A Internacional

__ dementesim . . Do rio que tudo arrasta se diz que é violento Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem. . _____ . Quem luta pelo comunismo Deve saber lutar e não lutar, Dizer a verdade e não dizer a verdade, Prestar serviços e recusar serviços, Ter fé e não ter fé, Expor-se ao perigo e evitá-lo, Ser reconhecido e não ser reconhecido. Quem luta pelo comunismo . . Só tem uma verdade: A de lutar pelo comunismo. . . Bertold Brecht
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quinta-feira, fevereiro 09, 2012

Jorge Messias ~ O Passado, o presente e as funções transcendentes dos illuminati (6)

Avante!**

N.º 1993 
9.Fevereiro.2012 


  • Jorge Messias


O Passado, o presente e as funções transcendentes dos illuminati (6)
«Uma sociedade como esta será dominada por uma elite cuja ambição pelo poder político obedeça a um sentimento de superioridade científica. Esta elite recorrerá a todos os meios para atingir os seus fins políticos, nomeadamente às novas técnicas para influenciar o comportamento das massas e alcançar o controlo e a submissão da Sociedade» (Z. Brezinski, fundador da Trilateral, in «Between Two Ages»).

«Foi pelos Jesuítas que a maioria das faculdades da Baviera foram fundadas e controladas. Foi por eles, também, que as escolas secundárias do país foram instituídas...» (Padre Adam Weishaupt, fundador da Seita dos Illuminati).

«A maioria, a classe dominante no momento, tem as escolas e a imprensa e, em geral, tem também a Igreja, “sob o seu polegar”. Isto dá-lhe a possibilidade de organizar e influenciar as emoções das massas e de usá-las como seus instrumentos» (Albert Einstein, criador da “Teoria da Relatividade”).


Parece agora começar a romper alguma luz por entre as trevas que envolvem a tenebrosa teia dos illuminati. Os monges-soldados apenas surgem da noite da história de tempos a tempos, em vésperas das grandes convulsões sociais. Depois, regressam ao anonimato mas continuam a tecer a intriga política, a reforçar alianças e a alimentar novas estratégias de expansão. Atentos como estão ao progresso dos homens, fazem aproveitamentos ultra-fundamentalistas e unilaterais das conquistas das ciências e das técnicas modernas. Dividem para reinar. E são também executores ou supervisores do cumprimento das decisões ordenadas pela cadeia hierárquica. São elites confessionais estabelecidas nas áreas cimeiras das elites do poder. Organizam-se «em rede».
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Pelos dados que se vão conhecendo e cada vez mais se avolumam, as bases desta presença constante do Vaticano nos planos do imperialismo são permanentemente garantidas quer pelo Opus Dei (ele próprio com origens na Companhia de Jesus), quer por organizações jesuítas ligadas a sociedades secretas, poderosas e milionárias. Por outro lado, os illuminati do século XXI são herdeiros e renovadores das ambições aparentemente ultrapassadas dos seus antecessores do século XX, o século em que assistimos à derrota militar do nazi-fascismo. Porque o fascismo real é um sistema que sobrevive mudando de nome.
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Os novos iluminados da Baviera tinham desenvolvido e readaptado o projecto imperial de domínio do universo defendido, no século XVIII, pelos jesuítas «iluminados» da contra-reforma do século XVI. A sua aparente derrota não ditou o seu desaparecimento. Passaram à clandestinidade, infiltraram-se na Maçonaria e amoldaram-se à Revolução Francesa. No século XIX, mudaram de gramática mas continuaram a ser o que sempre tinham sido. Surgiram de novo à superfície com a nova contra-reforma de Leão XIII, no século XIX: «Deves aceitar com docilidade indiscutível qualquer instrução que nos der a Igreja», proclamava o Vaticano enquanto eram chacinados, com a bênção do Papa, cem mil operários da Comuna de Paris. Entretanto, os colégios, seminários e faculdades jesuítas «illuminati» formavam maciçamente os quadros de especialistas que iriam dirigir no futuro próximo a nova etapa de um capitalismo moderno – tecnocrático, belicista, imperialista e, consequentemente, ferozmente anti-comunista e amoral.
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É, no entanto, ao longo do século XX que se define mais claramente o perfil dos «illuminati», da sua formação, da sua organização específica e do «papel histórico» que o Vaticano e os impérios capitalistas neoliberais esperam vê-los assumir.
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Vai ficar aqui muito por dizer acerca dos illuminati. Mas um detalhe ainda deve ficar esclarecido. É o que, percorrendo a rota do passado, estabelece as metas imutáveis que os «illustrati» de todos os tempos se propõem atingir. E ainda: que fatalidade é essa que liga o Vaticano, através dos séculos, ao despotismo, ao fundamentalismo político e religioso e à noção de classe privilegiada?
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É uma estrada de vergonha, é certo. Mas é, também, um caminho atapetado a oiro, para alguns; para a maioria esmagadora do povo, é miséria e sofrimento indescritível. Seria o fim das pátrias e o soçobrar dos valores civilizacionais. A consagração do pesadelo da exploração do homem pelo homem. A destruição de uma larga faixa da humanidade pela guerra, pela fome e pela tirania.
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Esta situação de tragédia e queda a pique não se pode prolongar. Exige a vitória clara dos trabalhadores.

segunda-feira, fevereiro 28, 2011

Ratzinger e os Nazistas: as mentiras do Papa sobre o ateísmo de Hitler

Enquanto a Igreja ainda está marcada por numerosos escândalos – dos sexuais aos financeiros - Bento XVI tenta mandar para canto essas questões. Lança acusações ao extremismo secular e ao ateísmo. E fala dos nazistas. Que não eram tão ateus como isso.
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Durante a última visita à Grã-Bretanha, o Papa Bento XVI começou a admitir uma certa responsabilidade, ainda que mínima - pelo menos moral - de seu magistério, sobre o silêncio doentio por tantos escândalos a começar com os abusos sexuais de crianças - que tiveram nos últimos anos por protagonistas muitos homens da Igreja. O Papa reconheceu publicamente que a Igreja Católica não agiu "rapidamente" nos casos de abusos. Um primeiro ato de sincero arrependimento e contrição cristã?
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Talvez sim, mas provavelmente não. Na verdade, o próprio Ratzinger também tentou mudar o assunto lembrando que os verdadeiros inimigos da Igreja hoje são o secularismo e o ateísmo. Evidentemente, muito mais que certos prelados com o "viciozito" da pedofilia. O Papa falou do "extremismo secular" e, em seguida, para ficar seguro de não falhar o golpe, inscreveu no rol dos “sem Deus” o partido nazista de Adolf Hitler. Um raciocínio que se baseia no seguinte paradoxo trivial: os nazistas eram ateus, ergo os ateus e os leigos são todos nazistas.
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"Recebemos novos uniformes e marchamos para Traunstein cantando canções de guerra, talvez para mostrar à população  que o Führer dispunha ainda de soldados jovens e recentemente  treinados..."                                       
(Joseph Ratzinger, La mia vita, edizioni San Paolo, pag.34-35).

 


Pelos vistos o homem anda falho de memória!
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sexta-feira, novembro 05, 2010

Maioria do povo romeno opina que vivia melhor antes da reintrodução do capitalismo

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Roménia - Batalha de ideias
Quinta, 04 Novembro 2010 17:11
041110_romenia Cubadebate - [Tradução do Diário Liberdade] Povo romeno opina agora que o comunismo realmente existente era melhor que o capitalismo realmente existente.
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De acordo com uma consulta de opinião recentemente efetuada na Romênia, a maior parte da população afirma que a vida era melhor com o partido comunista no poder que na atualidade sob o capitalismo. A maioria dos interrogados dava uma visão positiva do comunismo, e mais de 60% considerava-o uma "boa ideia" em princípio. O estudo observa um incremento significativo da afinidade com o ideário comunista se comparado com uma consulta similar realizada quatro anos atrás.
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Realizado entre agosto e setembro do presente ano pelo instituto romeno de sondagens de opinião CSOP, o estudo mostra que mais de 49% coincidia em que a vida era melhor sob o governo do falecido líder comunista Nicolae Ceausescu, enquanto só 23% pensava que a vida hoje é melhor. O resto dava uma reposta neutra ou ns/nc.
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As razões oferecidas para a avaliação positiva do período comunista eram principalmente econômicas; 62% mencionou a disponibilidade de postos de trabalho, 26% as condições de vida dignas e 19% a moradia universalmente garantida.
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A consulta foi patrocinada pela organização IICMER (Instituto para a Investigação dos Crimes do Comunismo e da Memória do Exílio Romeno), financiada publicamente com o fim de contribuir para o labor de "educar" a população sobre os males do comunismo. Entre as decepções mais amargas que os resultados o estudo proporcionaram a esta organização se contam respostas à pergunta sobre se os interrogados ou suas famílias tinham sofrido sob o sistema comunista.
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Só 7% dos interrogados disse ter sofrido sob o comunismo, com 6% adicional que, não tendo sofrido dano pessoal, afirmava que sim o tinha experimentado algum membro de sua família. Também aqui as razões oferecidas eram sobretudo econômicas: a maioria referia-se à escassez que se produziu na década de 1980, quando a Romênia pôs em andamento um programa de austeridade com o fim de pagar a dívida exterior do país. Uma pequena parte da minoria que tinha sofrido durante o período comunista opinava que tinham saído prejudicados ao serem nacionalizadas suas propriedades, e um punhado (6% dos que recordavam más experiências sob o comunismo) diziam que enquanto os comunistas estavam no poder, eles, ou algum membro de sua família, tinham sido detidos em algum momento.
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Manipulando abertamente o resultado da consulta, o IICMER assinalou que as numerosos interrogados (41% e 42%, respetivamente) estavam de acordo com a afirmação de que o regime comunista era ou criminoso ou ilegítimo. Umas minorias importantes (37% e 31%) estava em desacordo de forma explícita com essas afirmações, e o resto mostravam-se neutros ou não se pronunciavam.
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Além disso, ainda que a maioria dos participantes valorizassem positivamente o comunismo -só 27% declarava estar em desacordo de princípios com ele-, a maioria dos que deram uma opinião definida também pensavam que as ideias comunistas não se chegaram a pôr em prática da melhor maneira antes da mudança de regime em 1989. 14% dava a resposta inequívoca de que o comunismo era uma boa ideia e de que se tinha levado à prática da melhor maneira na Romênia.
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Portanto, uma boa parte dos romenos indecisos sobre se o comunismo foi ou não uma forma legal e legítima de governo e uma grande maioria dos que diziam que o comunismo se levou à prática de forma incorrecta eram, no entanto, inequívocos quando opinavam que o sistema posto em prática pelo Partido Comunista Romeno, com todos seus defeitos, oferecia uma vida melhor para a gente que a que oferece o capitalismo de nossos dias.
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Benefícios comunistas
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Antes de os comunistas tomarem o poder na Romênia, a maior parte da população era analfabeta e não tinha acesso ao atendimento sanitário. Unicamente uma minoria da população rural, que era a predominante, tinha acesso à previdência ou dispunha de corrente elétrica. As taxas de mortalidade infantil encontravam-se entre as piores da Europa e o prognóstico de vida era inferior aos 40 anos devido à inanição e a outras doenças. O regime da direita romena aliou-se com Hitler durante a Segunda Guerra Mundial, e no quadro dessa aliança capitalista a maioria da população judia do país foi enviada aos campos de extermínio nazistas.
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Levados ao poder depois da vitória soviética contra a Alemanha nazista em 1945, os comunistas romenos, até esse momento um grupo ilegal de luta clandestina contra o governo romeno pró fascista e os nazistas, eram só uns poucos milhares. Apesar disso, conseguiram mobilizar o entusiasmo das pessoas para a reconstrução do país, devastado pela guerra. Acabaram praticamente com o analfabetismo, os serviços sanitários melhoraram e alargaram-se de forma maciça, e -como os interrogados pelo CSOP revelam- os postos de trabalho, a moradia e os níveis decentes de vida se fizeram acessíveis para todos.
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Animado por esses sucessos, o governo comunista dirigido por Nicolae Ceausescu ficou endividado durante a década dos 70 com a hcompra de equipamentos industriais de alto custo a Ocidente, a fim de aumentar a taxa de crescimento econômico do país, com a esperança de que os países ocidentais incrementariam suas importações de produtos romenos. Essa estratégia fracassou e o programa de austeridade implantado então para poder pagar a dívida nacional deu lugar a um ressentimento crescente.
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Nicolae Ceausescu e sua esposa Elena foram executados por um pelotão de fuzilamiento no dia de Natal de 1989. Sua sentença de morte ditou-se após um julgamento sumário ordenado pelos novos dirigentes reformistas do país: foram declarados culpados de crimes contra o povo romeno.
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Mas apesar dessa condenação, e ainda que a opinião geral que se reflita nos resultados da consulta CSOP seja que o sistema comunista, tal como se aplicou na Romênia, fracassou, só uma pequena minoria dos consultados no estudo (15%) diz que o ex chefe comunista Nicolae Ceausescu fosse um mau líder. A maioria mostraram-se neutras ou indecisos sobre isso, e 25% afirma que a liderança de Ceausescu foi bom para o país.
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Em sua avaliação dos resultados da consulta, o IICMER observa que os romenos estão bem longe de serem únicos em sua avaliação positiva do comunismo do passado século. Segundo um inquérito realizado em vários países do Centro e o Leste da Europa em 2009 pelo Centro de Investigação estadunidense Pew, a percentagem de população em países ex-socialistas que considera a vida sob o capitalismo pior do que foi durante o período comunista, é a seguinte:
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Polônia: 35%
República Checa: 39%
Eslováquia: 42%
Lituânia: 42%
Rússia: 45%
Bulgária: o 62%
Ucrânia: 62%
Hungria: 72%
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Particularmente significativo nos resultados da consulta CSOP/IICMER de 2010 na Romênia é que, à medida que adquirem mais experiência na vida baixo a "economia de mercado", a gente volta-se a cada vez mais negativa relativamente ao capitalismo e mais positiva sobre o comunismo. Na consulta anterior, realizada em 2006, 53% expressava uma opinião favorável para o comunismo; na de 2010 o porcentagem favorável sobe até os 61%.
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As conclusões da consulta do CSOP não são surpreendentes, se se recordar o sucedido desde que se reintroduziu o capitalismo: uma pobreza crescente, um aumento da taxa de desemprego e da insegurança. O sistema de saúde romeno está atualmente em crise, e os trabalhadores do setor público viram seu salário reduzido em 25%. [1]
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NOTA:
[1] Informação técnica sobre esta consulta de opinião: 1.133 pessoas maiores de 15 anos foram entrevistados entre 27 de agosto e 2 de setembro de 2010. As entrevistas realizaram-se sobre a base de um formulário padronizado, cara a cara no lar. Margem de erro: 2,9%.
James Cross é um colaborador habitual da revista eletrônica redantliberationarmy.worpress.

sábado, setembro 18, 2010

Niko Schvarz: Sarkozy, ciganos e Chaplin

Mundo

Vermelho - 18 de Setembro de 2010 - 10h25

Uma enxurrada de críticas caiu sobre o governo de Sarkozy por sua decisão de expulsar os ciganos da França, exposta em uma circular de 5 de agosto, que tem sido descrita como "a circular de vergonha." A alta comissária para Direitos Humanos da ONU, Navi Pillay, condenou, na última segunda-feira, "a nova política da França para os ciganos, o desmantelamento de seus acampamentos e as deportações coletivas para seus países de origem".


Por Niko Schvarz, em La República

O Parlamento Europeu colocou no pelourinho a França e Nicolas Sarkozy, pela repatriação de ciganos romenos e húngaros em um tenso debate, no qual classificou essas decisões como ilegais e contrárias ao direito comunitário. O mesmo acaba de fazer a Comissão Europeia, para quem as expulsões em massa de ciganos são vergonhosas e não deveriam ter lugar na Europa.

Esta atitude é assumida pelo governo de Sarkozy, ao mesmo tempo em que lança um ataque concentrado contra a legislação social do seu país, expressa em primeira instância em seu projeto de aumentar a idade mínima de aposentadoria, contra o qual houve uma greve geral de milhões de trabalhadores, que será seguida por outra jornada com características semelhantes.

O povo cigano sofreu duríssimas perseguições ao longo da história, e, no último período, nas mãos dos nazistas. Chegaram à Europa a partir do norte da Índia, da região do Punjab e do Sinth, fugindo das conquistas muçulmanas e das invasões mongóis. Ao cruzar a Pérsia, os imigrantes de várias tribos casaram-se e uniram-se, dando origem aos povos Dom e Rom, que se tornaram um povo nômade e, um belo dia, cruzaram o Bósforo indo para a Grécia e o Egito.

Na Península Ibérica, chegaram a partir deste último país; Afonso V de Aragão outorgou-lhes um salvoconduto para cruzar seu reino e começou a chamá-los de egiptanos, de onde derivou a palavra gitanos (ciganos). Na Andaluzia, se integraram de tal maneira que grande parte de sua música e de sua tradição literária tornou-se reconhecida como a essência da Andaluzia.

Basta pensar em Federico García Lorca. Há palavras que decorrem diretamente da língua romani, como eles chamam. Mas depois toda a Europa começou a olhá-los com desagrado e passaram a ser bode expiatório para todos os atentados cometidos em seu entorno. Disso se podem recolher inúmeros relatos na literatura (em um sentido ou outro), desde Notre Dame de Paris, de Victor Hugo, até uma novela Conan Doyle, com Sherlock Holmes como protagonista.

Na Alemanha nazista, os teóricos do racismo promoveram a perseguição dos ciganos no mesmo nível que a dos judeus, sugerindo que eles eram submetidos a trabalhos forçados e à esterilização em massa, porque "colocavam em perigo o sangue puro" dos alemães. Os ciganos foram presos em grandes números e, a partir de 1938, eles foram internados em blocos especiais nos campos de concentração de Buchenwald, Mauthausen, Gusen, Dautmergen, Natzweiler e Flossenburg.

O tenebroso líder da SS de Hitler, Heinrich Himmler, criou um espaço especial em um campo na sua propriedade em Ravensbrück para sacrificar mulheres ciganas que era submetidos a experiências médicas. Foram esterilizadas 120 meninas ciganas. No hospital em Duesseldorf-Lierenfeld foram esterilizadas ciganas casadas com não-ciganos. Milhares de ciganos foram deportados da Bélgica, Holanda e França, para o campo de concentração de Auschwitz, na Polônia.

No gueto de Lodz, também na Polônia, nenhum dos cinco mil ciganos sobreviveu. Na Iugoslávia, se executava tanto ciganos quanto judeus no bosque de Jajnice. Os agricultores recordam ainda os gritos das crianças ciganas levadas aos lugares de excução.

Estes dados foram publicados pelo La Jornada, do México, e reproduzidos por Fidel Castro em sua Reflexão "A infinita hipocrisia do ocidente". Lá, se agrega: "Nos campos de extermínio, apenas o amor dos ciganos pela música foi, às vezes, um conforto. Em Auschwitz, com fome e cheio de piolhos, se reuniam para tocar e alentavam as crianças a dançar. Mas também era lendária a coragem dos guerrilheiros ciganos que militavam na resistência polonesa na região de Nieswiez".

Somente na Ioguslávia socialista de Tito os ciganos foram reconhecidos com os mesmos direitos das minorias croatas, albanesas e macedônias. Após os julgamentos de Nuremberg (1945), os ciganos foram totalmente esquecidos.

É a esta luz que deve ser julgado o comportamento racista do governo Sarkozy, condenado em manifestações na França e em frente a embaixadas em várias capitais europeias.

Um dado final: o gênio do cinema Charlie Chaplin era cigano, filho de uma cantora de cabaré cigana e de um ator da mesma etnia.

Fonte: La República
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sábado, setembro 04, 2010

Nova biografia revela que Simon Wiesenthal trabalhava para a Mossad

Sobrevivente do Holocausto dedicou a vida à perseguição de nazis

03.09.2010 - 21:47 Por Rita Siza
Uma nova biografia de Simon Wiesenthal, o mítico sobrevivente do Holocausto que dedicou toda a vida à perseguição e exposição de criminosos de guerra nazis, revela que as suas diligências foram financiadas pela Mossad, e demonstra que os esforços da agência israelita de serviços secretos para capturar figuras ligadas ao Terceiro Reich foram bem mais longe do que se pensava.
A Mossad atribuíra o nome de código “Teocrata” a Wiesenthal  
A Mossad atribuíra o nome de código “Teocrata” a Wiesenthal (Heinz-Peter Bader/Reuters)


O livro, intitulado Wiesenthal – The Life and Legends, da autoria do historiador e colunista israelita Tom Segev, assenta em mais de 300 mil documentos do arquivo pessoal e profissional depositados no Centro de Documentação Judaico criado por Wiesenthal em Viena, para caracterizar a missão a que ele dedicou toda a sua vida.

“É uma revelação surpreendente no contexto da narrativa da sua história pessoal, porque Wiesenthal sempre foi visto como um solitário, como alguém que lutou sozinho contra tudo e contra todos, contra todas as probabilidades e até contra as autoridades e leis locais”, considera o autor da obra.

Salário de 300 dólares

Simon Wiesenthal, que nasceu em 1908 na actual Ucrânia, foi prisioneiro em cinco campos de concentração nazis. No final da guerra, começou a reunir provas das atrocidades cometidas pelos nazis para a secção de crimes de guerra do Exército dos Estados Unidos.

O resto da sua vida foi passado à procura de criminosos nazis – o seu trabalho levou à prisão de mais de mil intervenientes no Holocausto.

Tom Segev provou agora que a ligação de Wiesenthal aos serviços secretos israelitas remonta aos primeiros anos de actividade do seu escritório em Viena: a Mossad ajudou-o a montar o gabinete e passou a enviar-lhe um salário mensal de 300 dólares pelas suas informações.

O rabi Marvin Hier, fundador do Centro Simon Wiesenthal de Los Angeles, disse à agência Associated Press que o próprio Wiesenthal lhe tinha confessado ter em tempos colaborado com a Mossad, sem dar contudo a ideia de que essa colaboração tinha sido formal e remunerada.

Conforme se lê na biografia, Wiesenthal começou a trabalhar com os serviços secretos israelitas logo em 1948, um ano antes da constituição oficial da Mossad. O sobrevivente do Holocausto engendrou uma operação com o então “departamento de Estado” do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel para capturar Adolf Eichmann, conhecido como “o arquitecto do Holocausto”, na localidade austríaca de Altaussee, onde acreditava que ele iria celebrar a passagem de ano com a sua mulher e filhos.

Eichmann não apareceu, mas Wiesenthal nunca desistiu de o procurar. Também nunca mais deixou de fornecer informações à Mossad: em 1953 informou a polícia secreta que Eichmann estava fugido na Argentina. No entanto, só em 1960 é que os serviços operacionais decidiram montar uma nova missão de captura daquele dirigente nazi, que foi detido no dia 21 de Março.

Durante a década de 70, Wiesenthal, a quem a Mossad atribuíra o nome de código “Teocrata”, forneceu informação extensiva não só sobre os paradeiros de oficiais nazis (cuja detenção e acusação sempre foi a sua prioridade), mas também da génese de vários grupos neonazis que ameaçavam comunidades judaicas na Europa. Também denunciou uma série de cientistas alemães que trabalhavam no programa militar do Egipto.
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segunda-feira, agosto 30, 2010

Principais tendências da história que os grandes factos dos últimos 100 anos revelaram


  • Jorge Messias

Organização e ruptura
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Se alinharmos na memória as principais tendências da história que os grandes factos dos últimos 100 anos revelaram, chegaremos provavelmente à conclusão de que os tempos que hoje vivemos fazem parte da mesma espiral que agrupou acontecimentos decisivos que mudaram a face do mundo mas, depois, ficaram esquecidos, em suspenso, embora sem uma finalização definitiva. Por isso, muito do que agora nos parece novidade, já anteriormente deu lugar a terríveis lutas e indescritíveis sofrimentos. A história não se repete mas também não se esgota no esquecimento. Regressa quase sempre.
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Há de tudo neste passado recente que medeia entre o final da I Guerra Mundial e a ascensão do fascismo. A criação de novos focos de tensão que prepararam a expansão das potências imperialistas, a concentração das fortunas nas mãos de potentados financeiros e o incremento fulminante das indústrias de armamentos.
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Em contrapartida, a partir dos anos 20 presenciou-se um panorama social novo e desconcertante: a popularização dos novos meios de comunicação, como foi o caso da TSF, permitiu à extrema-direita, secretamente apoiada pelo poder capitalista supostamente «democrático», explorar os cenários políticos da demagogia, da propaganda e da cultura do mito. Os êxitos propagandísticos das forças fascistas junto de minorias influentes da população (nomeadamente entre os soldados desmobilizados e os desempregados) acabaram por criar elites que deram impulso aos novos exércitos de agressão e à sofisticada formação de polícias secretas de investigação e tortura. O nazismo «antes de o ser já o era», bem visível na famosa «Democracia de Weimar».
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Finalmente, embora deixando muito por citar, a própria organização capitalista conheceu viragens retumbantes. A nível do cume da pirâmide do poder, surgiram as Confederações empresariais apoiadas nos rendimentos astronómicos garantidos pelo Rearmamento e pela espoliação dos mais pobres: a Confederação do Aço, a Confederação da Potassa, a Confederação dos Armamentos, a Confederação do Comércio, etc. Os lucros amontoaram-se, deram lugar a apoios secretos de outros núcleos capitalistas mundiais e foram o gatilho da II Guerra Mundial – apocalíptica, devastadora, mas «criadora» de um punhado de fabulosas fortunas. No pólo oposto, vegetavam multidões crescentes de desempregados, de cidadãos sem lar, de famintos, de vítimas do racismo e de excluídos de toda a natureza – velhos, deficientes, ciganos, católicos progressistas, etc. - particularmente quando neles se pressupunham ideais marxistas.
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Veja-se só como quase tudo isto é actual, ainda que encoberto por nova “gramática” entretanto inventada; e como velhos factores letais, esquecidos e julgados definitivamente mortos, vão ressurgindo aos poucos nos cenários actuais.
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O apoio firme do Vaticano aos objectivos capitalistas do III Reich e às ambições delirantes do «Duce» italiano, raramente chegavam às colunas dos jornais e, muito menos, aos microfones da radiodifusão. Mas os factos passavam de boca em boca, sempre propagados pelo resistência antifascista, quase toda ela enquadrada por corajosos comunistas. Foi assim que se começou a murmurar acerca da existência de campos de extermínio nazis, das relações ocultas entre o nazismo fascista e o Vaticano ou quanto à verdadeira natureza de classe de obras como o «Socorro de Inverno» ou a «Sopa dos Pobres». A caridade, aparentemente movida pelos ideais cristãos, interessava aos governos fascistas para atenuarem os protestos das populações exploradas e condenadas à miséria. Caridade que se manifestou, por exemplo, na recolha de roupas quentes para os soldados nazis e na confecção de sopas aguadas que bichas infindáveis de judeus procuravam como única forma de sobrevivência. Estes laços de dependência produzem a submissão do explorado ao explorador. Desde o seu aparecimento sempre estiveram ligados a ordens religiosas, sobretudo às Misericórdias. Mas não deixa de ser curioso que a Igreja, impulsionadora inicial da «sociedade civil» e sua presente tutora, reclame agora para o Estado capitalista e liberal a paternidade e condução desta forma específica de «luta contra a pobreza»: «O papel dos poderes públicos é essencial (deverá ser o motor da estratégia) mas é indispensável que os numerosos actores que constituem a sociedade civil – associações de cidadãos, sindicatos, universidades, fundações, ONG's, associações de vários tipos, igrejas – contribuam também para o aparecimento de um entendimento correcto sobre o fenómeno da pobreza e a situação dos pobres e participem na estratégia a delinear.» (C. N. Justiça e Paz, 2008). Para a Igreja, declara-se também neste verdadeiro contrato-padrão entre o poder político e o poder religioso, a acção a desenvolver nas estratégias da luta contra a pobreza devem ser antimercantilistas. Mas que dizer, então, das montanhas de subsídios estatais pagos pelos governos às hierarquias católicas (só nos EUA, os montantes públicos desviados para instituições religiosas sob pretexto da sua participação no «combate à pobreza», orçam os 100 mil milhões de dólares anuais) ou do «milagre» dos multimilionários mundiais serem de súbito tocados pelo espírito da Caridade e “oferecerem” metade das suas fortunas para a constituição de novas Fundações capitalistas que façam diminuir o fosso entre ricos e pobres… Que manobras, que negócios, que alianças a alto nível, que «mafias», tudo isto ocultará?
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Avante
N.º 1917
26.Agosto.2010
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quarta-feira, abril 14, 2010

A viragem da História

 

O calendário de Setembro recorda sempre os pavores da II Guerra Mundial. Porém, nas memórias da guerra, as raízes da paranóia nazi são em geral omitidas e também pouco se fala dos seus ocultos objectivos centrais, responsáveis pela maior chacina dos tempos modernos. Convém acentuar que o nazismo não é um fantasma para sempre arrumado nas prateleiras da História. Permanece anónimo e é frequentemente aproveitado como modelo inspirador das intrigas e das manobras dos caudilhos da actualidade.
O partido nazi alemão data de 1919 mas a consolidação do seu poderio não foi obra de um dia. Hitler tomou posse como chefe do «governo de concentração nacional» (hoje, poder-se-ia dizer-se governo do bloco central) em Fevereiro de 1933. Neste intervalo do tempo a acção dos nazis foi sobretudo desordeira, através de arruaças de bandos terroristas. Só depois passou à tomada do poder, à instalação do regime e ao desencadear das guerras de agressão, fase que só terminou em 1941, com a invasão da URSS.
Hitler, no apogeu, proclamou então a vitória da Nova Ordem Europeia (a globalização nazi). Instalou em toda a Europa o «estado concentracionário» que canalizava para a Alemanha o produto e o património dos territórios ocupados e impunha aos povos inferiores a disciplina férrea e brutal ditada pelas unidades policiais de ocupação (SS, Gestapo, polícias de fronteira, serviços de segurança central, Wermacht, etc.). Por toda a parte, sobretudo na Europa Central e do Leste, foram surgindo os campos de concentração e extermínio responsáveis pela tortura e morte de muitos milhões de seres humanos. Neles eram torturados e sucumbiram muitos milhões de comunistas, de judeus, de intelectuais, de resistentes, de idosos e de doentes, de ciganos – enfim de quantos recusavam servir o invasor ou tinham a desgraça de não pertencerem à raça teutónica dos super-homens.
Por muito que o facto espante, o poder nazi nasceu de eleições reconhecidas como democráticas e livres. No parlamento, o partido nazi obteve a maioria absoluta e formou coligações com outras forças, católicas, latifundiárias, do poder financeiro e empresarial, das cúpulas da indústria dos armamentos, etc. Em bloco, fizeram aprovar um plano político quadrienal que previa a reorganização da economia, o fim da exploração dos camponeses e o pleno emprego. A proposta foi aprovada por unanimidade e atraiu a confiança popular.
A partir de então, uma vez instalados no poder, os nazis foram absorvendo ou neutralizando as forças dos seus aliados, centralizaram as chefias e decretaram sucessivas medidas antiterroristas como a unificação das polícias, a mobilização da economia para o esforço de guerra ou a substituição do conceito de emprego pelo de ocupação no trabalho. O trabalhador desempregado tinha uma esperança a que se agarrar, uma imagem virtual do futuro. Foi à sombra destas políticas que engordaram as grandes fortunas nazis, o negócio das armas e da especulação e o domínio totalitário das áreas da investigação, da cultura e da comunicação social. O terrorismo existia, de facto, mas tinha origem no próprio Estado. Gabavam-se então, os nazis, de terem virado uma página da História.
A assinatura da Concordata entre o Berlim e o Vaticano, logo em meados dos anos 30, representou o reconhecimento, por parte da Igreja, do regime nazi com todo o seu cortejo de horrores. Comentava Hitler com ironia: - O cristianismo é a base de toda a nossa Moral...
Aliás, a Santa Sé pouco ou quase nada exigiu pela cedência: apenas um pouco mais de poder de intervenção na área da Educação. Quanto ao resto, Pio XI limitou-se a estender a passadeira aos criminosos: reconheceu o regime e foi até ao ponto de concordar com a dissolução do Partido Católico do Centro e sua posterior integração na esfera nazi. Berlim e o Papa viviam fascinados pelo projecto da Nova Cruzada Contra o Comunismo. Viu-se depois quanta miséria, sofrimento e morte este fundamentalismo sectário provocou.
As utopias religiosas sempre estiveram presentes nas práticas nazis. Se o resistente fosse terrorista, então as guerras de agressão teriam a virtude moral de dissuadirem o terror. Por isso, os nazis diziam que os comunistas eram agentes do espírito do Mal. Tinham incendiado o Parlamento do Reich. Eram responsáveis pelo ataque a um centro de rádio que precedeu a invasão da Polónia. Depois, fuzilaram em Katyn 11 mil oficiais polacos. E os bolcheviques caluniavam a Alemanha ao não reconhecerem que os campos de concentração nazis desempenhavam um papel de grande importância social através da reeducação de delinquentes. No Tribunal de Nuremberga veio a provar-se que todos estes crimes tinham sido efectivamente cometidos mas pelas tropas e hordas nazis.
Estes métodos de contra-informação continuam a ser actualmente praticados. Lembremos, ao acaso, exemplos como os das Torres de Nova Iorque, do Eixo do Mal, da Al-Caeda, das guerras do Kosovo, do Iraque e do Afeganistão, o presídio de Guantámano, os morticínios do Darfur, etc., etc.
O nazismo não morreu. É um perigo persistente, bem vivo e actual. Ressurge a cada passo e alimenta-se da mentira, dos interesses do dinheiro ou mesmo de uma inocente maioria eleitoral!


Avante -
Nº 1897
08.Abril.2010

Artigo publicado na Edição Nº1816

Morre Kaczynski, presidente polonês que "caçou" até ex-comunistas

Mundo

Vermelho -  - 10 de Abril de 2010 - 12h24


Lech Kaczynski — presidente ultradireitista da Polônia que deflagrou a perseguição a membros antigos e atuais do Partido Comunista do país — morreu neste sábado (10), em acidente aéreo na região de Smolensk, na Rússia. A queda do avião presidencial polonês ocorreu durante o processo de pouso e matou um total de 96 pessoas — incluindo a esposa de Kaczynski, militares de alta patente e líderes civis.

Kaczynski
Lech Kaczynski (1949-2010)
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Autoridades russas e polonesas disseram que não há sobreviventes do avião — um Tupolev da era soviética, que levava a bordo o presidente, sua mulher, o chefe do Exército, o presidente do banco nacional, o vice-ministro das Relações Exteriores, o capelão do exército, o chefe do Gabinete Nacional de Segurança, o vice-presidente do Parlamento, o comissário para os direitos civis e pelo menos dois assessores presidenciais, além de três deputados.

Kaczynski chegou ao poder em outubro de 2005, sucedendo o social-democrata Aleksander Kwasniewski. O presidente morto neste sábado era um jurista ultraconservador e profundamente católico, procedente do movimento anticomunista Solidariedade de Lech Walesa. Junto ao irmão gêmeo, o ex-primeiro-ministro polonês Jaroslaw Kaczynski, entrou no final dos anos 1970 na oposição anticomunista e, em 2001, fundaram juntos o partido Direito e Justiça.

De julho de 2006 a novembro de 2007, os dois irmãos governaram juntos a Polônia —Lech como presidente e Jaroslaw como chefe de Governo. Para não pôr empecilhos no objetivo de Lech de ser presidente, Jaroslaw havia renunciado em 2005 ao cargo de primeiro-ministro, embora tenha conservado o muito influente posto de presidente de seu partido.

Partidário do intervencionismo econômico, queria transmitir a imagem de político experiente e honesto. Forjou essa fama acumulando os cargos de presidente do Tribunal de Contas, ministro da Justiça e prefeito de Varsóvia. Fiel a suas convicções reacionárias, proibiu várias manifestações de homossexuais em Varsóvia.

Perseguições

Desde o começo da gestão Kaczynski, a Polônia entrou numa fase obscurantista, marcada pela caça a ex-comunistas e homossexuais, além de provocações aos judeus. O governo polonês também foi um dos aliados do ex-presidente americano George W. Bush (2001-2009), em seu esforço para militarizar o espaço.

Como uma “lei da lustração”, de “purificação ritual”, Kaczynski obrigou 700 mil poloneses a confessar (e a pedir perdão) se colaboraram com os comunistas, de 1945 a 1989. O formulário trazia a pergunta: “Você colaborou secreta e conscientemente com os antigos serviços de segurança comunistas?”. Ao fim do processo, o Instituto da Memória, em Varsóvia, emitiria um atestado de pureza política.

Também sob Kaczynski, Roman Giertych, vice-primeiro-ministro, ministro da Educação e chefe da Liga das Famílias Polonesas, apresentou um projeto de lei homófoba. Toda pessoa que revelar sua homossexualidade — ou "qualquer outro desvio de caráter sexual" em um estabelecimento escolar ou universitário — tornou-se sujeito a multa, demissão ou pena de prisão.

Da Redação, com agências
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  • Lá vem a direita...

    11/04/2010 15h49 Lá vem a direita vosciferar, latir... Quem se diz de esquerda, mas vive procurando problemas nos líderes comunistas que existiram, presta mais serviço à direita que seus próprios correligionários... Se se dizem de esquerda, logo serão os "ex-comunistas" de amanhã, como Roberto Freire, só pra citar um. Stálin teve sangue frio, pois o auxílio que os poloneses e até mesmo russos trotskystas deram ao Terceiro Reich foi tremendo... Infelizmente, foram necessárias medidas desesperadas e cruéis. Se a direita joga a luta para baixo, sem dó e sem misericórdia, temos também que, mesmo a contragosto, apelar para atos duros. Agora, esperamos que a Rússia faça bem o serviço de colocar um aliado no novo governo polonês que se seguirá.
    ASR
    Ribeirão Preto - SP


  • Apenas começamos!

    11/04/2010 15h09 Estamos ainda na alvorada da época comunista. A consígnia dos comunistas alemães, "socialismo ou barbárie", dita por Rosa de Luxemburgo, continua atual. Kaczynski representou, juntamente com Walesa e Yeltsin, o retrocesso social e trabalhista no leste europeu. Aprendemos com o século XX sobre a edificação do socialismo como nunca antes. Os desafios são muitos, mas serão enfrentados. É bom lembrar que os mesmos governos ocidentais que apoiavam o "Solidariedade" nos anos 80 cobravam da Polônia pesada dívida externa para obrigar o país a se render pela fome.


    Felipe
    Fortaleza - CE


  • Gente perdida!

    11/04/2010 1h54 Tem pessoas que só faltam dizer que foi injustiça o Stalin não ter ganho o Prêmio Nobel da Paz. Tem gente que é contra a ditadura do período dos militares no Brasil, mas defende outras tão piores ou quanto, pelo mundo! Eu contra TODAS AS DITADURAS! Não babo ovo para assassinos em massa!


    Paulo Shetara
    Campinas - SP


  • Anti comunista?

    11/04/2010 0h08 Nossa!! Quanta ignorancia!! Se ele foi anti comunista, foi com toda razao! O exercito russo quando invadiu a Polonia deixou um rastro de destruição! Mulheres sendo estrupadas... barbaridade! Sou anti americano e anti regime de extrema esquerda e direita. Mas falar que Stalin foi heroi!? Mesma coisa dizer que o apartheid, Pinochet Bush, Papa doc e amiguinhos de Americanos ditadores foram herois! Que honra tem uma pessoa que mata inocentes?


    Leopoldo
    Brasilia - DF


  • SERRA TERRORISTA

    10/04/2010 23h41 Serra anda espalhando aí na Internet que DILMA é terrorista. Ao contrário, Dilma lutou contra o terror da Ditadura. Mas sabem aqueles delatores que recebem privilégios para mudar de time? Pois é, Zé Serra, um ex-esquerdista, vendeu a alma pro capitalismo selvagem. Associou-se aos dois piores partidos do mundo: o psdb, com seu oportunismo, e o DEMOS, com sua voracidade infinita por lucro. O grupo do qual o Serra fazia parte, Ação Popular (esquerda cristã), cometeu no aeroporto de Guararapes em Pernambuco um emboscada que matou um almirante e um jornalista e feriu diversas pessoas. O alvo principal era o general Costa e Silva que escapou em virtude do seu avião ter atrasado por um problema mecânico. Para quem quiser saber mais sobre a Ação Popular de Serra, veja aqui na Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/A%C3%A7%C3%A3o_Popular_(esquerda_crist%C3%A3)


    Aline Scherer
    Brasília - DF


  • Mas que informe alvissareiro!

    10/04/2010 21h35 Uhuuuuuuuuuuuuuuuu!


    Rita e Bruno
    Brasilia - DF


  • o inferno o espera

    10/04/2010 21h23 uma coisa é defender o comunismo e outra coisa é defender ditadores que se beneficiou do comunismo , no caso foram muitos . o stalin foi um deles. agora a coisa pior que existe é gente se fingir de bons patriotas , sendo que fundo sao uns nazifacista. é o caso desse calhorda citado no texto . e por tras dele tem muitos. nao é leck valessa que se dizia o salvador da humanidade na polonia e estava alido a esse calhorda. os dois vao junto atrelado para o inferno , um ja foi. esse tal de leck ainda a pilantragem de querer criticar o lula. é bom quem alguem diga pra ele que o lula sabe governar , ele deixou a polonia na pior.


    mineiro
    belo horizonte - MG


  • Um dia mais belo

    10/04/2010 21h19 Os comunistas devem refeltir quando um "lider" anti-comunista morre, me pergunto quem são os nossos amigos no mundo, Polônia, China, Brasil....como comentou o amigo José Miranda de SP. caçar comunista é fácil, o complicado e encontrar os nossos inimigos. Hoje é um dia que o mundo esta mais belo e eu feliz e pensativa.


    Ada Barboza
    Salvador - BA


  • Mais respeito com Soso!

    10/04/2010 20h15 Comparar um fascista desse com o camarada Stálin é no mínimo idiota. A Polônia sempre teve esta característica anti-Rússia, desde os tempos dos czares (que aliás eram melhores do que hoje). Se Stálin, em plena Guerra Patriótica (II Grande Guerra) executou oficiais polacos, fez mais do que poderia, aliás, fuzilou menos do que deveria. Este porco é a prova de que as lendas contra Stálin não passam de lendas, pois deveria ter sido eliminado já no berço. Os polacos católicos colaboraram diretamente com os nazistas após 1939. Carol Woitilla foi um fascista desde jovem e soube exercer bem seu papel de anti-comunista quando Papa. Seria bom existir inferno para Carol e este porco fascista queimarem juntos na mesma panela! Abaixo o fascismo polaco!


    Clóvis Manfrini
    Terezinha - PE


  • Ao lado de Stálin nada!

    10/04/2010 17h45 Stálin é um dos heróis da humanidade, só um desinformado pode considerá-lo ruim, adotando o que a direita besta repete anos a fio sem demonstrar fato algum. O que você faria se estivesse no lugar dele? Em um país cercado por fascistas, bloqueado em todos os níveis e cheio de sabotadores? Preferia estar junto aos sabotadores, acabando com o socialismo? como fizeram Khruchov e Gorbachov? Stálin cometeu erros é óbvio, mas considerá-lo um ente da história do nível dos fascista é um erro stalinista... Quanto à Polônia e aos irmãos direitistas em questão, eles são o exemplo vivo que o socialismo polonês estava errado... abraços
    Wagner Tamboril
    Juazeiro do Norte - CE
     


    • Vai estar ao lado de Stalin..

      10/04/2010 17h28 Ele vai fazer compania pra Stalin, que em abril de 1940, na mesma região onde caiu este avião, na mata de Katyn, conhecida como Floresta da Morte, foi o local do massacre de cerca de 22 mil poloneses, entre eles professores universitários, intelectuais, médicos, jornalistas, padres, empresários, etc.


      Paulo Shetara
      Campinas - SP


    • Já vai tarde, porco fascista

      10/04/2010 17h25 Que a terra lhe seja pesada !


      Luiz Augusto Barroso
      Rio de Janeiro - RJ


    • Se não fosse os comunisas eles nao teriam sobrevividos

      10/04/2010 16h50 Os comunistas salvaram judeus e poloneses judeus ou não, em troca ganharam esse tipo de gratidão. Sem o Exército Vermelho a Polônia e os judeus que estavam na boca dos fornos crematórios teriam sido eliminados, não teriam sobrevividos. Mas a farsa produzida pelos dólares geraram esse tipo de gente.


      Pedro Mendes
      Manaus - AM


    • A "TROIKA" FASCISTA!

      10/04/2010 14h12 Ele e o irmão gêmeo formavam a dupla aliada de lech Walensa, a "troika" anti-comunista-fascista à soldo de Uncle Sam(EUA), OTAN e de todos os grupos internos e externos da reação direitista mundial. VADE RETRO SATANÁS!!!


      Giovanni G.Vieira
      Rio de Janeiro - RJ


    • Um Vaso Ruim Quebrou

      10/04/2010 13h31 Em um raro momento da humanidade quebra um vaso ruim. Com base na crença desse nazista eu o saúdo pela primeira e última vez: Que "descance em paz" no fogo eterno do inferno.


      José Afonso
      Belo Horizonte - MG


    • MORREU TARDE E PROPONHO QUE ENTRE PARA A GALERIA DOS NAZI-FASCISTAS!

      10/04/2010 12h36
      Acabei de ler um livro de um pianista judeu polonês que viveu em Varsóvia durante os anos de holocausto. Os nazi-fascistas tiveram a colaboração de milhões de poloneses! Mesmo tendo aqueles que ajudaram a resistência aos alemães, a omissão da Igreja Católica Polonesa é vergonhosa! Foram poucos os que se levantaram contra o horror nazista! Caçar comunista é fácil: basta se somar à ignorância religiosa e aos trilhões de dólares dos capitalistas que se faz "oposição" ao comunismo! Morreu tarde esse facínora polonês!
      José Roberto Torres de Miranda
      São Paulo - SP
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segunda-feira, abril 12, 2010

Who Financed Adolf Hitler - Antony C. Sutton



CHAPTER SEVEN

Who Financed Adolf Hitler?

The funding of Hitler and the Nazi movement has yet to be explored in exhaustive depth. The only published examination of Hitler's personal finances is an article by Oron James Hale, "Adolph Hitler: Taxpayer,1 which records Adolph's brushes with the German tax authorities before he became Reichskanzler, In the 1920s Hitler presented himself to the German tax man as merely an impoverished writer living on bank loans, with an automobile .bought on credit. Unfortunately, the original records used by Hale do not yield the source of Hitler's income, loans, or credit, and German law "did not require self-employed or professional persons to disclose in detail the sources of income or the nature of services rendered."2 Obviously the funds for the automobiles, private secretary Rudolf Hess, another assistant, a chauffeur, and expenses incurred by political activity, came from somewhere. But, like Leon Trotsky's 1917 stay in New York, it is hard to reconcile Hitler's known expenditures with the precise source of his income.


We do know that prominent European and American industrialists were sponsoring all manner of totalitarian political groups at that time, including Communists and various Nazi groups. The U.S. Kilgore Committee records that:

By 1919 Krupp was already giving financial aid to one of the reactionary political groups which sowed the seed of the present Nazi ideology. Hugo Stinnes was an early contributor to the Nazi Party (National Socialistische Deutsche Arbeiter Partei). By 1924 other prominent industrialists and financiers, among them Fritz Thyssen, Albert Voegler, Adolph [sic] Kirdorf, and Kurt von Schroder, were secretly giving substantial sums to the Nazis. In 1931 members of the coalowners' association which Kirdorf headed pledged themselves to pay 50 pfennigs for each ton of' coal sold, the money to go to the organization which Hitler was building.3
Hitler's 1924 Munich trial yielded evidence that the Nazi Party received $20,000 from Nuremburg industrialists. The most interesting name from this period is that of Emil Kirdorf, who had earlier acted as conduit for financing German involvement in the Bolshevik Revolution.4 Kirdorfs role in financing Hitler was, in his own words:

In 1923 I came into contact for the first time with the National-Socialist movement .... I first heard the Fuehrer in the Essen Exhibition Hall. His clear exposition completely convinced and overwhelmed me. In 1927 I first met the Fuehrer personally. I travelled to Munich and there had a conversation with the Fuehrer in the Bruckmann home. During four and a half hours Adolf Hitler explained to me his programme in de tail. I then begged the Fuehrer to put together the lecture he had given me in the form of a pamphlet. I then distributed this pamphlet in my name in business and manufacturing circles.

Since then I have placed myself completely at the disposition of his movement, Shortly after our Munich conversation, and as a result of the pamphlet which the Fuehrer composed and I distributed, a number of meetings took place between the Fuehrer and leading personalities in the field of indus. try. For the last time before the taking over of power, the leaders of industry met in my house together with Adolf Hitler, Rudolf Hess, Hermann Goering and other leading personalities of the party.5
In 1925 the Hugo Stinnes family contributed funds to convert the Nazi weekly Volkischer Beobachter to a daily publication. Putzi Hanf-staengl, Franklin D. Roosevelt's friend and protegé, provided the remaining funds.6 Table 7-1 summarizes presently known financial contributions and the business associations of contributors from the United States. Putzi is not listed in Table 7-1 as he was neither industrialist nor financier.
In the early 1930s financial assistance to Hitler began to flow more readily. There took place in Germany a series of meetings, irrefutably documented in several sources, between German industrialists, Hitler himself, and more often Hitler's representatives Hjalmar Sehaeht and Rudolf Hess. The critical point is that the German industrialists financing Hitler were predominantly directors of cartels with American associations, ownership, participation, or some form of subsidiary connection. The Hitler backers were not, by and large, firms of purely German origin, or representative of German family business. Except for Thyssen and Kirdoff, in most cases they were the German multi-national firms — i.e., I.G. Farben, A.E.G., DAPAG, etc. These multi-nationals had been built up by American loans in the 1920s, and in the early 1930s had American directors and heavy American financial participation.
One flow of foreign political funds not considered here is that reported from the European-based Royal Dutch Shell, Standard Oil's great competitor in the 20s and 30s, and the giant brainchild of Anglo-Dutch businessman Sir Henri Deterding. It has been widely asserted that Henri Deterding personally financed Hitler. This argument is made, for instance, by biographer Glyn Roberts in The Most Powerful Man in the World. Roberts notes that Deterding was impressed with Hitler as early as 1921:

...and the Dutch press reported that, through the agent Georg Bell, he [Deterding] had placed at Hitler's disposal, while the party was "still in long clothes," no less than four million guilders.7
It was reported (by Roberts) that in 1931 Georg Bell, Deterding's agent, attended meetings of Ukrainian Patriots in Paris "as joint delegate of Hitler and Deterding."8 Roberts also reports:

Deterding was accused, as Edgar Ansell Mowrer testifies in his Germany Puts the Clock Back, of putting up a large sum of money for the Nazis on the understanding that success would give him a more favored position in the German oil market. On other occasions, figures as high as £55,000,000 were mentioned.9
Biographer Roberts really found Deterding's strong anti-Bolshevism distasteful, and rather than present hard evidence of funding he is inclined to assume rather than prove that Deterding was pro-Hitler. But pro-Hitlerism is not a necessary consequence of anti-Bolshevism; in any event Roberts offers no proof of finance, and hard evidence of Deterding's involvement was not found by this author.
Mowrer's book contains neither index nor footnotes as to the source of his information and Roberts has no specific evidence for his accusations. There is circumstantial evidence that Deterding was pro-Nazi. He later went to live in Hitler's Germany and increased his share of the German petroleum market. So there may have been some contributions, but these have not been proven.
Similarly, in France (on January 11, 1932), Paul Faure, a member of the Chambre des Députés, accused the French industrial firm of Schneider-Creuzot of financing Hitler — and incidentally implicated Wall Street in other financing channels.10
The Schneider group is a famous firm of French armaments manufacturers. After recalling the Schneider influence in establishment of Fascism in Hungary and its extensive international armaments operations, Paul Fauré turns to Hitler, and quotes from the French paper LeJournal, "that Hitler had received 300,000 Swiss gold francs" from subscriptions opened in Holland under the case of a university professor named von Bissing. The Skoda plant at Pilsen, stated Paul Fauré, was controlled by the French Schneider family, and it was the Skoda directors von Duschnitz and von Arthaber who made the subscriptions to Hitler. Fauré concluded:

. . . I am disturbed to see the directors of Skoda, controlled by Schneider, subsidizing the electoral campaign of M. Hitler; I am disturbed to see your firms, your financiers, your industrial cartels unite themselves with the most nationalistic of Germans ....

Again, no hard evidence was found for this alleged flow of Hitler funds.
Another elusive case of reported financing of Hitler is that of Fritz Thyssen, the German steel magnate who associated himself with the Nazi movement in the early 20s. When interrogated in 1945 under Project Dustbin,11 Thyssen recalled that he was approached in 1923 by General Ludendorf at the time of French evacuation of the Ruhr. Shortly after this meeting Thyssen was introduced to Hitler and provided funds for the Nazis through General Ludendorf. In 1930-1931 Emil Kirdorf approached Thyssen and subsequently sent Rudolf Hess to negotiate further funding for the Nazi Party. This time Thyssen arranged a credit of 250,000 marks at the Bank Voor Handel en Scheepvaart N.V. at 18 Zuidblaak in Rotterdam, Holland, founded in 1918 with H.J. Kouwenhoven and D.C. Schutte as managing partners.12 This bank was a subsidiary of the August Thyssen Bank of Germany (formerly von der Heydt's Bank A.G.). It was Thyssen's personal banking operation, and it was affiliated with the W. A. Harriman financial interests in New York. Thyssen reported to his Project Dustbin interrogators that:

I chose a Dutch bank because I did not want to be mixed up with German banks in my position, and because I thought it was better to do business with a Dutch bank, and I thought I would have the Nazis a little more in my hands.13
Thyssen's book I Paid Hitler, published in 1941, was purported to be written by Fritz Thyssen himself, although Thyssen denies authorship. The book claims that funds for Hitler — about one million marks — came mainly from Thyssen himself. I Paid Hitler has other unsupported assertions, for example that Hitler was actually descended from an illegitimate child of the Rothschild family. Supposedly Hitler's grandmother, Frau Schickelgruber, had been a servant in the Rothschild household and while there became pregnant:

... an inquiry once ordered by the late Austrian chancellor, Engelbert Dollfuss, yielded some interesting results, owing to the fact that the dossiers of the police department of the Austro-Hungarian monarch were remarkably complete.14
This assertion concerning Hitler's illegitimacy is refuted entirely in a more solidly based book by Eugene Davidson, which implicates the Frankenberger family, not the Rothschild family.
In any event, and more relevant from our viewpoint, the August Thyssen front bank in Holland — i.e., the Bank voor Handel en Scheepvaart N.V. — controlled the Union Banking Corporation in New York. The Harrimans had a financial interest in, and E. Roland Harriman (Averell's brother) was a director of, this Union Banking Corporation. The Union Banking Corporation of New York City was a joint Thyssen-Harriman operation with the following directors in 1932:15
E. Roland HARRIMAN Vice president of W. A. Harriman & Co., New York
H.J. KOUWENHOVEN  Nazi banker, managing partner of August Thyssen Bank and Bank voor Handel Scheepvaart N.V. (the transfer bank for Thyssen's funds)
J. G. GROENINGEN Vereinigte Stahlwerke (the steel cartel which also funded Hitler)
C. LIEVENSE President, Union Banking Corp., New York City
E. S. JAMES Partner Brown Brothers, later Brown Brothers, Harriman & Co. 


TABLE 7-1: FINANCIAL LINKS BETWEEN U.S. INDUSTRIALISTS AND ADOLF HITLER


Thyssen arranged a credit of 250,000 marks for Hitler, through this Dutch bank affiliated with the Harrimans. Thyssen's book, later repudiated, states that as much as one million marks came from Thyssen.
Thyssen's U.S. partners were, of course, prominent members of the Wall Street financial establishment. Edward Henry Harriman, the nineteenth-century railroad magnate, had two sons, W. Averell Harriman (born in 1891), and E. Roland Harriman (born in 1895). In 1917 W. Averell Harriman was a director of Guaranty Trust Company and he was involved in the Bolshevik Revolution.16 According to his biographer, Averell started at the bottom of the career ladder as a clerk and section hand after leaving Yale in 1913, then "he moved steadily forward to positions of increasing responsibility in the fields of transportation and finance.17 In addition to his directorship in Guaranty Trust, Harriman formed the Merchant Shipbuilding Corporation in 1917, which soon became the largest merchant fleet under American flag. This fleet was disposed of in 1925 and Harriman entered the lucrative Russian market.18
In winding up these Russian deals in 1929, Averell Harriman received a windfall profit of $1 million from the usually hard-headed Soviets, who have a reputation of giving nothing away without some present or later quid pro quo. Concurrently with these successful moves in international finance, Averell Harriman has always been attracted by so-called "public" service. In 1913 Harriman's "public" service began with an appointment to the Palisades Park Commission. In 1933 Harriman was appointed chairman of the New York State Committee of Employment, and in 1934 became Administrative Officer of Roosevelt's NRA — the Mussolini-like brainchild of General Electric's Gerard Swope.19 There followed a stream of "public" offices, first the Lend Lease program, then as Ambassador to the Soviet Union, later as Secretary of Commerce.
By contrast, E. Roland Harriman confined his activities to private business in international finance without venturing, as did brother Averell, into "public" service. In 1922 Roland and Averell formed W. A. Harri-man & Company. Still later Roland became chairman of the board of Union Pacific Railroad and a director of Newsweek magazine, Mutual Life Insurance Company of New York, a member of the board of governors of the American Red Cross, and a member of the American Museum of Natural History.
Nazi financier Hendrik Jozef Kouwenhoven, Roland Harriman's fellow-director at Union Banking Corporation in New York, was managing director of the Bank voor Handel en Scheepvaart N.V. (BHS) of Rotterdam. In 1940 the BHS held approximately $2.2 million assets in the Union Banking Corporation, which in turn did most of its business with BHS.20 In the 1930s Kouwenhoven was also a director of the Vereinigte Stahlwerke A.G., the steel cartel founded with Wall Street funds in the mid-1920s. Like Baron Schroder, he was a prominent Hitler supporter.
Another director of the New York Union Banking Corporation was Johann Groeninger, a German subject with numerous industrial and financial affiliations involving Vereinigte Stahlwerke, the August Thyssen group, and a directorship of August Thyssen Hutte A.G.21
This affiliation and mutual business interest between Harriman and the Thyssen interests does not suggest that the Harrimans directly financed Hitler. On the other hand, it does show that the Harrimans were intimately connected with prominent Nazis Kouwenhoven and Groeninger and a Nazi front bank, the Bank voor Handel en Scheepvaart. There is every reason to believe that the Harrimans knew of Thyssen's support for the Nazis. In the case of the Harrimans, it is important to bear in mind their long-lasting and intimate relationship with the Soviet Union and the Harriman's position at the center of Roosevelt's New Deal and the Democratic Party. The evidence suggests that some members of the Wall Street elite are connected with, and certainly have influence with, all significant political groupings in the contemporary world socialist spectrum — Soviet socialism, Hitler's national socialism, and Roosevelt's New Deal socialism.
Putting the Georg Bell-Deterding and the Thyssen-Harriman cases to one side, we now examine the core of Hitler's backing. In May 1932 the so-called "Kaiserhof Meeting" took place between Schmitz of I.G. Farben, Max Ilgner of American I.G. Farben, Kiep of Hamburg-America Line, and Diem of the German Potash Trust. More than 500,000 marks was raised at this meeting and deposited to the credit of Rudolf Hess in the Deutsche Bank. It is noteworthy, in light of the "Warburg myth" described in Chapter Ten that Max Ilgner of the American I.G. Farben contributed 100,000 RM, or one-fifth of the total. The "Sidney Warburg" book claims Warburg involvement in the funding of Hitler, and Paul Warburg was a director of American I.G. Farben22 while Max Warburg was a director of I.G. Farben.
There exists irrefutable documentary evidence of a further role of. international bankers and industrialists in the financing of the Nazi Party and the Volkspartie for the March 1933 German election. A total of three million Reichmarks was subscribed by prominent firms and businessmen, suitably "washed" through an account at the Delbruck Schickler Bank, and then passed into the hands of Rudolf Hess for use by Hitler and the NSDAP. This transfer of funds was followed by the Reichstag fire, abrogation of constitutional rights, and consolidation of Nazi power. Access to the Reichstag by the arsonists was obtained through a tunnel from a house where Putzi Hanfstaengel was staying; the Reichstag fire itself was used by Hitler as a pretext to abolish constitutional rights. In brief, within a few weeks of the major funding of Hitler there was a linked sequence of major events: the financial contribution from prominent bankers and industrialists to the 1933 election, burning of the Reichstag, abrogation of constitutional rights, and subsequent seizure of power by the Nazi Party.
The fund-raising meeting was held February 20, 1933 in the home of Goering, who was then president of the Reichstag, with Hjalmar Horace Greeley Schacht acting as host. Among those present, according to I.G. Farben's von Schnitzler, were:

Krupp von Bohlen, who, in the beginning of 1933, was president of the Reichsverband der Deutschen Industrie Reich Association of German Industry; Dr. Albert Voegler, the leading man of the Vereinigte Stahlwerke; Von Loewenfeld; Dr, Stein, head of the Gewerkschaft Auguste-Victoria, a mine which belongs to the IG.23
Hitler expounded his political views to the assembled businessmen in a lengthy two-and-one-half hour speech, using the threat of Communism and a Communist take-over to great effect:

It is not enough to say we do not want Communism in our economy. If we continue on our old political course, then we shall perish .... It is the noblest task of the leader to find ideals that are stronger than the factors that pull the people together. I recognized even while in the hospital that one had to search for new ideals conducive to reconstruction. I found them in nationalism, in the value of personality, and in the denial of reconciliation between nations ....

Now we stand before the last election. Regardless of the outcome, there will be no retreat, even if the coming election does not bring about decision, one way or another. If the election does not decide, the decision must be brought about by other means. I have intervened in order to give the people once more the chance to decide their fate by themselves ....

There are only two possibilities, either to crowd back the opponent on constitutional grounds, and for this purpose once more this election; or a struggle will be conducted with other weapons, which may demand greater sacrifices. I hope the German people thus recognize the greatness of the hour.24

After Hitler had spoken, Krupp von Bohlen expressed the support of the assembled industrialists and bankers in the concrete form of a three-million-mark political fund. It turned out to be more than enough to acquire power, because 600,000 marks remained unexpended after the election.
Hjalmar Schacht organized this historic meeting. We have previously described Schacht's links with the United States: his father was cashier for the Berlin Branch of Equitable Assurance, and Hjalmar was intimately involved almost on a monthly basis with Wall Street.
The largest contributor to the fund was I.G. Farben, which como mitted itself for 80 percent (or 500,000 marks) of the total. Director A. Steinke, of BUBIAG (Braunkohlen-u. Brikett-Industrie A.G.), an I.G. Farben subsidiary, personally contributed another 200,000 marks. In brief, 45 percent of the funds for the 1933 election came from I.G. Farben. If we look at the directors of American I.G. Farben — the U.S. subsidiary of I.G. Farben — we get close to the roots of Wall Street involvement with Hitler. The board of American I.G. Farben at this time contained some of the most prestigious names among American industrialists: Edsel B. Ford of the Ford Motor Company, C.E. Mitchell of the Federal Reserve Bank of New York, and Walter Teagle, director of the Federal Reserve Bank of New York, the Standard Oil Company of New Jersey, and President Franklin D. Roosevelt's Georgia Warm Springs Foundation.
Paul M. Warburg, first director of the Federal Reserve Bank of New York and chairman of the Bank of Manhattan, was a Farben director and in Germany his brother Max Warburg was also a director of I.G, Farben. H. A. Metz of I.G. Farben was also a director of the Warburg's Bank of Manhattan. Finally, Carl Bosch of American I.G. Farben was also a director of Ford Motor Company A-G in Germany.
Three board members of American I.G. Farben were found guilty at the Nuremburg War Crimes Trials: Max Ilgner, F. Ter Meer, and Hermann Schmitz. As we have noted, the American board members — Edsel Ford, C. E. Mitchell, Walter Teagle, and Paul Warburg — were not placed on trial at Nuremburg, and so far as the records are concerned, it appears that they were not even questioned about their knowledge of the 1933 Hitler fund.


Who were the industrialists and bankers who placed election funds at the disposal of the Nazi Party in 1933? The list of contributors and the amount of their contribution is as follows:

FINANCIAL CONTRIBUTIONS TO HITLER:
Feb. 23-Mar. 13, 1933:
(The Hjalmar Schacht account at Delbruck, Schickler Bank)
Political Contributions by Firms (with selected affiliated directors)  Amount
Pledged 
Percent of
Firm Total
Verein fuer die Bergbaulichen Interessen (Kitdorf) $600,000  45.8
I.G. Farbenindustrie (Edsel  Ford, C.E. Mitchell, Walter Teagle, Paul Warburg) 400,000 30.5
Automobile Exhibition, Berlin (Reichsverbund der Automobilindustrie S.V.) 100,000 7.6
A.E.G., German General Electric (Gerard Swope, Owen Young, C.H. Minor, Arthur Baldwin) 60,000 4.6
Demag 50,000 3.8
Osram G.m.b.H. (Owen Young) 40,000 3.0
Telefunken Gesellsehaft ruer
drahtlose Telegraphic
85,000 2.7
Accumulatoren-Fabrik A.G.
(Quandt of A.E.G.)
25,000 1.9

_____________
_____________
Total from industry
1,310,000
99.9

Plus Political Contributions by Individual Businessmen:
Karl Hermann 300,000
Director A. Steinke (BUBIAG-
Braunkohlen—u. Brikett —
Industrie A.G.)
200,000
Dir. Karl Lange (Geschaftsfuhrendes
Vostandsmitglied des Vereins Deutsches Maschinenbau—Anstalten)
50,000
Dr. F. Springorum (Chairman: Eisen-und Stahlwerke Hoesch A.G.) 36,000

Source:
See Appendix for translation of original document.
How can we prove that these political payments actually took place?
The payments to Hitler in this final step on the road to dictatorial Naziism were made through the private bank of Delbruck Sehickler. The Delbruck Schickler Bank was a subsidiary of Metallgesellschaft A.G. ("Metall"), an industrial giant, the largest non-ferrous metal company in Germany, and the dominant influence in the world's nonferrous metal 'trading. The principal shareholders of "Metall" were I.G. Farben and the British Metal Corporation. We might note incidentally that the British directors on the" Metall" Aufsichsrat were Walter Gardner (Amalgamated Metal Corporation) and Captain Oliver Lyttelton (also on the board of Amalgamated Metal and paradoxically later in World War II to become the British Minister of Production).
There exists among the Nuremburg Trial papers the original transfer slips from the banking division of I.G. Farben and other firms listed on page 110 to the Delbruck Schickler Bank in Berlin, informing the bank of the transfer of funds from Dresdner Bank, and other banks, to their Nationale Treuhand (National Trusteeship) account. This account was disbursed by Rudolf Hess for Nazi Party expenses during the election. Translation of the I.G. Farben transfer slip, selected as a sample, is as follows:25
Translation of I.G, Farben letter of February 27, 1933, advising of transfer of 400,000 Reichsmarks to National Trusteeship account:

I.G. FARBENINDUSTRIE AKTIENGESELLSCHAFT
Bank Department
Firm: Delbruck Schickler & Co.,
BERLIN W.8
Mauerstrasse 63/65, Frankfurt (Main) 20
Our Ref: (Mention in Reply)                                            27 February 1933
B./Goe.

We are informing you herewith that we have authorized the Dresdner Bank in Frankfurt/M., to pay you tomorrow forenoon: RM 400,000 which you will use in favor of the account "NATIONALE TREUHAND" (National Trusteeship).
Respectfully,
I.G. Farbenindustrie Aktiengesellschaft
by Order:
(Signed) SELCK (Signed) BANGERT
By special delivery.26

At this juncture we should take note of the efforts that have been made to direct our attention away from American financiers (and German financiers connected with American-affiliated companies) who were, involved with the funding of Hitler. Usually the blame for financing Hitler has been exclusively placed upon Fritz Thyssen or Emil Kirdorf. In the case of Thyssen this blame was widely circulated in a book allegedly authored by Thyssen in the middle of World War II but later repudiated by him.27 Why Thyssen would want to admit such actions before the defeat of Naziism is unexplained.
Emil Kirdorf, who died in 1937, was always proud of his association with the rise of Naziism. The attempt to limit Hitler financing to Thyssen and Kirdorf extended into the Nuremburg trials in 1946, and was challenged only by the Soviet delegate. Even the Soviet delegate was unwilling to produce evidence of American associations; this is not surprising because the Soviet Union depends on the goodwill of these same financiers to transfer much needed advanced Western technology to the U.S.S.R.
At Nuremburg, statements were made and allowed to go unchallenged which were directly contrary to the known direct evidence presented above. For example, Buecher, Director General of German General Electric, was absolved from sympathy for Hitler:

Thyssen has confessed his error like a man and has courageously paid a heavy penalty for it. On the other side stand men like Reusch of the Gutehoffnungshuette, Karl Bosch, the late chairman of the I.G. Farben Aufsichtsrat, who would very likely have come to a sad end, had he not died in time. Their feelings were shared by the deputy chairman of the Aufsichtsrat of Kalle. The Siemens and AEG companies which, next to I.G. Farben, were the most powerful German concerns, and they were determined opponents of national socialism.

I know that this unfriendly attitude on the part of the Siemens concern to the Nazis resulted in the firm receiving rather rough treatment. The Director General of the AEG (Allgemeine Elektrizitats Gesellschaft), Geheimrat Buecher, whom I knew from my stay in the colonies, was anything but a Nazi. I can assure General Taylor that it is certainly wrong to assert that the leading industrialists as such favored Hitler before his seizure of power.28
Yet on page 56 of this book we reproduce a document originating with General Electric, transferring General Electric funds to the National Trusteeship account controlled by Rudolf Hess on behalf of Hitler and used in the 1933 elections.
Similarly, von Schnitzler, who was present at the February 1933 meeting on behalf of I.G. Farben, denied I.G. Farben's contributions to the 1933 Nationale Treuhand:

I never heard again of the whole matter [that of financing Hitler], but I believe that either the buro of Goering or Schacht or the Reichsverband der Deutschen Industrie had asked the of fice of Bosch or Schmitz for payment of IG's share in the elec tion fund. As I did not take the matter up again I not even at that time knew whether and which amount had been paid by the IG. According to the volume of the IG, I should estimate IG's share being something like 10 percent of the election fund, but as far as I know there is no evidence that I.G. Farben participated in the payments.29
As we have seen, the evidence is incontrovertible regarding political cash contributions to Hitler at the crucial point of the takeover of power in Germany — and Hitler's earlier speech to the industrialists clearly revealed that a coercive takeover was the premeditated intent.
We know exactly who contributed, how much, and through what channels. It is notable that the largest contributors — I.G. Farben, German General Electric (and its affiliated company Osram), and Thyssen — were affiliated with Wall Street financiers. These Wall Street financiers were at the heart of the financial elite and they were prominent in contemporary American politics. Gerard Swope of General Electric was author of Roosevelt's New Deal, Teagle was one of NRA's top administrators, Paul Warburg and his associates at American I.G. Farben were Roosevelt advisors. It is perhaps not an extraordinary coincidence that Roosevelt's New Deal — called a "fascist measure" by Herbert Hoover — should have so closely resembled Hitler's program for Germany, and that both Hitler and Roosevelt took power in the same month of the same year — March 1933.

Footnotes:
1The American Historical Review, Volume LC, NO. 4, July. 1955. p, 830.
2Ibid, fn. (2).
3Elimination of German Resources, p. 648. The Albert Voegler mentioned in the Kilgore Committee list of early Hitler supporters was the German representative on the Dawes Plan Commission. Owen Young of General Electric (see Chapter Three) was a U.S. representative for the Dawes Plan and formulated its successor, the Young Plan.
4Antony C. Sutton, Wall Street and the Bolshevik Revolution, op. cit,
5Preussiche Zettung, January 3, 1937.
6See p. 116.
7Glyn Roberts, The Most Powerful Man in the World, (New York: Covicl, Friede, 1938), p. 305.
8Ibid., p. 313.
9Ibid., p. 322.
10See Chambre des Deputes — Debats, February 11, 1932, pp. 496-500.
11U.S. Group Control Council (Germany0 Office of the Director of Intelligence, Field Information Agency, Technical). Intelligence Report No. EF/ME/1,4 September 1945. "Examination of Dr. Fritz Thyssen," p, 13, Hereafter cited as Examination of Dr. Fritz Thyssen.
12The Bank was known in Germany as Bank fur Handel und Schiff.
13Examination of Dr. Fritz Thyssen.
14Fritz Thyssen, I Paid Hitler, (New York: Farrar & Rinehart, Inc., 1941). p. 159.
15Taken from Bankers Directory, !932 edition, p, 2557 and Poors, Directory of Directors. J.L. Guinter and Knight Woolley were also directors.
16See Antony C. Sutton, Wall Street and the Bolshevik Revolution, op. cit.
17National Cyclopaedia, Volume G, page 16.
18For a description of these ventures, based on State Department files, see An, tony C. Sutton, Western Technology and Soviet Economic Development, Volume 1, op. cit.
19See Antony C. Sutton, Wall Street and FDR. Chapter Nine, "Swope's Plan," op. cit.
20See Elimination of German Resources, pp. 728-30.
21For yet other connections between the Union Banking Corp, and German enterprises, see Ibid., pp. 728-30.
22See Chapter Ten.
23NMT, Volume VII, p. 555.
24Josiah E. Dubois, Jr., Generals in Grey Suits op. cit., p. 323.
25Original reproduced on page 64.
26NMT, Volume VII, p. 565. See p. 64 for photograph of original document.
27Fritz Thyssen, I Paid Hitler, (New York: Toronto: Farrat & Rinehart, Inc., 1941).
28NMT, Volume VI, pp. 1169-1170.
29NMT, Volume VII, p. 565.
 
WALL STREET AND
THE RISE OF HITLER


By
Antony C. Sutton
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http://www.reformed-theology.org/html/books/wall_street/chapter_07.htm
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