALIZAÇÃO E MUDANÇA

“Ninguém sozinho resolve problema algum. Temos de arranjar parcerias, ter a noção de que a vida das empresas é feita de produtos e negócios com vida cada vez mais curta. Este é o mundo do economista e estas são as suas questões: internacionalização, globalização, mutabilidade , formação ao longo da vida e empreendedorismo”, diz Francisco Murteira Nabo na véspera da realização do II Congresso Nacional dos Economistas que vai juntar em Lisboa, durante dois dias, o Prémio Nobel da Economia, Edward Prescott, o Presidente da República, o primeiro ministro, o governador do Banco de Portugal e o ministro das Finanças.

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in Correio da Manhã 2007.10.11
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Comentários no CM on line
Sexta-feira, 12 Outubro

- Chico Pereira Aqui na horta do Ti Alfredo há muito serviço para ser feito.
- Alberto Gomes Há desemprego entre todas as profissões - não percebo o que é que os economistas tem de especial (muitos dos desempregados estudam tanto o mais anos que um economista).

.Quinta-feira, 11 Outubro

- helena r. Pois! E este sai da política a seguir da PT e agora está numa de bastonário! Sim senhor, a lotaria vai-lhe aindo aos poucos!
- edu Economistas ou economistas. Doutores ou doutores. Engenheiros ou engenheiros. Professores ou professores, Todos devem sentir na pele o que é estar desempregado.
- Maquiavel Economista desempregado? Então, economista não é aquele que se especializou em 'dinheiro'? Drucker dizia : "Não há economista que valha que tenha preocupações sobre donde virá a próxima refeição".
- Portugal Um País para se desenvolver precisa é de apostar em cursos tecnologicos e nao em treta de cursos só para encher vejam o exemplo dos EUA no tempo da recessão davam bolsas de estudo para quem envereda-se nos cursos de fisica matematica etc, nós só nos vamos desenvolver quando soubermos criar transformar e nao comprar á china e vender com lucro.
- mimi Já? será inverdade?

domingo, setembro 30, 2007

CMVM: Resgates ainda não são preocupantes - Crise dos fundos atinge Portugal

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* Miguel Alexandre Ganhão
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A crise financeira já está a atingir Portugal. Ontem o presidente da Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) alertou para o facto de “não podermos presumir que Portugal não será afectado e que não existem problemas”.
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Carlos Tavares, que falava na apresentação do relatório que analisa o cumprimento das recomendações sobre o Governo das Sociedades cotadas, afirmou que “temos de ser prudentes. Temos de ter mais transparência. É melhor saber-se o que existe. Não podemos falar apenas da crise do ‘subprime’ nos Estados Unidos. O problema alastrou-se para outros instrumentos financeiros, como é o caso dos títulos de rendimento fixo (obrigações)”.
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Segundo aquele responsável, “é preciso não subestimar os riscos e não dizer que está tudo bem”. Carlos Tavares adiantou que não existem sinais no mercado de que os “clientes estejam nervosos” e “não tem existido um movimento anormal de resgates”.
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Ontem mesmo, o Banco Português de Investimento decidiu encerrar um fundo de investimento mobiliário (BPI Renda Trimestral, com 88 milhões de euros de activos sob gestão) garantindo, no entanto, o pagamento de todo o capital investido, acrescido de uma pequena remuneração.
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Carlos Tavares referiu ontem que, recentemente, uma outra sociedade gestora de fundos pediu um empréstimo ao mercado para fazer face a necessidades de liquidez geradas por um grande volume de resgates. Este comportamento é considerado “normal” pela CMVM, que permite às sociedades gestores de fundos o recurso a empréstimos (até 10 por cento dos seus activos) no prazo máximo de 120 dias, para resolver problemas de falta de liquidez.
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“Os fundos foram vendidos como produtos de risco baixo. No capital isso pode ser verdade, mas no preço não é tanto assim”, avisa Carlos Tavares, que acrescenta: “Podem existir fundos que não dão remunerações porque o preço não o permite”.
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O presidente da CMVM afirma que o “valor das unidades de participação pode diminuir, mas essa é uma consequência normal de quem investe em fundos em vez de depósitos”.
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Actualmente, a CMVM está a avaliar, em conjunto com todas as sociedades gestoras, a qualidade dos activos que compõem os fundos. “O juízo sobre a qualidade dos activos sob gestão está a ser feito neste momento”, acrescenta Carlos Tavares que não exclui “que possam existir problemas com outros fundos. Seria insensato da nossa parte fazer isso”.
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A CMVM apela aos agentes de mercado para que reforcem a transparência e cheguem a um acordo que permita limitar os riscos que existem.
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NOTA NEGATIVA PARA FUTEBOL
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O Futebol tem tido um comportamento negativo no mercado de capitais no que se refere ao “bom governo das sociedades”. As duas SAD analisadas no relatório da CMVM (Sporting e FC Porto) estão no grupo das sociedades cotadas com o menor grau de cumprimento das recomendações exigidas pelo regulador do mercado de capitais. O Futebol Clube do Porto SAD só cumpre quatro das 13 recomendações exigidas (31 por cento) pela CMVM e o Sporting cinco (38 por cento).
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Em relação ao exercício dos direitos de voto e à correspondência “uma acção” e um voto, a SAD do Porto era das poucas sociedades cotadas que cumpria esta recomendação. Só o Sporting divulgou a remuneração individual da administração em 2006.
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GESTORES "ESCONDEM" SALÁRIOS
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Os gestores, em especial os que fazem parte dos conselhos de administração das empresas cotadas, continuam a “esconder” os seus salários. Com efeito, a recomendação da CMVM sobre a necessidade de divulgação da remuneração de todos os administradores em termos individuais continua a ser a menos cumprida pelas empresas que estão no mercado de capitais. O grau de cumprimento subiu de 6,7 por cento (em 2005) para 6,8 em 2006.
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As sociedades defendem-se dizendo que “o prejuízo na privacidade dos administradores não é compensado pela mais-valia dos accionistas em saber quanto recebe cada um dos seus administradores, assim justificando a não divulgação individual das remunerações”.
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Reforçando a necessidade de controlar os vencimentos dos membros dos órgãos sociais das empresas cotadas, a CMVM vai implementar uma nova recomendação (a partir de 1 de Janeiro de 2008) onde pede a divulgação das remunerações do presidente da mesa da assembleia geral.
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SAIBA MAIS
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- 1991 foi o ano em que foi criada a CMVM com a missão de supervisionar e regular os mercados de valores mobiliários e instrumentos financeiros derivados (tradicionalmente conhecidos como “mercados de bolsa”).
- 42 sociedades cotadas optaram por não divulgar a remuneração individual dos seus administradores.
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CONTRA-ORDENAÇÕES
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O presidente da CMVM disse que este é o último ano que a comissão faz “pedagogia” em relação às recomendações. A partir de 2008 serão aplicadas contra-ordenações.
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INDEMNIZAÇÕES
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Vai ser obrigatória a divulgação das indemnizações pagas pelas empresas aos administradores em fim de mandato.
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BLINDAGENS
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A blindagem de estatutos das sociedades deverá ser levada à Assembleia Geral de cinco em cinco anos para ser apreciada pelos accionistas.
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in Correio da Manhã 2007.09.27
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27-09-2007 - 00:00:00 Dinheiro em risco
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» Comentários no CM on line
Quinta-feira, 27 Setembro
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- MANUEL BARBOSA OS POBRES JA ESTAO A PORTA DAS IGREJAS A TOCAR ACORDIAO E A PEDIR,E AQUELES QUE ESTAO NO GOVERNO E ESTIVERAM TOCAM VIOLA, PARA SE RIR.
- jorge-ATENÇÃO AOS PPR´S AS ENTIDADES COMPETENTES QUE PONHAM ISTO A NÚ E QUE DE UMA VEZ POR TODAS SE SAIBAM QUEM SÃO OS INCONPETENTES E NÃO LHES DAR MAIS AUTORIZAÇÃO DE OCUPAREM LUGARES DE GESTORES..ATENÇÃO AOS PPR´S GERIDOS POR ESTA GENTE AS REFORMAS PRIVADAS SÃO UMA FRAUDE FISCALIZEM E NÃO PONHAM EM PERIGO AS PEQUENAS ECONOMIAS DAS PESSOAS. GENTE SÉRIA PRECISA-SE.
- Paulo Lage Raposo Olha compadre, estamos em crise. Engana-me que eu gosto.
- Capitalismo Selvagem O capitalismo é incapaz de gerir as crises é a própria essencia do capital, a União Soviética caiu porque os dirigentes se afastaram do Marxismo Leninismo, mas mesmo assim enquanto existiu o capitalismo ia-se contendo,agora têm as mãos livres é guerras sobre guerras,e as guerras ficam caras aos povos,talvez mais cedo do que tarde,os operários novamente se revoltem.
- Emídio Cardoso "A crise financeira já está a atingir Portugal." Parece mentira,que se conte esta anedota.Há quantos anos Portugal esta de crise.Mais uma,já estamos habituados.Que mais se pode fazer,com os governantes inéptos que temos.
- capitalismo selvagem O capitalismo selvagem leva a estas coisas. Sem ser nem nuncam ter sido comunista desdes que a União Soviética deu o berro os ganacionsisos ficaram de mãos livre.A URRS era a unica que ainda os mantinha em respeito.Agora é fartar vilanagem até um dia.
- Jorge Pais Será que a nossa banca e o nosso dinheiro vão estar sempre sob o clima de relativa segurança sob o qual têem estado desde há uns quinze anos atrás? Ainda me lembro de, nos anos 80, se falar em bancarrotas. E como em economia estas coisas vão e voltam, prefiro jogar pelo seguro com o meu (pouco) dinheiro...
- Jorge S Então o Ministro das Finanças e o iluminado e sabe tudo Sócrates diziam ainda à dois dias na TV que Portugal não seria afectado e que mantinham todas as suas previsões?! Ó sr. Carlos Tavares não venha agora contrariar!...
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Quadro - YANG SHULIN -MOUNTAIN VILLAGE SERIES

quarta-feira, agosto 22, 2007

Fórum Online - Função pública

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Justifica-se mais férias a funcionários ‘excelentes’?
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SIM
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Para ter uma classificação ‘excelente’, o funcionário tem de passar por uma avaliação rigorosa. A nota máxima é a de ‘desempenho relevante’ e só depois de analisado o seu mérito poderá aspirar a ‘excelente’. Para ter direito a mais cinco dias de férias, o trabalhador precisa de ter ‘excelente’ três anos seguidos. É obra! Merece a recompensa.
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José Rodrigues, Editor de Política
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NÃO
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A recompensa dos bons funcionários deve ser reflectida na sua remuneração anual e não com dias de férias. Se o Estado não tem dinheiro para suportar o aumento da massa salarial, então que se atribuam prémios monetários a quem se destaca na Função Pública. As férias são uma forma ‘barata’ e injusta de premiar.
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Miguel Alexandre Ganhão, Editor Executivo
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in Correio da Manhã 2007.08.19
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quinta-feira, julho 19, 2007


Obras: Lei que protege automobilistas entra hoje em vigor
Auto-estradas vão devolver portagens
* Miguel Alexandre Ganhão
As concessionárias de auto-estradas vão ser obrigadas a devolver as portagens cobradas aos automobilistas quando as obras na rodovia durarem mais de três dias e não cumprirem as condições mínimas de circulação. A Lei (24/2007) foi publicada ontem em Diário da República e entra hoje em vigor, mas o Governo tem 180 dias para regulamentar o diploma, o que faz com que os seus efeitos só se produzam plenamente em 2008.
As disposições ontem publicadas são o culminar de dois anos de negociações entre o Governo e as concessionárias de auto-estradas, com muitas iniciativas das várias forças políticas. O Partido Comunista Português, por exemplo, apresentou uma proposta onde defendia a não cobrança de portagens durante a duração das obras. Já o Bloco de Esquerda reivindicava a inversão do ónus da prova (para a concessionária) no caso de acidente ocorrido na auto-estrada por causa alheia ao condutor.
Já o Partido Socialista defendia a definição de “condições mínimas de circulação” que serviriam de base ao estabelecimento de penalidades contra as concessionárias.
O novo diploma consagra essas “condições mínimas” e o princípio da responsabilidade das concessionárias em caso de acidentes com consequências danosas para pessoas ou bens. Nestas situações, quando os acidentes forem provocados por objectos arremessados para a via ou existentes nas faixas de rodagem, quando existam atravessamento de animais ou quando se detectem líquidos na via que não correspondam a condições climatéricas anormais, cabe à concessionária provar que tudo fez para garantir a segurança da circulação rodoviária (um ónus que até agora pertencia ao condutor acidentado). A confirmação das causas do acidente tem de ser, obrigatoriamente, verificada no local por uma autoridade policial.
O regime agora publicado aplica-se também a todas as vias rodoviárias que sejam da responsabilidade do Estado e, com as devidas adaptações, às auto-estradas sem custos directos para o utilizador (Scut).
A lei, no entanto, não terá efeitos retroactivos e as exigências só poderão ser aplicadas aos novos contratos de concessão ou aos contratos já existentes no momento da sua renovação, o que diminui consideravelmente os seus efeitos.
CONDIÇÕES MÍNIMAS
As condições mínimas que as concessionárias devem assegurar quando fazem obras nas auto-estradas são: o troço em obras não pode exceder os dez quilómetros; têm que existir duas faixas de rodagem para cada lado; a largura da via não pode ser inferior a dois terços da largura da via inicial; o limite de velocidade não pode ser inferior a dois terços do fixado para o troço em funcionamento normal (o limite máximo de velocidade é de 120 km nas auto-estradas pelo que as obras nunca podem diminuir a velocidade abaixo dos 80 km) e têm de existir abrigos de segurança em cada 2 km. Estas condições são cumulativas e o incumprimento tem como consequência a devolução do preço da portagem.
SAIBA MAIS
- 72 Horas é o prazo de duração máximo que podem ter as obras em auto-estradas para que o concessionário não tenha de cumprir as chamadas “condições mínimas de circulação”.
- 90 Dias subsequentes à obra realizada num troço em “condições especiais” (que não excede as 72 horas) é o prazo mínimo em que não pode haver novas obras.
RESTITUIÇÃO
A restituição da taxa de portagem é, respectivamente, automática, ou por dedução imediata.
PUBLICITAÇÃO
Os utentes das auto-estradas devem ser avisados previamente à entrada da via em obras e nos lanços e ramais que lhe podem dar acesso.


in Correio da Manhã 2007.07.19