A Internacional

__ dementesim . . Do rio que tudo arrasta se diz que é violento Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem. . _____ . Quem luta pelo comunismo Deve saber lutar e não lutar, Dizer a verdade e não dizer a verdade, Prestar serviços e recusar serviços, Ter fé e não ter fé, Expor-se ao perigo e evitá-lo, Ser reconhecido e não ser reconhecido. Quem luta pelo comunismo . . Só tem uma verdade: A de lutar pelo comunismo. . . Bertold Brecht
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terça-feira, julho 31, 2007



Um Mundo de Contrastes (2)
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Deco gastou 80 mil euros num relógio da marca Jacob
Os luxos dos famosos
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* Helena Isabel Mota / João Tavares / Rute Lourenço
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Todos garantem serem poupadinhos mas, quando perdem a cabeça, gastam rios de dinheiro para comprar um carro, uma camisola ou um simples par de sapatos. Deco compra de seis em seis meses um relógio ou uma peça de joalharia. Já deu 80 mil euros por um relógio Jacob. O cantor dos D’ZRT, Angélico, teve só por meses um Ferrari, concretizando um sonho. Enquanto Isabel Figueira não olhou ao preço de um casaco para mimar o marido.
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Duas vezes por ano, o craque do Barcelona faz uma visita à sua relojoaria de eleição e leva para casa um modelo de luxo. Deco é louco por acessórios e não olha a dinheiro na altura de entregar o cartão de crédito. A maior extravagância foi um relógio da marca Jacob, que lhe custou 80 mil euros, e a verdade é que o jogador não pareceu arrependido da aquisição.
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Mas o luso-brasileiro não é caso único entre os nossos famosos. Apesar de todos garantirem que são poupadinhos e que extravagâncias não são com eles, a verdade é que, pelo menos uma vez na vida, todos perderam o amor ao dinheiro e estoiraram rios de euros num bem de luxo.
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Para o cantor dos D’ZRT, Angélico Vieira, mais do que uma extravagância, foi o concretizar de um sonho de menino. Desde criança que o namorado da actriz Rita Pereira ambicionava acelerar ao volante de um Ferrari e assim que conseguiu juntar dinheiro, depois de um Verão em que a banda esteve no auge, não foi de modas: entrou no stande e realizou o desejo de miúdo. O Ferrari – que tantas despesas de manutenção exige – acabou por ser vendido, mas a verdade é que, nos meses em que Angélico foi proprietário do carro, sentiu-se um homem muito mais realizado.
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Já entre a ala feminina, não há quem nunca tenha perdido a cabeça por... um par de sapatos. Foi o caso da repórter da SIC Vanessa Oliveira, que quase ia desmaiando quando viu o preço de uns normalíssimos sapatos pretos, de salto alto. Ainda assim, estava tão apaixonada pelo modelito que não conseguiu resistir à compra. Hoje estão arrumados na prateleira.
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ANTÓNIO PINTO BASTO: 15 MIL EUROS
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Há muito que o fadista queria ter um barco para uns passeios em família e há alguns anos decidiu- -se por um modelo de 15 mil euros. Aquilo que não sabia eram os gastos-extra que o barco lhe viria a dar. “A manutenção é caríssima e não o uso tantas vezes como isso”, confessou.
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MANUEL SERRÃO: 5 MIL EUROS
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O empresário caprichou numa viagem com alguns amigos. O destino foi Paris e para tal Manuel Serrão deslocou-se no avião Concorde. Durante o fim-de-semana, ficou hospedado num dos melhores hotéis e comeu nos mais finos restaurantes da capital francesa. A viagem de luxo vai ficar para sempre na memória do empresário.
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DECO: 80 MIL EUROS
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O jogador do Barcelona não se deslumbra com grandes carros ou roupas extravagantes. Ao que Deco não resiste é a uma bela peça de joalharia ou um relógio, principalmente se for da marca Jacob. “Pelo menos de seis em seis meses, compro um relógio para mim ou para a minha mulher”, conta o jogador luso-brasileiro, exemplificando: “Ofereço-lhe sempre por alturas do Natal e do aniversário e também para mim.
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”Entre a sua colecção de relógios conta-se um Jacob modelo Pocket que lhe custou cerca de 80 mil euros. Trata-se de um modelo idêntico ao que Ricardo Quaresma possui mas difere na quantidade de brilhantes. Daí o seu valor ser superior. Ainda no último Natal, Deco surpreendeu a mulher, Jaciara, com mais uma jóia Jacob.
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ISABEL FIGUEIRA: 1.200 EUROS
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A manequim e apresentadora portuguesa confessou não ser uma pessoa de grandes extravagâncias e que é pouco dada ao lado material das coisas. Isabel Figueira tem uma carreira de sucesso como manequim mas, mesmo assim, prefere investir o dinheiro do que esbanjá-lo em pequenos luxos. Ainda assim, e como prova do seu amor para com o marido, o futebolista César Peixoto, do Sp. Braga, decidiu abrir os cordões à bolsa e presenteá-lo com uma peça de roupa. “Não sou nada extravagante nas compras, mas uma vez comprei um casaco caríssimo ao César. Custou-me mais de mil euros, mas ele adorou. Comprei-o na loja de uma amiga minha, a Lúcia Garcia, e valeu bem a pena”. Curiosamente, Isabel Figueira nem se recorda da marca do casaco. “Sei que é uma marca conhecida mas não me lembro. Tem pêlo por dentro e é muito giro”, explicou a manequim.
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ANGÉLICO: 200 MIL EUROS
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O cantor dos D’ZRT perdeu o amor ao dinheiro para realizar um sonho de menino e comprou um Ferrari. Isto apesar de o ter vendido uns meses mais tarde. “É uma máquina, mas os custos com a manutenção e o combustível são enormes”, explicou o namorado da actriz Rita Pereira, que ainda assim se sentiu realizado por acelerar ao volante de um modelo da Ferrari. “Era um sonho de criança e foi bom podê-lo ter concretizado”, explicou o cantor, que agora optou por conduzir um modelito mais económico. Talvez dentro de alguns anos um novo Ferrari possa vir a caminho. O sonho, esse já está concretizado.
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VANESSA OLIVEIRA: 500 EUROS
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Assim que passou pela montra, a repórter da SIC ficou apaixonada por um par de sapatos. E nem quando viu que custavam mais do que um salário mínimo resistiu a levá-los para casa. “Eram pretos, normalíssimos, mas a verdade é que foi amor à primeira vista”, contou Vanessa Oliveira, que garante não ser rapariga para grandes excentricidades. Na maioria das vezes, a repórter consegue resistir ao impulso consumista e, assegura, só por esta vez perdeu o amor ao dinheiro. “Até tenho vergonha de contar esta história. Nem acredito que comprei uns sapatos tão caros.
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”SOUSA CINTRA: 1000 EUROS“
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Ainda enquanto presidente do Sporting, perdi a cabeça por uma camisola, de marca italiana, durante uma viagem à Rússia”, recorda Sousa Cintra, adiantando ter dado “centenas de contos” pela peça de roupa. “Ainda tentei regatear mas a funcionária da loja não quis saber”, diz, contando que mais tarde acabou por oferecer a camisola ao filho. “Era um pouco grande. Mas gostei tanto dela...” Sousa Cintra confessa ter sido esta a sua maior extravagância, até porque garante ser “poupado”.
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QUARESMA: 20 MIL EUROS
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Os relógios são a perdição do jogador do FC Porto. Oriundo de uma família humilde, Ricardo Quaresma conseguiu com esforço uma vida abastada que lhe permite actualmente alguns luxos. Por isso, não resiste a comprar peças de joalharia e relógios. Jacob é a sua marca de eleição, tal como a do colega de selecção Deco. Além de um modelo Pocket que ronda os 20 a 30 mil euros, o jogador tem mais três relógios da Jacob, além de outras peças de joalharia tais como os brincos de diamante.
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in Correio da Manhã 2007.07.28
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vem de

quarta-feira, maio 30, 2007


Coleccionador - João Rendeiro é homem de causas sociais

O banqueiro que se tornou amante de arte


* João Tavares


É um dos homens mais poderosos da banca portuguesa e um apaixonado pela arte. O presidente do Banco Privado Português (BPP), João Rendeiro, de 54 anos, começou a coleccionar obras de arte nos anos 80 e é o principal responsável pela Fundação Ellipse.


Correio Vidas
2007-02-17 - 00:00:00Coleccionador - João Rendeiro é homem de causas sociais

O banqueiro que se tornou amante de arte

Miguel Baltazar/Jornal de Negócios


É um dos homens mais poderosos da banca portuguesa e um apaixonado pela arte. O presidente do Banco Privado Português (BPP), João Rendeiro, de 54 anos, começou a coleccionar obras de arte nos anos 80 e é o principal responsável pela Fundação Ellipse.

A instituição, criada pelo BPP com o objectivo de investir neste sector, num total de 20 milhões de euros (em quatro anos), é composta por diversos artistas contemporâneos nacionais e internacionais e alberga cerca de 300 peças de uma centena de autores. O foco é na arte realizada a partir dos anos 80, mas a obra mais antiga é um conjunto de fotografias de Dan Graham, intitulado ‘Homes for America’, de 1965. A colecção está avaliada em cerca de dez milhões de euros e deve, no futuro, ser vendida a um museu.João Rendeiro confessa que o amor pela arte se propagou na sua vida “como um vírus” e acredita no projecto da fundação, que visa não só reunir um importante espólio, bem como possibilitar aos jovens uma percepção mais ampla da vida cultural e ser um pólo de residências de artistas.Além do seu papel na banca e na arte, João Rendeiro utiliza a Ellipse para ajudar na inclusão social e no apoio a países em desenvolvimento. O banqueiro é também o responsável da Fundação Luso-Brasileira e sonha em erguer no nosso país um Museu de Língua Portuguesa, à semelhança do que já existe em São Paulo. Interessando-se pelos mais desfavorecidos, João Rendeiro lidera um grupo de trabalho na Clinton Global Initiative, projecto criado por Bill Clinton, ex-presidente dos EUA. Sob sua alçada tem a promoção de iniciativas de financiamento de microcrédito e de apoio a comunidades e pessoas. Diz que o encanto que Lisboa tem podia ser melhorado com a criação de mais elementos atractivos, através de uma oferta cultural mais diversificada. O que João Rendeiro gostava era que, em Portugal, as instituições fossem “exemplares”, como em terras britânicas. “Inglaterra marcou-me em termos de compreensão de uma cultura e modo de funcionamento de uma sociedade. Do ponto de vista prático, é uma civilização verdadeiramente notável.”


PERFIL


João Oliveira Rendeiro tem 54 anos, é casado e licenciou-se em Economia pelo ISEG, em 1976. Foi o fundador do Banco Privado Português, em 1996, e sempre foi um apaixonado pela arte. Começou a coleccionar há 20 anos e faz questão de ter uma participação cívica bastante activa.


AS 'OBRAS-PRIMAS' NA VIDA DE JOÃO RENDEIRO


O banqueiro tem uma grande participação cívica na sociedade. Integra vários projectos com objectivos bem definidos.


FUNDAÇÃO ELLIPSE


Quer criar uma colecção de arte contemporânea internacional de carácter museológico; proporcionar aos jovens uma visão ampla da cultura; trazer a Portugal artistas internacionais para trabalharem com os portugueses e trocarem novas ideias.


EMPRESÁRIO PELA INCLUSÃO SOCIAL


Após repto do Presidente da República, João Rendeiro decidiu integrar a associação, que visa possibilitar aos jovens o acesso ao Ensino. Querem recolher 100 milhões de euros.


MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA


Preside a Fundação Luso-Brasileira e pretende erguer um Museu da Língua Portuguesa no nosso país, para que as pessoas compreendam o que é ser português.


CLINTON GLOBAL INITIATIVE


João Rendeiro lidera um grupo de trabalho no projecto de Bill Clinton, que se reúne, anualmente, em Setembro, em Nova Iorque. O seu grupo promove iniciativas de financiamento de microcrédito.


in Correio da Manhã 2002.02.17