A Internacional

__ dementesim . . Do rio que tudo arrasta se diz que é violento Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem. . _____ . Quem luta pelo comunismo Deve saber lutar e não lutar, Dizer a verdade e não dizer a verdade, Prestar serviços e recusar serviços, Ter fé e não ter fé, Expor-se ao perigo e evitá-lo, Ser reconhecido e não ser reconhecido. Quem luta pelo comunismo . . Só tem uma verdade: A de lutar pelo comunismo. . . Bertold Brecht
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domingo, maio 09, 2010

Obras Públicas - Milhões que se poupam milhões que se gastam


 

00h59m - ornal de Notícias 2010.0509

LUCÍLIA TIAGO
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O impacto orçamental directo dos projectos de investimento (dos suspensos e de outros que vão manter-se) é reduzido. Mas isso não significa que não fiquem caros ao Estado (leia-se contribuintes). As mudanças e paragens só por si também têm custos.
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Suspender uma obra tem ou não custos? E as que avançam, afinal, pesam ou não nas contas do Estado? Estas dúvidas avolumaram-se nos últimos tempos ao mesmo ritmo que se intensificaram os argumentos pró e contra a suspensão dos grandes projectos de investimento. Mas a resposta não é linear.
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Apontada durante anos como a localização privilegiada para o novo aeroporto de Lisboa, a Ota acabou por ver a mega-infra-estrutura "fugir-lhe" para Alcochete. Mas esta mudança não foi isenta de custos: os muitos e caros estudos, consultorias e assessorias perderam utilidade mas tiveram de ser pagos. Muitos milhões de euros foram assim gastos praticamente em vão. A isto somou-se o plano de investimentos, da ordem de dois mil milhões de euros, que o Governo teve de aprovar com vista a compensar os municípios da zona da Ota afectados com a mudança.
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Agora, com a suspensão do novo aeroporto de Lisboa (NAL), teme-se que alguns dos estudos entretanto já feitos possam perder actualidade. Este argumento é igualmente válido no caso do TGV Lisboa-Poceirão e da terceira travessia do Tejo. Ao mesmo tempo, somam e seguem os milhões investidos e ainda a investir nas obras da Portela, para que esta "aguente" até haver o novo aeroporto.
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Em termos de impacto directo no Orçamento do Estado, a suspensão destes projectos é reduzida porque se trata de investimentos realizados na sua maioria em parcerias público-privadas (PPP). Significa isto, pela experiências das PPP anteriores, que os custos do projecto são diferidos e "atirados" para mais tarde. Isto explica também que, em termos orçamentais, o troço Poceirão-Caia tenha uma expressão tão reduzida no OE: zero euros, em 2010; 65 milhões de euros, em 2011, e 53 milhões, em 2012, e zero, em 2013, segundo os números de António Mendonça. Inicialmente, o grande esforço do investimento (50% dos 1,4 mil milhões de euros) é feito por privados, havendo ainda parte suportada por fundos comunitários. Mas, mostra a experiência das PPP já conhecidas, o Estado acaba por ter de fazer o retorno daquele avanço inicial.
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segunda-feira, dezembro 07, 2009

Economia e Finanças - 2009.12.07

Economia & Finanças




Posted: 07 Dec 2009 01:06 AM PST


Investimento pronto a disparar mas…Nesta época de caça à poupança, a CGD lançou recentemente uma campanha publicitária em que promove o Caixa Aforro Fixo como ponta de lança na sua estratégia de ir ao mercado de aforro de fim de ano. Trata-se de um depósito a prazo trimestral, renovável por 19 trimestres, até um máximo de 5 anos destinado a clientes com pelo menos 5 produtos da CGD e que constituam este depósito com dinheiro oriundo de outras instituições financeiras. É pelo menos isto que se lê na ficha de informação harmonizada cuja leitura integral se recomenda.
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Fico na dúvida se o dinheiro que tenho debaixo do colchão poderá cumprir com os requisitos pois não chegará oriundo de outra instituição financeira reconhecida pelo Banco de Portugal. Piadas à parte, note-se que bastam 100€ para constituir esta aplicação e que a remuneração é crescente premeando a fidelidade. A Taxa Anual Nominal Bruta (TANB)  média para uma aplicação que cumpra com os 5 anos na íntegra é de 3,16% e a aplicação é desmobilizável total ou parcialmente, não havendo penalização de juros se a desmobilização coincidir com a data de pagamento trimestral de juros, noutras circunstância há perda total de juros.
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Mas vamos agora ao que interessa: Este produto é concorrencial com o mercado?
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Se olharmos para o que a CGD pratica como taxa fixa a 5 anos nos seus créditos à habitação (nesta semana 3% antes de spread) dir-se-ia que até parece interessante; se olharmos para restante oferta de aplicações de poupança da CGD também, contudo, olhando para a concorrência depressa se descobrem ofertas mais estimulantes e com melhores remunerações sem qualquer exigência adicional de envolvimento com os clientes (entenda-se, sem exigir que se detenha previamente uma bateria de outros produtos contratados com o banco).
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Em bom rigor, uma taxa média de 3,16% brutos a 5 anos que se traduz em remunerações médias anuais nos primeiros anos que são de 1,65% (1º ano), 2,35% (2º ano), 3,05% (3º ano) e 3,85% (4º ano) – ou seja, uma TANB média nos primeiros 4 anos de 2,725% – não são grande oferta perante algumas das que já aqui referenciámos na semana passada em outros artigos. Se julga que pode haver o risco razoável de vir a precisar do dinheiro antes dos 5 anos, diria para esquecer desde já esta aplicação pois remunera muito mal nos primeiros anos. Se julga manter-se fiel então, a menos que ache que os juros daqui a 5 anos andarão pouco acima dos que se praticam hoje, esqueça na mesma! De seguida explicarei porquê.
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Por exemplo, vamos comparar com outra aplicação de médio-longo prazo que também exige fidelidade e exibe taxas igualmente crescentes. O Big Online (para montantes acima de 2500€) remunera anualmente, penalizando 50% no pagamento de juros em caso de mobilização fora do aniversário, a uma TANB média ao longo de 4 anos de 3,44% (+ 0,715% em média) no seu Depósito Rendimento 4X. Ou seja, comparando com a oferta do Big Online, mesmo numa perspectiva de fidelização total ao produto da CGD durante 4 anos, ficaria a perder significativamente, não sendo de todo expectável que o retorno crescente no 5º ano conseguisse anular a desvantagem. Aliás, esta é provavelmente a questão central entre estes dois depósitos: qual será a TANB de um depósito a prazo a 12 meses daqui a 4 anos? Acha que poderá ser inferior a 2%? Se acha que pode, então se conta ser mesmo  fiel durante os 5 anos, considere o produto da CGD. Se acha que a TANB do mercado daqui a 4 anos estará acima dos 2% então esqueça, pois o ganho adicional que obteve em 4 anos no Big Online juntamente com uma remuneração no último ano acima dos 2% dar-lhe-á um ganho acumulado superior durante o mesmo período de 5 anos.
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Em suma, dei um exemplo concreto, mas encontrará muitos outros identificados na nossa página com as ligações para os depósitos a prazo (em bom rigor, as ofertas existentes até 2 anos de prazo, parecem-me mais interessantes que qualquer uma das acima mencionadas ). Oferecer taxas médias medianamente interessantes mas que o são à custa de remunerações crescentes, e como tal concentradas nos últimos anos das aplicações, remunerando até lá bem abaixo da concorrência num produto como um depósito a prazo, de fácil mobilização, não parece particularmente… mobilizador. E a sê-lo que se opte por quem oferece, desde já, taxas nos primeiros períodos que se possam chamar de minimamente competitivas. Fica a opinião possível nesta prosa que já vai longa.
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Se detectou erros ou imprecisões não hesite em denunciá-los para que sejam corrigidos. Bons negócios!
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quarta-feira, novembro 25, 2009

Economia & Finanças - 2009.11.23


Economia & Finanças 




Posted: 23 Nov 2009 05:00 AM PST

 

Estamos num dos períodos em que mais gente faz circular mais dinheiro. Muitos recebem este mês o “vencimento por inteiro”, projectam amortizações nas dívidas, aquisições de bens duradouros, planos de poupança, etc, e, invariavelmente, as Instituições Financeiras são peças fulcrais de todo o sistema financeiro associado. Mas o que é que você sabe sobre o seu banco além do que eles próprios dizem de si? Foco-me em particular no comportamento face aos clientes e não tanto na saúde financeira  das instituições. O que pensarão os outros clientes? Que tipo de apreciação terão da instituição financeira? Quais as principais forças e fraquezas de um banco em particular no seu relacionamento com o cliente? Não será fácil responder a estas perguntas mas há alguns indicadores directos e indirectos disponíveis que podem permitir reduzir o nível de ignorância.
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Com as novas competência em matéria de supervisão comportamental, o Banco de Portugal passou a relatar semestralmente o estado da arte do sector financeiro português quanto a esta matéria: o comportamento perante as regras e, em boa medida, perante os respectivos clientes. O mais recente relatório refere-se ao 1º semestre de 2009 e permite ter algumas pistas importantes sobre a avaliação da actividade dos bancos pelos seus clientes. Dixarei por aqui alguns excertos ao longo dos próximos dias com particular destaque para os rankings relativos às instituições financeira face à matéria reclamada. Neles se poderá verificar quais os bancos com mais reclamações em termos relativos em matérias como Contas de Depósito; Crédito à Habitação; Crédito ao Consumo e Outros Créditos; Cheques; Cartões; Máquinas ATM; Operações em Numerário e Débitos Directos.
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Quem preferir dedicar desde já algum tempo a espreitar o que diz o relatório pode naturalmente ir directo à sua leitura, em particular a partir da página 25. Em todo o caso, procurarei dar alguma exposição, como disse, aos referidos rankings. É sempre uma forma de premiar os melhores, de valorizar o trabalho da supervisão e, fundamentalmente, de pressionar todos a uma saudável competição por um melhor serviço.
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Poderá seguir futuros artigos sobre este tema na tag: Ranking Comportamental das Instituições Financeiras.
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Posted: 23 Nov 2009 01:00 AM PST
 
 

O que é um Produto Financeiro Complexo? Segundo a CMVM (Regulamento nº1/2009) tratam-se de ”instrumentos financeiros que, embora assumindo a forma jurídica de um instrumento já existente, têm características que não são directamente identificáveis com as desse instrumento, em virtude de terem associados outros instrumentos de cuja evolução depende, total ou parcialmente, a sua rentabilidade.
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Exemplos? Segundo um entendimento entre a CMVM e o Banco de Portugal , os dois reguladores identificaram as respectivas áreas de acção ficando o Banco de Portugal com os Produtos Financeiros Complexos que assumem a forma de contratos de depósito e a CMVM com, por exemplo, “(…)os certificados, salvo quando se limitem a replicar fielmente a evolução de um instrumento financeiro que não possa ser considerado um produto financeiro complexo, os valores mobiliários condicionados por eventos de crédito, as obrigações estruturadas, os warrants autónomos e as aplicações de fundos a que estejam associados instrumentos financeiros, quer pela via da indexação da respectiva rendibilidade, quando não exista a garantia total do capital investido pelo balanço da instituição de crédito, quer por a sua comercialização combinada implicar a subscrição de, ou a adesão individual a, instrumentos financeiros.“.
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Em comum CMVM e Banco de Portugal supervisionarão esta área comportamental das respectivas áreas de influência e ambas as autoridades recolhem nos seus sítios da internet os prospectos normalizados de todos os produtos em comercialização em Portugal que cabem, entre outros, nesta classificação. Há dois dias, referimos aqui o local onde o Banco de Portugal passará a fazer esse arquivo, hoje indicamos que desde finais de Julho a CMVM disponibiliza para consulta e comparação os Produtos Financeiros Complexos sob a sua alçada neste local (clique aqui). De momento encontram-se identificados produtos dos seguintes intermediários financeiros:
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quinta-feira, agosto 13, 2009

Grupo egípcio vai construir «cidade» em Luanda



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O grupo Bahgat, pertencente ao milionário egípcio Ahmed Bahgat Abdel Fattah, vai construir uma "cidade" em Luanda, nos próximos quatro anos, divulga o Jornal de Angola.
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O projecto de construção da cidade, na sede comunal do Sambizanga, tem as mesmas características da que foi criada pelo grupo Bahgat no Cairo, denominada Dream Land Egypt, que conta com casas, prédios, hospitais, hotéis, parques de diversões, lojas, campos de golfe, serviços de lavandaria, piscinas e outros equipamentos desportivos e sociais.

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O milionário egípcio Ahmed Bahgat Abdel Fattah declara que também vão ser construídas indústrias e um projecto de telecomunicações, que vão tornar o Sambizanga "na melhor cidade de Luanda".

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"Criámos o Projecto Sambizanga, agora vamos trabalhar no plano geral do município, mas antes de iniciarmos os trabalhos temos de transferir as pessoas que residem na sede comunal para outras zonas. Também teremos de saber quantas pessoas e famílias são transferidas", indicou ao Jornal de Angola.

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O milionário egípcio, que esteve em Angola na semana passada, para o arranque do Projecto Sambizanga, referiu que o Grupo Bahgat tem também em carteira a construção em Talatona, nos arredores de Luanda, uma zona residencial, com dez prédios para mercados de médio e alto rendimento e investir no sector do turismo.

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Segundo o diário angolano, o grupo Bahgat vai construir também dez parques de estacionamento na cidade de Luanda.

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Diário Digital / Lusa - terça-feira, 11 de Agosto de 2009 | 17:4
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NOTA VN - Outrora Sambizanga era um museque (bairro de lata) - Se ainda fôr. para onde serão deslocados os seus habitantes e como serão alojados? Na era colonial, a cidade de asfalto ia crescendo ocupando o terreno dos musseques cujos habitantes eram empurrados para novos musseques, cada vez mais distantes do centro.
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sexta-feira, julho 10, 2009

SABMiller vai abrir nova fábrica de cervejas em Luanda

investimento de 90 ME

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publicado 12:04 10 Julho '09

Luanda, 10 Jul (Lusa) - A SABMiller, uma das maiores cervejeiras do mundo, vai abrir este ano uma nova fábrica em Angola num investimento de 125 milhões de dólares (90 milhões de euros), anunciou hoje a empresa em Luanda.

Os 125 milhões de dólares da nova fábrica de cervejas compõem um investimento global de 250 milhões de dólares (180 milhões de euros) previstos para os próximos 18 meses, incluindo o alargamento da linha de produção de refrigerantes, incluindo a Coca-Cola, marca que a britânica SABMIller representa em Angola.

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Esta empresa detém ainda a fábrica da cerveja N´gola, na província da Huila, sul de Angola e, segundo informação prestada à Lusa pela empresa em Luanda, os investimentos previstos têm como objectivo corresponder à crescente demanda de bebidas, incluindo nas áreas da armazenagem e distribuição.

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por © 2009 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
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quinta-feira, julho 09, 2009

Investimento empresarial cai 10,1%

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Estimativa do INE

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O investimento empresarial em Portugal deverá cair este ano 10,1 por cento, motivado principalmente pela deterioração das perspectivas de vendas.
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De acordo com os dados apurados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a prioridade do investimento vai para a racionalização e reestruturação e só depois para o aumento da capacidade produtiva.

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Em 2008, o investimento terá caído para - 0,6 por cento, o que, face às perspectivas do INE para este ano, significa um investimento negativo de 9,5 por cento do ano passado para o actual.

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in Correio da Manhã 09 Julho 2009 - 11h36

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Portugueses continuam a escolher Angola, mas crise já provoca regressos antecipados

Consulado revela que há 72 mil pessoas inscritas
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09.07.2009 - 07h58 Lusa
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Nos últimos três anos, 30 mil portugueses chegaram a Angola para trabalhar, mas os primeiros sinais de que o país não é o "El Dorado" tão falado começam a surgir. Responsáveis ligados ao sector empresarial português admitiram à Agência Lusa que se multiplicam os casos de portugueses que foram obrigados a regressar a Portugal
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Mas isso está longe de demover os portugueses a partirem para Angola como as cifras oficiais e as estimativas, também oficiais, apontam. De acordo com dados do Consulado Geral de Portugal em Luanda, actualmente estão inscritos cerca de 72 mil portugueses, 15 mil dos quais nos últimos três anos.
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Mas, porque a inscrição consular não é obrigatória, a estimativa é que por cada inscrito exista um que não o faz, totalizando à volta de 30 mil os novos membros da comunidade portuguesa em Angola, explicou à Lusa o Cônsul Geral em Luanda, Pedro Silva Rodrigues.
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Dados sobre os regressos "forçados" não existem mas podem ser muitas centenas no último ano, porque, como explicou à Lusa uma fonte ligada aos investimentos portugueses em Angola, "os casos que passam de boca em boca sobre regressos inusitados vão-se multiplicando".
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Apesar disto, os números da Agência Nacional para o Investimento Privado em Angola (ANIP) não enganam quanto à importância que o país tem para os investidores portugueses. Em 2007, esse investimento chegou aos 235 milhões de dólares, com 247 projectos aprovados, e, em 2008, subiu para os 615 milhões de dólares.
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Além dos grandes investimentos, como os das construtoras, sector bancário ou telecomunicações, existem centenas de projectos de pequena e média dimensão, desde as madeiras e móveis, medicamentos ou maquinaria, que exigem mão-de-obra qualificada não existente em Angola e são um forte impulso para a emigração portuguesa.
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Um dos exemplos desta realidade é o de José Castro, técnico qualificado na área da climatização e refrigeração que partiu há um ano da cidade de Viseu, em Portugal, e rapidamente teve sucesso profissional em Angola. José Castro explica o motivo do sucesso: "O mercado angolano tem muita falta de técnicos qualificados nestas áreas".
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Mas nem tudo são rosas e este emigrante diz ter conhecimento de que "são ainda bastantes" os portugueses que chegam a Angola e têm de regressar porque "não trazem na bagagem as respostas que o mercado pretende" em matéria de qualificação. Outro exemplo é o de Carlos M. que está em Luanda há dois anos como quadro médio de uma empresa ligada à importação de produtos alimentares e admitiu à Lusa que tem "um excelente contrato", que lhe permite ganhar "muito mais que em Portugal".
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Mas Carlos M. considerou que o cenário de hoje "não é o mesmo de há dois anos", efeitos da crise económica e financeira mundial.
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"As coisas estão a mudar. Há sinais disso que são evidentes, como o facto de algumas pessoas que conheço e que estavam em empresas importantes, terem regressado a Portugal nas últimas semanas", disse.
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O Governo já informou que um número significativo de projectos de obras públicas foi anulado ou colocado em "standby" até que a crise esmoreça.
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As autoridades angolanas confirmam ainda outro dado negativo para os investidores estrangeiros. A crise provocou uma grande escassez de divisas no mercado, levando a maiores dificuldades nas transferências de dinheiro para o exterior.
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in Público
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domingo, setembro 30, 2007

Investimento Público - Em que ficamos?


1. - Governo não tomou iniciativas para cortar no investimento
Ministro desvaloriza relatório do INE
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Segundo um relatório do INE, divulgado ontem, o investimento público deve baixar 7,3% (o correspondente a 260 milhões de euros), para 3,3 mil milhões de euros, em 2007, reduzindo o seu peso na riqueza produzida em 0,2 pontos percentuais, para 2,1%.
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Segundo o governante, “os números que refere o relatório são ainda estimativas feitas pelo INE, que não incorporam toda a informação disponível, a relativa ao mês de Setembro, e são números que até ao final do ano irão sendo actualizados e revisto”.
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O ministro [das Finanças] sublinhou ainda que é necessário “mais investimento”, mas que, “com certeza”, quando apresentar o Orçamento de Estado para 2008 terá “novas estimativas quanto à evolução do investimento neste domínio”.
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Questionado sobre uma eventual quebra do investimento, Teixeira dos Santos afirmou que “é prematuro” falar sobre isso, visto que os dados actuais “não reflectem ainda toda a informação”.
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“Ainda temos três meses de execução pela frente”, frisou o responsável pelas Finanças, concluindo que, “gostaria de tornar claro que não houve medidas de corte de investimento, não houve qualquer iniciativa da parte do Governo para cortar no investimento”.
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in Correio da Manhã 2007.09.28
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2. - Espera-se que défice baixe para 3,3 por cento do PIB
Governo reduz investimento público em 2007
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O Ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, reconheceu esta sexta-feira que o governo vai novamente reduzir o investimento público em 2007, devido à necessidade de melhorar as contas públicas, no entanto vai manter uma selecção na escolha do investimento.
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De acordo com o ministro, Portugal tem feito um esforço de redução do défice orçamental, esperando baixá-lo ainda este ano para 3,3 por cento do Produto Interno Bruto (PIB). Uma meta que será atingida à custa da “contenção da despesa corrente e da despesa em investimento selectivo”, acrescentou o governante.
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Os dados fornecidos ontem, quinta-feira, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), revelam que o défice orçamental em 2007 deve baixar para os 3,3 por cento do PIB, contra os 3,6 pontos percentuais apontados à seis meses atrás, mantendo-se a dívida pública nos 64,8 por cento do PIB.
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"MONSTRO" DA DESPESA PÚBLICA CONTINUA À SOLTA
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Por sua vez, o deputado social-democrata Miguel Fraquilho afirmou esta sexta-feira que “o monstro da despesa pública continua à solta” e que o Governo não deveria cortar no investimento público.
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“A maneira como a redução do défice público está a ser conseguida este ano é à custa do aumento da receita, ou seja, dos impostos, assim como da queda do investimento público, porque a despesa corrente, e sobretudo a primária - onde está o 'monstro' da despesa pública - continua completamente à solta", declarou o deputado do PSD.
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Para Miguel Frasquilho, o caminho que o Governo está a seguir para reduzir o défice público vai "acabar mal", com consequências "graves" para o país, segundo a TSF.
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in Correio da Manhã 3007.09.28
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1.
» Comentários no CM on line
Sabado, 29 Setembro
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- José Este Governo quando as coisas são a favor fica todo satisfeito e disso faz eco, mas quando as coisas são ao contrário arranja sempre uma tática de dizer que não é bem assim ainda falta isto ou aquilo. deixem de ser tontos e assumam os erros.
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Sexta-feira, 28 Setembro
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- Aristides Se este relatório tivesse sido pedido pelo Governo, de certeza que dava aumento de investimento!
2.
» Comentários no CM on line
Sexta-feira, 28 Setembro
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- Sr. Dr. Mais do mesmo! E que tal começarem a cortar nas despesas públicas desnecessárias; isso sim revelava CORAGEM!
- vitor silva Excelente medida de combate á corrupção.Não há mel....ninguém lambe os dedos.
- xarneco O investimento desde que necessario e indispensal, so' tras beneficios, criacao deempregos etc.
- nokas Á,e não se esqueçam de vender mais património!
- nokas É fácil matar o bicho,é só aumentar mais os impostos e pô-lo(ao monstro) num programa das novas oportunidades e desta vez,numa sala sem faxes,antes que o bicho nos mate a nós!
- xarneco Se fosse eu a mandar. 1-Parar de empregar 2-Reduzir o superflue 3-Endossar obras e trabalhos a privados (mais barato) 4-Investir so no indispensal (utildades pubicas) 5-Recolha do lixo a privados 6- Renegociar as dividas aos bancos. Ainda haveria mais, mas fico-me por aqui.
- JB Este palavreado transposto para as famílias, significa cortar nas despesas com computadores, secretárias/mobiliário que proporcione melhores condições para a educação e preparação profissional dos filhos, por troca com despesas com férias, divertimento, jantaradas, etc. Qualquer aluno do 2ºano (economia) do prof. Cavaco Silva sabe que é um erro, mas não há ninguém que se oponha a este regabofe..
Na Foto - Teixeira Pinto - Ministro das Finanças