"e como que a experiência é a madre das cousas, por ela soubemos radicalmente a verdade" (Duarte Pacheco Pereira)
A Internacional
domingo, maio 09, 2010
segunda-feira, dezembro 07, 2009
Economia e Finanças - 2009.12.07
Economia & Finanças |
Posted: 07 Dec 2009 01:06 AM PST Fico na dúvida se o dinheiro que tenho debaixo do colchão poderá cumprir com os requisitos pois não chegará oriundo de outra instituição financeira reconhecida pelo Banco de Portugal. Piadas à parte, note-se que bastam 100€ para constituir esta aplicação e que a remuneração é crescente premeando a fidelidade. A Taxa Anual Nominal Bruta (TANB) média para uma aplicação que cumpra com os 5 anos na íntegra é de 3,16% e a aplicação é desmobilizável total ou parcialmente, não havendo penalização de juros se a desmobilização coincidir com a data de pagamento trimestral de juros, noutras circunstância há perda total de juros. Mas vamos agora ao que interessa: Este produto é concorrencial com o mercado? . Se olharmos para o que a CGD pratica como taxa fixa a 5 anos nos seus créditos à habitação (nesta semana 3% antes de spread) dir-se-ia que até parece interessante; se olharmos para restante oferta de aplicações de poupança da CGD também, contudo, olhando para a concorrência depressa se descobrem ofertas mais estimulantes e com melhores remunerações sem qualquer exigência adicional de envolvimento com os clientes (entenda-se, sem exigir que se detenha previamente uma bateria de outros produtos contratados com o banco). Em bom rigor, uma taxa média de 3,16% brutos a 5 anos que se traduz em remunerações médias anuais nos primeiros anos que são de 1,65% (1º ano), 2,35% (2º ano), 3,05% (3º ano) e 3,85% (4º ano) – ou seja, uma TANB média nos primeiros 4 anos de 2,725% – não são grande oferta perante algumas das que já aqui referenciámos na semana passada em outros artigos. Se julga que pode haver o risco razoável de vir a precisar do dinheiro antes dos 5 anos, diria para esquecer desde já esta aplicação pois remunera muito mal nos primeiros anos. Se julga manter-se fiel então, a menos que ache que os juros daqui a 5 anos andarão pouco acima dos que se praticam hoje, esqueça na mesma! De seguida explicarei porquê. Por exemplo, vamos comparar com outra aplicação de médio-longo prazo que também exige fidelidade e exibe taxas igualmente crescentes. O Big Online (para montantes acima de 2500€) remunera anualmente, penalizando 50% no pagamento de juros em caso de mobilização fora do aniversário, a uma TANB média ao longo de 4 anos de 3,44% (+ 0,715% em média) no seu Depósito Rendimento 4X. Ou seja, comparando com a oferta do Big Online, mesmo numa perspectiva de fidelização total ao produto da CGD durante 4 anos, ficaria a perder significativamente, não sendo de todo expectável que o retorno crescente no 5º ano conseguisse anular a desvantagem. Aliás, esta é provavelmente a questão central entre estes dois depósitos: qual será a TANB de um depósito a prazo a 12 meses daqui a 4 anos? Acha que poderá ser inferior a 2%? Se acha que pode, então se conta ser mesmo fiel durante os 5 anos, considere o produto da CGD. Se acha que a TANB do mercado daqui a 4 anos estará acima dos 2% então esqueça, pois o ganho adicional que obteve em 4 anos no Big Online juntamente com uma remuneração no último ano acima dos 2% dar-lhe-á um ganho acumulado superior durante o mesmo período de 5 anos. Em suma, dei um exemplo concreto, mas encontrará muitos outros identificados na nossa página com as ligações para os depósitos a prazo (em bom rigor, as ofertas existentes até 2 anos de prazo, parecem-me mais interessantes que qualquer uma das acima mencionadas ). Oferecer taxas médias medianamente interessantes mas que o são à custa de remunerações crescentes, e como tal concentradas nos últimos anos das aplicações, remunerando até lá bem abaixo da concorrência num produto como um depósito a prazo, de fácil mobilização, não parece particularmente… mobilizador. E a sê-lo que se opte por quem oferece, desde já, taxas nos primeiros períodos que se possam chamar de minimamente competitivas. Fica a opinião possível nesta prosa que já vai longa. Se detectou erros ou imprecisões não hesite em denunciá-los para que sejam corrigidos. Bons negócios! Artigos relacionados: . | . |
quarta-feira, novembro 25, 2009
Economia & Finanças - 2009.11.23
Economia & Finanças |
Posted: 23 Nov 2009 05:00 AM PST Estamos num dos períodos em que mais gente faz circular mais dinheiro. Muitos recebem este mês o “vencimento por inteiro”, projectam amortizações nas dívidas, aquisições de bens duradouros, planos de poupança, etc, e, invariavelmente, as Instituições Financeiras são peças fulcrais de todo o sistema financeiro associado. Mas o que é que você sabe sobre o seu banco além do que eles próprios dizem de si? Foco-me em particular no comportamento face aos clientes e não tanto na saúde financeira das instituições. O que pensarão os outros clientes? Que tipo de apreciação terão da instituição financeira? Quais as principais forças e fraquezas de um banco em particular no seu relacionamento com o cliente? Não será fácil responder a estas perguntas mas há alguns indicadores directos e indirectos disponíveis que podem permitir reduzir o nível de ignorância. Com as novas competência em matéria de supervisão comportamental, o Banco de Portugal passou a relatar semestralmente o estado da arte do sector financeiro português quanto a esta matéria: o comportamento perante as regras e, em boa medida, perante os respectivos clientes. O mais recente relatório refere-se ao 1º semestre de 2009 e permite ter algumas pistas importantes sobre a avaliação da actividade dos bancos pelos seus clientes. Dixarei por aqui alguns excertos ao longo dos próximos dias com particular destaque para os rankings relativos às instituições financeira face à matéria reclamada. Neles se poderá verificar quais os bancos com mais reclamações em termos relativos em matérias como Contas de Depósito; Crédito à Habitação; Crédito ao Consumo e Outros Créditos; Cheques; Cartões; Máquinas ATM; Operações em Numerário e Débitos Directos. Quem preferir dedicar desde já algum tempo a espreitar o que diz o relatório pode naturalmente ir directo à sua leitura, em particular a partir da página 25. Em todo o caso, procurarei dar alguma exposição, como disse, aos referidos rankings. É sempre uma forma de premiar os melhores, de valorizar o trabalho da supervisão e, fundamentalmente, de pressionar todos a uma saudável competição por um melhor serviço. Poderá seguir futuros artigos sobre este tema na tag: Ranking Comportamental das Instituições Financeiras. . Artigos relacionados: | |
Posted: 23 Nov 2009 01:00 AM PST O que é um Produto Financeiro Complexo? Segundo a CMVM (Regulamento nº1/2009) tratam-se de ”instrumentos financeiros que, embora assumindo a forma jurídica de um instrumento já existente, têm características que não são directamente identificáveis com as desse instrumento, em virtude de terem associados outros instrumentos de cuja evolução depende, total ou parcialmente, a sua rentabilidade.” Exemplos? Segundo um entendimento entre a CMVM e o Banco de Portugal , os dois reguladores identificaram as respectivas áreas de acção ficando o Banco de Portugal com os Produtos Financeiros Complexos que assumem a forma de contratos de depósito e a CMVM com, por exemplo, “(…)os certificados, salvo quando se limitem a replicar fielmente a evolução de um instrumento financeiro que não possa ser considerado um produto financeiro complexo, os valores mobiliários condicionados por eventos de crédito, as obrigações estruturadas, os warrants autónomos e as aplicações de fundos a que estejam associados instrumentos financeiros, quer pela via da indexação da respectiva rendibilidade, quando não exista a garantia total do capital investido pelo balanço da instituição de crédito, quer por a sua comercialização combinada implicar a subscrição de, ou a adesão individual a, instrumentos financeiros.“. Em comum CMVM e Banco de Portugal supervisionarão esta área comportamental das respectivas áreas de influência e ambas as autoridades recolhem nos seus sítios da internet os prospectos normalizados de todos os produtos em comercialização em Portugal que cabem, entre outros, nesta classificação. Há dois dias, referimos aqui o local onde o Banco de Portugal passará a fazer esse arquivo, hoje indicamos que desde finais de Julho a CMVM disponibiliza para consulta e comparação os Produtos Financeiros Complexos sob a sua alçada neste local (clique aqui). De momento encontram-se identificados produtos dos seguintes intermediários financeiros: Artigos relacionados: . .. |
quinta-feira, agosto 13, 2009
Grupo egípcio vai construir «cidade» em Luanda
O grupo Bahgat, pertencente ao milionário egípcio Ahmed Bahgat Abdel Fattah, vai construir uma "cidade" em Luanda, nos próximos quatro anos, divulga o Jornal de Angola.
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O projecto de construção da cidade, na sede comunal do Sambizanga, tem as mesmas características da que foi criada pelo grupo Bahgat no Cairo, denominada Dream Land Egypt, que conta com casas, prédios, hospitais, hotéis, parques de diversões, lojas, campos de golfe, serviços de lavandaria, piscinas e outros equipamentos desportivos e sociais.
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O milionário egípcio Ahmed Bahgat Abdel Fattah declara que também vão ser construídas indústrias e um projecto de telecomunicações, que vão tornar o Sambizanga "na melhor cidade de Luanda".
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"Criámos o Projecto Sambizanga, agora vamos trabalhar no plano geral do município, mas antes de iniciarmos os trabalhos temos de transferir as pessoas que residem na sede comunal para outras zonas. Também teremos de saber quantas pessoas e famílias são transferidas", indicou ao Jornal de Angola.
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O milionário egípcio, que esteve em Angola na semana passada, para o arranque do Projecto Sambizanga, referiu que o Grupo Bahgat tem também em carteira a construção em Talatona, nos arredores de Luanda, uma zona residencial, com dez prédios para mercados de médio e alto rendimento e investir no sector do turismo.
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Segundo o diário angolano, o grupo Bahgat vai construir também dez parques de estacionamento na cidade de Luanda.
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NOTA VN - Outrora Sambizanga era um museque (bairro de lata) - Se ainda fôr. para onde serão deslocados os seus habitantes e como serão alojados? Na era colonial, a cidade de asfalto ia crescendo ocupando o terreno dos musseques cujos habitantes eram empurrados para novos musseques, cada vez mais distantes do centro.
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sexta-feira, julho 10, 2009
SABMiller vai abrir nova fábrica de cervejas em Luanda
investimento de 90 ME
publicado 12:04 10 Julho '09
Luanda, 10 Jul (Lusa) - A SABMiller, uma das maiores cervejeiras do mundo, vai abrir este ano uma nova fábrica em Angola num investimento de 125 milhões de dólares (90 milhões de euros), anunciou hoje a empresa em Luanda.
Os 125 milhões de dólares da nova fábrica de cervejas compõem um investimento global de 250 milhões de dólares (180 milhões de euros) previstos para os próximos 18 meses, incluindo o alargamento da linha de produção de refrigerantes, incluindo a Coca-Cola, marca que a britânica SABMIller representa em Angola.
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Esta empresa detém ainda a fábrica da cerveja N´gola, na província da Huila, sul de Angola e, segundo informação prestada à Lusa pela empresa em Luanda, os investimentos previstos têm como objectivo corresponder à crescente demanda de bebidas, incluindo nas áreas da armazenagem e distribuição.
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quinta-feira, julho 09, 2009
Investimento empresarial cai 10,1%
Estimativa do INE
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De acordo com os dados apurados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a prioridade do investimento vai para a racionalização e reestruturação e só depois para o aumento da capacidade produtiva.
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Em 2008, o investimento terá caído para - 0,6 por cento, o que, face às perspectivas do INE para este ano, significa um investimento negativo de 9,5 por cento do ano passado para o actual.
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in Correio da Manhã 09 Julho 2009 - 11h36
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Portugueses continuam a escolher Angola, mas crise já provoca regressos antecipados
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Mas isso está longe de demover os portugueses a partirem para Angola como as cifras oficiais e as estimativas, também oficiais, apontam. De acordo com dados do Consulado Geral de Portugal em Luanda, actualmente estão inscritos cerca de 72 mil portugueses, 15 mil dos quais nos últimos três anos.
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Mas, porque a inscrição consular não é obrigatória, a estimativa é que por cada inscrito exista um que não o faz, totalizando à volta de 30 mil os novos membros da comunidade portuguesa em Angola, explicou à Lusa o Cônsul Geral em Luanda, Pedro Silva Rodrigues.
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Dados sobre os regressos "forçados" não existem mas podem ser muitas centenas no último ano, porque, como explicou à Lusa uma fonte ligada aos investimentos portugueses em Angola, "os casos que passam de boca em boca sobre regressos inusitados vão-se multiplicando".
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Apesar disto, os números da Agência Nacional para o Investimento Privado em Angola (ANIP) não enganam quanto à importância que o país tem para os investidores portugueses. Em 2007, esse investimento chegou aos 235 milhões de dólares, com 247 projectos aprovados, e, em 2008, subiu para os 615 milhões de dólares.
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Além dos grandes investimentos, como os das construtoras, sector bancário ou telecomunicações, existem centenas de projectos de pequena e média dimensão, desde as madeiras e móveis, medicamentos ou maquinaria, que exigem mão-de-obra qualificada não existente em Angola e são um forte impulso para a emigração portuguesa.
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Um dos exemplos desta realidade é o de José Castro, técnico qualificado na área da climatização e refrigeração que partiu há um ano da cidade de Viseu, em Portugal, e rapidamente teve sucesso profissional em Angola. José Castro explica o motivo do sucesso: "O mercado angolano tem muita falta de técnicos qualificados nestas áreas".
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Mas nem tudo são rosas e este emigrante diz ter conhecimento de que "são ainda bastantes" os portugueses que chegam a Angola e têm de regressar porque "não trazem na bagagem as respostas que o mercado pretende" em matéria de qualificação. Outro exemplo é o de Carlos M. que está em Luanda há dois anos como quadro médio de uma empresa ligada à importação de produtos alimentares e admitiu à Lusa que tem "um excelente contrato", que lhe permite ganhar "muito mais que em Portugal".
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Mas Carlos M. considerou que o cenário de hoje "não é o mesmo de há dois anos", efeitos da crise económica e financeira mundial.
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"As coisas estão a mudar. Há sinais disso que são evidentes, como o facto de algumas pessoas que conheço e que estavam em empresas importantes, terem regressado a Portugal nas últimas semanas", disse.
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O Governo já informou que um número significativo de projectos de obras públicas foi anulado ou colocado em "standby" até que a crise esmoreça.
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As autoridades angolanas confirmam ainda outro dado negativo para os investidores estrangeiros. A crise provocou uma grande escassez de divisas no mercado, levando a maiores dificuldades nas transferências de dinheiro para o exterior.
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in Público
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domingo, setembro 30, 2007
Investimento Público - Em que ficamos?

Segundo um relatório do INE, divulgado ontem, o investimento público deve baixar 7,3% (o correspondente a 260 milhões de euros), para 3,3 mil milhões de euros, em 2007, reduzindo o seu peso na riqueza produzida em 0,2 pontos percentuais, para 2,1%.
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Sabado, 29 Setembro
Sexta-feira, 28 Setembro
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Sexta-feira, 28 Setembro
- vitor silva Excelente medida de combate á corrupção.Não há mel....ninguém lambe os dedos.
- xarneco O investimento desde que necessario e indispensal, so' tras beneficios, criacao deempregos etc.
- nokas Á,e não se esqueçam de vender mais património!
- nokas É fácil matar o bicho,é só aumentar mais os impostos e pô-lo(ao monstro) num programa das novas oportunidades e desta vez,numa sala sem faxes,antes que o bicho nos mate a nós!
- xarneco Se fosse eu a mandar. 1-Parar de empregar 2-Reduzir o superflue 3-Endossar obras e trabalhos a privados (mais barato) 4-Investir so no indispensal (utildades pubicas) 5-Recolha do lixo a privados 6- Renegociar as dividas aos bancos. Ainda haveria mais, mas fico-me por aqui.
- JB Este palavreado transposto para as famílias, significa cortar nas despesas com computadores, secretárias/mobiliário que proporcione melhores condições para a educação e preparação profissional dos filhos, por troca com despesas com férias, divertimento, jantaradas, etc. Qualquer aluno do 2ºano (economia) do prof. Cavaco Silva sabe que é um erro, mas não há ninguém que se oponha a este regabofe..