A Internacional

__ dementesim . . Do rio que tudo arrasta se diz que é violento Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem. . _____ . Quem luta pelo comunismo Deve saber lutar e não lutar, Dizer a verdade e não dizer a verdade, Prestar serviços e recusar serviços, Ter fé e não ter fé, Expor-se ao perigo e evitá-lo, Ser reconhecido e não ser reconhecido. Quem luta pelo comunismo . . Só tem uma verdade: A de lutar pelo comunismo. . . Bertold Brecht
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sexta-feira, abril 25, 2008

Abril em Maio após Novembro (1)

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O Sonho ...
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Fotografia de autor não identificado
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João Abel Manta - Cartoon
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Van Gogh - A Sesta


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Álvaro Cunhal - Desenhos da Prisão

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Pieter Brueghel, o Velho - Festa de Noivado -
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Paula Rego - Crianças voando
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... e a Realidade ou da Primavera ao Inferno !
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Rafael Bordalo Pinheiro - Zé Povinho

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Van Gogh - Comedores de batatas


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Álvaro Cunhal - Desenhos da Prisão


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Cartoon de autor não identificado

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Fotografia de autor não identificado

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Desenho de autor não identificado

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Cartoon de Carlos Marques

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Cartoon de Zé Oliveira

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Quadro de autor não identificado

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ideia da sequência e selecção - Victor Nogueira
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sexta-feira, agosto 31, 2007

DRAMÁTICAS REALIDADES



«A luta de massas é o motor essencial da alternativa necessária»


O PCP, em conferência de imprensa a que damos o devido destaque nesta edição do nosso jornal, alertou, mais uma vez, para os graves problemas do desemprego e da precariedade – problemas que expressam bem parte das dramáticas realidades que pesam sobre os trabalhadores portugueses. Acresce que a situação, nesta matéria como noutras, continua a agravar-se todos os dias pelo que as perspectivas futuras se adivinham sombrias. Como sublinhou o camarada Vasco Cardoso, da Comissão Política, os números actuais e a evolução que conduziu à actual situação são por demais elucidativos: no segundo trimestre deste ano a taxa de desemprego e o número de desempregados em sentido restrito atingiu o valor mais elevado registado em qualquer outro segundo trimestre desde, pelo menos, 1988: 7,9% e 440 500 trabalhadores no desemprego. É claro que a verdadeira dimensão do desemprego só pode ser entendida se, ao número de desempregados em sentido restrito, acrescentarmos os inactivos disponíveis para trabalhar (80 300) e os sub-empregados (68 100): assim ficamos, então, com os dados reais sobre a taxa de desemprego e o número de desempregados em sentido lato: 10,4% e 588 900 trabalhadores, respectivamente.
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Anote-se ainda o facto de o aumento do desemprego atingir de forma particularmente agravada as mulheres e os jovens: dos 34 900 que vieram juntar-se, neste período, aos desempregados já existente, 32 700 são mulheres; quanto aos jovens entre os 15-24 anos, a taxa de desemprego é quase o dobro da média nacional.Estamos, assim, perante um dos mais elevados níveis de desemprego registado em Portugal após o 25 de Abril – e na iminência de, nos meses que aí vêm, a situação se agravar.
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A nova realidade decorrente da política do Governo traduz-se, ainda, no facto de, por um lado, ele ter levado por diante a maior destruição de sempre de postos de trabalho efectivos; e, por outro lado, ter permitido e estimulado o alargamento desse flagelo anti-social que é o emprego precário, que ameaça generalizar-se. Registe-se o facto significativo de, hoje, um em cada quatro trabalhadores ser precário.
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Violando frontalmente a Constituição da República – aliás, bem dentro da linha de afronta despudorada à Lei Fundamental do País que caracteriza a prática deste Governo – a precariedade constitui um brutal atentado aos direitos sociais, políticos, humanos dos trabalhadores. Trata-se de, tendo como referência única a defesa dos interesses do grande capital e o aumento constante dos seus lucros, colocar os trabalhadores precários na total dependência desses interesses, sujeitos à acção discricionária do patronato que, com o beneplácito do Governo, cria condições de trabalho e salariais indignas e a total insegurança no emprego. A chantagem e a repressão estão presentes todos os dias em milhares de empresas, nas quais os trabalhadores estão colocados perante o domínio absoluto da patronato e correm risco de despedimento, ou são despedidos, se, usando um direito constitucionalmente consagrado, lutarem pela defesa dos seus interesses e direitos. Tudo isto configurando uma situação que bem pode considerar-se nos antípodas da democracia.
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É neste dramático cenário que o Governo PS/Sócrates prepara mais um violentíssimo ataque aos direitos dos trabalhadores, através da sinistra flexigurança e da desregulamentação completa das relações de trabalho em benefício do grande capital.
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Todos estamos lembrados da muito badalada promessa do PS, aquando da última campanha eleitoral para as legislativas, de criar 150 000 novos postos de trabalho. Que a promessa resultou, viu-se na noite das eleições, na hora da contagem dos votos. Que a promessa seria esquecida logo que contados os votos, era sabido por todos os cidadãos atentos às práticas correntes de caça ao voto por parte dos partidos da política de direita. E aí está a dura realidade a confirmá-lo: em vez da prometida criação de 150 000 novos postos de trabalho, o real e concreto aumento do número de desempregados que são, hoje, mais 41 200 do que eram à altura da tomada de posse deste Governo.
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Vale a pena puxar pela memória e lembrar que a aplicação desta receita do «aumento do emprego», apresentada no tom e nos gestos da venda da milagrosa banha da cobra, tem sido prática da generalidade dos líderes do PS e do PSD: desta vez, o vendedor foi José Sócrates; antes, havia sido, por exemplo, o então primeiro-ministro Cavaco Silva que, para obter a maioria absoluta que lhe permitiria desferir uma das mais brutais machadadas na democracia de Abril, prometeu a criação de 100 000 novos postos de trabalho. O resultado foi idêntico ao obtido agora por José Sócrates: o desemprego aumentou. E a machadada foi desferida.
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Assim, prometer mundos e fundos para ganhar votos e, ganhos os votos, esquecer as promessas e fazer o contrário do prometido (que outro nome dar a isto senão fraude eleitoral?), é coisa banal e de uso corrente nos partidos da política de direita – e que, de tanto repetida, passou a integrar esta democracia cada vez mais carenciada de conteúdo democrático.
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De tudo isto ressalta a necessidade premente de derrotar esta política e de a substituir por uma política democrática e de esquerda ao serviço dos trabalhadores, do povo e do País.Tal mudança é difícil, muito difícil. Mas possível. E a sua concretização exige a intensificação da luta de massas, que se confirma como motor essencial da alternativa necessária.
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in Avante 2007.o8.30
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Quadro - Pieter Bruegel “O Velho”O Triunfo da Morte, 1562, óleo sobre tela, 117 x 162 cm. Museu do Prado – Espanha: http://museoprado.mcu.es/
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Para saber mais sobre este quadro ver

terça-feira, abril 24, 2007

Pieter Brueghel el Viejo

(Breda, Países Bajos, h. 1525 - Bruselas, 1569) Pintor holandés. Principal pintor holandés del siglo XVI, en la actualidad es considerado una de las grandes figuras de la historia de la pintura. Realizó sobre todo cuadros de paisaje, de género y de escenas campesinas, en los que con un estilo inspirado en el Bosco reflejó la vida cotidiana con realismo, abundancia de detalles y un gran talento narrativo.

Pieter Brueghel aprendió el oficio con Pieter Coeke. En 1551 se incorporó al gremio de pintores de Amberes e inmediatamente después emprendió un viaje por Europa, que lo llevó a Francia, Italia y Suiza. Lo que más le impresionó de su periplo fueron los paisajes de los Alpes, de los que realizó a su vuelta una serie de dibujos que fueron grabados.

En 1563 Pieter Brueghel se trasladó a Bruselas y contrajo matrimonio. Se centró entonces en la pintura y produjo numerosas obras, muchas de ellas por encargo de famosos personajes. Para el banquero Niclaes Jonghelinck realizó, por ejemplo, la famosa serie de los Meses, que incluye Cazadores en la nieve (noviembre-diciembre) y La vuelta del ganado (septiembre-octubre), entre otras obras maestras.


Cazadores en la nieve, de Pieter Brueghel el Viejo

En el folclore y los refranes populares buscó la inspiración para sus obras más descriptivas y pintorescas, desde La parábola de los ciegos y Juegos de niños hasta el El banquete de bodas. También realizó obras religiosas, en particular entre los años 1562 y 1567, que, aunque no constituyen lo mejor de su producción, dan pruebas de su gran originalidad estilística.


El banquete de bodas, de Pieter Brueghel

Pieter Brueghel tuvo dos hijos pintores, Pieter el Joven (Bruselas, 1564 - Amberes, 1638) y Jan (Bruselas, 1568 - Amberes, 1625). El segundo fue muy reputado como pintor de flores y se ganó el sobrenombre de Brueghel de «velours» (terciopelo) por su magistral tratamiento de las texturas delicadas. El primero realizó copias y variaciones de las pinturas de su padre, a menudo de gran calidad, con las que se ganó muy bien la vida.

in www.biografiasyvidas.com/biografia/b/brueghel.htm

terça-feira, abril 17, 2007




Pieter Brueghel o Velho "Os Caçadores na Neve" (1565)

O nosso partido

é o futuro no presente construído

Na praça se demonstra

Na praça se vê

Na praça se ouve

Na praça se diz


Abril é passado

presente o deserto

esperança o futuro


fora dele deste nosso partido

sem vida é o presente

sem humanidade o futuro

vazios os campos

inóspita a cidade


Victor Nogueira

1982 | 1992

No comboio para o Barreiro



Quadro - The Wedding Dance

Pieter Bruegel, o Velho ((1525/30-1569))

segunda-feira, fevereiro 19, 2007



Jogos infantis

Pieter Brueghel, o Velho (c. 1525 – 1569), pintor flamengo, quis fixar num único quadro todos os jogos infantis que conhecia. Muitos dos jogos que ele mostrou foram identificados. Olhando para o quadro identifique quantos brinquedos estão reproduzidos. Esta pintura é de 1560 e as crianças divertem-se com objectos simples: paus, chapéus, aros, entre outros. Os seus quadros, que realçam o absurdo na vulgaridade, estão no entanto plenos de animação e pequenos detalhes, expondo as fraquezas e loucuras humanas, apresentando alguma semelhança com os de Hieronymus Bosch (c 1450 - 1516)

ver o quadro com mais detalhe em
www.brucevanpatter.com/brueghel_painting.html