A Internacional

__ dementesim . . Do rio que tudo arrasta se diz que é violento Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem. . _____ . Quem luta pelo comunismo Deve saber lutar e não lutar, Dizer a verdade e não dizer a verdade, Prestar serviços e recusar serviços, Ter fé e não ter fé, Expor-se ao perigo e evitá-lo, Ser reconhecido e não ser reconhecido. Quem luta pelo comunismo . . Só tem uma verdade: A de lutar pelo comunismo. . . Bertold Brecht
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quinta-feira, agosto 01, 2013

Serafim Lobato - EUA: O APRENDIZ DE HITLER TANTO PODE SER BRANCO COMO NEGRO

tabanca de ganturé


quinta-feira, 1 de agosto de 2013

EUA: O APRENDIZ DE HITLER TANTO PODE SER BRANCO COMO NEGRO



1 – Um professor catedrático da importante universidade norte-americana de Yale, de nome Amitai Etzioni, escreveu,  nos princípios de Julho, na revista daquela instituição (Yale Journal of International Affairs), um artigo denunciando que o seu governo autorizouum plano para lançar uma guerra nuclear “preventiva” contra a China.

A notícia teve divulgação mundial, mas foi menosprezada, mesmo assim, pelos grandes meios de comunicação dos Estados Unidos, o que a limitou.

Foram políticos e especialistas civis das questões militares que deram relevo à gravidade do passo tomado na vigência da…administração Obama.

Washington não teve sequer a ousadia de desmentir a notícia divulgada.

Para se efectuar este plano teve de existir uma sintonia acordada entre o executivo, as Forças Armadas e, pelo menos, o poderoso complexo industrial militar, ponta de lança de todo o militarismo que enferma o sistema capitalista norte-americano e demonstra que as orientações nazis estão a dominar todo o sistema político do país.

Não é por acaso que um ex-Presidente dos EUA Jimmy Carter, ele próprio no seu tempo apologista – forçado ou não – das intervenções imperialistas norte-americanas em países que lhe não eram subservientes, como o Irão, reconhece agora – e fê-lo curiosamente durante uma recente viagem à Europa  -  que os Estados Unidos “já não funcionam como democracia”.

O aparecimento deste artigo no jornal de Yale surge já depois da Rússia e a China terem realizado, pela primeira vez, grandes manobras aero-navais no Oceano Pacífico, e, particularmente, numa altura em que um importante destacamento castrense russo efectuou um grande exercício no Extremo-Oriente.

 
Foram, aliás, os maiores exercícios militares russos, desde o desaparecimento da URSS.

Vladimir Putin, como Chefe de Estado e comandante-em-chefe das Forças Armadas fez questão de estar presente.

Neles participaram unidades, em número elevado, da Marinha de Guerra, Aviação estratégica (um certo número de aviões transportando armas nucleares foram colocados em estado de prontidão máxima),  tropas do Exército da defesa anti-mísseis,  de cavalaria blindada e de infantaria motorizada.

2 – A fascização em curso nos Estados Unidos da América não é uma frase militante que eu uso. É uma realidade.

Para o efeito, além da declaração de Carter já citada, vou dar-vos a opinião sobre essa evolução política de um antigo governante norte-americano, não muito antigo no tempo, pois pertenceu à Administração Clinton. Logo uma personalidade da própria elite dirigente do país.

Chama-se Paul Craig Roberts e exerceu o cargo de Secretário Adjunto do Tesouro.

Entre outros cargos, foi editor do “Wall Street Journal”, o órgão de comunicação do sistema financeiro norte-americano.

A tradução, minha, provem do castelhano.

Foi retirada da revista “CounterPunch”.

O título do artigo é “Planificação da guerra nuclear?”, com um antetítulo “Duas falsas democracias que ameaçam o mundo”.

”Amitai Etzioni (o catedrático supracitado) colocou uma importante pergunta:  *Quem autorizou os preparativos de uma guerra contra a China?*

Etzioni disse que o plano de guerra não é o tipo de plano de contigência que pode estar disponível para um acontecimento improvável.

Etzioni também informa que o plano de guerra não foi ordenado, nem passou pelo crivo da revisão das autoridades civis norte-americanas.

Vemo-nos confrontados com militares norte-americanos fora de controlo, influenciados pelos neoconservadores que colocam em perigo os norte-americanos e o resto do mundo.

Etzioni tem razão quando diz que é uma decisão crucial de alguns militares influenciados pelos neoconservadores.

É obvio que a China sabe que Washington se está a preparar para uma guerra contra ela.
Se o Yale Journal  sabe, a China também está ciente do processo.

Se o governo chinês é realista, sabe que Washington planifica um ataque nuclear preventivo contra a China.

Nenhum outro tipo de guerra tem sentido do ponto de vista de Washington.

A *superpotência* nunca conseguiu ocupar Bagdad, e, depois de 11 anos de guerra sai derrotada do Afeganistão por uns milhares de talibãs, com armamento ligeiro.

Envolver-se numa guerra convencional com a China seria o fim de Washington.

Quando a China era um primitivo país do Terceiro Mundo, combateu os EUA na Coreia e da refrega chegou-se a um ponto morto.

Hoje, a China é a segunda economia do mundo e supera, rapidamente, a débil economia dos EUA, destruída pela deslocalização de postos de trabalho, fraude nos *bansteres* e a traição corporativa e do Congresso.

O plano de guerra do Pentágono contra a China denomina-se *Batalha Ar-Mar*.

É desenvolvido com a utilização de *forças aéreas e navais inter-operativas que podem executar ataques em profundidade em rede, integrados, para danificar, destruir e desmoronar capacidades inimigas contra o acesso de capacidades de negação de área”.

Sim, *mas o que significa  isso?* Significa muitos milhares de milhões de dólares de benefícios adicionais para o complexo militar/securitário, enquanto que os restantes 99 % sofrem pisados pelas botas castrenses.

Também é óbvio que essa aventura insensata não pode derrotar um grande exército chinês.

Mas, este tipo de ruídos de terçar espadas pode conduzir à guerra, e se os cretinos de Washington iniciam uma guerra, a única maneira em que o poder político norte-americano se poderá impor é com a utilização de armas nucleares.

A radiação, claro, também matará norte-americanos.

A guerra nuclear está, pois, na agenda de Washington.

A ascensão dos nazis neoconservadores levou a que fossem negados os acordos de desarmamento nuclear de Reagan e Gorbachov.

O extraordinário livro publicado em 2012, na sua maior parte verdadeiro, *About the Untold History of the United States*, de Oliver Stone e Peter Kuznick, descreve a orientação post Reagan, segundo a qual o ataque nuclear preventivo é a primeira opção de Washington.

Durante a guerra fria, as armas nucleares tinham um efeito defensivo.

O propósito era impedir a guerra nuclear porque os EUA e a URSS mantinham um suficiente poder de retaliação para garantir a *destruição mútua*.

MAD, como lhe chamavam, significa que as armas nucleares não ofereciam uma vantagem ofensiva a qualquer dos lados.

O colapso soviético e a concentração da China na sua economia, em lugar de fortalecer as suas forças armadas, tiveram como consequência que Washington adquirisse vantagem no armamento nuclear que, segundo duas personagens norte-americanas do  textoDr. Insolito, Keir Lieber e Daryl Press, dá à administração dos Estados Unidos a capacidade do primeiro ataque.

Lieber e Press escrevem que a *precipitada decadência do arsenal da Rússia e o ritmo glacial da modernização das forças nucleares da China* criaram uma situação em que aqueles dois países não poderiam responder a um primeiro ataque de Washington.

O plano *Batalha Ar-Mar* do Pentágono e o artigo de Lieber e Press na revista *Foreign Affairs* tornaram a China e a Rússia cientes que Washington está a considerar a possibilidade de ataques nucleares contra os dois países.

Para assegurar que a Rússia será incapaz de retaliar, Washington está a colocar misséis anti-balísticos nas fronteiras russas, numa violação do acordo EUA-URSS.

Devido ao facto de que a imprensa norte-americana se transformou num corrupto Ministério da Propaganda governamental, o povo dos EUA não tem a menor ideia de que Washington, influenciado pelos neoconservadores, está a planear uma guerra nuclear.

Os Estados Unidos não estão conscientes do que está a suceder, tal como ignoram a recente declaração do ex-Presidente Jimy Carter, que foi produzida na Alemanha, segundo a qual os EUA já não são uma democracia.

A possibilidade de pôr em marcha uma guerra nuclear surgiu, precisamente, há 11 anos quando o Presidente George W. Bush, por intercepção do vice-Presidente Dick Cheney e dos neoconservadores que dominavam a sua administração, aprovou a uma lei que chamou de *Revisão da Orientação Nuclear 2002*.

Este documento neoconservador, aprovado pelo Presidente mais cretino dos EUA, provocou consternação e condenação no resto do Mundo e fez com que se iniciasse uma nova corrida aos armamentos.

O Presidente russo, Vlamidir Putin, anunciou, de imediato, que a Rússia gastaria todo o dinheiro que fosse necessário para manter a sua capacidade de retaliação nuclear.

Os chineses conseguiram em pouco tempo desenvolver tecnologia que lhe permitiu destruir um satélite em órbita com um míssil.

O Presidente da Câmara de Hiroshina, a cidade japonesa vítima de um enorme crime de guerra norte-americano, declarou: *O Tratado de Não Proliferação Nuclear, o acordo internacional central que guia a eliminação das armas nucleares, está à beira do colapso.

A causa principal é a política nuclear dos EUA que, ao sustentar, abertamente, que pode efectuar um primeiro ataque nuclear preventivo e ao relançar um programa de investigação de mini-bombas nucleares e outras, denominadas `armas nucleares utilizáveis`parece adorar tal tipo de armamento como se fosse um Deus*.

As sondagens em todo o mundo mostram, claramente, que Israel e os EUA surgem como as maiores ameaças à paz e à vida no planeta.

Todavia, estes dois governos, que se tornam em tudo ilegais, pavoneiam-se, auto-declarando-se *as maiores democracias do mundo*.

Nenhum deles aceita qualquer responsabilidade perante o direito internacional, os direitos humanos, as Convenções de Genebra ou mesmo perante o seu próprio direito constitucional.

EUA e Israel são governos canalhas, em retrocesso à era de Hitler e Stálin.

As guerras posteriores à II Grande Guerra Mundial tiveram como centro Washington e Israel.

Nenhum outro país apresenta tais ambições imperiais expansionistas.

O governo chinês não ocupou Taiwan, mas poderia fazê-lo se quisesse.

O governo russo não ocupou, até agora, antigos territórios constitutivos da própria Rússia como a Geórgia, a qual sob a pressão de Washington lançou um ataque sobre o país de Putin, que foi, instantaneamente, jugulado pelo Exército russo.

Putin poderia ter afastado o títere georgiano de Washingtom e incorporar a Geórgia na Federação Russa, da qual fez parte durante vários séculos e que muitos consideram com pertença daquele Estado.

Durante os últimos 68 anos, a maioria das agressões militares foram originadas pelos Estados Unidos e Israel.
Contudo, esse dois provocadores de guerra armam-se em vítimas de agressão.
Israel tem um arsenal nuclear ilegal, não reconhecido e sobre o qual não presta contas à comunidade internacional.
Washington já elaborou um plano de guerra baseado no primeiro ataque nuclear.

O resto do Mundo tem razão em considerar que esses dois irresponsáveis governos canalhas são ameaças directas à vida na terra”.

 

domingo, setembro 12, 2010

Nove anos do estranho onze de setembro

Mundo

Vermelho - 11 de Setembro de 2010 - 7h25
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É normal que a passagem dos anos traga um pouco de esquecimento a um fato. Também é regra que os humanos se esforcem para compreender os eventos "históricos", insuficientemente esclarecidos. Em resultado disso, novas evidências são trazidas à luz das zonas obscuras de conhecimento dos tais acontecimentos.


Por Manuel E. Yepe, no La República

Não foi assim com o famoso 11 de Setembro de 2001, ato terrorista que há nove anos matou em poucos minutos quase três mil pessoas nos Estados Unidos e foi motivo para que o governo daquele país declarasse uma guerra contra o terrorismo, contra um inimigo incerto, quiçá virtual, e restringisse as liberdades individuais em seu próprio território

Foi uma cruzada na qual o governo dos Estados Unidos envolveu, de uma forma ou de outra, cerca de cinquenta países, cujos povos, em seu conjunto, sofreram milhares de baixas, a maioria delas civis, um grande número delas de menores, mulheres e idosos.

Inicialmente, a guerra estadunidense contra o terrorismo tinha como um inimigo a derrotar um misterioso líder, do qual existiram evidências quando os Estados Unidos se convenceram a ratificá-lo como culpado principal do crime. Se acusava um estranho inimigo, escondido em cavernas do Afeganistão, e uma fantasmagórica organização militar islâmica.

Depois, sem uma explicação clara, a culpa foi deslocada na direção do governo do Iraque que, embora se sabia que não tinha vínculo algum com os supostos ataques terroristas contra Nova York e Washington, a inteligência estadunidense tinha evidências de que esse país acumulava armas de destruição em massa para empregá-las contra os Estados Unidos.

Sem muita resistência armada por parte do pequeno país rico em petróleo mas empobrecido por um bloqueio econômico decretado pelos Estados Unidos alguns anos antes, após atacá-lo militarmente, o Iraque não tinha forças para enfrentar a superpotência.

A acusação americana revelou-se falsa. As armas de destruição em massa não existiam. Mesmo assim, o presidente do Iraque foi derrubado, perseguido, aprisionado e executado pelas forças invasoras lideradas pelos Estados Unidos. Não tendo conseguido consolidar a cruel ocupação do Iraque, sem reconhecer a derrota de seu planos por tal motivo, os Estados Unidos, com a Otan de fachada, também encetavam uma guerra.

Haviam ocupado o Afeganistão, em outubro de 2001, em perseguição a um inimigo não muito bem identificado que, supostamente, desde o interior de suas cavernas, colocou em perigo a segurança nacional da potência militar mais poderosa que a humanidade conheceu em sua existência.

A versão oficial sobre o colapso das torres gêmeas segue questionada por numerosos testemunhos de especialistas e cientistas, que alegam que se tratou de uma demolição controlada.

Ainda é questionada a ordem estrita de silência dada aos bombeiros de Nova York e à Administração Federal de Aviação. Coloca-se em questão o fato de que os edifícios 5 e 6 do World Trade Center (WTC) sofreram incêndios consideráveis e não caíram, apesar de possuírem vigas de aço muito mais débeis que as das torres gêmeas, quando o edifício numero sete, afetado por um incêndio relativamente pequeno, em 8 andares dos seus 40, entrou inteiramente em colapso.

Foi escandaloso que, após a tragédia, a Agência Federal de Gerenciamento de Emergências tenha extraído e exportado para a Coreia do Sul as estruturas de aço dos edifícios, antes mesmo que fossem analisadas de acordo com a legislação que protege as evidências de um cenário onde tenha ocorrido um crime, até que sejam realizados os testes forenses.

Ainda hoje, ninguém entende por que não foram ativadas, durante o ataque, as baterias de foguetes e a defesa anti-aérea situada nos arredores do Pentágono.

Ninguém conseguiu esclarecer a razão que levou os serviços secretos americanos a autorizar Bush para que desse prosseguimento a sua visita a uma escola primária, desleixando assim da segurança do presidente assim como dos escolares.

É inexplicável que ninguém tenha sido acusado, sancionado ou condenado por incompetência, nem sequer os construtores dos edifícios, que haviam certificado que as contruções resistiriam a impactos de um avião.

Wahington não conseguiu justificar nem ao menos a acusação de que o ato terrorista, de formidável complexidade tecnológica, tenha sido obra de um grupo de 19 terroristas, de escasso nível técnico e científico, membros da rede al-Qaida, dirigida pelo saudita Osama bin Laden.

Cobra atualidade o caso de Kurt Sonnenfeld, americano refugiado na Argentina, sujeito a uma implacável perseguição pelas autoridades norte-americanas, considerado uma das peças chave na desmontagem da versão oficial dos acontecimentos de 11 de setembro de 2001.

Sonnenfeld foi um dos cinegrafistas autorizados a filmar na área reservada das torres gêmeas em Nova York, após a explosão. Ali, viu coisas que, sem dúvida, não deveria ter visto, o que o obrigou a fugir da perseguição a que foi submetido, uma circunstância que dá argumentos à possibilidade de que, mais cedo ou mais tarde, poderá vir à tona o que seria a mentira mais escandalosa que Washington orquestrou em toda a história de suas fancarias.

Fonte: La República
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  • PRESTEM a atenção

    11/09/2010 21h42 Esse atentado foi uma palhaçada. Tem um documentário de uma organização indepedente de lá, que está chacolhando as cabeças dos americanos, mas a midia NAO DIZ NADA!!!!! . Vejam o primeiro documentario, segunda parte: . http://zeitg.wordpress.com/z/ . ZEITGEIST!

    Tiago
    Fortaleza - CE

  • Os segredos do IMperio Americano

    11/09/2010 21h29 Os livros de JOhn Perkins " a historia secreta do imperio Americano" e o Frances S saunders " quem pagou a conta", ambos americanos, é o resumo do que este imperio do mal é capaz. E o pior de tudo isto, é que esta mesma elite Brasileira que tenta voltar ao poder com SERRA, é servil e comeu sempre de cócoras em baixo da mesa do ianques. >>>>que o povo brasileiro tenha juizo... o Brasil é o equilibrio na America

    valdo
    rio do sul - EX

  • autofagia pura e simples

    11/09/2010 19h41 Concordo com Gil Cesar. Desde o momento que o segundo avião foi arremessado contra a torre e pouco tempo depois ela vem abaixo, como se tivera sido implodida, eu não tive dúvida de que a salvação de Bush estava alí naquela armação. Mas fiquei convicto quando da relação dos mortos não constavam os executivos das grandes empresas lá sediadas. Só morreram os pobres, em sua maioria latinos, asiáticos, africanos. Poucos norteamericanos morreram, e este número se eleva quando incluido os naturalizados. Então, os USA encontraram um pretexto para destruir Valor e forças produtivas fora de seu território e produzir mercados cativos para suas quinquilharias e serviços e controlar as fontes de matéria prima: petróleo. Mas, como num tabuleiro de xadrez, colocou suas tropas mas próximas da China, a Oeste, já que a Leste e a Sudeste conta com aliados e seus vasos de guerra. Sete trilhões para reconstruir o Iraque e mais o controle da heroina no Afeganistão e suja reconstrução. A ind. bélica é feliz.

    Pedro Mendes
    Manaus - AM

  • Muito bom para a reflexão

    11/09/2010 8h33 Vale salientar que eu desde os acontecimentos tenho inserido em meus pensamentos o ar do contraditório. Logo acho que quem implodiu as torres forão os homens da guerra, ou seja os próprios amigos do senhor da guerra Bush. Mais como os norte americanos vivem de hollywood e disney, ir a lua tb ainda é questionado, assim como a autoria dos atentados que já aconteceram.

    Gil Cesar
    Natal - RN
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segunda-feira, agosto 30, 2010

U-turn in Afghanistan

AFghanistan
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As the ninth anniversary of the war in Afghanistan approaches, the war is failing, casualties are escalating among both U.S.-NATO forces and Afghan civilians, and Americans' support for the conflict is at its lowest ebb. These trends increasingly find reflection in Congress. It's time for a U-turn, in Afghanistan and in U.S. foreign policy generally.
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Two polls released in mid-August show Americans' support for the war at its lowest point ever. The Associated Press found support reaching just 38 percent - down from 46 percent in March - while 58 percent said they opposed U.S. engagement in the conflict. Less than one in five think the situation in Afghanistan will improve in the next year, while 29 percent think it will get worse.
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A CNN poll put opposition to the conflict even higher, at 62 percent - up from 56 percent in May.
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But at the same time, a complicated dance is playing out at top decision-making levels, with new U.S. commander in Afghanistan General David Petraeus saying President Obama's July 2011 deadline to begin withdrawing U.S. troops from Afghanistan is "not the date when the American forces will begin an exodus," and the White House reiterating that the date is "non-negotiable." At the same time, the administration has set no timetable to complete the withdrawal.
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The BBC recently quoted Petraeus as saying next July is when "some tasks" will be shifted to "some Afghan forces in those areas where the conditions allow it." Defense Secretary Robert Gates has also said the troop withdrawals "will be of fairly limited numbers." Other officers are said to be pressing for more time, arguing that despite the war's long duration, counterinsurgency efforts have only begun to become effective in the last year or so.
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In a "Danger Room" interview with Spencer Ackerman, on wired.com, Petraeus elaborated further on a process of "thinning out" troops from more stable areas and "reinvesting" in less secure locations. A few combat brigades may actually return to the U.S., he said, but withdrawals beyond the 30,000 troops involved in this year's "surge" will depend on the security picture.
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Adding to doubts about the military's withdrawal plans are reports of three separate air base expansions, costing $100 million each, none of which are expected to be completed until the second half of 2011. According to the Washington Post, all are intended for use by U.S., not Afghan, forces. Overall, the report says, requests are now before Congress for $1.3 billion in additional fiscal 2011 funds for multiyear construction of military facilities in Afghanistan.
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A heavy cloud of doubt hangs over the military's claims, and future projections, of success. Firedoglake blogger Derrick Crowe recently cited an Afghan NGO Safety Office (ANSO) report saying nine Afghan provinces are experiencing more daily attacks since the latest surge began, while only one is experiencing fewer attacks. ANSO says the southern province of Helmand, site of the unsuccessful Marjah offensive earlier this year, saw insurgent attacks spike to 820 in the second quarter of this year, compared to 257 in the same period last year.
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Crowe also cites UN Assistance Mission in Afghanistan figures showing Taliban assassinations doubling in the first four months of 2010, compared to a comparable period in 2009.  
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The offensive around the southern Afghan city of Marjah earlier this year failed, and a larger offensive planned for Kandahar province has been postponed.
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These trends, and the repeated tragic killings of innocent civilians during raids, are corroborated in reports emerging from Wikileaks' vast release of classified documents last month.
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All these factors - the enormous costs in lives and treasure, the deteriorating military situation, and the corresponding rise in popular opposition, are leading to a profound shift in viewpoints and votes in Congress. In July 114 members of the House of Representatives - 102 Democrats and 12 Republicans - voted against a $59 billion supplemental war funding bill, over half of which was for the Afghanistan war. Last year just 32 Democrats opposed a similar bill.  In May, 18 senators voted for an amendment by Sen. Russ Feingold, D-Wis., calling for a withdrawal timetable.
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President Obama plans another review of the situation in December. This could open the way for a major change in direction, with a timetable for prompt troop withdrawal and emphasis on providing civilian development aid to Afghanistan through international agencies including the United Nations while negotiations on peace and regional stability take place within Afghanistan and with its neighbors.
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Such a much-needed first step could be the start of a more thorough reorientation of U.S. international policy, away from efforts at overt and covert military domination and toward international cooperation and mutual assistance.
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In that way, we can put our national treasure, both human and monetary, at the service of human needs - at home and around the world.
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Photo: Soldiers return after an air assault mission in the Zabul province of Afghanistan, Oct. 15, 2009. (Spc. Tia P. Sokimson/CC)
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sábado, agosto 14, 2010

Crise, luta e esperança - Miguel Urbano Rodrigues

  • Miguel Urbano Rodrigues

Crise, luta e esperança
O fim da actual crise de civilização é imprevisível. Inevitável, conduzirá ao desmoronar do capitalismo ou a uma era de barbárie. Prever datas para o desfecho seria, porém, um exercício de futurologia. Mas uma certeza se esboça já no horizonte: a derrota espera o imperialismo nas guerras criminosas que os EUA desencadearam para manter e ampliar o sistema de dominação mundial do capital.
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OS EUA estão atolados em guerras perdidas no Afeganistão e no Iraque e a sua aliança com o Estado neofascista de Israel é um factor de tensão permanente no Médio Oriente. As estratégias agressivas que desenvolvem na América Latina, na África e na Ásia Oriental são também incompatíveis com as aspirações dos povos ameaçados, contribuindo para o subir da maré anti-americana 
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Nesta fase, iniciada com as agressões no Médio Oriente e Ásia Central, o imperialismo estado-unidense encontrou situações históricas muito diferentes da que precedeu o seu envolvimento no Vietname e a humilhante derrota que ali sofreu. Nos EUA somente uma minoria percebeu que a guerra estava perdida quando Giap desfechou a ofensiva do Tet. A resposta de Johnson e Kissinger, cedendo aos generais do Pentágono, foi a ampliação da escalada. A agressão alastrou para o Laos e Washington enviou mais tropas para a fornalha vietnamita, semeando a morte a devastação no Sudeste Asiático.
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Transcorreram anos até à retirada dos EUA. Os povos foram lentos a compreender que o desfecho da trágica agressão ao Vietname era o prólogo de uma crise que significou a perda da hegemonia que Washington exercia sobre a economia do Ocidente desde o final da II Guerra. Nada foi igual desde então.
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Mas o establishment norte-americano não extraiu as lições implícitas no fracasso das guerras da Coreia e do Vietname. A estratégia foi reformulada, mas a ambição imperial permaneceu, assumindo novas formas. 
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O cenário das agressões adquiriu proporções planetárias a partir do desaparecimento da União Soviética. A primeira guerra do Golfo foi decidida no final da presidência de George Bush pai perante a passividade da URSS, prestes a desintegrar-se. Washington proclamou então que a humanidade havia entrado numa era de paz permanente, sob a égide dos EUA, garantes da Nova Ordem Mundial. Um obscuro epígono do capitalismo, Francis Fukuyama, saudou a morte do comunismo e anunciou o «Fim da História», apontando o neoliberalismo como a ideologia para a eternidade.
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O desmentido aos profetas imperiais não tardou.
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Quando as torres do World Trade Center desabaram, o mundo entrou numa fase de turbulências anunciatórias de uma profunda crise de civilização. Após o 11 de Setembro de 2001, Bush filho, alegando necessidade de uma «cruzada contra o terrorismo», e afirmando que Deus estava com os EUA, invadiu o Afeganistão, semeando a morte a destruição naquele remoto Pais da Ásia Central.
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Depois chegou a segunda guerra iraquiana, iniciada à revelia do Conselho de Segurança das Nações Unidas. A terra milenária da Mesopotâmia foi ocupada, os seus museus saqueados, o seu petróleo e gás entregues às petrolíferas dos EUA, dezenas de milhares de iraquianos chacinados.
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Autoproclamando-se nação predestinada, com vocação para redimir a humanidade dos seus pecados, os EUA, sob a batuta da extrema-direita republicana, passaram a actuar como um Estado terrorista, disseminando o terrorismo pelo planeta.
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Essa trágica situação somente foi possível pela cumplicidade da União Europeia, do Japão e do Canadá, estados ditos civilizados. Com o seu aval ao establishment bushiano abriram as portas à barbárie. 
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A eleição de um negro para a Presidência dos EUA gerou a ilusão de que o pesadelo iria findar. Mas Barack Obama, que chegou à Casa Branca com o apoio entusiástico do grande capital, mudou o discurso, mas manteve a politica imperialista. Pior, agravou-a. 

O  pântano afegão

Admiradores do presidente norte-americano afirmam que ele é um humanista, vítima de uma engrenagem que o instrumentaliza. Mas a defesa que dele fazem não convence.
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O Prémio Nobel da Paz tomou decisões que contribuíram para aprofundar a crise mundial. No plano interno a sua política tem sido, no fundamental, de capitulação perante as exigências do grande capital. Significativamente, o seu secretário do Tesouro, Geithner é um político que goza da confiança total de Wall Street. 
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No terreno internacional, o presidente aumentou muito o orçamento do Pentágono, pediu ao Congresso verbas colossais para as guerras asiáticas, enviou mais 30 000 militares para o Afeganistão, e faz da vitória nessa guerra uma prioridade da sua política exterior. 
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Entretanto, acumula derrotas no teatro afegão. A ofensiva no Helmand foi um fracasso; a de Kandahar foi sucessivamente adiada.
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A divulgação dos documentos secretos oferecidos pela WikiLeaks ao NY Times, ao Guardian e ao Der Spiegel instalou o pânico na Casa Branca, e o inquérito do Pentágono sobre a fuga de informações classificadas abalou fortemente a confiança dos americanos no sistema de segurança do Departamento de Defesa.
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Em declarações recentes, Julian Assange, o australiano que criou o WikiLeaks, revelou que crimes cometidos pelo exército dos EUA excedem em horror os massacres do Vietname. A chamada Força Tarefa Conjunta 373 tem por missão abater secretamente chefes talibãs e elementos suspeitos de pertencer à Al Qaeda.
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Grupos de matadores especiais intitulados Kia são responsáveis pelo assassínio de centenas de civis em ataques cujas vítimas são designadas nos relatórios como «mortos em acções».
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O rol dos crimes das tropas de ocupação da NATO também ocuparia muitas páginas. A chacina de Kunduz, da responsabilidade do contingente alemão, abalou o governo da chanceler Merkel, mas foi apenas uma das muitas matanças de civis cometidas pelas tropas de ocupação.
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Julian Assange cita como exemplo das atrocidades dos aliados o bombardeamento de uma aldeia por uma força polaca. Dezenas de pessoas ali reunidas para festejar um casamento morreram num acto de retaliação concebido com crueldade.
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Rotineiramente, o alto comando norte-americano promove inquéritos nesses casos para «apurar responsabilidades». Mas ninguém é punido.
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Hamid Karzai, o presidente fantoche, protesta e pede providências, mas a indignação é simulada.
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Milhares de civis nas aldeias da fronteira paquistanesa foram mortos pelos bombardeamentos realizados pelos drones - os aviões sem piloto. O actual comandante Supremo, o general Petraeus, define essas «missões» assassinas como indispensáveis ao êxito da nova estratégia de luta «contra o terrorismo». 

Farsa dramática

Hillary Clinton, o vice-presidente Joe Binden e
Robert Gates o secretário da Defesa, têm visitado frequentemente o Afeganistão. A encenação pouco varia. Deslocam-se para levantar o moral das tropas, dizer lhes que estão a lutar pela pátria, pela liberdade e a democracia contra o terrorismo, que a luta exige grandes sacrifícios, mas que a vitória na guerra afegã é uma certeza.
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Todos aproveitam para pedir ao presidente Karzai que «governe democraticamente», afaste colaboradores que não merecem a confiança dos EUA, e ponha termo à corrupção implantada no país.
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Karzai faz promessas, reune assembleias tribais que lhe aprovam a política e repete que é fundamental negociar com os «talibãs recuperáveis». É ele, chefe da mafia, o primeiro responsável pelo sumiço de milhares de milhões de dólares doados em conferências internacionais para o desenvolvimento e reconstrução do país, destruído pela invasão americana. A realidade não alterou o método. Em Kabul, a última dessas conferências acaba de aprovar mais uns milhares de milhões para «ajudar» o Afeganistão. 
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Entretanto, a produção de ópio, insignificante à data da invasão, aumentou 90% na última década. É do domínio público que familiares do presidente mantêm íntimas ligações com o negócio da droga.
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Nas suas periódicas visitas ao Paquistão, Hillary Clinton admoesta o presidente Asif Zardari pela insuficiência do esforço de guerra nas áreas tribais do Waziristão na fronteira do Afeganistão. Joe Binden repete-lhe o discurso. Ambos insinuam cumplicidade do Exército com as chefias talibãs.
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O primeiro-ministro britânico Cameron ao visitar o país foi tão longe nas suas críticas que o governo de Islamabad cancelou uma visita a Londres do chefe dos serviços de inteligência paquistaneses convidado pelo Intelligence Service.
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Crónicas de correspondentes europeus em Kabul e declarações de soldados dos EUA regressados da guerra afegã esclarecem que a moral das tropas de combate caiu para um nível muito baixo. 
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A demissão do general Stanley McChrystal, que criticara numa entrevista o presidente Obama, contribuiu para acentuar o mal-estar no Alto Comando. O general tem um currículo de criminoso, mas as suas opiniões sobre a condução da guerra são partilhadas por muitos oficiais. 
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Assim vão as coisas na guerra podre do Afeganistão.
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No Iraque, a «pacificação» é um mito como demonstra o aumento de mortos em atentados bombistas em Bagdad e na região Norte, controlada pelos kurdos. O discurso de Obama aos veteranos deficientes, no dia 1 de Agosto, sobre a retirada das tropas foi um exercício de hipocrisia, semeado de mentiras e estatísticas falsas.
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Na Palestina, Israel continua a bloquear Gaza, bombardeada com frequência, e amplia a construção de casas na Jerusalém árabe e em colonatos na Cisjordânia
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O Irão é atingido por novas sanções, aprovadas pelo Conselho de Segurança, e a CIA promove atentados terroristas no Kuzistão, fronteiro do Iraque, e na província baluche, vizinha do Paquistão.
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Na América Latina, Uribe, nas vésperas de ceder a presidência a Juan Manuel Santos, seu filhote político, criou uma crise com a Venezuela bolivariana ao forjar acusações sobre a presença das FARC em território daquele país. Os EUA, que vão instalar 7 novas bases militares na Colômbia, aprovaram imediatamente a provocação.

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Neste contexto de escalada militar em múltiplas frentes, a crise interna prossegue. O magro crescimento do PIB esconde a realidade.
 
O número de casas vendidas é o mais baixo dos últimos anos. Milhares de empresas fecham todos os meses. Em cidades outrora famosas pela riqueza, como Detroit e Pittsburg, bairros inteiros estão hoje desabitados. O desemprego alastra. Nas universidades aumenta o ensino elitista. A tão elogiada reforma dos «cuidados de saúde» dificultou mais o acesso de milhões de imigrantes ilegais aos hospitais (v. Fred Goldstein, odiario.info, 22.04.2010).
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A Finança, essa prospera. Os gestores dos grandes bancos continuam a receber reformas e prémios fabulosos. Um desses gigantes, a Wells Fargo, acumulou lucros de milhares de milhões de dólares com a lavagem do dinheiro da droga (v. Cadima, Avante!, 29.07.2010).
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O controlo hegemónico do sistema mediático pelo grande capital impede, porem, a humanidade de tomar consciência da profundidade da crise. Nos EUA, pólo do sistema, o discurso do Presidente transmite um panorama optimista da situação, anunciando melhores tempos e vitórias imaginárias.
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Somente uma minoria de cidadãos, nos EUA, na Europa, e nos demais continentes estão em condições de descodificar o discurso da mentira irradiado pelo grande capital.
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Para as forças progressistas ajudar os povos a compreender a complexidade e a extrema gravidade da crise do sistema é, por isso mesmo, uma tarefa revolucionária. Porque essa compreensão é fundamental para o incremento e dinamização da luta dos trabalhadores em cada país contra o projecto de dominação imposto pelo sistema que ameaça mergulhar a humanidade na barbárie. 
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Avante 2010 08 12
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quinta-feira, julho 29, 2010

Vazamento de documentos sobre Afeganistão alarma Pentágono

Mundo

Vermelho - 27 de Julho de 2010 - 18h21

O vazamento de documentos confidenciais da ocupação do Afeganistão realizado pelo site WikiLeaks.org criará mais problemas para a camapnha de ocupação dos invasores do Afeganistão.

Os militares americanos mostraram inquietação ao saberem que seus aliados estão se perguntando se podem confiar em Washington para guardar segredos de guerra.

Ao mesmo tempo, a administração Obama se desdobra em esforços para corrigir os danos causados pelo vazamento na relação com seus aliados na ocupação, de acordo com opinião do diário americano La Opinión, de Los Angeles.

Embora muitos meios de comunicação sigam as linhas do serviço secreto americano de retirar importância dos documentos vazados, dizendo que teriam mais de seis meses, a situação torna-se cada vez menos promissória para o alto comando do Pentágono.

Em Londres, o fundador da WikiLeaks, assegurou nesta terça-feira que tem mais alguns milhares de arquivos sobre a ocupação do Afeganistão e que poderá difundi-los em sua página na internet.

Enquanto isso, oficiais dos serviços de espionagem americanos estão preocupados porque o vazamento pode colocar em perigo redes de espiões na região afegã e prejudicar as redes de informação compartilhadas com os aliados dos Estados Unidos.

Nesta terça-feira (27), Geoff Morrell, porta-voz do Pentágono, indicou que os militares não sabem ainda quem está por trás desses vazamentos, embora já tenham iniciado uma minuciosa investigação para chegar à fonte.

De forma uníssona, os meios de comunicação americanos dedicam amplos espaços à situação criada pelo vazamento da informação, a qual, segundo o The New York Times, inclui comunicados secretos e avaliações entre funcionários e diplomatas.

Fonte: Prensa Latina
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segunda-feira, janeiro 18, 2010

Michael Moore: Obama, queres ser o novo presidente da guerra?



 

Cultura

Vermelho - 2 de Dezembro de 2009 - 14h07

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O ativista e diretor de filmes americano Michael Moore publicou em seu site uma carta aberta escrita para o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, na qual alerta o comandante em chefe do país sobre o aumento de tropas no Afeganistão.

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Moore, conhecido por documentários críticos em relação à política de Washington, como Tiros em Columbine, Farenheit 11 de Setembro e Sicko $O$ Saúde, diz ser um porta-voz dos eleitores que fizeram Obama vencer as eleições e lembrou os últimos comícios do líder com suas promessas de mudança.
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"Quando o elegemos, não esperávamos milagres. Nós nem mesmo esperávamos muita mudança. Mas esperávamos alguma. Nós pensamos que o senhor acabaria com a maluquice. Pararia com a matança. Acabaria com a ideia insana de que homens com armas podem reorganizar uma nação que nem sequer funciona como nação, e nunca funcionou", disse Moore, na carta.
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Obama apresentou nesta terça-feira uma 'nova' estratégia para a guerra no Afeganistão, em discurso na Academia Militar de West Point, em Nova York. Como era esperado, ele divulgou o envio de 30 mil soldados para a região.
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Moore alegou, em sua carta, que o reforço às tropas no Afeganistão poderia causar desilusão entre os jovens eleitores que ajudaram a eleger Obama. Ele ainda encorajou os leitores de seu site a ligarem ou mandarem e-mail para a Casa Branca para expressar insatisfação.
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"Você realmente quer ser o novo "presidente da guerra"? Se você for a West Point (...) e anunciar que está aumentando, em vez de retirando, as tropas no Afeganistão, você é o novo presidente da guerra", escreveu Moore, ates do anúncio de Obama sobre o reforço das tropas.
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"Com apenas um discurso (...)  você tornará uma multidão de jovens que foram a espinha dorsal da sua campanha em cínicos desiludidos. Você os ensinará o que eles sempre ouviram ser verdade - que todos os políticos são iguais".
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Moore está em viagem pela Ásia para promover seu último filme, "Capitalismo: uma história de amor". Além da carta, Moore disse, no Japão, ter enviado a Obama uma mensagem do seu pai, um veterano da Segunda Guerra Mundial.
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"Eu passei a ele um pedido do meu pai e seu amigo japonês: 'Senhor Obama, você não conhece a guerra. Nós dois conhecemos a guerra e não queremos mais isso',", disse Moore em Tokyo.
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Com agências
 

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quinta-feira, janeiro 14, 2010

DW World - 2010.01.13

Newsletter | 13.01.2010, 21:00 UTC

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