A Internacional

__ dementesim . . Do rio que tudo arrasta se diz que é violento Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem. . _____ . Quem luta pelo comunismo Deve saber lutar e não lutar, Dizer a verdade e não dizer a verdade, Prestar serviços e recusar serviços, Ter fé e não ter fé, Expor-se ao perigo e evitá-lo, Ser reconhecido e não ser reconhecido. Quem luta pelo comunismo . . Só tem uma verdade: A de lutar pelo comunismo. . . Bertold Brecht
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segunda-feira, novembro 15, 2010

Ricos ganham milhões livres de impostos


Miguel A. Lopes/Lusa
O ministro das Finanças e José Sócrates criticaram o pagamento de dividendos extraordinários durante 2010

Dividendos: Accionistas de empresas com menos de 10% são penalizados

Ricos ganham milhões livres de impostos

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Mudanças na tributação propostas no Orçamento para 2011 deixam de fora os principais milionários da Bolsa portuguesa. 
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  • 0h30 - Correio da Manhã - 2010.11.15
Por:Miguel Alexandre Ganhão/Pedro H. Gonçalves/J.S.
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O Estado vais mudar as regras da tributação dos dividendos distribuídos pelas empresas em Bolsa. Ao exigir o pagamento de impostos aos accionistas que tenham menos de 10% do capital, o Governo vai deixar fugir 818 milhões de euros sem receber um único cêntimo. Se somarmos os dividendos pagos em 2010 aos projectados para 2011, são mais de 1,6 mil milhões de euros gerados no mercado português de capitais que não pagam impostos.
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A polémica sobre esta questão foi aberta pelo ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, que acusou a Portugal Telecom (PT) de estar a fugir aos impostos por querer pagar o dividendo extraordinário de um euro por acção em 2010 e não em 2011, altura em que, com a aprovação do Orçamento do Estado, entra em vigor o novo regime fiscal sobre os dividendos, que obriga a uma retenção de 21,5% e ao pagamento de uma taxa final de IRC de 29% sobre os montantes recebidos.
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O CM fez as contas a algumas empresas do PSI 20, tendo por base as informações divulgadas à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) e as previsões realizadas pela agência Bloomberg, e chegou à conclusão de que as novas regras deixam de fora os principais milionários da Bolsa portuguesa.
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É o caso de Américo Amorim. O homem mais rico de Portugal, com um património da ordem dos 2,2 mil milhões de euros, vai receber em 2011, por 33,3% da Galp, 38,7 milhões de euros em dividendos isentos de impostos. Se somarmos a este valor os dividendos a pagar este ano, temos um total de 93,9 milhões de euros sem tributação.
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Outro dos beneficiados é Belmiro de Azevedo. O patrão da Sonae é o maior accionista da empresa (53,1%), através da sua holding pessoal, a Efanor Investimentos, e vai receber em 2011, de acordo com as previsões da Bloomberg, 35,5 milhões de euros sem o pagamento de impostos.

.Mas não são só os investidores nacionais que estão fora do pagamento ao Fisco no que se refere à distribuição de dividendos. O presidente angolano, José Eduardo dos Santos, deverá receber 5,1 milhões de euros correspondentes à participação que a Sonangol tem no Millennium BCP. Na mesma situação encontra-se a sua filha, Isabel dos Santos, que através da Kento Holding tem uma participação de 10% na Zon. Basta Isabel dos Santos comprar mais uma acção para que os 4,9 milhões de euros de dividendos que deverá receber estejam isentos do pagamento de impostos. 
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"REDUZ TAXA DE NATALIDADE"
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Gregório e Teresa Cardoso, residentes em Lisboa, perderam este mês os 11 euros mensais referentes ao abono de família do filho Tiago, que integrava o 5º escalão. 
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Com um rendimento anual de quarenta mil euros, a família entende que a medida "só vai criar mais dificuldades às famílias". "Sou funcionária da Segurança Social, e perante a experiência do meu trabalho sei do que estou a falar", referiu Teresa Cardoso.
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Por sua vez, o marido, Gregório, não tem "dúvidas de que o corte do abono irá reduzir a taxa de natalidade. Numa solução que é má para o futuro", refere. 
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segunda-feira, setembro 06, 2010

Portugal - 600 mil desempregado dos quais 126 mil sem trabalho há mais de dois anos

Paulo Marcelino
Ir ao Centro de Emprego é uma rotina para cerca de 600 mil portugueses
Emprego

126 mil sem trabalho há mais de dois anos

Com cerca de seiscentos mil desempregados no País, há cada vez mais portugueses que estão anos a fio à procura de trabalho. Numa década, esse valor duplicou, revela o Eurostat
  • 0h30 2010 09 06
Por:Pedro H. Gonçalves/J.C.M.
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O número de desempregados de muito longa duração duplicou em pouco mais de uma década. Segundo os números disponíveis no Eurostat, em 1998, havia 60 mil portugueses sem trabalho há mais de dois anos. Esse valor disparou para os 126 mil em 2009.
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Segundo o gabinete de estatística europeu, é o valor mais elevado da década, com as mulheres a serem mais afectadas. Contudo, há condições para que este valor seja ultrapassado este ano.
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A inexistência de empregos leva a que os portugueses sem trabalho se prolonguem nesta situação por vários anos. Os números do Instituto Nacional de Estatística (INE) só revelam quem não tem emprego há mais de um ano: 326 mil em Julho de 2010. Mas como os números mostram, a tendência é de que cerca de metade desse total já esteja sem trabalhar há mais de dois anos. 
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Os dados do Eurostat apontam para essa realidade. O ano passado, 44,2% de todos os portugueses sem trabalho estavam nessa situação há mais de um ano. Para os economistas, esta realidade justifica--se com a falta de crescimento da economia. "É preciso um crescimento de dois por cento para haver trabalho. Como estamos longe disso, temos um número recorde de desempregados de longa duração", explica o professor de Finanças do ISEG, João Cantiga Esteves.
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O Presidente da República, Cavaco Silva, alertou ontem para o problema do desemprego no País, salientando que, em 2010, 55% dos desempregados estão nessa situação há mais de um ano, confirmando os números divulgados pelo Correio da Manhã.
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Muitos, como o CM já noticiou, ficam no desemprego à espera do momento de pedir a reforma antecipada, aceitando um corte na pensão para receberem mais do que o subsídio social de desemprego. A dificuldade em encontrar um emprego é reforçada pelo facto de a taxa de oferta de trabalho ser uma das mais baixas da UE. No primeiro trimestre de 2010, a taxa de empregos vagos não ia além dos 0,4%. 
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VALORES VÃO SUBIR DEPOIS DO VERÃO
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Existem 590 mil desempregados no País, segundo os últimos números do Instituto Nacional de Estatística (INE), que dão uma taxa de desemprego de 10,6 % em Julho. 
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O Eurostat aponta para uma taxa de 10,8 %. No Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), estavam inscritos no mesmo mês 548 mil pessoas à procura de trabalho.
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Apesar de o Governo garantir que a única referência oficial é a do INE, os especialistas apontam para uma taxa de desemprego real de 13%, mais de 700 mil pessoas, por causa do subemprego e dos que já desistiram de procurar trabalho.
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Os especialistas são também unânimes em prever que a partir de Outubro o desemprego volte a bater máximos históricos, perdido o efeito provocado pelos empregos sazonais de Verão e pela falta de investimento público. 
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MULHERES SÃO AS MAIS AFECTADAS
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A maioria dos desempregados de longa duração tem baixas qualificações e uma idade em que é mais complicado conseguir um novo emprego, a partir dos quarenta. A experiência laboral é, por isso, também de empregos pouco qualificados e precários, com a oferta – mais jovem – a superar a procura.
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As mulheres são mais afectadas por esta situação, uma vez que são o sexo que mais sofre com a falta de trabalho. A taxa de desemprego de longa duração duplicou no espaço de uma década, revela o Eurostat.
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O próprio secretário de Estado do Emprego, Valter Lemos, admitiu que o desemprego de longa duração continua a registar taxas de crescimento elevadas, reconhecendo que se trata da área "mais difícil" de recuperação do mercado de trabalho, a comentar os números do INE em Agosto último. 
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sábado, julho 31, 2010

Trabalho: Taxa de desemprego em Portugal fixou-se nos 10,8 por cento

Luís Duarte
Jovens continuam a não conseguir um emprego



Trabalho: Taxa de desemprego em Portugal fixou-se nos 10,8 por cento

Dois em dez jovens no desemprego

Desemprego no País recua uma décima, mas continua em máximos históricos. Portugueses com menos de 25 anos são os mais afectados.
  • 0h30 Correio da Manhã 2010 07 31
Por:Pedro H. Gonçalves
Portugal continua com uma taxa de desemprego acima da média da União Europeia e, entre os jovens, o cenário continua negro. Dois em cada dez portugueses com menos de 25 anos não tem trabalho.
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Os números do Eurostat ontem revelados apontam para uma taxa de desemprego em Portugal, em Junho, de 10,8 por cento, uma diminuição aplaudida pelo Governo de 0,1 por cento face ao mês anterior. Mas em termos homólogos, ou seja, no mesmo mês de 2009, os dados revelam uma subida da taxa de desemprego de 9,7 para 10,8 por cento. A média da UE a 27 fixa-se nos 9,6 por cento.

Os jovens continuam a ser os mais castigados com a falta de emprego. A taxa fixou-se nos 21,5 por cento no mês de Junho. Apesar de ser um recuo de quatro décimas face a Maio, o Eurostat revela que, em Junho de 2009, a taxa de desemprego entre os jovens era mais baixa: 19,6 por cento. A tendência revelada pelos números do Instituto Nacional de Estatística mostra que há cada vez mais jovens licenciados no desemprego.
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Para o líder do PSD, Pedro Passos Coelho, 'a questão do desemprego não traz muita novidade. Como sabe, o desemprego tem efeitos sazonais que são perfeitamente antecipáveis. Nós sabemos que, durante o Verão, o desemprego tende sempre a ser mais baixo e o emprego sazonal a ser um pouco mais elevado'.
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Para o PCP, o emprego temporário de Verão é a causa para esta 'descida insignificante' na taxa de desemprego do País.
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'BOA NOTÍCIA', DIZ O GOVERNO
O secretário de Estado do Emprego, Valter Lemos, considerou ontem que a inversão da tendência da taxa de desemprego é uma 'boa notícia' para Portugal. 
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'Naturalmente, ainda continuamos com taxas de desemprego elevadas, mas, neste caso, o sentido da tendência é o que importa referir', disse o secretário de Estado. O recuo de 0,1 por cento dá 'bons sinais' ao País, porque Portugal 'deixa, assim, de estar a subir para estar a descer' em termos de desemprego estimado pelo Eurostat. 
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Banca: Financiamento difícil


Empresas sem crédito

Os bancos endureceram os critérios para emprestar a famílias e empresas no segundo trimestre do ano e antecipam que as exigências voltem a aumentar durante o terceiro trimestre, de acordo com o Banco de Portugal.
  • 29 Julho 2010 - Correio da Manhã
Por:Pedro H. Gonçalves
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Segundo o inquérito a cinco grupos bancários portugueses sobre o mercado de crédito, realizado em Julho, a Banca justifica-se com "a deterioração das condições de acesso ao financiamento de mercado, o aumento do custo de capital e, em menor grau, a deterioração dos riscos apercebidos por parte dos bancos". Na prática, a alteração dos critérios traduziu-se, explica o banco central, "num aumento dos spreads aplicados, especialmente nos empréstimos de maior risco, bem como no aumento da exigência das outras condições contratuais". Em termos de procura, a crise também está a ter os seus efeitos: os portugueses pediram menos dinheiro emprestado, quer para comprar casa quer para financiar o consumo. A influenciar esta quebra estiveram as "perspectivas relativas ao mercado da habitação" e, ainda, a queda da confiança entre os consumidores.
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Portugal foi autorizado pela Comissão Europeia a prolongar as ajudas à Banca até ao final do ano, exactamente para facilitar o acesso ao crédito das famílias e empresas.
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sexta-feira, julho 30, 2010

Resultados: Bancos privados lucraram até junho 792,1 milhões


Banca paga 4,3% em impostos

Os quatro maiores bancos privados portugueses tiveram um lucro combinado de 792,1 milhões de euros na primeira metade de 2010. É um lucro de 4,35 milhões de euros por dia, que contrasta com o valor dos impostos pagos aos cofres do Estado.
  • 0h30 - 2010.07.30 Correio da Manhã
Por:Pedro H. Gonçalves
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Com a revelação ontem dos resultados do Santander Totta, cujos lucros desceram 11% para 247 milhões de euros no primeiro semestre do ano, face ao período homólogo, percebe-se que o banco de Nuno Amado, ao lado do BCP, BES e BPI, apesar dos 792,1 milhões de euros de lucro, pagaram em impostos 98,6 milhões de euros.
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Se olharmos apenas para o ano de 2009, a Banca, na sua totalidade, teve lucros de 1725 milhões de euros mas pagou 74 milhões em impostos sobre esse resultado líquido. É uma taxa efectiva de 4,3 por cento sobre os lucros. Isto, porque vários milhões devidos ao Estado são diferidos, ou seja, podem ser "recuperados no futuro se forem gerados lucros suficientes", o que tem acontecido.
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Faltando os resultados da Caixa Geral de Depósitos, é o BES, de Ricardo Salgado, que lidera o ranking dos lucros, com 282,2 milhões de euros, seguido do Santander Totta e do BCP. A instituição liderada por Fernando Ulrich, BPI, ocupa o quarto lugar.
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Mais ricos do País têm 9% do PIB

Milionários: Américo Amorim tem a maior fortuna


Os mais ricos de Portugal sofreram com a crise, mas o património combinado das 25 maiores fortunas do País representa 9 por cento do produto interno bruto (PIB). São 14,7 mil milhões de euros repartidos por alguns milionários.
  • 29 Julho 2010 - Correio da Manhã
Por:Pedro H. Gonçalves
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O império da cortiça e a participações na Galp concedem a Américo Amorim o título do homem mais rico do País, pelo terceiro ano consecutivo. O empresário tem uma fortuna avaliada em 2,2 mil milhões de euros.
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O segundo lugar é ocupado pelo patrão do império Sonae, Belmiro de Azevedo. A crise económica tem tido o seu impacto nos negócios do empresário, que tinha em 2007 uma fortuna de três mil milhões de euros. Agora, tem menos: cerca de 1,3 mil milhões de euros.
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A família mais rica do País, os Guimarães de Mello, têm um património avaliado em 1017 milhões de euros. Para além de Vasco de Mello, que lidera a Brisa, os membros da família controlam a José de Mello e detêm participações na EDP. Os parentes da família Cunha José de Mello estão em oitavo lugar, com 605 milhões de euros. A fortuna dos dois lados da família teve origem no império CUF.
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O homem-forte da Jerónimo Martins falha o pódio, mas no quarto lugar tem motivos para sorrir. Alexandre Soares dos Santos viu a fortuna crescer mais de 52 por cento, para 1015 milhões de euros em apenas um ano.
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Joe Berardo e Teresa e Paula Roque, filhas do Horácio Roque, fundador do Banif, encerram a lista dos dez mais ricos de Portugal. Apesar dos milhares de milhões de euros que as pessoas da lista da revista ‘Exame’ têm, essa fortuna sofreu uma quebra.
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Os 25 milionários da lista têm hoje menos 800 milhões de euros para gastar do que há um ano. 
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  • Comentário feito por:JAIME JORGE PEREIRA
  • 29 Julho 2010
È BOM QUE GANHEM MUITO,PARA AUMENTAREM OS ORDENADOS,E AS OUTRAS ENTIDADES PATRONAIS EM PORTUGAL QUE AUMENTEM TAMBÉM, PARA HAVER MENOS POBRES E MAIS CLASSE MÉDIA PORQUE SÃO ESSES QUE VÃO COMPRAR ÀS VOSSAS SUPERFICIES.
  • Comentário feito por: Anónimo
  • 29 Julho 2010
se ele fizer como a sonae que nao paga as feria as pessoas
  • Comentário feito por: Anónimo
  • 29 Julho 2010
por isso que eu despedi todos os funcionários e pus-me a milhas. eles reclamavam de barriga cheia. hoje davam tudo para ter o emprego de volta...
  • Comentário feito por:Danny
  • 29 Julho 2010
Só lamento não estar entre os 25.
  • Comentário feito por:Glória
  • 29 Julho 2010
São ricos mas é À conta da miséria dos outros, essa é que é a realidade. Qualquer dia em Portugal só há a classe rica e a pobre. Não pensem estes Senhores que é bom para eles, quem é que depois vai ao modelo/continente?!


    • Comentário feito por:portuense do sul
    • 29 Julho 2010
    Mais os milhões nas off-shores.Também ficava multimilinário se pagasse mal aos m/ trabalhadores os explorasse nos horários, pagasse aos meus fornecedores aos 90 e 180 dias,especulasse em bolsa e me encostasse ao Estado
    • Comentário feito por:alcides
    • 29 Julho 2010
    pudera com as golpadas que fazem so da nisso .e pelos baixos salarios que pagam aos trabalhadores.
  • Comentário feito por:baptista
  • 29 Julho 2010
O melhor será eles tomarem conta do governo de portugal a ver se isto se endireita
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quinta-feira, abril 22, 2010

FMI diz que Portugal e Grécia não representam risco ou de contradição em contradição

 
Arquivo do CM  FMI não está preocupado com as finanças públicas de Portugal e 
Grécia 
FMI não está preocupado com as finanças públicas de Portugal e Grécia
Correio da Manhã - 21 Abril 2010 - 17h55

Zona Euro depende da economia mundial

De acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) a crise nas finanças públicas de Portugal e Grécia não representa um risco significativo para a Zona Euro, que depende muito mais da economia mundial.

Em resposta à agência Lusa, Jörg Decressin, director associado do FMI, afirmou que o “destino da Europa vai estar muito mais ligado ao que acontecer no resto do mundo do que o que acontecer na Grécia e em Portugal”.
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Jörg Decressin considerou que os dois países em questão devem realizar significativos ajustes orçamentais e que devem redireccionar o seu crescimento para a procura externa. Soluções que o mesmo garante que os dois países já estão a desenvolver
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Correio da Manhã - 21 Abril 2010 - 14h17

Avanço de apenas 0,3%

FMI revê em forte baixa crescimento português

O Fundo Monetário Internacional (FMI) fez esta quarta-feira uma revisão em baixa dos níveis de crescimento de Portugal em 2010.

Com menos de duas décimas face ao valor de Janeiro, espera-se agora uma subida de apenas 0,3 por cento, abaixo dos valores do Banco de Portugal (0,4%) e do Governo (0,7%).
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Com este valor, Portugal volta a distanciar-se da média da Zona Euro, tendência que se deve estender pelo próximo ano.
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no ano passado porque a economia portuguesa teve um desempenho menos mau (caiu 2,7%) do que a união monetária no seu todo (-4,1%). 
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O pior valor volta a ser o da Grécia que deverá ter uma recessão de 2% este ano, tal como em 2009. Em recessão ficará ainda a Irlanda, que encolherá em 2010 1,5%, a Espanha com um recuo de 0,4% e o Chipre, de 0,7%.
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Agência Lusa  Cavaco Silva não acredita que o País chegue à bancarrota 
Cavaco Silva não acredita que o País chegue à bancarrota
Correio da Manhã - 20 Abril 2010 - 18h00

Mercados agitados

Cavaco não acredita que cheguemos à bancarrota

O Presidente da República rejeita a hipótese de Portugal entrar em falência e não compreende as comparações feitas entre a situação económica da Grécia e de Portugal. A tomada de posição surge numa altura em que o risco de Portugal perturbar a Zona Euro duplicou.

“Não acredito que se chegue a uma situação de bancarrota, isso é qualquer coisa que nem nos deve passar pela cabeça. Era preciso que cometêssemos muitos, muitos erros. Não podemos comparar Portugal, nem com a Grécia nem com a Islândia, nem tão-pouco com a Irlanda. A nossa situação é mais favorável do que estes países”, afirmou hoje Cavaco Silva. “O tempo que corre é um tempo que exige sacrifícios dos portugueses mas penso que se tivermos o rumo certo nós havemos de vencer”, acrescentou o Chefe de Estado.
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Depois de uma semana com economistas a defenderem o estado de pré-falência de Portugal, o risco do País perturbar a Zona Euro mais do que duplicou, estando atrás apenas da Grécia.  Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), se houver uma perturbação  de dívida na Zona Euro,  Portugal deve contribuir com 18% para esse evento. Há um ano esse risco era de 7,7 %.  O FMI ressalva contudo que a Grécia é um “caso especial” que não pode ser comparado com Portugal ou Espanha.



Pedro H. Gonçalves



R.P.V.



 
d.r.  Teixeira dos Santos é o rosto da estratégia do Governo para fazer 
face ao elevado défice 
Teixeira dos Santos é o rosto da estratégia do Governo para fazer face ao elevado défice
Correio da Manhã - 19 Abril 2010 - 15h31

Dívida pública


Vários especialistas internacionais já o disseram e esta segunda-feira também o economista chefe da Ignis, empresa britânica de gestão de activos, diz que a dívida pública de Portugal será a maior fonte de preocupações da Zona Euro nos próximos meses.

Stuart Thompson diz que os mercados ainda levarão alguns dias para “digerir” o plano de apoio à Grécia (da União Europeia e do FMI), masque depois irão centrar a sua atenção em Portugal e na Espanha. 
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Em entrevista ao site britânico ‘Citywire’,  Stuart Thompson  diz que depois da Grécia “mais problemas se seguirão no futuro para Portugal e Espanha”, explicando que “a Grécia foi o país mais fraco em termos de défice orçamental, mas se escavarmos um pouco mais, Portugal fica exposto”, isto porque acreditam que, depois de finalizado o plano de apoio à Grécia, Portugal será o próximo da lista. 
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Já este domingo o editor de economia do ‘Daily Telegraph’, num artigo de opinião, escrevia que Portugal coloca maior risco à Zona Euro do que a Grécia. 
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sábado, janeiro 02, 2010

Habitação: Queda nos juros

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Correio da Manhã -
Jorge Paula  A descida da taxa de juro à habitação aliviou os orçamentos familiares 
A descida da taxa de juro à habitação aliviou os orçamentos familiares
31 Dezembro 2009 - 00h30

Habitação: Queda nos juros

Prestação desceu 113 €

A valor da prestação da casa caiu 113 euros em Novembro face ao valor de Dezembro de 2008.
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Segundo os números divulgados ontem pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), nos contratos celebrados nos últimos três meses a taxa de juro recuou para 2,164%, a acompanhar a queda da taxa Euribor, que começou um processo de redução significativa em Novembro do ano passado. Uma descida que tem permitido um alívio nos orçamentos familiares de quem contraiu um empréstimo para comprar casa, mas que tem os dias contados em 2010.
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Dado os sinais de retoma, os analistas estimam que o Banco Central Europeu, su-ba a taxa de referência para os 1,25% a partir do segundo semestre.
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A taxa Euribor tende a antecipar-se a estas mexidas, pelo que tudo indica subirá bastante mais cedo.



Pedro H. Gonçalves.
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quarta-feira, julho 01, 2009

Bancos triplicam margem de lucro

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Bruno Colaço Para Leonor Coutinho, responsável da Sefin, mais preocupante do que a subida dos spreads é a previsão a curto prazo das Euribor

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Pedro H. Gonçalves

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Para Leonor Coutinho, responsável da Sefin, mais preocupante do que a subida dos spreads é a previsão a curto prazo das Euribor
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Novos créditos à habitação

Banca triplica spreads

As taxas de juro implícitas no crédito à habitação estão em queda há cinco meses, mas os portugueses não notam diferenças porque a Banca está a aumentar os spreads. Os bancos triplicam a sua margem de lucro nos novos empréstimos para compensar.

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Para João Fernandes, da DECO, há uma tendência generalizada dos bancos a operar em Portugal para subir os spreads. 'É um facto. Sempre que pode, a Banca sobe os spreads', refere o economista, salientando que quem tenta agora contrair um empréstimo à habitação será confrontado pelo banco com opções de spread bastante acima da média de quem já tem um contrato. Isto porque créditos já definidos não podem sofrer alterações no spread, que é a margem de lucro da Banca.

Ao que o CM apurou, os aumentos dos spreads praticados pela Banca nestes contratos chegam a ser três vezes mais elevados do que quando comparados com os valores dos contratos já celebrados. Um efeito triplicador que se faz sentir desde o início do ano. Até nas campanhas promocionais se nota este aumento. A Caja Duero oferecia um spread de 0% no primeiro ano para clientes com menos de quarenta e um anos. No último mês esse valor passou para 0,33%.

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A quebra nas taxas Euribor permitiu um corte médio na prestação mensal do empréstimo de 150 euros. Em tempos de crise financeira a Banca tem optado por recuperar o dinheiro nos spreads dos novos contratos.

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Isabel Coutinho critica esta prática dos bancos de compensarem a descida das taxas de juro, explicando as situações em que a situação se verifica. 'Quando alguém tenta renegociar o crédito, alargar o prazo ou outro ponto em concreto, os bancos aproveitam sempre para mexer no spread', refere a deputada do PS e dirigente da Sefin (Associação Portuguesa de Consumidores e Utilizadores de Produtos e Serviços Financeiros). Para Leonor Coutinho se o contrato é o mesmo, não pode haver aumento do spread. 'É uma questão de litígio.'

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TAXAS DE JURO EM QUEDA HÁ CINCO MESES

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A taxa de juro implícita dos contratos de crédito à habitação em Portugal caiu em Maio pelo quinto mês consecutivo para o valor médio de 3,616%, revela o Instituto Nacional de Estatística (INE).

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Em Maio, a taxa de juro implícita no crédito à habitação foi de menos 0,502 pontos percentuais do que no mês anterior. Trata-se da quinta quebra consecutiva dos juros na habitação, que estão agora em níveis próximos dos do final de 2005. Desde o início do ano, os juros na habitação já desceram 2,361%. Esta queda é o reflexo da evolução das taxas Euribor, que estão a descer desde meados de Outubro.

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Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a prestação baixou 25 euros face a Abril, tendo uma redução acumulada nos últimos cinco meses de 167 euros. Já nos contratos celebrados nos últimos seis meses, o valor médio da prestação baixou 28 euros e nos contratos a 12 meses baixou 23 euros em Maio face a Abril. Como se verifica, a queda dos juros aconteceu nos contratos celebrados nos últimos três, seis e 12 meses

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O valor médio da dívida nos contratos de crédito à habitação celebrados nos últimos três meses foi de 87 779 euros, mais 258 do que o observado no período anterior. Mas, apenas em Maio, segundo o INE, 'o valor médio do capital em dívida no total dos contratos de crédito à habitação em vigor foi de 55 167 euros, mais 11 euros do que no mês anterior'.

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BANQUEIROS JUSTIFICAM COM RISCO

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Não é possível aos bancos manterem os spreads que praticavam antes da crise, quando os custos de financiamento da Banca estão tão elevados.' A declaração foi repetida pelos responsáveis dos maiores bancos portugueses presentes numa conferência sobre a Banca que decorreu este mês.

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Partilhando da ideia de Ricardo Salgado, do BES, de que 'o tempo do dinheiro fácil acabou', Armando Vara, vice-presidente da Caixa Geral de Depósitos explicou que a subida dos spreads se deve à turbulência dos mercados. 'É incontornável: risco mais elevado é preço mais elevado', referiu o gestor.

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ESCOLHAS DA DECO

CRÉDITO À HABITAÇÃO, EMPRÉSTIMO A 20 ANOS (Indexado à Euribor a 6 meses)

FINANCIAMENTO

BANCO

SPREAD (%)

TAXA ANUAL EFECTIVA (%)

Mais de 90%

BBVA

1,80

3,15-3,24

Mais de 90%

Santander Totta

1,85-2,30

3.44-4,07

Entre 80 e 90%

DECO/Caixa Galicia

0,75

2,22-2,27

Entre 80 e 90%

BBVA

1,5

2,84-2,93

Entre 80 e 90%

Banif

1,50-2,00

3,06-3,72

Entre 80 e 90%

Santander Totta

1,50-2,05

3,08-3,81

Até 80% (Entre 75 mil e 150 mil euros)

DECO/Caixa Galicia

0,45

1,94

Até 80% (Entre 75 mil e 150 mil euros)

Caixa Galicia (Internet)

0,45

2,02-2,03

Até 80% (Entre 75 mil e 150 mil euros)

BBVA

0,95-1,50

2,28-2,86

Até 80% (Entre 75 mil e 150 mil euros)

Caixa Galicia

0,75-0,80

2,33-2,38

Até 80% (Entre 75 mil e 150 mil euros)

Banif

0,85-1,35

2,40-2,93

Fonte: Dinheiro & Direitos, Julho/Agosto 2009 - DECO

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SAIBA MAIS

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EURIBOR

As taxas Euribor, que servem de referência aos empréstimos interbancários, estão em queda desde meados de Outubro.

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1.745

milhões de euros é o valor do crédito de cobrança duvidosa nos empréstimos concedidos para a compra de habitação.

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AVALIAÇÃO

O valor médio da avaliação bancária da habitação caiu 5,8 por cento no primeiro trimestre deste ano, devido à subida do malparado.

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POUPANÇAS DAS FAMÍLIAS SOBEM

As poupanças das famílias portuguesas cresceram no primeiro trimestre de 2009. Este aumento deve-se a uma forte redução no consumo, refere o INE.

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in Correio da Manhã - 30 Junho 2009 - 02h03

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» COMENTÁRIOS no CM on line
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01 Julho 2009 - 12h44 | Carlos Tuga
VERGONHA!!!
01 Julho 2009 - 12h42 | Observador
Com tantos ilulinados na economia,só conseguimos criar ladrões com ordenados "pornográficos", tal é a ganancia que têm.
01 Julho 2009 - 12h40 | Observador
Se este (Des)Governo fosse governar para o deserto teria de importar areia.E os outros?Politicos fallados.
01 Julho 2009 - 12h38 | Observador
Além daquele que está preso preventivamente, já viram algum banqueiro preso por USURA?Estamos na república das bananas.
01 Julho 2009 - 12h36 | Observador
Não acreditem que os própximos governantes vão por fim à USURA!Tudo terá de começar pelo protesto dos eleitores vontando
01 Julho 2009 - 12h36 | Observador
Não acreditem que os própximos governantes vão por fim à USURA!Tudo terá de começar pelo protesto dos eleitores vontando
01 Julho 2009 - 12h32 | Observador
USURA!É o que se chama a isto.Vivemos num país sem rei nem roque.O (Des)Governo é o único culpado.Há que castigá-lo.
01 Julho 2009 - 11h43 | jose
é preciso aumentar os spreads, pois no final do ano há distribuição dos lucros pelos gestores
30 Junho 2009 - 19h15 | palmad
por muito que tente, não consigo entender os comentários aqui deixados. Não é isto que querem? PF. votem PS em 27.09.!!!
30 Junho 2009 - 17h34 | Gabriela
Chegou a hora de actuarmos!Pouco ou muito vamos começar a deixar debaixo do colchão! Eles vão viver de quê? FORÇA GENTE
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30 Junho 2009 - 17h08 | tio dei
Que culpa tem ? A mercadoria a venda lá e o dinheiro. Quem faz as leis é que tem a culpa. No mínimo: Usura !!
30 Junho 2009 - 14h45 | José Mendonçca
...É fartar vilanagem...!!!...Mas não há problema....Alguns destes lucros irão parar aos cofres do PS e do PSD.....
30 Junho 2009 - 14h30 | JAIME JORGE PEREIRA (CASTANHEIRA DO RIBATEJO)
MAS,QUE PALHAÇADA È ESTA?AINDA NÃO TÊM EMENDA?QUEREM MAIS?TENHAM VERGONHA.VOÇÊS AINDA FAZEM POUCO DA CRISE.
30 Junho 2009 - 14h19 | Rosa Ramos
Como se vêm tantos casos aqui vale tudose não pagas a pretação no mês seguinte são mais 40€ de juros e esta????
30 Junho 2009 - 14h00 | AOS
Quando eu, (simples soldado ) com os meus colegas fizemos o 25 Abril, ouvia-se "O Povo é quem Mais Ordena" para quê?
30 Junho 2009 - 13h59 | FILHO DA ESCOLA
Mais uma vez senhor Presidente da Republica,vê porque os PORTUGUÊSES se abstiveram nas eleições.Algueirão
30 Junho 2009 - 13h48 | moimeme
Por 60€ em falta na minha conta do BESCL iam fazer processo para o banco de portugal.É só rir.Viva portugal.Minusculo.
30 Junho 2009 - 13h43 | moimeme
Os bancos é que fazem a crise.Não emprestam aos trabalhadores,e aínda os roubam com os spreads.
30 Junho 2009 - 13h36 | vm
(cont)em manter uma relação de promiscuidade nojenta com os bancos.Nos outros países da europa não se vê essa pouca verg
30 Junho 2009 - 13h36 | sigra92
Cada um tem, o País, os politicos,os empresarios e banqueiros que merece...para grandes males grandes remedios...
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