Pomba da Paz - Picasso Mundo Vermelho - 22 de Março de 2011 - 7h55 . .Em nota do seu secretariado, com sede em Atenas, o Conselho Mundial da Paz condenou a agressão imperialista à Líbia em nota emitida no último domingo (20). Na véspera, a presidente, Socorro Gomes, também lançou um comunicado protestando contra a guerra. . , O imperialismo começou uma nova guerra. O Conselho Mundial da Paz (CMP) expressa sua veemente e enérgica condenação à agressão imperialista que foi iniciada contra a Líbia. A total escalada militar de operações da França, do Reino Unido e dos EUA, com o apoio da Liga Árabe e de vários Estados da União Europeia e da OTAN, prova que a agressão havia sido planejada há muitos dias. . Os imperialistas estão usando o pretexto da intervenção humanitária para proteção dos civis, com o objetivo claro de tomar o controle dos recursos energéticos do país e impor um novo regime, de acordo com seus interesses. Mesmo tendo condenado o uso da força militar do Exército líbio contra manifestantes civis, o Conselho Mundial da Paz reitera que é um direito soberano do povo líbio escolher seu governo e que, na verdade, seus recursos naturais são o alvo do poder real das corporações transnacionais e multinacionais imperialistas que estão por trás de tudo isso. . Foram mortos centenas de líbios e esta matança do povo líbio pelos imperialistas continua em seu terceiro dia. Este acontecimento prova claramente que a decisão do Conselho de Segurança das Nações Unidas, mediante a resolução 1973, para impor uma Zona de Exclusão no espaço aéreo líbio simplesmente foi usada para dar início a uma guerra contra a Líbia. A própria ONU está cometendo crimes contra os povos do Afeganistão, do Iraque e muitos outros.. Exigimos o fim imediato da agressão e a retirada das forças militares estrangeiras da área. . Parar a guerra à Líbia agora! . 20 de março de 2011 O Secretariado do Conselho Mundial da Paz Fonte: Cebrapaz |
"e como que a experiência é a madre das cousas, por ela soubemos radicalmente a verdade" (Duarte Pacheco Pereira)
A Internacional
quinta-feira, março 24, 2011
Organização denuncia nova guerra do imperialismo
quinta-feira, janeiro 07, 2010
2010…, a luta pela paz! - Pedro Guerreiro
•
Pedro
Guerreiro
.
| 2010…, a luta pela paz! . |
Passado quase um ano sobre a eleição de Obama como presidente dos EUA, e apesar da imensa operação ideológica realizada em seu redor, é cada vez mais claro que a agenda estratégica e militarista da actual Administração norte-americana prossegue os mesmos objectivos fundamentais que a anterior. . Nem mesmo a tentativa de branqueamento deste facto – que, por exemplo, a entrega do prémio Nobel da paz representou – consegue esconder que a evolução da situação internacional aí está a demonstrar a escalada intervencionista e de guerra em que os EUA e seus aliados estão apostados. . A Administração Obama propôs e fez aprovar para 2010 o maior orçamento militar da história dos EUA, que será superior às despesas militares somadas de todos os restantes países do mundo. Um orçamento militar que cresce na medida directa do aprofundamento da crise no centro do capitalismo. .Os EUA ampliam e reforçam a sua rede de mais de 750 bases militares e a presença das suas frotas navais pelo mundo, instrumentos da sua estratégia de controlo, de desestabilização e de guerra, designadamente e com particular expressão e significado na América Latina, onde, igualmente, continuam o seu criminoso bloqueio a Cuba, e em África, onde estão em curso dinâmicas recolonizadoras. . A Administração norte-americana e seus aliados recrudescem a guerra e o rol de brutal destruição e de sofrimento na Ásia Central e no Médio Oriente, reforçando as tropas ocupantes no Afeganistão, intensificando as suas agressões no Paquistão e prosseguindo a ocupação do Iraque, reafirmando o seu apoio e conivência com a estratégia israelita de perpetuação da brutal ocupação da Palestina. . A Administração Obama e seus aliados apontam como objectivo reajustar a NATO às suas actuais necessidades (e contradições), como instrumento de agressão e de guerra contra os que de alguma forma ousam contrariar ou opor-se às suas ambições imperialistas, defendendo a sua soberania e independência nacional. Estando a adopção de um retocado «conceito estratégico» para a NATO agendada para uma cimeira a realizar em Portugal, em Novembro de 2010. . Isto é, a Administração Obama, para além de não ter significado qualquer mudança de fundo ou viragem na política externa norte-americana, procura preservar, a todo o custo, designadamente utilizando o seu poderio militar, o papel de potência hegemónica que os EUA continuam, todavia, a representar no sistema capitalista mundial. .Como temos sublinhado, a crise do capitalismo comporta em si graves perigos para a paz e para os povos do mundo. Tal como no passado, o imperialismo será tentado a resolver pela via do incremento da exploração e da guerra a crise que incessantemente gera e para a qual se mostra incapaz de encontrar solução. . A autêntica «fuga em frente» por parte do imperialismo significa exploração e opressão, a negação das mais elementares necessidades e direitos dos povos, a contínua destruição do ambiente, o ataque à paz e, mesmo, à sobrevivência da humanidade. . Neste quadro, aos comunistas, aos democratas e amantes da paz, está colocada a exigente tarefa de mobilizar os trabalhadores e os povos para a luta contra a exploração, pela defesa soberania dos povos, pela paz. . A luta pela paz é um marco decisivo e inultrapassável para o fortalecimento e alargamento de uma frente anti-imperialista que inverta a actual correlação de forças nas relações internacionais e crie condições para a prossecução de alternativas de progresso e justiça social, para o socialismo. . A defesa da paz e a solidariedade para com os povos em luta contra a agressão imperialista marcará, de forma significativa, o ano de 2010. |
segunda-feira, outubro 29, 2007
Guernica, agonia de uma guerra

* Lionel Richard
Completam-se em 26 de abril setenta anos do massacre de Guernica por tropas da direita espanhola apoiadas por soldados nazistas. Durante quatro décadas, a autoria do crime foi ocultada: só a obra-prima de Picasso serviu como testemunha
Uma pergunta permanece: se Pablo Picasso não tivesse pintado uma obra-prima em homenagem às vítimas, a destruição de Guernica teria permanecido na memória da humanidade? Sua lembrança estaria limitada aos livros? Desapareceria?
Mas por que os franquistas quiseram destruir a pequena cidade a 35 quilômetros de Bilbao? A pátria basca estava em questão. Guernica havia conseguido, depois das eleições de fevereiro de 1936, um estatuto de autonomia política. O novo governo regional havia apenas se formado ocorreu, entre 17 e 18 de julho, o golpe militar liderado pelo general Franco. Os bascos optaram pelo respeito à legalidade e como conseqüência não escapariam do fogo do exército franquista, caso esse avançasse contra eles.
Com exceção da Catalunha e uma parte de Aragão, somente o governo basco — no norte da Espanha — manteve fidelidade à república em abril de 1937. Ele administrava uma região rica em minério de ferro, usinas siderúrgicas e indústria naval. Os insurgentes precisavam desses recursos. Um dos chefes da insurreição no comando do exército nacionalista do Norte, o general Emílio Mola informou a Franco que o assunto estaria liquidado em três semanas. Cinqüenta mil soldados e 100 aviões estavam a sua disposição. Contava, ainda, com soldados italianos, enviados por Benito Mussolini, e com os alemães da legião Condor — 6.500 voluntários, divididos em unidades blindadas, esquadrilhas de caças e bombardeiros.
Pátria livre... pátria devastada
Um ultimato é enviado ao governo basco. Mola decidiu “terminar rapidamente a guerra no norte”. Enfatizou: “Se a submissão não for imediata, arrasarei toda Viscaya, começando pela indústria de guerra”. Sem resposta, executou sua ameaça no dia 31 de março. Sob as ordens do tenente-coronel Wolfram von Richthofen, chefe do Estado-maior, os aviões da legião Condor e os bombardeiros pesados Junker e Heinkel foram encarregados de bombardear as cidades em torno de Bilbao. No dia 26 de abril, pela manhã, os pilotos concretizaram a missão de massacrar Guernica e Durango com bombas incendiárias. A estratégia perdurou durante todo o mês de maio. Em 19 de junho de 1937, Bilbao cai. Os bascos insatisfeitos tiveram que partir para o Norte, para os Pirineus ou para o exílio.
No dia 27 de abril, o comando das tropas insurgentes publicou um comunicado em Salamanca, capital provisória dos franquistas. Rapidamente, todos os jornais estrangeiros que sustentam os anti-republicanos o divulgam. Segundo o comunicado, seria uma calúnia responsabilizar os aviões dos nacionalistas. Os autores do massacre, declararam os franquistas, foram os vermelhos. Forçados à submissão, os republicanos teriam incendiado a cidade.
Ao tomar conhecimento dessas alegações, o presidente do governo basco José Antônio Aguirre pronunciou-se. Segundo ele, os bombardeios foram feitos “por aviões alemães a serviço dos rebeldes espanhóis”. Essa afirmação o indispõs com a Radio-Nacional, que o tratou por mentiroso. A culpa dos soldados de Hitler foi descartada pelos locutores. Para esses, os ouvintes tinham o direito de escutar protestos contra o “atentado à honra das tropas insurgentes”, já que “o exército de Franco não incendeia, mas conquista, lealmente, pelas armas. São as hordas vermelhas que destróem, pois sabem que a Espanha não lhes pertencerá nunca.”
Criminosos ocultados durante 40 anos
Na imprensa comunista francesa e, de maneira geral, de esquerda, a responsabilidade dos nacionalistas nesse “bombardeio vergonhoso de populações civis”, efetuado pelos aviões da legião Condor, é incontestável. Nos momentos seguintes, as provas a favor dessa tese se acumulam. Porém, fizeram muito pouco para impedir o discurso dos mistificadores. Típica, foi a obstinação de Charles Maurras, chefe da extrema direita francesa. No dia 11 de maio de 1937, o jornal “L’action française” denunciou a “fábula dos aviões alemães” que “teriam despejado toneladas de bombas” como uma manipulação bolchevique para mascarar os “crimes dos vermelhos”.
Na Espanha, a farsa persistiu até a morte de Franco em 1975. No fim dos anos 1960, os tenentes da história oficial criaram uma nova versão para absolver os nacionalistas e restaurar uma conveniente imagem de seu país na Europa. Atribuíram toda a culpa a Hitler, Göring e aos chefes da legião Condor.
A escapatória era fácil, 20 anos depois do tribunal internacional de Nuremberg. Os bajuladores da direita anti-democrática espanhola não ousaram sequer desaprovar o levante contra a república. Tampouco, a aliança dos Estados fascistas com os franquistas. Ao contrário, eles aderiram a suas fábulas de uma forma diferente, dedicando-se a minimizar o alcance do bombardeio de Guernica. Reduziram o número de vítimas a uma centena.
Segundo eles, o comando franquista não estava a par do ataque previsto pelas esquadrilhas da legião Condor. Além disso, os aviadores alemães não obedeceram a nenhuma ordem de “terror premeditado”. O alvo era, na realidade, uma manufatura de armas em uma aldeia próxima ao rio. Eles teriam apenas errado a mira. Os incêndios e a massa de cadáveres teriam sido conseqüência do “erro de pontaria”. Os comentários sobre a “cidade mártir” eram apenas ornamentos de um “mito”.
Arquivos denunciam acordo Franco-Hitler
E no lado alemão, como teria sido? Somente depois da vitória do general Franco, em abril de 1939, as “proezas” da legião Condor foram relatadas à população. Muitas publicações procuraram exaltar seu desempenho. Werner Beumelburg, que antes havia louvado os soldados de 1914-1918, relatou, em seu livro Combat pour l’Espagne, todas as peripécias da guerra civil espanhola, avaliando com precisão a ajuda hitlerista às forças franquistas.
Mas nenhum desses livros fala sobre a sinistra fama - estabelecida mundialmente - da legião Condor. Mesmo Beumelburg considera a tese popularizada por Völkischer Beobachter, porta-voz oficial da Alemanha nazista. Guernica foi “totalmente destruída pelos vermelhos”, insiste.
Diferente do divulgado, o marechal Hermann Göring, comandante chefe da Luftwaffe, não confessou, no tribunal de Neremberg, a culpa nazista nessa tragédia. Ele apenas reconheceu ter dado sinal verde para que a Espanha fosse campo de teste da aviação alemã. Quanto a Goebbels, foi lacônico. Forçado pelas alegações de inocência dos nacionalistas, o ministro da propaganda acreditou na inocência da legião Condor e atrapalhou-se ao negar, sistematicamente, sua participação.
O papel indispensável de Picasso
Muito depois de 1945, o mistério ainda não tinha sido resolvido. Relatos de antigos combatentes — como o do piloto Wilfred von Oven, refugiado na Argentina — retratam o ato como “o capítulo mais apaixonante da história”. Com a abertura dos arquivos alemães, percebeu-se que a cooperação entre as autoridades nazistas e nacionalistas estava muito bem documentada. A hipótese de que o Estado franquista não tinha conhecimento do plano de ataque da legião Condor é desarrazoada. No dia 20 de junho de 1937 (dia seguinte à queda de Bilbao), o general Franco enviou um telegrama a Hitler. Agradeceu a confiança que ele e "o grande povo alemão” depositaram em sua pessoa.
Muitas vezes o bombardeio de Guernica é condenado sob o pretexto de que nenhum fim militar o legitimava. Mas o argumento é desmascarado pelas intenções do general Mola. O bombardeio revela a natureza bárbara que, na época, ameaçava toda a Europa. Violência extrema: fatos forjados e desejo insano de aniquilar fisicamente o adversário.
Hoje, muitos se mobilizam para evitar o esquecimento em Guernica. Um museu da paz foi aberto em 2003. Mas é preciso, sobretudo, agradecer Picasso. Graças a ele, ficou claro o tom que deve se atribuir à palavra “fascismo”.
Tradução: Leonardo Abreu
leonardoaabreu@yahoo.com.br
.
.
domingo, outubro 28, 2007
Portugueses ou Espanhóis?

Sexta-feira, 26 Outubro
- Cidadão Nacional Se fosse eu, eram todos naturalizados espanhóis. Melhor qualidade de saúde no interior espanhol. Sim, sim, Badajoz fica no interior. E etc., etc., etc.
- antonio trindade O ministo da saude DEVE-SE sentir muito ORGULHOSO por esta NOTICIA. De facto, com a nossa populacao a envelhecer e a mandar os NOSSOS REJUVENESCER o Estrangeiro, e uma MAXIMA. Portugueses DAII, ABRAM OS OLHOS E PONHAM ESTE homem na rua. JA BASTA DE DESGRACA. NAO QUEREMOS MAIS migueis de vasconcelos... Rua com este MINISTRO, mas JA.!!! U.S.A.
» Artigos Relacionados
19-10-2007 - 00:00:00 Bombeiros fazem parto no interior do quartel
01-10-2007 - 00:00:00 Resende nasce na rua
22-09-2007 - 00:00:00 Mais partos na estrada
13-09-2007 - 00:00:00 Parto em ambulância
28-08-2007 - 00:00:00 Bebé nasce a caminho do hospital
27-08-2007 - 18:50:00 Faro: Registo de crianças atinge os 90 por cento
26-07-2007 - 00:00:00 Maternidades avaliadas
25-07-2007 - 15:32:00 Tempo de espera ocupa um terço das queixas
15-07-2007 - 00:00:00 Movimentos pela vida nos hospitais
07-06-2007 - 00:00:00 Tribunal salva Urgências
01-06-2007 - 00:00:00 Nasceram 215 bebés da Figueira
sábado, maio 05, 2007
1679
I - A reclamação ou requerimento escrito de algum indivíduo ou a favor de algum indivíduo detido ou acusado da prática de um crime (exceto tratando-se de traição ou felonia, assim declarada no mandato respectivo, ou de cumplicidade ou de suspeita de cumplicidade, no passado, em qualquer traição ou felonia, também declarada no mandato, e salvo o caso de formação de culpa ou incriminação em processo legal), o lorde-chanceler ou, em tempo de férias, algum juiz dos tribunais superiores, depois de terem visto cópia do mandato ou o certificado de que a cópia foi recusada, concederão providência de habeas corpus (exceto se o próprio indivíduo tiver negligenciado, por dois períodos, em pedir a sua libertação) em benefício do preso, a qual será imediatamente executória perante o mesmo lorde-chanceler ou o juiz; e, se, afiançável, o indivíduo será solto, durante a execução da providência (upon the return), comprometendo-se a comparecer e a responder à acusação no tribunal competente.
II - A providência será decretada em referência à presente lei e será assinada por quem a tiver concedido.
II - A providência será executada e o preso apresentado no tribunal, em curto prazo, conforme a distância, e que não deve exceder em caso algum vinte dias.
IV - Os oficiais e os guardas que deixaram de praticar os atos de execução devidos, ou que não entregarem ao preso ou ao seu representante, nas seis hora que se seguirem à formulação do pedido, uma cópia autêntica do mandato de captura, ou que mudarem o preso de um local para outro, sem suficiente razão ou autoridade, pagarão 100 libras, no primeiro caso, e 200 libras, no segundo caso, ao queixoso, além de perderem o cargo.
in
http://www.dhnet.org.br/inedex.htm
quarta-feira, fevereiro 28, 2007
Fados do Tempo da Outra Senhora (13) -Tourada

Fados do Tempo da Outra Senhora (13)
Tourada
Não importa sol ou sombra
camarotes ou barreiras
toureamos ombro a ombro
as feras.
Ninguém nos leva ao engano
toureamos mano a mano
só nos podem causar dano
espera.
Entram guizos chocas e capotes
e mantilhas pretas
entram espadas chifres e derrotes
e alguns poetas
entram bravos cravos e dichotes
porque tudo o mais
são tretas.
Entram vacas depois dos forcados
que não pegam nada.
Soam brados e olés dos nabos
que não pagam nada
e só ficam os peões de brega
cuja profissão
não pega.
Com bandarilhas de esperança
afugentamos a fera
estamos na praça
da Primavera.
Nós vamos pegar o mundo
pelos cornos da desgraça
e fazermos da tristeza
graça.
Entram velhas doidas e turistas
entram excursões
entram benefícios e cronistas
entram aldrabões
entram marialvas e coristas
entram galifões
de crista.
Entram cavaleiros à garupa
do seu heroísmo
entra aquela música maluca
do passodoblismo
entra a aficionada e a caduca
mais o snobismo
e cismo...
Entram empresários moralistas
entram frustrações
entram antiquários e fadistas
e contradições
e entra muito dólar muita gente
que dá lucro aos milhões.
E diz o inteligente
que acabaram as canções.
Nota:
.
.
terça-feira, fevereiro 20, 2007

Paralelamente, existe o maracatu, cortejo de origem africana, altamente expressivo. O berço dos maracatus foram as senzalas, quando os negros prestavam homenagem aos seus antigos reis africanos. Mesmo com o fim da escravidão, os cortejos continuaram. Daí o maracatu ganhou as ruas, tornando-se uma das peças essenciais do carnaval pernambucano.







Columbina - autor não identificado
Carnaval em Bronx - 1997 José Antonio Quirós
"E viva o Zé PereiraPois que ninguém faz mal
Viva a bebedeira
Nos dias de carnaval".




Carnaval em VenezaLa stagion del Carnovale
tutto il Mondo fa cambiar.
Chi sta bene e chi sta male
Carnevale fa rallegrar.
Chi ha denari se li spende;
chi non ne ha ne vuol trovar;
e s'impegna, e poi si vende,
per andarsi a sollazzar.
Qua la moglie e là il marito,
ognuno va dove gli par;
ognun corre a qualche invito,
chi a giocare e chi a ballar.
Carlo Goldoni









Máscaras de Carnaval em Veneza































