A Internacional

__ dementesim . . Do rio que tudo arrasta se diz que é violento Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem. . _____ . Quem luta pelo comunismo Deve saber lutar e não lutar, Dizer a verdade e não dizer a verdade, Prestar serviços e recusar serviços, Ter fé e não ter fé, Expor-se ao perigo e evitá-lo, Ser reconhecido e não ser reconhecido. Quem luta pelo comunismo . . Só tem uma verdade: A de lutar pelo comunismo. . . Bertold Brecht
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quarta-feira, julho 15, 2009

PCs condenam resolução anti-comunista na Europa



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A Assembleia Parlamentar da Organização para a Segurança e Cooperação Europeia (OSCE), reunida em 3 de julho em Vilnius, capital da Lituania, adotou uma resolução anti-comunista, que distorce a história e nega o papel da União Soviética na vitória sobre o nazi-fascismo na Segunda Guerra Mundial.


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Em oposição, 50 partidos comunistas e operários de todo o planeta, inclusive o Partido Comunista do Brasil, distribuiram esta semana um protesto contra a grosseira falsificação da história adotada pela organização europeia.

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''Os autores da resolução, falsificadores da história, pretendem fazer esquecer quem cedeu a Tchecoslováquia, em 1938, no Pacto de Munique, o que levou à eliminação do estado de independência do país e à escravização fascista de tchecos e eslovacos'', em menção a Reino Unido e França, que permitiram com o acordo que a Alemanha Nazista anexasse o país centro-europeu.

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Leia abaixo a íntegra da nota dos partidos comunistas e europeus contra a resolução adotada pela organização europeia.

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Declaração conjunta de Partidos Comunistas e Operários


50 Partidos Comunistas e Operários assinam declaração conjunta sobre a resolução anticomunista tomada pela OSCE

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Condenamos energicamente a adoção, em 3 de julho de 2009, em uma sessão regular da Assembleia Parlamentar da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa, realizada em Vilnius (Lituânia) de uma nova reolução anti-comunista intitulada ''Europa dividida e reunida'', que contém grosseira distorção da história e nega o papel da União Soviética na vitória sobre o fascismo.

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Aqueles que fazem isso esquecem de lembrar que foi a URSS a nação que fez a maior contribuição para a libertação da Europa do fascismo. Os autores da resolução - os falsificadores da história - pretendem esquecer quem cedeu a Tchecoslováquia em 1938 no Pacto de Munique, o que levou à eliminação do estado de independência do país e à escravização fascista dos povos tcheco e eslovaco.

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Aqueles que votaram a favor da adoção dessa resolução, de fato, justificam e encorajam uma ''caça às bruxas'' contra comunistas em muitos países da OSCE, em que comunistas são perseguidos, organizações da juventude são proibidas e os partidos processados pelo uso de seus símbolos tradicionais.

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Além disso, a resolução oferece grandes oportunidades para a perseguição da ideologia comunista e a adoção de medidas contra os partidos comunistas.

Ao mesmo tempo, testemunhamos a atual reabilitação de nazistas em um certo número de países, inclusive o que sediou a sessão em foco da Assembleia Parlamentar da OSCE.

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Não podemos permitir a ninguém que insulte a memória dos participantes da resistência anti-fascista, que perderam suas vidas lutando contra ao nazismo.

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O agravamento do anti-comunismo na Europa não é um fenômeno passageiro. Mostra o medo da classe dominante diante da exacerbação da crise do capitalismo, da urgência da abolição da exploração capitalista e da necessidade de uma mudança fundamental na sociedade.

A classe operária, todos os trabalhadores, independentemente se concordam ou não com os comunistas, devem repelir de forma decisiva os ataques anti-comunistas, já que a história provou que esses atos preparam terreno para a instalação de uma ofensiva geral contra os direitos sociais e democráticos do povo.

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Desse modo, repudiamos os provocadores e anti-comunistas por meio da luta conjunta pelos direitos dos trabalhadores e pela luta pelo socialismo.


Assinam:

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1. Partido Comunista da Argentina
2. Partido Comunista da Armênia
3. Partido Comunista de Bangladesh
4. Partido Comunista da Belarus
5. Partido dos Trabalhadores da Bélgica
6. Partido Comunista do Brasil
7. Partido Comunista da Grã-Bretanha
8. Novo Partido Comunista da Grã-Bretanha
9. Partido dos Comunistas Búlgaros
10. Partido Comunista do Canadá
11. Partido Comunista na Dinamarca
12. Partido Comunista da Dinamarca
13. Partido Comunista da Finlândia
14. Partido Comunista da Alemanha
15. Partido Comunista da Grécia
16. Partido Comunista dos Trabalhadores da Hungria
17. Partido Tudeh do Irã
18. Partido Comunista da Irlanda
19. Partido dos Trabalhadores da Irlanda
20. Partido dos Comunistas Italianos
21. Partido Socialista da Letônia
22. Partido Comunista do Líbano
23. Partido Socialista da Lituânia
24. Partido Comunista de Luxemburgo
25. Partido Comunista da Macedônia
26. AKFM de Madagascar
27. Partido Comunista de Malta
28. Partido dos Comunistas, Mexico
29. Popular Socialista do México
30. Novo Partido Comunista da Holanda
31. Partido Comunista da Noruega
32. Partido Comunista do Peru
33. Partido Comunista das Filipinas — PKP 1930
34. Partido Comunista da Polônia
35. Partido Comunista Português
36. Partido Comunista Romeno
37. Partido Comunista da Federação Russa
38. Partido Comunista dos Trabalhadores da Rússia — Partido dos Comunistas da Rússia
39. Novo Partido Comunista da Iugoslávia
40. Partido Comunista da Sérvia
41. Partido Comunista da Eslováquia
42. Partido Comunista Sul-Africano
43. Partido Comunista dos Povos da Espanha
44. Partido Comunista da Espanha
45. Partido Comunista do Sri Lanka
46. Partido Comunista da Suécia
47. Partido Comunista da Síria
48. Partido Comunista da Turquia
49. Partido Comunista da Ucrânia
50. União dos Comunisras de Ucrânia

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Solidnet
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in Vermelho - 13 DE JULHO DE 2009 - 13h08
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quarta-feira, abril 29, 2009

PC da Espanha: quatro milhões em desemprego; é preciso mudar


Na última sexta-feira (24) foi publicada na Espanha a Pesquisa de População Ativa do primeiro trimestre de 2009, realizada trimestralmente pelo instituto espanhol de estatísticas, e ela confirma o aumento do desemprego no país para o total de 4.010.700 pessoas, o que significa 1.836.500 pessoas desempregadas a mais em relação a um ano e 802.800 a mais nos três primeiros meses de 2009.



Com 4.010.700 trabalhadores desempregados, o índice no país passa dos 17% da população ativa, desmentindo assim, de forma rotunda, todas as previsões, promessas e discursos que o governo fez na campanha eleitoral de 2008 e reiterou ao longo do último ano.


Um instituto mostra cifras diferentes ao do instituto do Estado, já que há pessoas que não se inscrevem como desempregadas, apesar de não ter trabalho, dando uma idéia mais exata do que ocorre na Espanha, confirmando que o desemprego aumentou em relação ao trimestre anterior em todas as comunidades autônomas, com um incremento ainda maior na Catalunha (166.900 desempregados a mais que no trimestre anterior), Madri (114.700) e a Comunidade Valenciana (109.500).


O Partido Comunista da Espanha insiste na urgência de se colocar em marcha uma série de medidas estruturais, de fundo, que façam frente à situação, com uma perspectiva de superação do atual modelo, economicamente caduco, injusto e socialmente perigoso por ser produtor de pobreza e marginalização.


Isso deve ser feito na Espanha e defendido em todos os fóros internacionais, já que um sistema fracassado e corrupto não será a solução dos problemas econômicos, financeiros e sociais atuais.


O governo do PSOE deveria abandonar as políticas e receitas neoliberais e dar lugar a profundas reformas estruturais. É necessário avançar rumo à jornada de 35 horas semanais, à construção e desenvolvimento de um setor público econômico forte, não só fiananceiro, a partir das instituições vigentes, mas também empresarial e uma reforma do sistema fiscal que devolva a efetividade ao Imposto de Patrimônio e à progressividade do Imposto de Renda.


Para isso, exortamos os sindicatos para que se elabore uma proposta de mudança, que, por necessidade, seja endossada por uma Greve Geral. Conclamamos também aos trabalhadores que se mobilizem neste 1.º de Maio, que ocupem as ruas de todas as cidades do país, exigindo mudanças.


Os trabalhadores não causaram a crise e agora não podem pagar por ela.


Secretaria de Comunicação do Partido Comunista da Espanha.


Solidnet
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in Vermelho - 28 DE ABRIL DE 2009 - 16h48
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