A Internacional

__ dementesim . . Do rio que tudo arrasta se diz que é violento Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem. . _____ . Quem luta pelo comunismo Deve saber lutar e não lutar, Dizer a verdade e não dizer a verdade, Prestar serviços e recusar serviços, Ter fé e não ter fé, Expor-se ao perigo e evitá-lo, Ser reconhecido e não ser reconhecido. Quem luta pelo comunismo . . Só tem uma verdade: A de lutar pelo comunismo. . . Bertold Brecht
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terça-feira, novembro 16, 2010

Mais de cem mil pessoas são auxiliadas por instituições religiosas, 35 mil das quais pedem para comer.

Terça-feira, 16 de Novembro de 2010 - 23:34

Nuno Fernandes Veiga
Todos os dias saem seis carrinhas, com refeições para 60 idosos, do Centro Paroquial de Barbeita, em Troviscoso, Monção.
Fome

Igreja recebe 70 novos pedidos de ajuda por dia

Mais de cem mil pessoas são auxiliadas por instituições religiosas, 35 mil das quais pedem para comer.
  • 0h30 - Correio da Manhã 2010 11 16

Por:Secundino Cunha/F.P.
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Todos os dias chegam às instituições ligadas à Igreja Católica 70 novos pedidos de ajuda, a maioria dos quais de alimentos e outros bens de primeira necessidade.
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Nesta altura são mais de cem mil as pessoas que, de alguma forma, são auxiliadas pelos organismos ligados à Igreja, com particular destaque para a Cáritas, que já atende, nas suas vinte delegações, 62 mil pessoas. Cerca de 35 mil não têm dinheiro para comer e dependem da Igreja para subsistir.
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De Outubro do ano passado para Outubro deste ano, "o número de pessoas atendidas nos 78 serviços da Cáritas em paróquias de 13 dioceses passou de 5000 para 62 mil", disse Eugénio da Fonseca, presidente da Cáritas Portuguesa, cuja estrutura esteve no último fim-de-semana reunida em Fátima.
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Em muitos dos casos, a Cáritas concede ajudas financeiras, para pagamentos de serviços fundamentais, como água, luz ou renda de casa, medicamentos ou livros escolares, mas na esmagadora maioria das situações a ajuda é a nível de bens alimentares e de vestuário.
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"Os casos que agora mais nos aparecem são os de famílias com dois ou mais créditos, em que um dos cônjuges perde o emprego. O vencimento do que fica a trabalhar dá, no máximo, para as dívidas, e não sobra nada para comer e vestir", disse ao Correio da Manhã José Carlos Dias, presidente da Cáritas Diocesana de Braga.
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Amélia Silva (nome fictício) é uma das pessoas que, uma vez por semana, batem à porta da Cáritas de Braga. É professora, mas não teve colocação, e o marido, designer gráfico, está desempregado. Tem dois filhos, ambos universitários. O mais velho, de 20 anos, interrompeu os estudos e emigrou para a Suíça. A mais nova, de 18 anos, no segundo ano de Engenharia, arranjou um emprego a meio tempo à noite e vai conseguindo pagar as despesas.
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"Isto é mesmo muito difícil. Todos os dias choro, só de pensar que o meu filho teve de abandonar a universidade e emigrar. Nem eu nem o meu marido temos conseguido encontrar saída para isto. Pedir é a coisa mais triste do mundo. Nunca tive tanta vergonha", disse Amélia ao CM.
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E o problema, diz Eugénio da Fonseca, é que "o pior ainda está para vir, uma vez que a taxa de desemprego vai subir e este será de longa duração".
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O presidente da Cáritas Portuguesa refere que o período negro da crise ainda não chegou e recomenda um menor despesismo na sociedade portuguesa e uma luta permanente contra as assimetrias sociais. 
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Uma das provas de que a necessidade é cada vez mais aguda está na procura dos cabazes de Natal que muitas instituições costumam distribuir. No Grupo de Acção Social Cristã da Igreja de S. Francisco, em Barcelos, por exemplo, no ano passado foram distribuídos 300 cabazes de Natal. Este ano alargaram para 500, e as inscrições, abertas há uma semana, já ultrapassam esse número. 
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"JÁ TIVE QUASE TUDO"
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Manuel Cardoso Miranda tem 60 anos, é casado e pai de dois filhos, um de 20 anos e outro de 9. Já foi um dos maiores industriais do têxtil do concelho de Barcelos e hoje, fruto das muitas voltas que a vida deu, viu-se obrigado a pedir ajuda para que nada falte aos filhos.
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"Já tive quase tudo e hoje luto para manter esta casa e criar os meus filhos com dignidade", diz o antigo industrial, sublinhando que "só muita força de vontade" faz com que continue a lutar.
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"A minha mulher ganha o ordenado mínimo, e o meu filho mais velho, que está no 3º ano de Engenharia, em Aveiro, recebia, no ano passado, uma bolsa de 365 euros. Este ano ainda não sei como vai ser. Se lhe cortam a bolsa, não tenho possibilidades de o manter na universidade", diz Manuel Cardoso.
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Durante três anos, este ex-industrial recebeu Rendimento Social de Inserção, que agora lhe foi cortado. Nesse período fez um curso, que durou ano e meio, na área da pastelaria, mas não consegue arranjar emprego.
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"Já bati a dezenas de portas, a ver se conseguia um lugar como ajudante de pasteleiro, mas, talvez devido à minha idade, não tenho conseguido nada", explica Manuel Cardoso, acrescentado que o que lhe vale é não ter dívidas à Banca. Não deve aos bancos, mas tem dívidas a particulares, na ordem dos 25 mil euros. "Vou pagando, mas com muita dificuldade, porque os rendimentos não dão sequer para viver", diz. "Vale a minha mulher, que tem muita força e vontade de lutar, mas já passámos por momentos de desespero. Não há nada pior do que não termos dinheiro para comprar comida para os filhos", refere Manuel Cardoso, que ocupa algum do seu tempo como voluntário, a ajudar na cantina do Grupo Social GASC, em Barcelos. "Hoje vamos empurrando as coisas, comemos muitas vezes só sopa". 
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FAMÍLIA APOIADA PELA CONFERÊNCIA DE SÃO VICENTE DE PAULO
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"Farto-me de trabalhar, mas mesmo assim não dá. Tive que pedir ajuda à Conferência de São Vicente de Paulo", que apoia com bens alimentares e vestuário. O desabafo é de Ana Góis, 33 anos, obrigada a pedir auxílio para sobreviver aos efeitos da crise. Ana reside na aldeia do Feijão, freguesia de Colmeias, a 15 km de Leiria. Tem três filhos, de 14 anos, 9 anos e 16 meses, trabalha de noite num lar da terceira idade, faz algumas horas de dia, mas nem assim consegue equilibrar o orçamento familiar. O marido, João Ascensão, 37 anos, é operador de máquinas numa fábrica de madeiras. O vencimento ilíquido de ambos fica--se pelos 1100 euros. Quase metade (400 euros) é para pagar o crédito à habitação, que sofreu um aumento inesperado nos últimos anos. Têm ainda a seu cargo uma afilhada, cuja guarda lhes foi entregue pelo tribunal. A família ajuda a suportar as despesas escolares. 
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quinta-feira, setembro 20, 2007

Manifestação contra Sócrates - MP interroga sindicalistas


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* Secundino Cunha
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O Ministério Público de Guimarães interroga amanhã três dirigentes sindicais que, no dia 7 de Outubro do ano passado, participaram numa concentração, em que terão sido proferidas “palavras insultuosas” dirigidas ao primeiro-ministro.
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A pequena concentração, que esperou Sócrates à saída do Centro Cultural Vila Flor, após um Conselho de Ministros informal, foi alvo de rigorosa investigação por parte do Ministério Público, depois de o Governador Civil de Braga ter enviado para a Justiça o inquérito realizado pela PSP.
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Tal como o CM noticiou no dia 4 de Julho, José Sócrates não terá gostado das palavras proferidas pelos manifestantes, mostrando o seu desagrado a toda a comitiva.
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Perante o que a PSP escreveu no relatório, nomeadamente a citação de “vários insultos à pessoa do senhor primeiro-ministro”, o Governador Civil de Braga, Fernando Moniz, entendeu remeter o caso ao Ministério Público.
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O primeiro passo foi a identificação do maior número possível das cerca de oitenta a cem pessoas que participaram naquela concentração “espontânea”, onde se encontravam alguns dirigentes sindicais.
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Adão Mendes, o coordenador da União dos Sindicatos de Braga, foi ouvido em Fevereiro e amanhã serão interrogados, ao início da tarde, os dirigentes Francisco Vieira, José da Cunha e Margarida Leça. Todos eles consideram que se trata de “mais um passo na postura ‘controleira’ deste Governo”.
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in Correio da Manhã 2007.09.19
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Foto -
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Quarta-feira, 19 Setembro
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- Catarina Nunes O sr.1º Ministro não serve para o pais nem tem o minimo de respeito pelos contribuintes,é um facto.Agora aguardo as consequencias... de um pais que ja foi democrático,e já agora onde anda o nosso P.R.??Que saudades do Dr. Jorge Sampaio, pelo menos ouvia-se...
- JL Os "interrogatórios" vão ser na Rua António Maria Cardoso???Coitado do "Engº"...já o cidadão não tem liberdade expressão, sobretudo quando o PM a unica coisa que sabe fazer é mentir, aldrabar, etc.... Quem devia ser "interrogado" era ele, por tanto mal que tem causado ao cidadão comum....
- Aderito Teixeira No momento actual os sindicalistas era melhor matarem, violarem, ou vigarisarem que certamente já estariam na rua, mas dizerem algumas verdades ao 1ºMinistro é um crime grave.
- Sérgio Ferreira Silva Isso é Portugal de Abril, então perfiro o Portugal do 28 de Maio. Lisboa

sábado, julho 21, 2007


Educação: Sindicatos estimam que sejam 2500 em todo o país
Professores doentes vão para disponíveis

* Secundino Cunha




Os mais de 2500 professores, pertencentes aos quadros de várias escolas do País, que sofrem de doenças consideradas incapacitantes e até agora definidas como protegidas, ou seja, que não implicavam a marcação de faltas ao serviço, vão ser colocados, em Setembro, no quadro da mobilidade especial da Função Pública.

Lurdes Salgueira, do Sindicato dos Professores do Norte (SPN), disse ao CM que, “perante o despacho do Ministério da Educação, segundo o qual, no caso dos professores, as doenças incapacitantes são as que forem consideradas pelas juntas médicas, não há dúvidas de que o destino destes docentes é a já famosa lista dos disponíveis”.
Desde Fevereiro que os professores que sofrem das mais diversas doenças impeditivas de leccionar, a maioria das quais do foro oncológico e neurológico, a síndroma de Crohn ou a paramiloidose, estão a ser chamados a juntas médicas extraordinárias que, na esmagadora maioria dos casos, não as têm considerado incapacitantes para o exercício “de uma actividade profissional”.
Mesmo quando admitem que com certas doenças é impossível dar aulas, sublinham que “não impedem a realização de outras actividades profissionais”.
Perante esta situação, estes docentes serão, na opinião do SPN, colocados nos quadros da mobilidade especial, o que acabará por agravar ainda mais o seu estado de saúde.
Ontem, até ao fecho desta edição, não foi possível ouvir o Ministério da Educação.
"VIVO NUMA ANSIEDADE TREMENDA"
Ana Pinto, professora de Inglês do ensino secundário, está a viver o “pior momento” da sua vida. Deu aulas 19 anos mas desde há cinco que sofre de duas doenças consideradas incapacitantes: Crohn e bipolar. Já esteve várias vezes internada e precisa constantemente de tratamentos. Foi, como todos, chamada à junta médica extraordinária, que a considerou apta para o trabalho. “A minha vida está um caos total. Vivo numa ansiedade tremenda, não sei o que me vai acontecer, e, apesar de ter pedido a reapreciação do meu caso, não tenho esperança nenhuma e, certamente, vou parar aos disponíveis”, disse esta docente, acrescentando, em jeito de alerta, que “depois de enterrados os colegas mortos o Governo devia cuidar dos vivos”.
CORRIDA ÀS NOVAS JUNTAS MÉDICAS
Para já ainda é difícil fazer uma previsão mas os sindicatos prevêem que, logo que entre em vigor a alteração, já aprovada pelo Governo, das juntas médicas, haja uma enorme corrida a essas juntas, constituídas apenas por clínicos, para a reapreciação de casos de doença. “São tantas as pessoas que se sentem injustiçadas e trabalham com grandes dificuldades que, ao saberem que houve mudança e que há mais sensibilidade, como o senhor primeiro-ministro prometeu, quererão certamente ver a sua situação reavaliada”, disse ao CM uma fonte da CGTP, admitindo que “nessa fila estejam muitos milhares de pessoas”.
E não apenas professores mas também outros sectores da Função Pública e de actividades privadas, com destaque para a agricultura e para a construção civil.
“Passado algum tempo, a situação há-de normalizar, mas no início vai haver uma enchente tal de processos que não sei se os serviços não entrarão em ruptura, por falta de capacidade de resposta”, disse a mesma fonte.
SAIBA MAIS
- 150 000 Professores existem no País, distribuídos por todos os níveis de ensino.
- Desses, 103 mil são sindicalizados. Só a Fenprof tem 45 mil associados
- 120 Milhões de euros é quanto o Ministério da Educação pretende poucar com os professores que estão nas escolas sem dar aulas mas progredindo na carreira
RECONVERSÃO
Uma das propostas da ministra Maria de Lurdes Rodrigues para os casos de incapacidade, apresentada em 2005, foi a reconversão da carreira destes docentes. Caso não aceitassem poderiam ser reformados compulsivamente.
AUDITORIA
O primeiro-ministro, José Sócrates, ordenou uma auditoria a todas as juntas médicas da Caixa Geral de Aposentações, depois de conhecidos os casos de professores com doenças incapacitantes mas considerados aptos a trabalhar.

Fotografia - Manuel de Almeida


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Sexta-feira, 20 Julho


- maria Há professores a ocupar lugares de Quadro estando incapacitados para leccionar e, nalguns casos, para fazer outro trabalho. Acho que essas vagas devem ser libertadas mas não é a mandar todos para supranumerários, pois há muitos que podem desempenhar outras tarefas ligadas ao ensino e outras situações deviam dar direito à reforma.
- JS Eu não ficarei nada admirado se esta ministra da Educacâo e o ministro da Saúde aparecerem um dia na valeta. Com o fecho de tantas escolas e professores a morrerem a dar aulas, e outros forçaados a passar os alunos contra a sua vontade; hospitais a fechar e bébés a nascer nas estradas, além duma lista de cerca de 230.000 à espera de operacão ou morte (a que chegar primeiro), dificultando ainda mais...
- Paulo Silva Quem anda mesmo DOENTE da cabeça é a ministra de educação. Como já provou várias vezes. Anda constantemente a gozar com os coitados dos professores.
- Andreia Silvano Se esta ministra fosse destacada para dar aulas não aguentava 1 mês de stress com alunos mal-criados, ameaças dos pais e golpes baixos de conselhos executivos ordinários e suas clientelas. Muitos destes professores estão doentes porque não aguentaram este clima horrível. E vem esta ministra, que não sabe nada do assunto, pôr estes professores na rua? Ela é que lá devia estar... há muito tempo!
- ruibarata Têm medo de ser avaliados, têm medo das juntas médicas... Mudem de vida, ok!?
- José Gonzalo Os professores doentes vão para o quadro de mobilidade especial? E vão ser mobilizados para onde?
- Vitor Ferreira Cunha (Évora) Ainda não perceberam que as juntas médicas são o instrumento do governo para liquidar e "incapacitar" os trabalhadores deste país? No final só vai haver emprego para «boys», «girls», sabujos e bufos que gravitem em torno do partido. É isto o plano tecnológico, os 150 mil empregos prometidos e conceito de felicidade ideal do «engenheiro» Sócrates e da sua «ministra» da (des)Educação. Brilhante!
- Graça Afonso A situação destes professores é desumana e vergonhosa! Com tanto professor desempregado bem podiam podiam reformar os doentes, pois estes não têm condições de poder trabalhar! Minha solidariedade com eles! Isto é chocante!
- António Melo Temos de fazer queixas e mais queixas contra esses abusos e seus responsáveis. Estão em causa direitos fundamnetais, se actuarmos, vamos conseguir algo!
- Joo E depois ainda vêm dizer que apoiam a família e a natalidade! Quem é que quer ter assim família e filhos perante este atentado aos direitos fundamnetais
- Rui Amaral - Torres Vedras Recentemente, festejaram mais um sucesso eleitoral com um «show off» deprimente feito por "agita bandeiras" analfabetos contratados às carradas em Cabeceiras de Basto e «engenheiros» da Universidade Independente! E ainda o pó das juntas médicas não tinha assentado... já estavam eles a "matar" mais uns milhares de professores. Até quando teremos de aturar esta pirosice de espectáculo?
- Miguel Antunes (Pinhel) É evidente que é difícil ser-se eficiente se se estiver doente. O problema é se uma junta médica pôe alguém a trabalhar estando doente, ou se impede alguém de trabalhar dizendo estar doente, sem estar. A questão é que o Ministério da Educação conhece e estimula estas falcatruas. É por isso que os processos médicos têm de ser todos reapreciados. Está em causa a defesa dos cidadãos e também a nossa.
- João Guedes Velasco - Chaves É difícil comentar este sentido de Estado e de comandar um ministério. É inacreditável que, já no séc.XXI, o país apanhe este combóio da Educação... A verdade é que tudo está podre e canceroso neste sector fundamental e não é a desempregar desumanamente professores que isto se resolve. É preciso boa vontade, humanidade e dedicação, atributos que não fazem parte da formação desta ministra.
- Paula Espada Sócrates quer flexibilizar o emprego, como outros países muito mais desenvolvidos que têm estruturas condignas de apoio ao desemprego. Aqui não há nada disso e as pessoas vão mas é para o olho da rua. Isto das «juntas médicas» é das coisas mais cruéis e nojentas a que Portugal assistiu. Elas são o instrumento "legal" do governo para tirar o ganha-pão às pessoas. VERGONHA NACIONAL
- Carlos Esteves Será que esta ministra sabe o que é ter filhos e uma família para criar? Ter uma casa para pagar? Será que ainda consegue dormir descansada em decidir a sorte destes milhares de infelizes e vítimas de uma profissão transformada em horror e stress por via de estatutos desumanos e chefias sem escrúpulos? Para que precisamos de pessoas assim a dirigir a Educação deste país?
- Dani É preciso continuar a luta para vez se o sr Sócrates muda "este problema" por alguém mais capaz. Aproveitem e classifiquem esta senhora no revubox.
- vitor silva Boa medida:não podem, não podem. E para fazer umas greves e umas manifs, também estão doentes?
- Desidério Pereira A imagem de imundice dada pelo Ministério da Educação aos portugueses parece não ter fim à vista. É um ambiente de incompetência, desorganização, lapsos, mentiras, corrupção, fantochadas, perseguições, delacções, bufarias... Parece que ali há de tudo, menos vontade de fazer alguma coisa de jeito pelo estado caótico da Educação. Que nojo!
- Adelino Castro - (Coimbra) O Estado, por via do governo, não pode lançar estes professores numa espécie de desemprego compulsivo, sem antes preparar e estabelecer uma estrutura ocupacional capaz de permitir um aproveitamento positivo e condigno destas pessoas em funções onde possam ser úteis à sociedade. Isto é um Estado de Direito. Não é uma Selva!
- Luísa Cristina Este governo é que parece sofrer de bipolaridade, síndroma esquizofrénico ou doença neurológica. Numa mão, têm um discurso só de virtudes para as pessoas. Com a outra mão, matam-nas ou envenenam-lhes a vida. É incongruente. Não acham que estes governantes deviam ser conduzidos à junta médica e realizar exames periciais ao seu estado de saúde? Podia ser que os dispensassem... por «incapacidade»!
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Sexta-feira, 20 Julho
- Sérgio V Eu sou professor do ensino superior público e não tenho para cinema, nem à tarde nem à noite. Resguarde-se o despeito.
- Leandro Coutinho "Protestos", "reivindicações", etc.. Pois é. Quem? Quem se habituou à mama do Estado.. A maioria dos professores do secundário não ganharia metade no sector privado (se tivesse lugar) com as habilitações que tem. Férias? Um mês por ano. Nada de artºs 4, nem de licenças sem vencimento, etc.. Agora, a técnica parece ser a de trabalhar com "doenças incapacitantes".. Se está incapacitado não trabalha..Não é?
- luis antonio Se os professores estão incapacitados para o ensino, devem ser conduzidos para outras funções, obviamente! As escolas não devem ser asilos!
- Carolina Freitas - Porto Isto é pavoroso! Não quero imaginar o que é ser professor hoje em dia. São mal-tratados pelos alunos e pelos pais. Estão à mercê de conselhos Executivos constituídos por gente ordinária e sem escrúpulos. Têm por patrão um Ministério que dá ordens a juntas médicas para "matar" ou "destruir" professores. O ensino é, hoje em dia, um ciclo vicioso que nada tem de educativo e isto é muito preocupante.
- Alexandra Dias Oliveira Primeiro as doenças terminais dos professores e a bagunça das juntas médicas e agora... isto! O abuso é tão grande que nem sei como esta gente é capaz de dormir. Andam loucos com a ambição e o poder e quem paga são as pessoas. Homens com inteligência e coragem reclamam-se para voltar a fazer de Portugal um país livre e justo para todos. Um país de progresso em que possamos viver mais felizes.
- Joaquim Almeida (Aveiro) Caros concidadãos! Com esta notícia, estão ultrapassados todos os limites de decência de um governo respeitável. Está provado que os casos das juntas médicas não são pontuais. São parte de um esquema destinado a privar as pessoas dos seus direitos e do seu ganha-pão. É indigno! Estamos a ser humilhados! É difícil imaginar-se maior crime por parte de um governo eleito com os votos do povo. RUA!
- Zélia Figueiredo Outras vez as JUNTAS MÉDICAS ao barulho... E sempre com o Ministério da Educação envolvido... É caso para dizer que o instinto ditador da srª ministra não brinca em serviço. Depois de todos os comentários boçais que produz e do vazio e incongruência que tem lançado no sector educativo, só falta meter todos os professores na rua... nem que seja à força... por "incapacidade clínica»...
- Vasco Cardoso Será isto Socialismo? E ainda tem este governo o descaramento de ir ao Parlamento gabar-se do sucesso das reformas que estão a levar o país à ruína? Primeiro mentem-nos na cara. Depois gozam connosco. Tratam a gente "abaixo de cão". Isto é indecente e desumano. FORA!
- Arnaldo Vaz - Santarém É óbvio que a intenção do governo é fracturar as classes profissionais, as organizações sindicais e as associações de trabalhadores para anular o seu poder reivindicativo. Mas a infâmia pode ter limites... A onda de indignação popular pode estar prestes a gerar situações de tragédia e violência nunca vistas neste país.
- JL Há muitas pessoas injustiçadas, mas em contrapartidas há também muitas que se dão ao luxo de através dos compadrios estarem a trabalhar no privado e a receberem subsidios, quer de desemprego, quer de incapacidade através das célebres juntas médicas administrativas...portanto convinha corrigir as distorções, colocar os pontos nos "is"...para que não continue o regime dos filhos e enteados...
- Beto O país é que é doente...tudo começou a bater na mãe queriam o quê?
- Alice Vicente - (Lisboa) Este escândalo estava anunciado há algum tempo. O clima de medo que se vem vivendo nas escolas comprova que isto das juntas médicas do Ministério da Educação não é coisa inocente. A própria Inspecção Geral da Educação parece ter medo... e já nada faz. A função educativa está subordinada à coacção e ao medo de se ser conduzido à... junta médica. O ensino está um caos!
- manuel gonçalves Desde o 25 de Abril de 74 que um ministro da educação não tinha tanta falta de respeito pelos professores como esta senhora que lá está agora.Podem ser ordens do governo mas que ela é a pior ministra desde o 25 de Abril,isso é.
- Letícia Meireles - Penafiel Ao ler estas notícias nem acredito... Como é possível que estes governantes sejam tão desumanos? Quando abandonam pessoas doentes à sua sorte não são iguais àqueles donos que abandonam os animais nas férias. Este país é uma selva. Começa a ser horrível sobreviver aqui. Isto é inacreditável!
- Óscar Torres Uma coisa é o discurso publicitário do governo. Outra é a prática social concreta. Uma mentira! Existem situações de grande obscuridade envolvendo o Ministério da Educação, as suas juntas médicas e as da CGA. É obrigatório que todas as pessoas injustiçadas possam fazer reabrir os seus processos. Ninguém pode ser vítima destas práticas criminosas que os Ministérios do Estado querem legitimar.
- Marcelo F. Situações de terror e perseguição feitas por Conselhos Executivos de escolas públicas a professores contestatários ou inconvenientes, estão a ser arbitrariamente "confundidas" com indícios de "doença incapacitante" por parte de juntas médicas, a pedido das Direcções Regionais de Educação do Ministério da Educação. Assim vai o Portugal "livre" e "democrático" do séc. XXI... TERROR E CRIME!
- Fabiana Silvestre - Portimão É indispensável averiguar a (in)constitucionalidade destas dispensas e reformas compulsivas. O governo não criou estruturas para absorver, recuperar e apoiar pessoas em situação de doença e... quer lançá-las à sua sorte. Isto é cruel, desumano e imoral. É importante e urgente que se criem estruturas jurídicas para total defesa de todas as vítimas destas intenções sem escrúpulos.
- Hélder Matias Já se sabia que este assunto das «juntas médicas» não iria terminar. Nem vai! Isto é uma tragédia social com imensos contornos. É enorme a dimensão deste «polvo mafioso criminoso». Continua o povo à espera de conhecer a nova lei das juntas médicas. Há por aí muitos milhares de processos viciados por estas «juntas médicas», corruptas e seus mandantes dos ministérios.
- Rodrigo Carvalho O Ministério da Educação, por via das Direcções Regionais de Educação, Juntas Médicas e muitas chefias escolares da «confiança», é um vasto território de malfeitores sem escrúpulos e é cúmplice activo muita injustiças inimagináveis. Já tivemos ministros da educação muito maus. Mas, não me recordo de este ministério ser dirigido por ninguém tão incapapaz, tão insensível ... e tão cruel.
- Victor C Mas quem tem medo das Juntas Médicas? Se está doente de facto, não deve ter receio de se submeter a uma JM, ou tem? Querem estar parados e ter progressões na carreirra? Haverá algumas injustiças pontuais,como em qualquer lugar, mas é tempo de acabar a revolvaria! Os cinemas à tarde estão cheios de professores, porquê? Este país não progride por causa da mentalidade dos cidadãos e das C. Sindicais!
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Sexta-feira, 20 Julho
- Dr. Joao Simoes Tanto a doença de Crohn como a bipolar permitem uma vida normal quando devidamente medicadas e acompanhadas por especialistas. A junta medica esteve bem no caso da prof. Ana Pinto.
- Jorge Guimarães Estes processos provam a total falta de sensibilidade social deste governo. Estão a aumentar os casos de dramas horríveis com doenças "verdadeiras" e "falsas" fabricados "a pedido" por juntas médicas que imoralmente funcionam como dispositivo legal de "incapacitação" promovido pelo Ministério da Educação. Se isto não é pior que o nazismo...
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quinta-feira, julho 12, 2007




Igreja: Reunião polémica da conferência Episcopal em Fátima
Bispos atacam Governo por falta de liberdade

* Secundino Braga


Há quase duas décadas que não era tão evidente a ruptura entre a Igreja Católica e o Governo. Ontem, em Fátima, os bispos falaram de “falta de diálogo”, mostraram “muita preocupação com o comportamento do Estado” e disseram claramente que, nesta altura, “não há liberdade de Educação em Portugal”.
No final da reunião do Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), D. Carlos Azevedo, bispo auxiliar de Lisboa e porta-voz da CEP, disse que “a Igreja não é uma instituição qualquer” e sublinhou que “o peso da Igreja na sociedade portuguesa não é o Estado que o define”.
São vários os temas da discórdia, mas os cortes na área da Educação, os atrasos na regulamentação da Concordata e as alterações na legislação, que regulamenta a Comunicação Social, são os assuntos que mais preocupam os líderes da Igreja Católica.
D. Carlos Azevedo recusou que exista um clima de guerra – disse mesmo que a Igreja “não é nenhuma força sindical” –, mas a verdade é que os prelados não estão nada contentes com a forma como o Governo trata a principal religião do País.
O despedimento iminente de cerca de duas mil pessoas, ligadas à educação e instituições de solidariedade social, é outro tema quente, com a agravante, segundo os bispos, de as novas determinações não permitirem a livre escolha das pessoas.
“Não há liberdade de educação em Portugal”, afirmou D. Carlos Azevedo, criticando igualmente o corte nos apoios à Universidade Católica.
Depois há a questão da regulamentação da Concordata, que foi assinada no tempo de Durão Barroso e passou a marcar passo com Sócrates e a nova Lei da Comunicação Social que, segundo os bispos, “está feita para cortar as pernas aos órgãos de comunicação católicos”.
Referindo que no Estado “há uma minoria aguerrida, de mentalidade laiciza que teima em rejeitar a dimensão religiosa da sociedade”, D. Carlos Azevedo manifestou esperança na audiência com o primeiro-ministro e disse que o debate vai continuar em Setembro, na reunião da CEP, em Roma.
Com Luís Oliveira.
PONTOS QUENTES
EDUCAÇÃO
É um dos cavalos de batalha dos bispos portugueses. O Governo cortou nos apoios à Universidade Católica, aos ATL das instituições de solidariedade, o que pode provocar mais de dois mil despedimentos. Também não dá qualquer apoio ao ensino católico e os prelados dizem que há “uma grande injustiça”.
CONCORDATA
Depois da assinatura do acordo entre o Estado português e o Vaticano (era outro o Governo e até outro o Papa), tudo parecia ser rosas. Só que não há meio de regulamentar as questões acordadas. Mas pior do que isso é exigir o cumprimento de alguns deveres sem ceder nos respectivos direitos.
COMUNICAÇÃO SOCIAL
Aqui os bispos chegam mesmo a falar de falta de liberdade. É que, dizem os prelados, a nova lei vai ao ponto de interferir na vida de cada órgão de comunicação, incluindo nos pequenos jornais de paróquia. Para os homens da Igreja, há aqui uma intenção clara de silenciar os jornais e os rádios católicos.
in Correio da Manhã 207.07.11
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Quinta-feira, 12 Julho
- A rádio e jornais católicos? Eles querem silenciar T U D O!
Quarta-feira, 11 Julho
- Manuel da Silveira Com que direito é que a Igreja católica vem reclamar mais privilégios?Existe uma Concordata em nome de quê?Já chega de concessões injustificadas a esta gente!A Igreja muito contribuiu para o "atraso"do povo português;está na hora de dizer basta!Os crentes são cada vez menos,porque os portugueses podem ser ignorantes,mas não são parvos...Paguem impostos como os trabalhadores(por conta de outrém...)
- António Oliveira À medida que a Igreja católica vai perdendo força, vai crescendo o individualismo, o egoismo, a miséria. O 25 de Abril de 1974 abriu a porta ao criminoso marxismo e como consequência Portugal está falido.
- Morili A concordata é um instrumento que serve essencialmente para o seguinte: os contribuintes pagam o clero! Há dúvidas? Esta devia trabalhar e contribuir para o desenvolviemnto da soiciedade, no entanto querem é dinheiro e mais dinheiro. Vou recordar as palavras do bispo de Leiria, a propósito da construção da nova basílica: "são uns dinheirinhos que temos - 10 milhões de contos!!! Perguntas?.
- Mário Rui Cacho Se estes tipos andassem a trabalhar e chegassem ao fim do mês e não tivessem dinheiro para os filhos comerem, vão trabalhar malandros. Estes tipos não fazem nada de nada e tem o dinheiro que querem para os seus almoços e jantares, vão mas é trabalhar camada de gatunos. Maomé - Elvas
- A. Pereira Cada um defende a sua sardinha. É a lei da vida material. Contudo convém acentuar o que é importante: Este governo não é socialista, não liga a meios para atingir os fins e está a ir para caminhos muito perigosos. O povo tem a arma do voto e só espero que não se esqueçam de a usar nas próximas eleições. A ameaça ao emprego, o custo de vida e a falta de liberdade é assustador. ACORDEM!!!
- Graça Afonso Eu não concordo com muitas das actuações da Igreja, mas tenho que lhe dar razão no que diz respeito aos cortes na educação e ao despedimento de trabalhadores das IPSS!
- Jota Quê Penso que a Igreja está é descontente com a perda de "privilégios" e tratamento de excepção a que estava habituada no antes do 25-04-74. Do ponto de vista dos Bispos nesse tempo é que havia "liberdade".
- M.D.Cunha A igreja católica tem toda a razão pq a sua expressão em Portugal é maior do que a de todos os partidos politicos juntos.Vejam-se os milhares de pessoas que anualmente e de livre vontade,se juntam em Fátima ? De social é quem mais tem feito,desde lares para velhos e mães solteiras,sopa dos pobres,etc.Por mt que a maçonaria tente liquidá-la ñ consegue.
- John Ross Imperceptível as posições de um lado e de outro. Exactamente! Dividir para reinar é um dos lemas deste governo PS liderado pelo Sr. Sócrates. Mas diz quem sabe que a História repetir-se-á sempre e que estamos no princípio do fim desta governação absoluta, autoritária e insensível. Dou entre 2 a 4 anos para PS passar para a oposição. Todavia ainda vence proximas legislativas com maioria relativa.
- Jorge Barbosa Há por aí muito quem diga que este país está cada vez mais uma Muito Enganadora Ratoeira Desde Abril. Decifraram?
- José Manuel Ventura Presilha 1 - Alguns comentadores impressionam-me pela ignorância que manifestam. A Igreja, com todos os seus defeitos, faz o trabalho do Estado em milhares de actividades: creches, orfanatos, internatos, infantários, escolas, lares, centros de dia, hospitais, centros de apoio psicológico, apoio material a Famílias pobres, etc., etc. Quase tudo sustentado no voluntariado abnegado de milhares de Cristãos.
- domingos Em relação ao encontro de Bispos da Igreja Católica, e aos comentários que aqui tem sido feitos, respeito as ideias de cada um, mas nunca tinha assistido a tantos tiros no pé como neste caso. A igreja faz tudo mal, mas quando estão aflitos todos correm para lá. E neste caso sinto-me á vontade para o dizer, embora tendo a minha crença religiosa,existem coisas que é necessário pensar,antes de falar.
- bv A moda dos socialistas passa pela exclusao de valores ocidentais tradicionais (catolicos) e importação de outros (muçulmanos etc)
- Cossaco Com a queda da monarquia vieram os republicanos que perseguiram a Igreja porque esta exercia muita influência no povo e os republicanos queriam o povo controlado aos seus designios. Os socialistas, herdeiros politicos dos republicanos estão a fazer o mesmo ... não basta a miséria que levou Salazar ao poder, agora continuam na mesma ...
- Fernando Ferreira Não dá para entender ! O planeta existe há milhões de anos, esta religião tem 2 mil e picos anos, na sua "obra" pesam crimes comprovados - a santa inquisição foi um facto - então o que querem agora ? Com tanta "moral" apregoada, pelo menos, tenham respeito pela liberdade dos outros. Inacreditável voltarem com o ensinamento das suas crenças nas escolas !!!!!
- Beto Se a Igreja se cala, é porque apoia as medidas do governo; se fala, não é Sua função. O que deve fazer?!
- andre Estes senhores da igreja deviam e de estar bem caladinhos, porque o dever deles e ajudar as pessoas mais pobre e não gastar os milhões que estão a gastar num mamarracho na Fátima, é um autentica vergonha o dinheiro que lá estão a gastar, e quanto ao falarem logo eles que não aceitam as opiniões dos outros, como é possível não aceitarem o preservativo???? só por ai se vê....
- Paulo Cordeiro Sou cristão, mas não católico romano, pois se há Igreja que mais deturpe o puro Evangelho de Cristo essa é a "Igreja" Católica Romana! Jesus disse: "Dai, pois, a César [o imperador romano] o que é de César, e a Deus o que é de Deus" (Mateus 22:21). Com isto sugeriu Jesus que Religião e Política não devem andar de mãos juntas! Já é tempo de deixar de querer dominar o que não devem!
- Artilio Cabaça A falta de liberdade a que a CEP faz referência, tem toda a razão de ser. Aliás, ela é sentida em toda a sociedade portuguesa. Veja-se, por exemplo, o que acontece com o controlo da Imprensa em geral, com os professores, com a educação, etc. Chegamos ao ridículo de um membro deste Governo, afirmar publicamente que, críticas só em privado, e com paredes sem ouvidos, acrescento eu.
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Quarta-feira, 11 Julho
- Jorge de Canelas Dividir para reinar! Agora o Sócrates põe católicos contra não católicos e todos lutam e ele continua no poleiro!
- Crispim Nabiça "CADA MACÁCO EM SEU GALHO". O papel da Igreja na Sociedade é a difusão da fé Cristã, e não mais que isso. Entrar em assuntos que não são da sua competência é abusivo e mostra falta de respeito por quem, como eu, não lhe reconhece esse direito.
- José Costa-Casal do Marco 2º- Deveria retirar ilações do envolvimento das populações mais pobres em redor de organizações radicais! Deveria olhar com mais atenção sobre a actuação errada de muitos padres em relação ás populações que deveriam assistir tanto no aspecto da moral católica e financeiro mais parecendo que a igreja serve bençãos a troco de uma tabela de pagamentos por serviço!
- José Costa-Casal do Marco Como católico critico a minha própria igreja, começando pela luta em prol da vida quando do referendo do aborto. A CEP deveria preocupar-se em 1º lugar em trabalhar para explicar á sociedade as vantagens de ser católico e não manter-se como uma micro sociedade fechada, demasiadamente fechada, não se preocupando em conseguir apoiar os mais indefesos da sociedade!
- Pinto Mas a Igreja não pode expressar opinião? Ninguém é obrigado a ser católico, não percebo este ódio ao clero. Laicismo sério tivemos na I República (que até o 25Dez deixou de ser feriado) e realmente foi um período excelente - a pior miséria financeira alguma vez vivida e a confusão total-
- DJFernandes Foi o D. Policarpo e outros bispos que fizeram campanha para a eleição deste governo ... Agora não se queixem... Não têm que se queixar. A Rádio Renascença até parecia a rádio moscovo.
- Sónia Isto não está certo. Já se está a pensar fazer o aeroporto sem ser ao pé de Fátima, o "boss" não vai perdoar estes seus "Servos", de não terem conseguido esta negociata fundamental para os cofres do Vaticano. Mas não desesperem pois os vossos homens de mão ainda podem virar a situação. (Bem, se o povo deixar, claro.)
- manuel gonçalves A falta de liberdade não é verdade, pode-se criticar o governo dentro de casa, sem ninguem ouvir, como antigamente.
- Leonor Também é função da Igreja ser a voz dos pobres. Se as IPSS sem fins lucrativos fechassem a porta, o que faria o Estado e alguns dos comentadores, às PESSOAS com e sem famílias, que as mesmas instituições acolhem e recolhem. O mesmo se poderá dizer das crianças cujas mães se tiverem que pagar pelas creches preços do mercado, bem as podem deixar entregues à sua sorte. Em 2006 nasceram menos 4000.
- Eduardo Freitas Não é preciso ser a Igreja a referi-lo. Portugal vive o maior défice democrático desde o 25 de Abril. É o que acontece quando os eleitores se deixam iludir por falsas promessas. É o que acontece quando o poder cai nas mãos de gente medíocre e sem escrúpulos. Agora têm a factura. Isto não tem nada a ver com socialismo democrático. Isto é abuso de poder, desumanidade e autoritarismo. RELES DITADURA!
- rpereira Cortar apoios a escolas que normalmente são ricas com o que cobram a pais de alunos (salesianos, etc), muito bem... Agora, mexer nos jornais e notícias do clero já não pode ser, como a outra organização legal qualquer... Estamos mesmo a voltar ao tempo do outro SR. (eu não sou católico)
- João Celestino Se de facto vivemos num estado democrático, não é correcto apoiar ordens religiosas. Porque será que o Bispo fez estes comentários, depois de saber que os padres também irão descontar para a Segurança Social?
- nokas A Igreja, rica como é, devia abster-se de exigir ajudas ao Estado, sabendo que essas ajudas saem do bolso dos contribuintes, inclusivamente dos mais pobres, aqueles a quem eles dizem que ajudam...
- nokas O mal da Igreja, foi ter tido sempre uma posição priveligiada perante outras igrejas e até no próprio Estado. Agora sentem-se um pouco postos à margem e com concorrência legal à porta e já se acham no dever de protestar e exigir mais. Não tenho visto como era hábito os srs. padres a partiparem em inaugurações de obras como dantes. Quererá isto dizer algo?
- Portuga da Silva O povo tem que cumprir as leis que o governo estipula e o clero também o terá que fazer, embora tenham que ir "prégar a outra freguesia", a única coisa que terá o direito de fazer. Onde está a bondade e o exemplo?... Não sou comunista, nem tenho côr partidária, preso-me de ser democarata e opino, que é um direito que me assiste.
- libertas Cada pai devia dar a educação que escolhe livremente aos seus filhos. Em Portugal, país socialista, é assim desde a 1ª república: se tiver dinheiro posso escolher o colégio ou universidade das minhas filhas, se for pobre tenho de ficar com a escola do estado. No socialismo só os ricos são livres. VIVA O SOCIALISMO!!
- António Borges Santa hipócrisia. Quem é a Igreja para se envolver em questões políticas? Já o fizeram noutras épocas, e o resultado foi o que se sabe: INQUISIÇÃO. Já agora, que tal se aplicassem as esmolas e os donativos para melhorar as condições de vida de alguns paroquianos, em lugar de as aplicar na qualidade de vida dos seus representantes (os padres)?
- Manuel O que está em causa não são os direitos da Igreja católica, mas sim a falta de diálogo que este governo demostra para quem quer se seja. Um diálogo deve sempre haver, ainda que seja para dizer não a qualquer coisa. Este governo é prepotente e não houve ninguém. Só o seu umbigo.
- Karl Sou das pessoas que mais se tem insurgido contra este governo, mas agora este comunicado da igreja... considero-o puro oportunismo.
- Celestina Vieira (Mem Martins) E haverá liberdade dentro da própria igreja? Não creio, uma vez que a igreja é excessivamente egocêntrica e está fechada na sua concha, e nem sequer se esforça por acompanhar a evolução da nossa sociedade nas suas mais variadas dimensões.
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Quarta-feira, 11 Julho
- Jorge de Canelas Dividir para reinar! Agora o Sócrates põe católicos contra não católicos e todos lutam e ele continua no poleiro!
- Crispim Nabiça "CADA MACÁCO EM SEU GALHO". O papel da Igreja na Sociedade é a difusão da fé Cristã, e não mais que isso. Entrar em assuntos que não são da sua competência é abusivo e mostra falta de respeito por quem, como eu, não lhe reconhece esse direito.
- José Costa-Casal do Marco 2º- Deveria retirar ilações do envolvimento das populações mais pobres em redor de organizações radicais! Deveria olhar com mais atenção sobre a actuação errada de muitos padres em relação ás populações que deveriam assistir tanto no aspecto da moral católica e financeiro mais parecendo que a igreja serve bençãos a troco de uma tabela de pagamentos por serviço!
- José Costa-Casal do Marco Como católico critico a minha própria igreja, começando pela luta em prol da vida quando do referendo do aborto. A CEP deveria preocupar-se em 1º lugar em trabalhar para explicar á sociedade as vantagens de ser católico e não manter-se como uma micro sociedade fechada, demasiadamente fechada, não se preocupando em conseguir apoiar os mais indefesos da sociedade!
- Pinto Mas a Igreja não pode expressar opinião? Ninguém é obrigado a ser católico, não percebo este ódio ao clero. Laicismo sério tivemos na I República (que até o 25Dez deixou de ser feriado) e realmente foi um período excelente - a pior miséria financeira alguma vez vivida e a confusão total-
- DJFernandes Foi o D. Policarpo e outros bispos que fizeram campanha para a eleição deste governo ... Agora não se queixem... Não têm que se queixar. A Rádio Renascença até parecia a rádio moscovo.
- Sónia Isto não está certo. Já se está a pensar fazer o aeroporto sem ser ao pé de Fátima, o "boss" não vai perdoar estes seus "Servos", de não terem conseguido esta negociata fundamental para os cofres do Vaticano. Mas não desesperem pois os vossos homens de mão ainda podem virar a situação. (Bem, se o povo deixar, claro.)
- manuel gonçalves A falta de liberdade não é verdade, pode-se criticar o governo dentro de casa, sem ninguem ouvir, como antigamente.
- Leonor Também é função da Igreja ser a voz dos pobres. Se as IPSS sem fins lucrativos fechassem a porta, o que faria o Estado e alguns dos comentadores, às PESSOAS com e sem famílias, que as mesmas instituições acolhem e recolhem. O mesmo se poderá dizer das crianças cujas mães se tiverem que pagar pelas creches preços do mercado, bem as podem deixar entregues à sua sorte. Em 2006 nasceram menos 4000.
- Eduardo Freitas Não é preciso ser a Igreja a referi-lo. Portugal vive o maior défice democrático desde o 25 de Abril. É o que acontece quando os eleitores se deixam iludir por falsas promessas. É o que acontece quando o poder cai nas mãos de gente medíocre e sem escrúpulos. Agora têm a factura. Isto não tem nada a ver com socialismo democrático. Isto é abuso de poder, desumanidade e autoritarismo. RELES DITADURA!
- rpereira Cortar apoios a escolas que normalmente são ricas com o que cobram a pais de alunos (salesianos, etc), muito bem... Agora, mexer nos jornais e notícias do clero já não pode ser, como a outra organização legal qualquer... Estamos mesmo a voltar ao tempo do outro SR. (eu não sou católico)
- João Celestino Se de facto vivemos num estado democrático, não é correcto apoiar ordens religiosas. Porque será que o Bispo fez estes comentários, depois de saber que os padres também irão descontar para a Segurança Social?
- nokas A Igreja, rica como é, devia abster-se de exigir ajudas ao Estado, sabendo que essas ajudas saem do bolso dos contribuintes, inclusivamente dos mais pobres, aqueles a quem eles dizem que ajudam...
- nokas O mal da Igreja, foi ter tido sempre uma posição priveligiada perante outras igrejas e até no próprio Estado. Agora sentem-se um pouco postos à margem e com concorrência legal à porta e já se acham no dever de protestar e exigir mais. Não tenho visto como era hábito os srs. padres a partiparem em inaugurações de obras como dantes. Quererá isto dizer algo?
- Portuga da Silva O povo tem que cumprir as leis que o governo estipula e o clero também o terá que fazer, embora tenham que ir "prégar a outra freguesia", a única coisa que terá o direito de fazer. Onde está a bondade e o exemplo?... Não sou comunista, nem tenho côr partidária, preso-me de ser democarata e opino, que é um direito que me assiste.
- libertas Cada pai devia dar a educação que escolhe livremente aos seus filhos. Em Portugal, país socialista, é assim desde a 1ª república: se tiver dinheiro posso escolher o colégio ou universidade das minhas filhas, se for pobre tenho de ficar com a escola do estado. No socialismo só os ricos são livres. VIVA O SOCIALISMO!!
- António Borges Santa hipócrisia. Quem é a Igreja para se envolver em questões políticas? Já o fizeram noutras épocas, e o resultado foi o que se sabe: INQUISIÇÃO. Já agora, que tal se aplicassem as esmolas e os donativos para melhorar as condições de vida de alguns paroquianos, em lugar de as aplicar na qualidade de vida dos seus representantes (os padres)?
- Manuel O que está em causa não são os direitos da Igreja católica, mas sim a falta de diálogo que este governo demostra para quem quer se seja. Um diálogo deve sempre haver, ainda que seja para dizer não a qualquer coisa. Este governo é prepotente e não houve ninguém. Só o seu umbigo.
- Karl Sou das pessoas que mais se tem insurgido contra este governo, mas agora este comunicado da igreja... considero-o puro oportunismo.
- Celestina Vieira (Mem Martins) E haverá liberdade dentro da própria igreja? Não creio, uma vez que a igreja é excessivamente egocêntrica e está fechada na sua concha, e nem sequer se esforça por acompanhar a evolução da nossa sociedade nas suas mais variadas dimensões.
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Quarta-feira, 11 Julho
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Manadel É verdade que o governo, em democracia, não pode fixar os limites da Igreja Católica assim como os de qualquer outra Igreja não Católica. Ora, do mesmo modo, o novo Papa não pode, ne deve, fixar os limites nem a nominação de qualquer outra Igreja "rival". Quanto à acção do governo, que não julgo, deve provir da reacção ao último acerto da Concordata feito pelo sem a sua concordância.
- Jorge Pais Jesus disse em Lucas 20,46: "Guardai-vos dos escribas, que querem andar com vestidos compridos, e amam as saudações nas praças, e as principais cadeiras nas sinagogas, e os primeiros lugares nos banquetes". Em João 17,14 disse: "Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os aborreceu, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo". Em vista da evidência bíblica, tirem a vossa própria conclusão...
- João Pedro Acho que é evidente que, em nome da liberdade e duma secularização da sociedade civil, este governo tem procurado diminuir a esfera de influência da Igreja Católica nas principais àreas da sua actuação,tais como sejam escolas, hospitais, instituições de solidariedade social,etc. Mas isso será também um desafio para a Igreja se tornar mais aquilo que é por origem (comunidade de vida e não instituição)!
- a.cardoso Será que se pretende um Estado dentro de outro Estado, como antigamente, ou dois Estados? Concordata? Para quê? Não está assegurada a liberdade religiosa? Para ou por quê certos privilégios para uma em detrimento das outras?Os bispos tem FALTA DE LIBERDADE? No fundo, o descontentamento tem a sua origem na Concordata e na falta de verbas do Estado...
- Cátia Ainda bem que Estado e Igreja se afastam, porque um é política e outro religião. Nem todas as pessoas que vivem em Portugal são católicas, nem vivemos na época medieval, em que a Igreja tinha voto em todas as matérias políticas. Finalmente um governo teve coragem para fazer essa cisão e pôr a igreja no lugar que lhe cabe.
- Victor C Liberdade de educação é a da conservadora Igreja. O problema da Igreja é só olhar para o seu umbigo e esquecer em que século estamos.A Igreja Católica tem hoje concorrentes com os mesmos direitos!
- Maria O Estado Português não cria situações alternativas. E mal ou bem as Instituições Católicas estão ao serviço da sociedade. Será um desespero muito grande para todos aqueles que perderem os apoio das instituições de solidariedade Social Católicos.É pena que mtuios custam no prato onde comem... E apenas atirem pedras a quem ainda trabalha para o bem estar 1 sociedade que se pretende + justa e solidaria
- Luisa Baião No geral não concordo com a actuação deste governo. Porém, a que propósito o Bispo acha que, um Estado riquissimo como é o Vaticano, precisa de apoio financeiro para a sua Universidade? Parem de ser "papistas" e controladores de tudo!
- Mário Resende Que este governo é o mais tirano desde o tempo de Salazar, isso já ninguém duvida, agora vindo as acusações da igreja católica, isso já parece piada, è como quem diz "diz o routo ao nú". Já agora uma questão, os alunos da católica são pobres???
- Deus no Coração, Sim. Inquisidores e Controladores,Não. As ORGANIZAÇÕES religiosas (clubes religiosos), estão novamente a querer controlar os povos. Quanto mais lho permitem fazer, mais atrasado é o país. Em vez de se preocuparem com Deus e com o bem, preocupam-se em ter o povo bem debaixo de suas garras. IMPOEM-SE e só suas consciências valem, as dos outros não interessam. Vejam o que se esta a passar no Líbano, Irão, Afeganistão,etc., e sem cuidado em Portugal.
- carlos Se os sacrificios e impostos são para todos, porque carga de água a Igreja deve ficar de fora?J á agora, qual a justificação para as mordomias que recebem? Não nos esqueçamos que ainda há muitos grandes pecados da Igreja não resolvidos. Lembram-se?
- Herlander Miguel Mateus Duarte Estes senhores do clero andam desesperados, pois além de cada vez menos alguém lhes ligar importancia, estão preocupadíssimos com a hipótese de não se fazer a Ota, pois Fatima continua a ser longe de Lisboa, e o investimento na catedral de Fátima vai demorar mais tempo a ser pago.
- Maria Aos Bispos, quando lhes interessa, propagam a separacao da Igreja e Estado, o que é correctissimo, quando se trata de dinheiros logo estendem a mao ao Estado. Liberdade de ensino há sim senhor! Eu nao desejo que os meus netos sejam ensinados com a Cruz sobre a cabeca! Sou católica.
- Sandra Todos os dias peço a demissão deste governo que não respeita o trabalhador e insensivel aos problemas dos pobres, concordo com o bispo a 100%.
- Lusitano em França A igreja catolica esta a mostrar a sua verdadeira face, so falta ao governo português voltar ao fascismo, porque fascistas ja temos, sempre tivemos mesmo nos tempos passados quando era a igreja que impunha a maneira de governar aos reis, e quando assim não era excumunga-os!
- Joe Freitas Raptura, talvez nao. Mas destruicao da religiao catolica, isso talvez. Entam para que fim, o Socrates escolheu o Soares? O Socrates diz que a responsabilidade do Soares, sera criar um diologo entre as religioes. Que diologo, que negocio quer o Socrates, fazer com a religiao? Quer ele espandir a musulmana, ou quer ele deminuir a catolica? Quem sabe?.
- elisio Em democracia existe separação entre o estado e as congregações religiosas. Nos tempos da ditadura estes senhores estavam habituados a mandar, sim porque salazar e ceregeira falavam duma só voz. Faltam subsidios que repartam os milhões que entram dentro dos cofres da igreja cada dia não sejam mais papistas que o papa. Por isso se chamam instituições de solidariedade social, tenho dito.
- binário Quem são os bispos para falarem de falta de liberdade??? Lembrem-se da inquisição e de quantos mataram na fogueira en nome de Deus, alias porque hão de ir dinheiros dos impostos dos portugueses financiar os meninos ricos que estudam na catolica?? E porquê estarmos a obrigar as crianças a serem catolicas?? Dêm liberdade de escolha as pessoas, afinal vivemos num país livre ou não?
- Miguel "O peso da Igreja na sociedade não é o Estado que o define?!" Era o que faltava!! Um dos princípios de um estado de direito democrático é a separação entre política e religião! Os padres estão é furiosos porque as pessoas cada vez menos engolem os seus dogmas e fabricações que só têm em vista a manipulação das pessoas e o julgamento do próximo, em vez do amor incondicional e aceitação!
- Sr. Dr. Manuel Carmo Ruptura? Não! Isto chama-se separação entre igreja e estado. O estado democrático é agnóstico e não favorece grupos religiosos por definição. Querem que o país progrida ou volte á idade média?
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Quarta-feira, 11 Julho
- escondido Foi apenas possivel marcar o dito exame para..SETEMBRO.Pergunto,se uma mulher quizer fazer um aborto e se apresentar no hospital gràvida em Abril também vai fazer o aborto em Setembro?Afinal qual vida é que tem valor?Uma vida com 65 anos ,uma com meses ou nenhuma?Pergunta ao governo que instituiu o aborto.
- escondido O meu pai teve em Abril o que parecia ser um ataque de coração:Apos uma curta visita ao hospital não foram diagnosticados problemas sérios aparentes,sendo no entanto aconselhado a fazer um exame aprofundado para eliminar qualquer problema.Acontece que apenas lhe foi possivel (segue).
- paulo já so falta a pide.......salasar ja temos
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quinta-feira, julho 05, 2007




Processo: Acontecimentos de 7 de Outubro em Guimarães
Governo civil manda investigar manif
* Secundino Cunha, Braga
Por determinação do Governo Civil de Braga, o Ministério Público do Tribunal de Guimarães está a investigar ao pormenor o que se passou na pequena manifestação que esperou o Primeiro Ministro, José Sócrates, aquando da reunião do Conselho de Ministros realizada em Guimarães, no passado dia 7 de Outubro.
Ao que o Correio da Manhã apurou, o relatório que a PSP da cidade berço enviou para o Governo Civil falava de uma “manifestação ilegal” na qual alguns dos participantes proferiram “palavras insultuosas” dirigidas ao Primeiro Ministro e a outros membros do Governo.
Ao receber o relatório, dois dias depois dos acontecimentos, o Governador Civil, Fernando Moniz, encaminhou-o para o Ministério Público do Tribunal de Guimarães, o que deu origem à abertura de um processo, cuja primeira fase passou pela identificação das pessoas que participaram na manifestação e que agora está na fase de audições às pessoas identificadas e a jornalistas que reportaram o acontecimento.
Segundo apurou o CM, já foram ouvidas cinco pessoas, sindicalistas e jornalistas, e estão pelo menos quatro convocadas para Setembro.“Eu limitei-me a cumprir a lei, ou seja, sempre que se realiza uma manifestação ilegal, as forças policiais fazem um relatório que enviam para o Governo Civil, que, por sua vez, comunica o caso ao Ministério Público”, disse Fernando Moniz ao CM, sublinhando que “as manifestações têm de cumprir regras, precisam de ser autorizadas e quando isso não acontece estamos perante uma ilegalidade que merece averiguação”.
Sem querer confirmar se os manifestantes ofenderam o Primeiro Ministro, Moniz disse que “as pessoas têm de assumir a responsabilidade dos seus actos”.“Eu não posso fechar os olhos às coisas, e se não tivesse feito nada não estava a cumprir as minhas funções”, disse o Governador Civil de Braga, realçando que “não há aqui nada contra ninguém nem nada que se pareça com atitudes de carácter persecutório”.
Já Adão Mendes, coordenador da União dos Sindicatos de Braga, que esteve no local, embora sem integrar a manifestação, e que já foi ouvido pelo Ministério Público de Guimarães, não vê outra explicação que não seja “mais um passo na postura controleira deste Governo”.“O senhor Governador diz que se limitou a cumprir a lei, pois devo dizer-lhe que foi o primeiro, desde o 25 de Abril de 74, que se mostrou tão zeloso. É que já se realizaram centenas de manifestações como esta e nunca ninguém foi a Tribunal”.
DIFAMAÇÃO E INJÚRIA
Depois de receber o relatório da PSP de Guimarães, o procurador encarregue de realizar a investigação tratou de proceder à identificação do maior número possível das cerca de oitenta a cem pessoas que integraram a manifestação de 7 de Outubro de 2006, em frente ao Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães. Fonte judicial disse ao CM que “as fotos foram passadas à lupa”, mas assegurou que “apenas foi possível identificar os dirigentes sindicais mais conhecidos”.
Para ajudar nesta fase do trabalho, o Ministério Público convocou alguns jornalistas - dos muitos que estiveram no local a fazer a cobertura do Conselho de Ministros informal que naquele sábado se realizou na cidade berço - para tentar obter mais fotos, declarações ou outro material que pudesse conduzir à identificação de manifestantes. No entanto, sabe o CM, os jornalistas disseram que possuíam apenas o que foi publicado, o que não constituiu grande ajuda para os magistrados. Os manifestantes podem ser acusados da prática do crime de difamação e injúria.
APONTAMENTOS
SÓCRATES IRRITADO As palavras de ordem fizeram-se ouvir quando o Primeiro Ministro saía para almoço. Segundo se soube, José Sócrates ficou “profundamente irritado” com a manifestação e com o teor de algumas das expressões usadas.
ABAIXO A MINISTRA Um dos alvos dos manifestantes foi a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues. À data vivia-se a fase mais quente da contestação dos professores ao estatuto da carreira docente.
CORTES NA SAÚDE Correia de Campos também foi um dos visados, já que estava em causa o anunciado fecho da extensão de saúde de Serzedelo.
CHARRUA NEGA FRASE O professor Fernando Charrua negou ontem ter dito a frase ofensiva para com o primeiro-ministro que lhe é imputada no acórdão que propõe a sua suspensão: “Somos governados por uma cambada de vigaristas e o chefe deles todos é um f. da p.”
in Correio da Manhã 2007.07.04

segunda-feira, abril 09, 2007

Páscoa - Compasso é tradição nas aldeias e cidades
Mais de dez mil cruzes vão de porta em porta


Secundino Cunha, Braga
Fotografia -
Jordi Burch

As ruas e as entradas das casas apresentam-se enfeitadas com verdura e cobertas com tapetes de flores e plantas aromáticas (alecrim, rosmaninho e hortelã silvestre).

Sobre a mesa da sala é colocado um crucifixo, ladeado por castiçais e jarras com flores, juntamente com as ofertas e os bolos, frutos, queijos e pão-de-ló. Há também ovos tingidos ou decorados, tudo preparado para um pequeno brinde para todos os que integram o compasso, para a família da casa e convidados.

“Aleluia, aleluia, Cristo ressuscitou, aleluia”, diz o sacerdote, enquanto asperge água benta e o mordomo dá a cruz a beijar, dos mais velhos para os mais novos.

Os que pedem para S. Pedro, S. Paulo e lugares santos recolhem as esmolas e o envelope com o folar para o padre. O rapaz que leva o pé da Cruz coloca-o em cima da mesa para que o mordomo descanse e possa comer um doce e beber um copo.

É assim em muitas casas nas aldeias, mas menos nas cidades. Nos apartamentos, os que abrem a porta, beija-se a cruz e deseja-se boa Páscoa, sem os comes e bebes típicos das aldeias. Em terras do Minho e Trás-os-Montes até é costume oferecer um cálice de aguardente.

Depois há os foguetes, que dão uma ideia do andamento do compasso e o toque dos sinos, na saída e no recolher da Cruz.

Estima-se que hoje, em algumas terras amanhã e noutras no domingo de Pascoela, cerca de dez mil cruzes visitem mais de um milhão e meio de lares. Cada cruz, nas aldeias, visita entre cem e duzentas casas. Nas cidades chegam a entrar em 300 apartamentos.

TRADIÇÕES POPULARES DO COMPASSO

VALENÇA

Os párocos de Cristelo Côvo, Valença, e de Sobrado, Tui, Galiza, dão amanhã, por volta das 18h00, exemplo do bom relacionamento transfronteiriço, atravessando o rio Minho de barco, para dar a Cruz a beijar na outra margem.

NOVA PONTE

Os carros ainda não passam, mas já se atravessa a pé. Hoje, às 15h00, os mordomos das freguesias de Valbom (Vila Verde) e Souto (Terras de Bouro) dão a Cruz a beijar no meio da nova ponte, como acção de graças pela união das freguesias.

TRÊS ABADES

Os compassos pascais das freguesias de Vila de Punhe, Barroselas e Mujães, no concelho de Viana do Castelo, encontram-se amanhã na Mesa dos Abades, situada no Largo das Neves, cumprindo-se uma tradição de tempos antigos.

in CORREIO DA MANHÃ - 2007.04.09

S. Brás de Alportel - Tochas saem à rua em dia de Páscoa
Milhares de flores alegram procissão

Ana Isabel Coelho

A chuva que caiu ontem à tarde, acompanhada de trovoada, não desmobilizou os cerca de 60 voluntários são-brasenses empenhados nos últimos preparativos da Festa das Tochas Floridas. Para a cerimónia, que se realiza hoje de manhã, foram colhidas milhares de flores campestres, que irão cobrir as ruas da vila por onde passará a procissão.

“A chuva não impede que se trabalhe. Mesmo que continue a chover vamos colocar as flores na rua. Acredito que à hora da procissão vai fazer sol. Será a recompensa por estes dias de trabalho”, acredita Helena Belchior, que há cerca de 20 anos colabora na organização de um dos maiores cartazes turísticos de S. Brás de Alportel.

Ontem ainda se seleccionavam as cerca de duas toneladas de flores que irão “maravilhar” os milhares de visitantes. “Desde segunda-feira que apanhamos flores no campo: rosmaninhos, malmequeres, funcho, alecrim e hera”, revela Maria Martins, que há dez anos ajuda a separar flores para as molduras coloridas que embelezam as ruas.

Muitos dos participantes dormiram poucas horas nas últimas noites. Como Filipe Sádio, 18 anos, que irá decorar a Rua de Tavira, uma das artérias por onde passa a procissão. “Vamos dormir até às 04h00 e a partir dessa hora começamos a colocar as flores para conseguirmos ter tudo feito pela manhã”, revela o estudante, para acrescentar: “Esta festa é um símbolo da minha terra, espero que nunca acabe.”

AGUARDENTE NO CORTEJO

A Procissão de Aleluia que hoje percorre as ruas de S. Brás de Alportel a partir das 11h30 (uma hora antes é celebrada missa na Igreja Matriz), é marcada pela ornamentação das artérias com milhares de flores. Os homens da terra, que integram a procissão encabeçada por jovens, transportam as tochas, também elas feitas de flores campestres.

Envergando opas brancas, gritam em coro “Ressuscitou como disse, Aleluia!” É a manifestação popular de fé em Cristo ressuscitado. Para aclarar a garganta, manda a tradição que vão bebendo aguardente ou uísque e passando a garrafa uns pelos outros. “Ficam mais ‘quentes’. Dá-lhes alegria e força para cantar”, admite Helena Belchior.

in CORREIO DA MANHÃ 2007.04.08

quarta-feira, abril 04, 2007




Esmolas
Igreja sofre com falta de dinheiro

Secundino Cunha, Braga / M.A.G.

A crise económica que o País atravessa, o desemprego, que afecta cada vez mais famílias, e a moeda única europeia são, segundo os párocos, capelães de igrejas e reitores de santuários, as razões fundamentais para a quebra que, nos últimos três anos, se tem registado nas esmolas e donativos e que ronda os 25 por cento.

As grandes excepções à regra são os santuários de Fátima e de S. Bento da Porta Aberta, no Gerês.

Em Fátima, as esmolas e ofertas desceram de 9,9 milhões de euros em 2002 para 9,1 milhões em 2005, o que representa uma quebra de oito por cento. Em S. Bento, o segundo maior santuário do País, os dados não estão ainda apurados, mas a Irmandade fala de uma quebra de dois por cento nos últimos três anos.

Os responsáveis pela área económica das dioceses de Coimbra, Viseu, Funchal, Setúbal, Évora e Faro também garantem ao CM que as esmolas têm diminuído de ano para ano – sobretudo a partir 2003.

O monsenhor Domingos Silva Araújo, reitor da basílica dos Congregados, em Braga, fez as contas e disse ao Correio da Manhã que, em 2004, foram colocados nas caixas de esmolas e nos cestos do ofertório 58 030 euros e que, em 2005, essa verba desceu para os 43 937 euros.

“Foi uma descida superior a 14 mil euros, ou seja, uma quebra de 25 por cento nas receitas provenientes das esmolas dadas na igreja”, disse este responsável, atribuindo as razões deste “corte” nas esmolas à crise e ao euro.

“Por um lado as pessoas têm menos dinheiro e, como tal, também dão menos, mas a verdade é que as quebras começaram a notar-se com a entrada em circulação do euro. Eu acho que a nova moeda ainda assusta as pessoas e então elas optam por pôr no prato as moedinhas escuras, de um, dois ou cinco cêntimos”, acrescentou o padre Silva Araújo.

Mas a redução das esmolas não é um exclusivo das igrejas de cidade ou das paróquias. Também os santuários estão a viver um período de “quebra acentuada”.

Bom Jesus, em Braga, Penha, em Guimarães, ou Senhora dos Remédios, em Lamego, também se têm ressentido da crise, com as receitas provenientes das esmolas dos peregrinos a caírem entre vinte e trinta por cento.

“Quando mal chega para o pão, corta-se na devoção”, diz Bernardo Reis, provedor da Santa Casa da Misericórdia de Braga, que tem registado quebras próximas dos trinta por cento nas esmolas nas igrejas da Misericórdia, de S. João Marcos e, sobretudo, na capelinha do S. Bentinho do Hospital.

“No S. Bentinho, por onde passam centenas e, por vezes, milhares de pessoas por dia, as quebras nas esmolas são de, pelo menos, trinta por cento, o que reflecte, de facto, a crise que o nosso país atravessa”, garante Bernardo Reis.

MENOS GENTE A PAGAR A CÔNGRUA

A esmagadora maioria dos párocos facilita tudo. Nesta altura da Páscoa envia para casa dos paroquianos uma carta com as contas do Conselho Económico da Paróquia e com uma ficha para referir o montante que pretende pagar de ‘direitos’, ou côngrua, assim como o nome e o número de contribuinte, para a emissão do recibo para o IRS. Mesmo assim, há cada vez menos gente a contribuir para o sustento do pároco e para as despesas da paróquia.

A côngrua, que antigamente revertia para o pároco, agora destina-se ao fundo paroquial, que é gerido pelo Conselho Económico (chamava-se comissão fabriqueira) e de onde são pagas todas as despesas da paróquia, a começar pelo ordenado do pároco. Mas é também daí que sai o dinheiro para obras na igreja e para o pagamento de bens tão essenciais como água e luz.

Os párocos vão tentando convencer os fiéis da necessidade de todos contribuírem, mas, por causa da crise e também devido à diminuição dos católicos praticantes, também estas receitas têm descido. Para já não há dados, mas em algumas paróquias as quebras superam os sete por cento ao ano.

FIÉIS SÓ DÃO MOEDAS PEQUENAS

Desde a entrada em circulação do euro, as caixas de esmolas e os cestos que percorrem as igrejas por altura do Ofertório enchem-se de moedas negras. Os padres queixam-se de que o que mais aparece são moedas de um, dois e cinco cêntimos. Moedas amarelas são poucas e as brancas e amarelas (de um euro e dois euros) são raríssimas.

SALÁRIO DOS PADRES ESTÁ ISENTO DE IRS

Os padres estão isentos de pagar IRS desde que o seu salário não ultrapasse sensivelmente o equivalente ao salário mínimo nacional. Segundo apurou o CM junto de fontes da Administração Fiscal, a nova Concordata assinada em 18 de Dezembro de 2004 consagrou a figura do “estipêndio da missa”, um montante que é reservado ao pároco para que este possa prover às necessidades do dia-a-dia.

O Direito Canónico diz que os padres têm direito, para si, a um estipêndio de uma missa por dia, que lhe será atribuído para que possam viver com dignidade. A Administração Fiscal reconheceu essa possibilidade e consagrou uma isenção de IRS até a um montante equivalente ao salário mínimo. Tudo o que o padre ganhar acima desse montante será tributado em IRS. Esta salvaguarda foi introduzida para contemplar as situações em que os eclesiásticos auferiam um ordenado por funções que não estavam directamente relacionadas com o culto, como era o caso dos padres professores em instituições de solidariedade social.

No que se refere às doações, também elas estão isentas do pagamento de impostos.

As mudanças fiscais mais relevantes deram--se ao nível da tributação do património, uma vez que a Concordata coincidiu com a abolição da Sisa e da Contribuição Autárquica e a sua substituição pelo Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e Imposto Municipal sobre Transacções (IMT).

Neste aspecto, o artigo 26, n.º 2 da Concordata consagrou a isenção de IMI a todos os lugares de culto ou outros prédios ou parte deles directamente destinados a fins religiosos, as instalações de apoio directo e exclusivo às actividades com fins religiosos, os seminários ou quaisquer estabelecimentos destinados à formação eclesiástica ou ao ensino da religião católica, bem como as dependências ou anexos dos prédios a uso de instituições particulares de solidariedade social.

Todos os imóveis que estejam fora desta classificação estão, teoricamente, abrangidos pelo IMI. No entanto, o problema está no facto de mais de sessenta por cento dos bens patrimoniais da Igreja (igrejas, seminários, centros sociais e paroquiais, residências de párocos, museus e terrenos diversos) não estarem ainda avaliados.

Um levantamento dos bens imóveis que pertencem à Igreja começou a ser realizado em 2005, através da Comissão para os Bens Culturais, e trata-se de um processo que poderá levar muitos anos até estar completamente concluído.

Para além disso, todas as actividades de beneficência, como lares, creches ou centros sociais, podem beneficiar de isenção ao nível do IRC.

Também o problema dos descontos dos padres para a Segurança Social ainda não ficou completamente definido com a Igreja a negociar com o Governo um novo regime para os eclesiásticos.

PROMESSAS SÃO PARA CUMPRIR

É uma das razões pela qual os grandes santuários, como Fátima e o S. Bento da Porta Aberta, passam de certa forma incólumes a esta crise. É que quem faz promessas sabe que tem de as cumprir e, por muito que custe, a esmola prometida ao Santo ou a Nossa Senhora vai parar aos cofres do santuário. É que, mesmo que a tentação seja grande, ninguém arrisca deixar uma promessa por cumprir. E a explicação é simples: se S. Bento tirou os cravos ao filho, diz o povo, também lhos pode devolver. Com estas coisas não se brinca.

DESEMPREGO PREOCUPA A IGREJA

O aumento do desemprego em Portugal é a causa primeira da crise económica que o País atravessa e, por consequência, o principal motivo da quebra de 25 por cento que se regista nas esmolas e nas ofertas nas missas.

O arcebispo primaz de Braga e presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, D. Jorge Ortiga, diz que, “apesar de notar alguma diminuição nos donativos, isso não constitui grande problema para a Igreja, que está habituada a viver dentro de regras apertadas. A nossa preocupação primeira vai para as famílias que, de um momento para o outro, se vêem mergulhadas em grandes dificuldades. O desemprego é, nesta altura, o maior problema da sociedade e, como tal, o maior problema da Igreja”.

OCUPAÇÃO DO CLERO

PÁROCOS

O número de párocos em Portugal ronda os 2100, menos de metade das paróquias existentes. Mas não devem chegar a 800 os que exercem a actividade em exclusivo, ou seja, têm de viver com 618 euros por mês.

BISPOS

Os titulares de dioceses, no continente e ilhas, são 20 - 17 bispos, dois arcebispos e um cardeal patriarca. Mas a juntar a estes há ainda nove bispos auxiliares e uma dúzia de eméritos, ou seja, que têm mais de 75 anos.

CÓNEGOS

Nas vinte dioceses portuguesas há cerca de 250 cónegos. Apesar do título, o rendimento é igual ao dos padres. Acontece é que, quase sempre, os cónegos têm funções remuneradas nas suas dioceses.

PROFESSORES

Já foram mais os padres professores nas escolas. Por ordem das dioceses, esses lugares estão a ser ocupados por leigos licenciados em Teologia. Mesmo assim, em liceus e universidades há 1900 padres a dar aulas.

NOTAS

SANTUÁRIO DE FÁTIMA TEM RESISTIDO À CRISE

Desde 2002, quando arrecadou 9,9 milhões de euros, o Santuário de Fátima registou descida de apenas oito por cento até 2005.

BASÍLICA EM BRAGA PERDEU 14 MIL EUROS

Em Braga, a Basílica dos Congregados deixou de receber, comparando com valor de 2004, mais de 14 mil euros em 2005.

CONSTRUÇÃO PAGA COM DINHEIRO DAS ESMOLAS

As obras de construção do novo Santuário de Fátima, a inaugurar em Outubro, foram pagas com dinheiro de esmolas e dádivas.

NÚMERO DE NOVOS PADRES AUMENTA

A Igreja Católica portuguesa ordenou 41 novos padres em 2007, mais quatro do que no ano passado.


in Correio da M anhã - 2007.04.04

Cartoon - Salteiro - 1974