"e como que a experiência é a madre das cousas, por ela soubemos radicalmente a verdade" (Duarte Pacheco Pereira)
A Internacional
sábado, março 09, 2013
Violência contra mulheres e fosso salarial são desigualdades que mais preocupam portugueses
sexta-feira, março 11, 2011
A Justiça e a violência doméstica
O poder divino
- 10 Março 2011
- Comentário feito por:Zeferino Zacarias
- 10 Março 2011
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- Comentário feito por: Anónimo
- 10 Março 2011
sexta-feira, agosto 07, 2009
Mais brilhante que mil sóis ou Livro Negro ?
Kant_O_XimPi: Crimes contra a Humanidade (1) - Hiroshima e Nagasaki
Kant_O_XimPi: Crimes contra a Humanidade (3) - Hiroshima e Nagasaki
Galeria & Photomaton: 1945: Testada a primeira bomba atômica
Kant_O_XimPi: Paul Tibbets . Morreu piloto que lançou bomba atómica
É Justo ... ?
RE: Este é o respeito do Islão pelas mulheres...
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terça-feira, junho 16, 2009
Violência contra os idosos
Idosos: Abusos estão "no armário" e precisam fazer o mesmo caminho da violência contra mulheres - especialistas
Lisboa, 15 Jun (Lusa) - A violência contra idosos está ainda "no armário" na sociedade portuguesa e precisa de fazer o mesmo caminho de divulgação que aconteceu com a violência doméstica contra as mulheres, apontaram hoje vários especialistas num seminário em Lisboa.
Lisboa, 15 Jun (Lusa) - A violência contra idosos está ainda "no armário" na sociedade portuguesa e precisa de fazer o mesmo caminho de divulgação que aconteceu com a violência doméstica contra as mulheres, apontaram hoje vários especialistas num seminário em Lisboa.
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No Dia Internacional de Sensibilização sobre a Prevenção da Violência contra as Pessoas Idosas, técnicos de assistência social e profissionais de saúde concordaram no diagnóstico da falta de visibilidade do problema, que impede que sejam feitas mais queixas, aliada a factores como a vergonha ou a falta de conhecimento das vítimas.
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Outra das conclusões indicada como alarmante é o facto de os abusos e a violência - física, mental ou financeira - serem praticados por familiares, o que contraria a ideia da instituição familiar como reduto de afecto e carinho para com os idosos.
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A jurista Paula Guimarães, coordenadora de um grupo de trabalho constituído pela Direcção-Geral de Saúde, disse à Agência Lusa que está em preparação uma campanha para "democratizar o acesso à informação e fazer um alerta à sociedade" para as formas de violência contra idosos.
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A apropriação de dinheiro e a colocação sem consentimento em lares - que configura muitas vezes um crime de sequestro - são algumas das formas de violência que "não são qualificadas como tal" na sociedade portuguesa, referiu.
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Paula Guimarães, que indicou a violência sobre idosos como "problema de saúde público", referiu que se conhece apenas a "ponta do icebergue", sem números fiáveis quanto à ocorrência de casos de abuso.
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Pela Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, José Félix afirmou que no caso da violência doméstica sobre as mulheres foram precisos "dez anos de alertas" para que o fenómeno seja hoje reconhecido e combatido.
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No caso da violência contra idosos, será preciso o mesmo investimento na "reconfiguração do enquadramento cultural" que ponha em destaque "a dignidade, o poder e o papel" dos idosos, para que deixem de ser vistos como "empecilhos".
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José Ferreira Alves, psicólogo da Universidade do Minho, indicou alguns "sinais vermelhos" na identificação de situações.
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No caso das vítimas verificam-se tendências suicidas, recorrência de ferimentos "acidentais", sintomas depressivos, queixas vagas e alterações de comportamento, enquanto no caso dos agressores há uma atenção "exagerada" dada à vítima, controlo das suas actividades ou presença constante, precisou José Ferreira Alves.
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Quanto ao perfil do abusador, Maria Vacas, da APAV, referiu que é comum ter um "historial de consumo de álcool ou drogas", apontando também circunstâncias que podem levar alguém que está no papel de "cuidador" de um idoso a tornar-se abusivo: o stresse de ter que lhe dedicar tempo, com prejuízo da sua vida pessoal, ou a necessidade de tarefas repetitivas.
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Fora do circuito da assistência social, da psicologia ou da saúde, a jornalista Ana Catarina Santos, autora de uma reportagem radiofónica premiada pela Assistência Médica Internacional (AMI), destacou a necessidade de os técnicos se "abrirem para o exterior" como forma de o problema se tornar mais visível, o que muitas vezes não acontece em nome da protecção da "privacidade" ou por "desconfiança" em relação ao jornalista e receio de que a comunicação social "vampirize" as situações.
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APN
Lusa/fim
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in Expresso -
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.quinta-feira, maio 08, 2008
sexta-feira, maio 02, 2008
Crianças são principais vítimas da violência doméstica
Os pais são os principais agressores contra crianças e adolescentes. A constatação pode ser vista na página da internet que mantém atualizadas as denúncias dos Conselhos Tutelares de todo o país, enviadas ao Sistema de Informação para a Infância e Adolescência (Sipia). São 186.415 registros, de 1999 até hoje.
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Também constata-se que os números de agressões contra crianças e adolescentes são altos pelo Disque 100, sistema que permite que qualquer um faça denúncias, inclusive anônimas. Em números absolutos, os casos de agressão por negligência ou agressão física e psicológica são 54.889 dos 111.807 registros. Isso representa 67,40% do total. Entre os registros, 242 são denúncias de violência com morte da criança ou do adolescente.
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Diante do índice, especialistas em questões da infância, consideram que episódios como o da menina Isabella Nardoni, que morreu aos 5 anos, causando comoção por ter causas ainda desconhecidas, são mostras de um país ainda tolerante com a agressão contra crianças e adolescentes.
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Para o integrante do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), Ariel de Castro Alves, os dados revelam que a violência contra a infância é generalizada no Brasil e que há muita tolerância para com ela – o que faz com que as pessoas se sintam menos à vontade para denunciar.
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“Devemos tratar do caso da menina Isabella e, a partir dele, refletir com toda a sociedade brasileira. Os números mostram que a violência contra a infância e a juventude é generalizada e, muitas vezes, a violência ocorre exatamente nos locais em que elas deveriam receber proteção, que são os lares, escolas e creches”, disse.
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A coordenadora do Programa de Enfrentamento à Violência Sexual contra a Criança e o Adolescente da Secretaria de Direitos Humanos, Leila Paiva, concorda com o conselheiro do Conanda. Para ela, o que contribui para a manutenção deste quadro é a falta de iniciativa de quem observa a violência, mas não denuncia.
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“Existe um pensamento no imaginário popular de que não devemos interceder em problemas que ocorrem no âmbito familiar, o que é um equívoco. Mas, ao mesmo tempo, eu penso que o aumento dos registros no Disque 100 é pelo fato dele garantir o anonimato e a distância das pessoas”, analisou a coordenadora.
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Ariel Alves, do Conanda, retoma a questão do papel da sociedade: “Não é só a família a responsável por garantir os direitos da infância e juventude, o próprio Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) diz que é um dever de todos: da família, do Estado e de toda a sociedade brasileira.”
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A média de utilização do Disque 100, desde que foi implantado em 2003 até hoje, é crescente. Começou com 12 relatos por dia, passou para 38 em 2006 e chegou a 69 em 2007. Até março deste ano, foram contabilizados em torno de 93 casos diariamente.
Os dois especialistas atribuem o crescimento do número de denúncias à sensibilização de todos da importância em não se calar diante dos casos de agressão a crianças e a adolescentes. Para ambos, não se trata de aumento dos casos de agressão.
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Alves citou estudo da Universidade de São Paulo sobre o tema: “Uma pesquisa do Laboratório de Estudos da Criança da USP, feito entre 1996 e 2007, diagnosticou a existência de 159.754 casos de violência doméstica. E também concluiu que aproximadamente 10% dos casos de abusos e violência contra crianças e adolescentes são denunciados.”
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Fonte: Agência Brasil
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in Vermelho - 27 DE ABRIL DE 2008 - 11h26
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terça-feira, abril 08, 2008
Portugal - 132 mil casos de violência doméstica
* Ana Luísa Nascimento
Justiça: Relatório de segurança interna
Em oito anos, as denúncias sobre este tipo de crime – autonomizado na última revisão do Código Penal, em Setembro – quase duplicaram, passando de 11 162 casos conhecidos no ano 2000 para 21 908 em 2007, o que corresponde a um aumento de 6,4 por cento em relação ao ano anterior.
De acordo com o Relatório, 'os valores de 2007 estão em linha com o crescimento acentuado' das participações de violência doméstica e são justificados com uma subida da taxa de queixa por parte das vítimas, mas também com um 'aumento de capacidade de atendimento e acompanhamento' das instituições policiais.
'No campo da violência doméstica continuam a ser adoptadas medidas para um combate mais eficaz a este fenómeno', lê-se no documento, onde se explica que já há no País 249 salas de apoio à vítima e que a PSP dispõe de 300 agentes nas equipas de proximidade de apoio.
Os dados mostram ainda que por cada dez mil habitantes são reportados 21 casos de violência doméstica, 81 por cento das quais entre cônjuges, sobretudo homens contra mulheres, com idades compreendidas entre os 25 e os 64.
No âmbito deste crime prevalecem as ofensas corporais e maus tratos, mais de 80 por cento do total, seguidos dos crimes contra a liberdade pessoal, principalmente ameaças e coacções.
Já o recurso a armas, em 2007, foi 'minoritário', apenas em nove por cento dos casos, mas as autoridades alertam que não pode ser desvalorizado. 'Não se deverá considerar irrelevante porque corresponde a mais de dois mil casos', lê--se no Relatório de Segurança Interna onde se explica que nestes casos as armas brancas e de caça são as mais utilizadas.
Quanto à incidência do fenómeno nas diferentes regiões do País, regista-se um maior número de ocorrências nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto e também na Madeira e nos Açores.
ALTERAÇÃO PENAL PEDIDA POR MULHERES
A Associação Portuguesa de Mulheres Juristas enviou ao Parlamento um pedido de alteração de dois artigos do novo Código de Processo Penal (CPP) que estão a impedir a polícia de deter agressores no contexto de violência doméstica – mesmo quando estes são apanhados em flagrante delito.
Em causa estão os artigos 257.º e 385.º do CPP relativos a detenção fora de flagrante delito e libertação do arguido. De acordo com as novas leis penais, em vigor desde 15 de Setembro de 2007, a detenção de um suspeito só é permitida quando houver fundadas razões para recear que o mesmo não se apresente espontaneamente perante autoridade judiciária. Esta alteração, que tem apenas em conta o perigo de fuga e não a continuação da actividade criminosa, não evita que a vítima, num contexto de violência doméstica, continue exposta ao agressor.
DISCURSO DIRECTO: 'DEVE HAVER UM AGENTE ANJO-DA-GUARDA': Carlos Figueira, procurador
Correio da Manhã – Que medidas defende para agilizar os inquéritos de violência doméstica?
Carlos Figueira – Os casos considerados muito graves devem ter natureza urgente e passar à frente dos outros. Após uma rápida recolha de prova, que deve demorar entre três a quatro dias, o MP deve emitir mandados de detenção, caso o possa fazer, para primeiro interrogatório.
– E se o agressor ficar em liberdade?
– Enquanto não forem instituídos os meios de controlo electrónico há que implementar medidas policiais de monitorização e responsabilização, através de um agente, a que poderemos chamar anjo-da--guarda.
– Como é que isso funciona?
– À semelhança do que acontece com os agentes de liberdade condicional noutros países, este polícia, com sede nas proximidades da residência da vítima e com o telemóvel dela, ficaria acessível para qualquer emergência e registaria todos os incumprimentos por parte do agressor.
– Defende a especialização de magistrados para estas investigações?
– O que é necessário é a uniformização de procedimentos na investigação e articulação com instituições de solidariedade porque nenhuma mulher promove o afastamento do agressor se souber que vai ficar sem casa e sem dinheiro.
APONTAMENTOS
EQUIPA EM SINTRA
A Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa decidiu especializar a investigação dos casos de violência doméstica na comarca de Sintra, depois de concluir, através de uma análise da criminalidade na zona, que a violência no seio da família 'assume particular significado'.
21 MORTAS EM 2007
Morreram 21 mulheres por violência doméstica em 2007, divulgou a União de Mulheres Alternativa e Resposta, com base em casos noticiados. O número pode ser mais elevado, a exemplo de 2006, em que a Amnistia Internacional divulgou 39 mortes e três crimes não foram noticiados.
sou policia, e estou obrigado a participar todas as chamadas ditas violência doméstica, mas a maior parte é apenas para fazerem pressão sobre os divórcios que estão a decorrer para atribuição dos filhos, pork violência domestica não é só agressões, basta não se fazer a vontade de um ou outro e prontos lá está a PSP a fazer relatório, sobre a violência que não aconteceu. Alguém me desminta.
As falsas denuncias são reduzidas, se não existirem provas fisicas, não se é condenado. O que preocupa é ver tantas mulheres que não fazem queixa, pois a maioria dos agressores volta para casa, e a vitima? vai para casa depois de ter feito queixa, para ser morta, como tantas? Todos os dias se lêm neste jornal tiros a esposas e familiares! tomem-se medidas mais duras para pensarem 2 vezes antes.Lx
na minha opinião a violencia não esta a aumentar, o que esta a aumentar é o numero de denuncias apresentadas pelas vitimas. A legislação existente é demasiado branda com os agressores.
Um caso que se torna PREMENTE resolver-se, pois tem de algum modo que se acabar, esta atitude de se ser dono de tudo, até da própria companheira(esposa e filhos, se os houver). Deve ser-se marido,pai e amigo...Em minha opinião, evidentemente! Contribuir para uma solução e não para um agravamento.
O meu irmão foi acusado trés vezes de violência domestica. Duas vezes ele conseguiu provar que era tudo mentira. Da terceira sem provas foi condenado. Porque não dizem que estas coisas é quase sempre para ganhar vantagem em divórcio é que eu queria saber.
a violência domestica tem de ser tratada com muita firmeza, pois aqui reina a lei do mais forte e falo com experiência como o elo mais fraco. Na minha opinião as vitimas deveriam ter preparação para se saberem defender, então os agressores já se iriam dar mal e se fossem tratados da mesma maneira acabava-se a valentia
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in Correio da Manhã 2008.04.08
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terça-feira, novembro 06, 2007
Mil mulheres são vítimas de violência, só no Algarve

Quarta-feira, 31 Outubro
- Barbosa - Albufeira E dos Gays ninguém fala ? Eu conheço um casal q 1 vive ás custas de outro e faz chantagem de todo o tipo para não terminarem a relação chegando ao ponto de tentar suicidar-se por fogo á casa etc.. ;e o outro porque trabalha num sitio de renome e para escapar ao escandalo vai sendo ao mesmo tempo vitima e cumplice visto que a pessoa em questão(e isso de fonte fidedigna)nem sexualmente é fiel.
- Fernanda Silva É de mais instituições destas que precisamos em Portugal.Mulheres não se calem nunca, os homens se querem ser ajudados que falem, mas não se armem em vitimas pois são os piores.
- soraia duarte Acho incrível como é que se pode desculpar os actos de violência, com razões absurdas, como por exemplo, o de as mulheres provocarem os homens.Todos aqueles que praticam tão horríveis actos, deviam de ser punidos, e punidos de forma exemplar, porque não estão só a violar claramente os direitos humanos, como reduzem as vítimas psicológicamente a nada.
- Sónia Grande maioria das vitimas de violência doméstica, são mulheres! Os homens se tb o são vitimas, que se queixem e não tenham vergonha!!! Já que são tão fortes, ao menos sejam humildes !!
- Cátia Há mulheres que se sujeitam a ser agredidas, porque não abdicam nem da casa onde vivem nem dos filhos e ainda provocam os maridos. Sim, porque nem todos os agressores agem por serem completos imbecis, há os que reagem a bocas constantes das mulheres... E também conheço mulheres que batem nos maridos. Falem disso também, por eles não falam.
- Fernando Alves So as mulheres são defendidas nestes casos, que justiça é esta? E os filhos? porque quase sempre entregues as mulheres?Autentica palhaçada a nossa justiça.Algarve
- Fernando Alves È claro que a violencia domestica existe mas não é so da parte da mulher, muitas vezes os homens são agredidos e pela vergonha teem que se calar, alem de que na violencia domestica so as mulheres são protegidas, onde estão os direitos iguais??? Algarve
- Lusitano em França E a justiça faz o quê?
sábado, junho 02, 2007

in Correio da Manhã 2007.04.26

- Comentário feito por:1904
- 10 Março 2011
É o resultado de uma vida segura, entre 4 paredes, que começou nos estudos e acabou num gabinete arejado, com direito a protecção. Não conhecem a vida real, desconhecem o que se passa nas ruas. Interessa é o salário