A Internacional

__ dementesim . . Do rio que tudo arrasta se diz que é violento Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem. . _____ . Quem luta pelo comunismo Deve saber lutar e não lutar, Dizer a verdade e não dizer a verdade, Prestar serviços e recusar serviços, Ter fé e não ter fé, Expor-se ao perigo e evitá-lo, Ser reconhecido e não ser reconhecido. Quem luta pelo comunismo . . Só tem uma verdade: A de lutar pelo comunismo. . . Bertold Brecht
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terça-feira, maio 03, 2011

Cavaco e a Banca Privada

Cavaco concluiu ronda com responsáveis de oito bancos

Economia | 2011-02-02 17:56 
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O Presidente da República concluiu esta quarta-feira uma ronda de reuniões com presidentes dos conselhos de administração de oito bancos portugueses que tiveram na agenda a situação do sistema bancário português e a concessão de crédito à economia.
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“O Presidente da República ouviu hoje, separadamente, os presidentes dos conselhos de administração do Banco Santander Totta, do Banif, do Montepio Geral e da Caixa Central de Crédito Agrícola Mútuo sobre a situação do sistema bancário português e a concessão de crédito à economia”, lê-se numa nota divulgada no ‘site’ da Presidência da República.

Ainda de acordo com a mesma nota, estes encontros aconteceram em “complemento das reuniões de terça-feira” de Cavaco Silva com os responsáveis da Caixa Geral de Depósitos, Banco Espírito Santo, Banco Português de Investimento e Banco Comercial Português. 
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Lusa/AO online
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Economia

Cavaco Silva reuniu-se com presidentes de quatro bancos

Cavaco Silva reuniu-se com presidentes de mais quatro bancos portugueses. Desta vez o Chefe de Estado recebeu os presidentes do Santander Totta, do Banif, do Montepio Geral e da Caixa Central de Crédito Agrícola Mútuo. O site oficial da Presidência revelou que o tema das conversas é a situação do sistema bancário português e a concessão de crédito à economia.

2011-02-02 20:28:46
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 Política

BPN: Cavaco Silva acusa jornalistas esconderem informação e revela prejuízos noutros bancos

Recandidato a Presidente da República acusou ainda a Comunicação Social de não ter investigado o que ele perdeu nas outras aplicações financeiras que fez: «mais do dobro», revelou
Cavaco Silva disse esta sexta-feira no Fórum da rádio TSF que o assunto BPN, que tem dominado a campanha presidencial nos últimos dias, «demonstra o desespero em que alguns se encontram» e que «a Comunicação Social tem escondido» uma declaração que fez «por escrito, esclarecendo tudo» em Julho de 2008.

«É muito curioso que uma aplicação de poupanças que eu e a minha mulher fizemos há 11 anos, seis anos antes de eu ser Presidente da República, seja tema de campanha», começou por dizer Cavaco Silva, preparando-se para voltar a falar no assunto polémico apesar de ontem ter dito que não voltaria a fazê-lo.

Na sua intervenção no Fórum da rádio, o Presidente da República insinuou que os media estão propositadamente a contribuir para que o caso não seja tratado de forma séria e correcta. «A Comunicação Social tem escondido que fiz uma comunicação por escrito esclarecendo tudo, e depois fiz uma declaração pública em Julho de 2009 na Cotec e não houve nenhum meio de Comunicação Social até este momento que tenha posto essa declaração no ar».

Cavaco Silva lembrou ainda que a carta que escreveu ao presidente do BPN a solicitar a venda das suas acções do banco, e que esta quinta-feira voltou a ser republicada pelo jornal «Expresso», surgiu «num semanário há quase dois anos». E revelou também que foi nessa altura que ficou a saber quem tinha comprado as acções.

Em causa está a compra de acções do banco a um euro e vendidas a 2,40 euros cerca de dois anos depois da aquisição, tendo sido obtido um lucro 140 por cento e que se traduziu em 147 mil euros - valor que até foi barato comparado a outros. Cavaco Silva remete para a declaração que fez quando rebentou o escândalo BPN que obrigou à nacionalização da entidade bancária pelo Estado. Nesse documento, esclarecia que tinha repartido as poupanças por quatro bancos e que uma dessas partes tinha sido investida no banco de Oliveira e Costa, seu antigo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais. Esta manhã, o prssidente da SLN admitiu que Cavaco pode ter pode ter tido acesso a informação privilegiada.

Segundo confessou à TSF, com os outros três bancos perdeu dinheiro. «Tem vindo a ser referido que tive um lucro na venda de acções, mas nenhuma Comunicação Social foi investigar quanto é que nós perdemos nos outros bancos [...] mais do dobro. É a prova da desonestidade». E esclareceu que o prejuízo que teve foi «muito mais do dobro do lucro» que teve na operação com o BPN.


BPN: Cavaco pode ter tido «acesso a informação que outros não tiveram» 
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Cavaco e a relação pessoal com a Banca
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/politica/cavaco-silva-bpn-presidenciais/1224064-4072.html
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www.youtube.com
Entrevista de Cavaco Silva a Judite de Sousa na campanha presidencial 2011, 10 Janeiro.
minoriarelativa | 10 de Janeiro de 2011  
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quarta-feira, março 09, 2011

Cravo vermelho ao peito faz jeito a certos filhos da mãe !


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De: | Criado: 08/03/2011
Uma música antiga com a actualidade de sempre.

Cravo Vermelho ao Peito - José Barata Moura
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Cravo Vermelho ao peito
A muitos fica bem
Cravo Vermelho ao peito
A muitos fica bem
Sobretudo faz jeito
A certos filhos da Mãe
Sobretudo faz jeito
A certos filhos da Mãe
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Não importa quem eles eram
Não importa quem eles são
Nem todo o mal que fizeram
Mas sempre a bem da Nação
Nem todo o mal que fizeram
Mas sempre a bem da Nação
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Refrão
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E chegado o dia novo
Chegada a bendita hora
Vestiram uma pele de povo
Ficou-lhes o rabo de fora
Vestiram uma pele de povo
Ficou-lhes o rabo de fora
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Refrão
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E aquele adminstrador
Promovido a democrata
Sempre exaltou o suor
Arrecandando ele a prata
Sempre exaltou o suor
Arrecandando ele a prata
Sempre exaltou o suor
Arrecandando ele a prata
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Refrão
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Também veio o fura greves
Lacaio dos senhores de então
Pois pode bem ser que às vezes
Se arranje um novo patrão
Pois pode bem ser que às vezes
Se arranje um novo patrão
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Refrão
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E os cultores da sapiência
Intelectuais de alto nível
Tranquilizando a consciência
O mais à esquerda possível
Tranquilizando a consciência
O mais à esquerda possível
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Refrão
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José Barata Moura
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in
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sexta-feira, fevereiro 18, 2011

Sobre os erros no Mapa Oficial de resultados das Presidenciais 2011

Intervenção de António Filipe na Assembleia de República


Senhor Presidente,
Senhores Deputados,
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Decididamente, as eleições presidenciais de 23 Janeiro não correram bem. Não estou a falar de resultados. Esses estão mais que discutidos. Estou a falar do processo eleitoral.
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O processo correu mal no dia da eleição. No preciso instante em que o Ministro da Administração Interna dizia aos microfones que o processo eleitoral estava a decorrer com absoluta normalidade e que os eleitores que ainda não soubessem o seu número de eleitor poderiam com toda a facilidade obtê-lo na hora através de SMS, da internet ou do telefone, milhares de cidadãos faziam fila nas juntas de freguesia para tentar obter o número de eleitor perante a ausência de resposta do sistema informático do MAI.
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Ao fim de três décadas e meia de eleições livres, não é suportável que um processo eleitoral corra tão mal, que centenas de milhares de cidadãos tenham visto alterado o seu número de eleitor sem serem informados, que os sistemas de informação dos números de eleitor falhem clamorosamente no dia em que são necessários e que dezenas de milhares de cidadãos se vejam em dificuldades para exercer o seu direito de voto, acabando um número indeterminado de cidadãos por desistir de votar. Isto não é suportável.
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O que ocorreu no dia das eleições presidenciais não é uma mera falha administrativa. É um problema político da maior importância. Por mais que o Ministro da Administração Interna e a sua Secretária de Estado procurem alijar as suas responsabilidades e encerrar o assunto com a demissão de um Director-geral, há neste processo uma responsabilidade política que não pode ser ignorada. Os directores gerais respondem perante a tutela pelos seus actos e omissões. Os membros do Governo respondem perante o país pelas consequências políticas dos seus actos e omissões.
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O sistema informático do MAI falhou clamorosamente no dia das eleições. Este facto é consensual. Tanto o Ministro da Administração Interna como o Ministro da Presidência o reconhecem e é um facto grave, pelo qual devem ser apuradas responsabilidades e que tem de ser corrigido. Mas essa é a ponta do icebergue. As responsabilidades do Governo perante o descalabro de 23 de Janeiro são mais graves e profundas.
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A origem do problema está na forma ligeira e imponderada como o Governo decidiu cruzar os dados do recenseamento eleitoral com a base de dados de identificação civil e criminal através da plataforma comum do Cartão de Cidadão e abolir o cartão de eleitor para os novos eleitores e para os eleitores que tenham os seus números de eleitor alterados como consequência da emissão do Cartão de Cidadão.
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As consequências destes procedimentos, efectuados de forma irresponsável, são as que conhecemos.
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Não há controlo sobre eventuais duplicações de inscrições no recenseamento eleitoral, aumentando o número dos chamados “eleitores fantasmas”. Muitos milhares de cidadãos viram os seus números de eleitor alterados sem terem sido informados da alteração. Muitos cidadãos foram oficiosamente recenseados em freguesias onde não residem devido à decisão absurda e ilegal de indexar o recenseamento eleitoral ao Código Postal. São muitos os casos em que os cidadãos que residem e sempre votaram numa freguesia foram oficiosamente mandados votar em freguesia alheia. Para este Governo, a divisão administrativa do país já não é decidida por lei da Assembleia da República mas pela Administração dos Correios.
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Finalmente, para o desastre ser total, os eleitores não foram informados da alteração do seu número de eleitor. O Ministro e a Secretária de Estado dizem que a culpa é do Director-geral. O Director-geral diz que não decidiu sozinho e que a Secretária de Estado esteve sempre a par do incumprimento do seu Despacho. E o país assiste atónito a este triste espectáculo de uma Secretária de Estado e um Director-geral demitido a desmentirem-se na praça pública. Com uma diferença: o Director-geral foi responsabilizado e demitido. Os membros do Governo fogem às suas responsabilidades e permanecem em funções apesar de já terem perdido a mais pequena réstia de credibilidade.
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Os problemas que rodearam as eleições de 23 de Janeiro não ficaram, porém, por aqui.
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Depois de terem sido contados os votos e anunciados os resultados com toda a normalidade na noite de 23 de Janeiro, foi com total estupefacção que o país assistiu à publicação em Diário da República, de um mapa oficial de resultados que contém erros grosseiros quanto ao número de eleitores inscritos, quanto ao número de votantes e, consequentemente, quanto ao número de votos em cada candidato.
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O número de eleitores inscritos é oficial. Para as eleições de 23 de Janeiro estavam inscritos 9.656.797 eleitores. Do mapa oficial publicado constam apenas 9.543.550. Ou seja: o mapa oficial de resultados abateu 113.247 eleitores. Na noite de 23 de Janeiro foram contados 4.492.297 votantes. Do mapa oficial de resultados constam menos 60.448. No distrito de Setúbal estavam inscritos 710.312 eleitores. No mapa oficial só são considerados 593.762 (foram abatidos 116.550). No distrito de Braga estavam inscritos 773.993 eleitores. No mapa oficial foram considerados 731.941 (foram abatidos 42.052). No distrito de Viseu estavam inscritos 382.658. No mapa oficial foram considerados 427.924 (aumentaram 45.266). Quanto a votantes, em Setúbal desapareceram 52.716, em Braga desapareceram 23.833, mas em Viseu apareceram 19.928. O desvio verificado só nestes três distritos é de 185.649 inscritos e de 96.477 eleitores.
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Isto não é suportável. Se uma disparidade destas acontecesse em eleições legislativas, os deputados eleitos seriam uns e os constantes do mapa oficial seriam outros. Se nas eleições presidenciais as diferenças entre os candidatos fossem mínimas, o país estaria hoje confrontado com um problema político de enormes proporções. Erros desta magnitude, verificados no apuramento geral de um acto eleitoral, e não corrigidos, têm consequências políticas óbvias. Não só prejudicam todas as candidaturas, como põem em causa a credibilidade do apuramento dos resultados eleitorais.
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Já é muito negativo para a democracia que, muitos cidadãos, por razões políticas, se afastem da participação eleitoral. Só faltava agora que, a acrescer a isso, os cidadãos deixassem de acreditar na idoneidade dos processos eleitorais.
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A Comissão de Assuntos Constitucionais, por proposta do PCP, já decidiu ouvir sobre esta matéria, a Comissão Nacional de Eleições e o responsável pela área eleitoral da DGAI, para tentar avaliar com rigor as causas desta disparidade de resultados e para debater soluções que previnam a ocorrência de situações como esta. Mas no que se refere ainda às eleições presidenciais de 23 de Janeiro, fazemos aqui um apelo cívico, para que todas as entidades com responsabilidades neste processo, designadamente as assembleias de apuramento, procedam à correcção dos erros cometidos e promovam a publicação de uma rectificação ao mapa dos resultados, para que estas eleições não fiquem na História como aquelas em que os resultados oficiais não coincidem com os resultados reais.
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Disse.
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sexta-feira, fevereiro 11, 2011

Ainda a Moção de Censura do BE

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Botero- Bailarina Gorda
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A pirueta do ano: Até ontem, para todos os dirigentes do BE uma moção de censura era "inoportuna", "não tinha efeitos práticos", era "para a fotografia". Hoje Louçã anunciou uma. Moral da História: se a moção fosse do PCP era má. Se for do BE já é boa.
há 17 horas

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Rui Miguel Torres, Miguel Tiago, Antonio Hilario e 134 outras pessoas gostam disto.
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Paula Peralta agora há que descolar do PS e fazer de conta que o apoio ao Alegre, de braço dado nos palcos do País com ministros deste governo foi só uma ilusão de óptica... e esperava-se o quê de gentinha destas!?
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Arminda Maria Rodrigues Silva Mas ainda há alguém que acredite no BE ?......
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Rosinda Beltrão Há sim Arminda, há imensos cidadãos que acreditam no BE! Por isso mesmo temos 16 deputados ...
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Alfredo Jorge Carvalho Pereira Cada vez tenho mais certeza de que em Portugal só existe um partido que defende com afinco os valores do 25 de Abril, tem pelo nome: Partido Comunista Português. Um abraço camarda Filipe.
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Rogeiro Clemente Amigos deixem-se de jogos florais e florentinos, é urgente retirar estes senhores do poleiro, pois cada dia endividam mais o país, e ainda se remuneram por isso; é de um govero de salvação nacional que o país precisa de imediato, depois, quando a situação estiver sob controle, já podem fazer os vossos ajustes de contas pessoais ou grupais.
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Antonio Sousa Pereira Enquanto a Esquerda não responder convincente e audivelmente aos problemas que se colocam aos portugueses, haverá sempre terreno para o aparecimento desta gente que só confunde e prejudica.
há 17 horas · GostoNão gosto
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Paula Peralta Lá está, ao dr. Louçã, tal como ao prof. Cavaco, não basta dizer que se é sério. Ambos têm que fazer mais um esforço. Mas esse é, na minha modesta opinião, o princípio da demagogia barata e da falta de respeito pelos cidadãos.
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José Fonseca Sãos as contradições de um partido de contradições!
há 17 horas · GostoNão gosto
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Carlos António Carvalho Esta, de facto, é boa! Ainda há dois dias um responsável do BE me comentava que não entendia a moção de censura ao governo que, segundo ele, o Partido ( PCP, claro !) iria apresentar. Agora decidiram apresentar uma! Aonde chega a desorientação... efeito da "banhada " eleitoral, certamente!
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Ricardo Santos O BE corre a fugir do apoio ao Alegre. Façamos com que nada caia no esquecimento.
há 17 horas · GostoNão gosto
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Rui Vasco Silva Duvido que a maior parte dos "imensos cidadãos" ainda andem tapadinhos a acreditar no Bloco Esquizofrénico... hoje diz uma coisa, amanhã o seu contrário.
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O Maltês O Maltês São os chamados artistas de circo, sem ofensa ao verdadeiros artistas.
há 17 horas · GostoNão gosto
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Julio Raimundo No Alentejo é hábito dizer-se Quem não se sente não é filho de boa gente" e nós, porque o somos, não podemos continuar a admitir tantas e variadas cambalhotas, em nome de um ideal pretensamente "chamado" de esquerda.
há 17 horas · GostoNão gosto
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Rui Alves é prática ancestral entre humanos, a imitação
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Leonel Nunes Pois é! Há que dar tempo para o governo preparar a despedida! Lembram-se do Portas que quase era apanhado distraído e teve que trabalhar toda uma noite para esconder uns ???papelinhos!!!
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Vasco Caldeira Este BE é bastante engraçado, tentam puxar a si sempre o protagonismo da esquerda, mas no fundo anda sempre atraz das ideias q o PCP tem, sempre teve e sempre defendeu, sempre com a mesma convicção.
há 16 horas · GostoNão gosto
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Rui Alves não me admirava que o Paulo Portas viesse amanhã dizer:
– Não, não! (tipo panasca...) eu é que apresento...
há 16 horas · GostoNão gosto
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Mário Cordeiro Aquilo é o caviar que lhes dá volta à cabeça ...
há 16 horas · GostoNão gosto
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Jose Guilherme Figueiredo Estando equidistante de uns e dos outros (BE e PCP), a pergunta que fica é: Então porque é que o PCP não apresentou já uma moção de censura??? Também estão à espera de quê? Que se escondam os tais "papelinhos"?
há 16 horas · GostoNão gosto
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Carlos António Carvalho
Sinceramente não percebo o comentario do Rogeiro Clemente.O PCP tem dado um combate consequente às políticas do governo de Socrates,frequentes vezes apoiadas pelo PSD e PP. O que não tem sido o caso do BE. Governo de Salvação Nacional? Co...m quem? Para fazer o quê? Desculpe lá mas estas soluções políticas são tomadas excepcionalmente quando há uma situação de ruptura com o regime em vigor. Foi o caso do 25 de Abril. E, nesse caso, exclui os responsáveis pela governação anterior. Eu bem gostaria de ver o PS fora do Governo mas não para ser substituido pelo PSD - PP. A luta contra as políticas de direita tem de criar condições para, mais tarde ou mais cedo, termos um governo que defenda os interesses do Povo e do País. Se todos traballharem para isso...
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Rui Vasco Silva José Figueiredo, não apresentou porque não pode apresentar. Nem o BE apresentou. Anunciou que irá apresentar. E fê-lo 2 ou 3 dias depois de afirmar que não apenas não a apresentaria como não apoiaria outras. Fê-lo dois ou três dias depois de considerar inoportuno o debate em torno da censura ao governo. Há ou não uma total falta de coerência e honestidade nisto tudo?
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António José Vitorino Eu acredito que todos os homens e mulheres roubados e injustiçados, todos os que são sensíveis ao sofrimento do outro no seu desenvolvimento pessoal ou na sua dignidade social, de todos os partidos, têm o dever moral e a obrigação política de tentar juntar forças para lutar contra os abusos de poder nacional e mundial. Temos o dever de não trocar o principal pelo acessório. Com a humildade de quem sabe que todos erramos.
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António José Vitorino
Acredito que faz sentido discutir propostas diferentes com o objectivo de melhor lutar contra os abusos de poder nacional e mundial. Mas creio que para quem se quer defensor do exercício da cidadania e do poder popular democrático, é nocivo... alimentar conflitos "clubísticos", partidários ou outros à esquerda, dividindo e confundindo a luta pelo bem comum, enfraquecendo as forças dos explorados e oprimidos. SÃO OS ARGUMENTOS E AS PRÁTICAS NAS LUTAS PELO BEM COMUM QUE PODEM TORNAR EVIDENTES AS MELHORES SOLUÇÕES (venham de onde vierem).
há 16 horas · GostoNão gosto · 1 pessoaFernando Wuillaume gosta disto.
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Patrícia Quintino A isto se chama verdadeira hipocrisia, apoiam um candidato presidencial colado ao governo, crticam possível moção de censura e agora saiem-se com esta! Espero sinceramente que as pessoas não tenham memória curta!
há 16 horas · GostoNão gosto · 1 pessoaA carregar...
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Mário Cordeiro Porque é que o BE apoiou Alegre? Esse senhor apoiou o regresso dos servidores do Estado Novo a Portugal. Se lutou contra a ditadura foi inconsequente. Nunca votaria nesse senhor --- na hora da verdade sempre escolhe a direita. Essa é que é a verdade. veja-se o JSampaio. O mesmo . Antes de saír entregou o Governo ao Santana. Alegre é pelo do mesmo cão. O BE ficou mal na fotografia ...
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Eugenio Borges Pois claro... estavam á espera de quê???
há 16 horas · GostoNão gosto
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SalteadoresdaArca Melita
Concordo de certa forma com a visão da Patricia Quintino, penso que foi um grande erro do BE o ter o mesmo candidato que o Governo...um erro grande demais para o BE ter arriscado em tal sintonia...
O Pcp manteve-se como sempre dentro da sua ...integridade.
Tou curiosa a ver o cenário que se desenha..
há 16 horas · GostoNão gosto
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Nuno Monteiro o que existe por esses lados é falta de coerencia e algo mais, vivo no concelho de salvaterra de magos e sei bem do que falo! O modelo politico e de acção do BE no concelho...
há 16 horas · GostoNão gosto
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Helder Rodrigues Todos querem a moção de censura, não querem é a "nossa", porque não se limita fazer com que o governo seja destituido, visa sobretudo discutir o rumo do país, as politicas de direita do PS e não só, além de ser sustentada pela coerencia que nos caracteriza! HM
há 16 horas · GostoNão gosto
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Helder Rodrigues Não sendo de Salvaterra também sei um pouquinho, até porque me lembro da Presidente de Camara eleita pela CDU e PCP dar uma pirueta! HM
há 16 horas · GostoNão gosto
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Jose Machado O PCP já apresentou uma moção de censura e como tal foi considerada uma inresponsabilidade!!!
Eu não sei mas talvez a política XXI se tenha emancipado dentro do Bloco e adquirido o controlo total!!!
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SalteadoresdaArca Melita
Até concordo que já deveria ter sido feita e apoiada por todos os que sabem bem e melhor que os Portugueses que votam, como anda o barco...E por isso mesmo porque apoiar o mesmo candidato? Era vísivel que seria super mau para o BE...Acredit...o que com um bom candidato o BE teria mobilizado mais que o que se mobilizou.
A moção do PCP, ninguém a aproveitou porque?
Tendo em conta o "menino de ouro do PS" e é realmente ...hoe já se entende o "COGNOME", não se deveria discutir quem a fez, mas apoiá-la já que todos´parecem contra o partido do governo...
Na hora H...ninguém é coerente com o realmente se deve fazer...
Essa falta de coerência da oposição toda, dá para o governo "desgovernar"...acho q existe qualquer coisa que ultrapassa a comprensão de quem apenas "assiste"...e lá vamos nós, sendo os mais mal pagos, os mais castigados com impostos os que até dizem que é um povo que não quer trabalhar...Será que não querem, ou chegou-se á conclusão que se trabalha para sustentar um quantos incompetentes e parece que não tem fim...Ano após ano, sempre piores e os piores da UE. Melhores só nos indicadores negativos: pobreza, diferença de classes, etc..enfim!!!haja Deus;)
há 16 horas · GostoNão gosto
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Filinto Alves Uma moção de censura justa e oportuna devia ser secundada por todos os partidos na oposição ,mais que não fosse para justificar o voto e a confiança dos seus eleitores e militantes .Penso que os partidos e os deputados se degladiam entre si abrindo caminho à supremacia do partido governamental que se encontra , mais coeso e unido ,pese embora um desempenho soturno e controversoso
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SalteadoresdaArca Melita
Só faz com que as pessoas se desliguem da "política"....
Não haver coerência nas oposições, face ao governo é triste...e o governo pode unir-se e desgovernar porque no fim o povo culpará oposição...digo eu q não entendo política mas conheço ...o ser humano..Ver mais
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Carlos Santos O Louçã é um trotskista como tal é um traidor da classe operária, vai fazendo sempre mal á revolução.
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José Carlos Nogueira Ribeiro o Bloco só faz o que o PCP pensa, é o mesmo de sempre. Força PCP.
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António Jorge Essa foi sem dúvida a maior cambalhota do ano. Se fosse nas Olimpíadas pela certa era ouro!
há 15 horas · GostoNão gosto
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Filinto Alves Evocar Trotsky ,viver das reminisciencias duma revolução sentimental e anarquica ou confundir Portugal com um estádio olimpico onde a única modalidade é a luta pela sobrevivencia configura-se tão pertinente e construtivo como a leviandade com que muitas pessoas encaram estes assuntos de interesse nacional e em particular das nossas portuiguesas vidas .
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Ana Loura a 'esquerda' colorida...há quem goste desse folclore
há 14 horas · GostoNão gosto · 1 pessoaA carregar...
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Pedro Miguel Correia Franco Tenho muita pena é que a esquerda passe mais tempo preocupada em se combater a ela própria do que ás politicas vergonhosas deste governo............
há 14 horas · GostoNão gosto · 1 pessoaA carregar...
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Evaristo Rui Brito Fonseca O Sócrates retirou o tapete ao Louçã, tirou-lhes os lugares no governo.
Só pode ter sido isto!
há 14 horas · GostoNão gosto
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Clara Vicente Estas cambalhotas para trás, são já habituais!! Qual é o espanto???
há 14 horas · GostoNão gosto
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António Dias O que me entristece, é que ainda haja pessoas que acreditam no bloco de esqerda.
há 13 horas · GostoNão gosto
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Rogeiro Clemente Caro Carlos António Carvalho, não fiz um comentário mas um apelo.A primeira prioridade é correr com a camarilha que se instalou no poder. Há aqui um aspecto de ruptura a considerar pois estamos em face de um sistema que se alimenta do compadrio e da corrupção. Um governo de salvação nacional tinha que ter elementos de todas as sensibilidades políticas incluindo independentes, e isto para que os acontecimentos não ultrapassem as forças políticas a quem depois só restará fingir serem os organizadores da contestação.
há 12 horas · GostoNão gosto
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José Alberto Pires É o Bloco no seu melhor...
há 12 horas · GostoNão gosto
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SalteadoresdaArca Melita Creio que esta moção terá sido a forma encontrada para o BE tentar apagar da memória do eleitorado o "ter tido o mesmo candidato que o PS..." É uma tentativa. Quanto ao sucesso só o tempo dirá.
há 12 horas · GostoNão gosto
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Germano Miranda Meus amigos para mim tanto faz um como outro! São tantas as medidas de direira que este homemimplementou que quero ver como ele é nna oposição! Mas acho que vai ser um terror para a direita na oposição! Este homens sem palavra nemcritérios ninguém os entende! VEREMOS!!
há 11 horas · GostoNão gosto
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Jorge Feliciano BE reune Mesa Nacional para decidir se vota a favor da sua própria Moção de Censura

http://teresasindicato.blogspot.com/2011/02/be-reune-mesa-nacional-para-decidir-se.html
há 11 horas · GostoNão gosto
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José Salgueiro A "coerência" destes moços,nunca pára de me espantar!
há 11 horas · GostoNão gosto
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Graça Rodrigues Malabarismo puro...
há 10 horas · GostoNão gosto
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Vítor Duarte Os meninos mudam muitas vezes de humor.Precisam de crescer...
há 10 horas · GostoNão gosto
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Victor Nogueira Pois ...
há 10 horas · GostoNão gosto
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Antonio Santos ESTE GOVERNO E UM DESASTRE,E VERDADE MAS PARECE (COM A DEVIDA DISTIMÇAOME QUE SE ESTA A JOGAR NUM TABULEIRO IRREGULAR ISTO NO MOMENTO EM QUE O PAIZ SE ENCONTRA,OS POLITICOS ESTÃO A PERDER CREDIBILIDADE SE E QUE AINDA TEM ALGUMA (COM A DEVIDA DISTINÇÃO)
há 54 minutos · GostoNão gosto
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Ana Carla Silva Por estas e por outras semelhantes é que já não tenho muita paciência para o BE. Nem toda a gente anda a dormir.
há 5 minutos · GostoNão gosto
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Victor Nogueira Se tivesse sido coerente, nas Presidenciais o BE devia ter apresentado o seu candidato, para segurar o seu eleitorado. Mas não, atrelou-se ao poeta pavão de cravo vermelho ao peito, como na canção de Barata Moura, ou passando-lhe um cheque em branco ou "acordando" de tal maneira que permitiu a quadratura do círculo com o "oposto" PS(D), "esquecendo-se" do princípio político basilar de que na 1ª volta se vota a favor e na 2ª ... contra !.
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Não cuidando de "segurar" o seu eleitorado na 1ª volta, e ao "esquecer" este princípio basilar, o BE ajudou a abrir o caminho a Cavaco logo na 1ª, validando o Estado Súcial PS(D)/CDS em que vivemos graças ao voto do eleitorado e das "camadas intermédias"
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Claro que às classes dominantes interessa que o PS/Sócrates lá esteja por dois motivos: é mais fácil ao PS fazer a recuperação capitalista e destruir a Constituição de Abril ou governando fora da lei e desacreditar a esquerda e o socialismo, pois como tal é pela direita e pelos meios de comunicação social e comentadores encartados apresentada !
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Também não deixa de ser "curioso" que o Jardim da Madeira tenha dado ordem aos deputados do PSD/Madeira para votarem qualquer eventual moção de censura apresentada na AR, venha donde vier, "esquecendo-se" dos cubanos colonialistas e mentecaptos do "contenente" e dos "traidores" do PCP que "democraticamente" pretende !ilegalizar.
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Claro que o menino João tem algo na manga a exigir ao PSD, qualquer coisa similar a um queijo liminiano do tempo de Guterres, o fugitivo. Galeria que inclui ... Cavaco (tb conhecido por senhor Silva) , Durão Barroso e António Vitorino !
há 2 minutos
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A moção de Censura do BE



Desculpem, mas não resisto a partilhar este post, com a devida vénia.
há 10 horas
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A Luta Continua Jm e 30 outras pessoas gostam disto.
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Eugenia Palha Marques Ficaram baralhados depois do Alegre.
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Luis Filipe Pires ‎:-) A brincadeira tem piada. Mas tenho a certeza que tanto o António Filipe, como o Francisco Louçã vão votar a favor. :-)
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Filipe Sarmento É caso para dizer, se não atrapalharem já ajudam. A moção de censura pensada por o PCP não tinha fundamento, diziam eles.Agora o BE reúne para aprovar o que afinal já acham que faz sentido,mas só para alguns plos vistos. Está engraçado.
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Adilo Costa ‎"Ser ou não ser, eis a questão"
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Luis Filipe Pires O Alegre era para o lugar de Cavaco... Agora trata-se de derrotar Sócrates...
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Guilherme Antunes
Não sei se percebi bem. O trotsquista Louça propõe apresentar uma Moção de Censura que, parece ao BE, se deva votar contra. Para quê palavras? É um ARTISTA português.
Repararam quando ele diz, despudorado, que o que o fez considerar o assunt...o foi o protagonismo perdido?
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João Magalhães Moreira camarada, isto é ficção :)
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João Pedro Luna Camaradas o mal do Louças é não estar a concorrer no Portugal tem Talento juntamente com outros artistas do PS...
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Pedro Pessoa Aqui onde moro, o candidato escolhido pelo BE nas Autárquicas foi um conhecido personagem de direita. Fiquei um pouco "estupidificado", confesso, mas hoje já me estou a convencer que vivem para a divisão, como mário soares, ao chamar socialista ao seu partido, para melhor combater a Socialismo.
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Natalina Lino Tristemente isto é para rir , só pode ! dentro do BE vai ganhando força a posição da facção Alegrista. "Somos favoráveis à apresentação da Moção de Censura mas consideramos que é necessário votar contra ela" afirmou um dirigente conotado com esta ala que prefere não ser identificado. "O povo português não iria compreender se votássemos a favor", rematou.... E esta hem? ...
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Evaristo Rui Brito Fonseca Estes gajos não têm ponta por onde se lhe pegue, isto é surreal!
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Antonio Calvino BOM!!!???? SERA QUE ISTO E UM BE OU UM DE?????? DESBLOCO????? HA AQUI QUALQUER COISA QUE NAO JOGA BEM!...ALEM DO JA HABITUAL E CONTINUADO TRABALHO,AO LONGO DE ANOS E ANOS (pela via dos UDPs, PSRs,LCIs, ASJs,PCP(Rssss), ETC, ETC E AGORA BEs COM B OU COM D?????) ,PARA DIVIDIR A ESQUERDA;E AQUI LEIA-SE, DESTRUIR O PCP e por esta via ,ENFRAQUECER A LUTA DOS TRABALHADORES, quase que tenho a certeza de que ha aqui uma jogada muito grande ,que envolve uma outra coisa qualquer (tipo ps) para esta pirueta!....
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Ricardo Santos é evidente que é humor. e deste BE só mesmo rir para não chorar. teve hoje um dos dias mais tristes da sua história. Não pela moção, mas pelo que disse sobre a do PCP.
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Orlando Almeida Há tempo, deixem acentar o pó.
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Antonio Calvino ORLANDO ESTA NAO ENTENDI!....PARECE-ME QUAQUER COISA DE QUEM NAO TEM RESPOSTA PARA ISTO
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Vítor Duarte Não me admira,ou não fosse proprio das doenças infantis.
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Antonio Sousa Pereira Essa rapaziada do BE deve andar a meter-se nos copos ...
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Paulo Da Torre Esquerda Chic sazonal, isto passa! qualquer dia desmontam o BE$ e montam outro partido qualquer! é demasiado triste para ser verdade! ala alegrista! mas que treta é essa? o tipo que provavelmente deve ter votado favoravelmente o maior número de Orçamentos de Estado da direita! tenham vergonha!! não enganem a juventude! PCP 90 anos de coerência e sem mudar de rumo!!
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Graça Rodrigues ‎????
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Antonio Calvino GRAÇA NAO PERCEBI ESTES PONTOS DE ???????
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Antonio Calvino SAO PARA QUEM?????
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Manuel Pereira Está na sua génese... afinal continuam a desempenhar o papel histórico dos partidos e movimentos que constituem o BE: dividir, confundir! É tão anedótico tudo isto que não pude reprimir uma gargalhada!
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Eugenio Borges Ainda há coisas que me fazem sorrir...
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Antonio Calvino EUGENIA ,ELES NAO ESTAO BARALHADOS ! ELES SABEM O QUE ESTAO A FAZER DESDE AS ELEIÇOES PRA AR!
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Antonio Calvino POIS !......ELES NAO PODEM PERDER ELEITORADO
!
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Antonio Calvino POIS E! PORQUE SE NAO DEIXAM DE FAZER O TAL PAPELITO QUE O PS TANTO NECESSITA! O PS E O PSD, PORQUE O TRABALHO E DELES.
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Paulo Da Torre Isto é fruto da sua "multiculturalidade" política! o que hoje é verdade amanhã é mentira! mas já começa a ser vezes demais!
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João Pedro Luna O BE lembra-me o Suflé fantástico que depois de sair do forno fica logo sem volume...
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Maria Joaquina Babau ah!Ah!Ah!…
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Victor Nogueira
Se tivesse sido coerente, nas Presidenciais o BE devia ter apresentado o seu candidato, para segurar o seu eleitorado. Mas não, atrelou-se ao poeta pavão de cravo vermelho ao peito, como na canção de Barata Moura, ou passando-lhe um cheque ...em branco ou "acordando" de tal maneira que permitiu a quadratura do círculo com o "oposto" PS(D), "esquecendo-se" do princípio político basilar de que na 1ª volta se vota a favor e na 2ª ... contra !.
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Não cuidando de "segurar" o seu eleitorado na 1ª volta e ao "esquecer" este princípio basilar, o BE ajudou a abrir o caminho a Cavaco logo na 1ª, validando o Estado Súcial PS(D)/CDS em que vivemos graças ao voto do eleitorado e das "camadas intermédias"
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Claro que às classes dominantes interessa que o PS/Sócrates lá esteja por dois motivos: é mais fácil ao PS fazer a recuperação capitalista e destruir a Constituição de Abril ou governado fora da lei e desacreditar a esquerda e o socialismo, pois como tal é pela direita e pelos meios de comunicação social e comentadores encartados apresentada !
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Também não deixa de ser "curioso" que o Jardim da Madeira tenha dado ordem aos deputados do PSD/Madeira para votarem qualquer eventual moção de censura apresentada na AR, venha donde vier, "esquecendo-se" dos cubanos colonialistas e mentecaptos do "contenente" e dos "traidores" do PCP que "democraticamente" pretende ilegalizar.
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Claro que o menino João tem algo na manga a exigir ao PSD, qualquer coisa similar a um queijo liminiano do tempo de Guterres, o fugitivo. Galeria que inclui ... Cavaco (tb conhecido por senhor Silva) , Durão Barroso e António Vitorino !
há 5 minutos ·
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sexta-feira, fevereiro 04, 2011

Cavaco recebe parte da sua "Comissão de Honra"

3/2 às 23:05 ·.
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Economia

Cavaco Silva reuniu-se com banqueiros

Cavaco Silva reuniu-se com os presidentes de quatro bancos portugueses. Os encontros decorreram separadamente e só foram tornados públicos agora através de uma nota no site da presidência. Diz o site que o Presidente quis "inteirar-se da situação do sistema bancário português e da concessão de crédito à economia". Cavaco recebeu os presidentes da Caixa Geral de Depósitos, do Banco Espírito Santo, do BPI e do BCP, depois de já ter discutido o mesmo assunto com o Governador do Banco de Portugal.

2011-02-01 20:33:09
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quarta-feira, janeiro 26, 2011

Os tristes dias do nosso infortúnio - Baptista Bastos

Os tristes dias do nosso infortúnio

Na terça-feira, 26 de Outubro, p.p., assistimos, estupefactos, a um espectáculo deprimente. 
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O dr. Cavaco consumiu vinte minutos, no Centro Cultural de Belém, a esclarecer os portugueses que não havia português como ele. Os portugueses, diminuídos com a presunção e esmagados pela soberba, escutaram a criatura de olhos arregalados. Elogio em boca própria é vitupério, mas o dr. Cavaco ignora essa verdade axiomática, como, aliás, ignora um número quase infindável de coisas.

O discurso, além de tolo, era um arrazoado de banalidades, redigido num idioma de eguariço. São conhecidas as amargas dificuldades que aquele senhor demonstra em expressar-se com exactidão. Mas, desta vez, o assunto atingiu as raias da nossa indignação. Segundo ele de si próprio diz, tem sido um estadista exemplar, repleto de êxitos políticos e de realizações ímpares. E acrescentou que, moralmente, é inatacável.

O passado dele não o recomenda. Infelizmente. Foi um dos piores primeiros-ministros, depois do 25 de Abril. Recebeu, de Bruxelas, oceanos de dinheiro e esbanjou-os nas futilidades de regime que, habitualmente, são para "encher o olho" e cuja utilidade é duvidosa. Preferiu o betão ao desenvolvimento harmonioso do nosso estrato educacional; desprezou a memória colectiva como projecto ideológico, nisso associando-se ao ideário da senhora Tatcher e do senhor Regan; incentivou, desbragadamente, o culto da juventude pela juventude, característica das doutrinas fascistas; crispou a sociedade portuguesa com uma cultura de espeque e atrabiliária e, não o esqueçamos nunca, recusou a pensão de sangue à viúva de Salgueiro Maia, um dos mais abnegados heróis de Abril, atribuindo outras a agentes da PIDE, "por serviços relevantes à pátria." A lista de anomalias é medonha.

Como Presidente é um homem indeciso, cheio de fragilidades e de ressentimentos, com a ausência de grandeza exigida pela função. O caso, sinistro, das "escutas a Belém" é um dos episódios mais vis da história da II República. Sobre o caso escrevi, no Negócios, o que tinha de escrever. Mas não esqueço o manobrismo nem a desvergonha, minimizados por uma Imprensa minada por simpatizantes de jornalismos e por estipendiados inquietantes. Em qualquer país do mundo, seriamente democrático, o dr. Cavaco teria sido corrido a sete pés.

O lastro de opróbrio, de fiasco e de humilhação que tem deixado atrás de si, chega para acreditar que as forças que o sustentam, a manipulação a que os cidadãos têm sido sujeitos, é da ordem da mancha histórica. E os panegíricos que lhe tecem são ultrajantes para aqueles que o antecederam em Belém e ferem a nossa elementar decência.

É este homem de poucas qualidades que, no Centro Cultural de Belém, teve o descoco de se apresentar como símbolo de virtudes e sinónimo de impolutabilidade. É este homem, que as circunstâncias determinadas pelas torções da História alisaram um caminho sem pedras e empurraram para um destino que não merece - é este homem sem jeito de estar com as mãos, de sorriso hediondo e de embaraços múltiplos, que quer, pela segunda vez, ser Presidente da nossa República. Triste República, nas mãos de gente que a não ama, que a não desenvolve, que a não resguarda e a não protege!

Estamos a assistir ao fim de muitas esperanças, de muitos sonhos acalentados, e à traição imposta a gerações de homens e de mulheres. É gente deste jaez e estilo que corrói os alicerces intelectuais, políticos e morais de uma democracia que, cada vez mais, existe, apenas, na superfície. O estado a que chegámos é, substancialmente, da responsabilidade deste cavalheiro e de outros como ele.

Como é possível que, estando o País de pantanas, o homem que se apresenta como candidato ao mais alto emprego do Estado, não tenha, nem agora nem antes, actuado com o poder de que dispõe? Como é possível? Há outros problemas que se põem: foi o dr. Cavaco que escreveu o discurso? Se foi, a sua conhecida mediocridade pode ser atenuante. Se não foi, há alguém, em Belém, que o quer tramar.

Um amigo meu, fundador de PSD, antigo companheiro de Sá Carneiro e leitor omnívoro de literatura de todos os géneros e projecções, que me dizia: "Como é que você quer que isto se endireite se o dr. Cavaco e a maioria dos políticos no activo diz 'competividade' em vez de 'competitividade' e julga que o Padre António Vieira é um pároco de qualquer igreja?"

Pessoalmente, não quero nada. Mas desejava, ardentemente desejava, ter um Presidente da República que, pelo menos, soubesse quantos cantos tem "Os Lusíadas."


b.bastos@netcabo.pt

Presidenciais 2011 (20) - Ponto final.

Segunda-feira, 24 de Janeiro de 2011
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Muitos comentadores e analistas políticos associam o PS, o governo e José Sócrates aos derrotados nas presidenciais. Ao contrário, contra a corrente, associo o PS, o governo e José Sócrates aos vencedores. Não coloco sequer a hipótese de vitória eleitoral de Manuel Alegre (coisa só atingível nas cabeças de Helena Roseta, Louçã e mais uma centena de «poetas» da política portuguesa), mas apenas da hipótese de uma segunda volta nestas eleições, onde Alegre iria obter, inevitavelmente, qualquer coisa entre os 30 a 40% por cento. Um resultado deste tipo serviria de trampolim para as maiores diatribes contra as políticas do governo de «subordinação aos interesses do FMI, do imperialismo, do capitalismo e dos especuladores financeiros». Perante os resultados que se verificaram, José Sócrates e o Governo têm apenas pela frente um adversário político tímido e fragilizado (pelos resultados e pelo «caso BPN») – Cavaco Silva. No rescaldo de uma segunda volta, José Sócrates (e sobretudo o PS) teriam pela frente, para além de Cavaco Silva (reeleito com uma expressão eleitoral mais sólida), um Alegre a reclamar quase dois milhões de votos e Louçã a reclamar uma vitória estrondosa do BE e a exigirem, ambos, uma «mudança de políticas», entalando o PS e procurando o seu isolamento e desmoronamento. Por isso, insisto: o PS, o governo e José Sócrates encontram-se entre os vencedores da noite eleitoral.


Por Tomás Vasques às 15:27
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http://hojehaconquilhas.blogs.sapo.pt/1215441.html
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Presidenciais, danos colaterais à esquerda (os casos do PCP e do BE)

Machina Speculatrix

O tempo é um dispositivo que impede que tudo aconteça de uma vez.


Publicado por Porfirio Silva On 24.1.11  
Bo Bartlett, America, 2007

Podem tecer-se as mais variadas considerações acerca do desempenho de Francisco Lopes como candidato presidencial, o conteúdo e o estilo da campanha, a instrumentalidade das presidenciais para a manobra interna partidária e muitas outras coisas de que podemos ou não gostar. Não obstante, não foi certamente por culpa do PCP que a esquerda perdeu esta presidencial. Nem esta nem nenhuma outra. O PCP sempre soube, neste tipo de eleições, preservar a sua reserva de identidade sem alienar as condições de convergência à esquerda quando ela se torne possível e útil. Com maior ou menor brilho, foi também o que aconteceu desta vez.
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Já o mesmo não se pode dizer do BE. O processo que terminou com a reeleição do pior PR desta democracia constitucional, incluindo a elevada percentagem de voto branco e outras formas de rejeição explícita do "sistema", é o ponto cimeiro da estratégia de condicionamento que Louçã tem conduzido como forma de relacionamento à esquerda.
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A vertente anti-PCP dessa estratégia não é desprezível: se Cunhal, para apelar ao voto em Soares, teve de pedir aos comunistas para taparem a cara no boletim de voto com uma mão e marcarem a cruz com a outra, imagine-se o que Jerónimo não teria de lhes pedir se tivessem de votar em Alegre. É que Alegre será uma das poucas pessoas que terá deixado ao PCP do PREC uma recordação mais amarga do que o próprio Soares. Mas claro que, para a estratégia de afirmação de Louçã, fazia todo o jeito humilhar o PCP ao voto obrigado no "seu" candidato.
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A vertente anti-PS da mesma estratégia foi ainda mais evidente. Marcando Alegre como candidato do Bloco, Louçã deixava duas alternativas ao PS: arranjar outro candidato e arriscarem-se os socialistas a ficar com menos votos nas presidenciais do que o BE; juntar PS e BE na mesma candidatura presidencial, ao mesmo tempo que em todos os outros sectores do tabuleiro se combatiam ferozmente. Entre os dois males, a direcção do PS escolheu o que lhe pareceu menor, evitando ser derrotado por um entendimento cordial entre o BE e um sector do eleitorado socialista: decidiu embarcar na mesma nau que o escorpião, cuja natureza tem muita força nos momentos decisivos. O PS, a meu ver (e como já aqui escrevi há tempos), escolheu mal: devia ter ido à luta, com um candidato que representasse o melhor do seu impulso modernizador - mas não quis ou não pôde ir por aí.
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O resultado da magnífica estratégia de Louçã é bem claro para a esquerda: a campanha de Alegre, mais do que a sua magra votação, representou um grande passo atrás em qualquer ideia de entendimento do PS com a esquerda da esquerda. A evidência de que o herói dessa convergência não colocou em cima da mesa nenhuma ideia nova concreta que fosse inspiradora para as esquerdas; o ziguezaguear de Alegre entre umas bicadas ao governo e uns piscares de olho às oposições; a incapacidade para sair das generalidades; a debilidade conceptual que teve o seu zénite quando Alegre aceitou calado que Cavaco, sentado à sua frente, amalgamasse Estado Social com caridade - tudo isso tornou hoje praticamente impossível defender um esforço de convergência à esquerda. Mesmo para quem, como eu, sempre pensou para esse lado.
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Sempre estou para ver se ainda há, no Bloco, força política para questionar esta estratégia. Que há lá quem queira fazer do BE um grupelho radical, acredito que sim. Que haja lá quem queira fazer do BE uma força capaz de induzir mudanças sérias na política portuguesa, por via da capacidade de usar o seu peso parlamentar e social para reorientar políticas, deixando de lado as alianças com a direita (como no caso das escolas privadas), ainda estou para ver.
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Entretanto, resta-nos esperar que Sócrates continue a fazer o trabalho de evitar que Portugal seja entregue às receitas do FMI, enquanto Passos Coelho é por isso que suspira - e a esquerda da esquerda, para esse peditório, só dá retórica. Vá lá, se juntarmos também as corporações: retórica e providências cautelares que descredibilizem o esforço de Portugal nos mercados financeiros internacionais (que, por muito diabólicos que sejam, de momento são quem tem o cacau de que precisamos).
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presidenciais

Publicado por Porfirio Silva On 23.1.11
Se as projecções anunciadas há dez minutos estiverem razoavelmente certas, Cavaco Silva foi eleito à primeira volta. Várias observações são-me suscitadas por esse facto.
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Primeiro, eu estou do lado dos derrotados. Aquilo que é estimável politicamente para a maioria dos portugueses, a mim repugna-me. A vários níveis: político, de carácter, de valores, de cultura. Nada que me espante.
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Segundo, Francisco Louçã deve estar satisfeito com o resultado: isto é principalmente o produto da opção da direcção do BE por fazer refém toda a esquerda, em particular o PS, na questão presidencial. A escolha antecipada de Alegre, um militante do PS em permanente tensão com o seu partido, e também alguém pouco estimado pelos comunistas, tornou extremamente difícil qualquer convergência estratégica para derrotar a direita nestas eleições. Louçã colocou acima do interesse presidencial de toda a esquerda um velho sonho trotsquista: derrotar na mesma guerra a social-democracia e o leninismo. Não é assim que se fazem convergências.
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Terceiro, o PS não conseguiu escapar ao ardil do BE e não foi capaz de tratar da questão presidencial como a questão relevante que ela é. Não pensou a tempo no assunto - ou, no mínimo, se pensou, não conseguiu nenhum soldado relevante para esta batalha. Agora vai pagar isso muito caro.
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Quarto, vamos ter um Cavaco à solta: ferido por finalmente se ter percebido que ele não é o puro que pretende ser, mas talvez ainda mais perigoso por isso, Tendo provado o sangue da pura disputa político-partidária, provavelmente gostou da adrelanina e vai querer mantê-la a níveis suficientemte elevados para mostrar que ainda é o chefe.
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Se estes resultados servissem à esquerda para iniciar uma reflexão, talvez ainda valessem a pena. Mas, provavelmente, nem isso.
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É a vida, como dizia o outro.
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Ah, não dou os parabéns ao vencedor, isso não dou certamente.
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Cavaco 2011



Segunda-feira, Janeiro 24, 2011

Cavaco 2011

Como era de esperar Cavaco recusou-se a dar explicações sobre os seus negócios colocando-se acima dos portugueses e apostando numa vitória eleitoral como prova da sua honestidade. Para Cavaco o português comum é julgado nos tribunais enquanto os políticos são julgados em eleições, como se os eleitores tivessem sido empossados no estatuto de juízes.
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Ao apostar na vitória numa primeira volta Cavaco pretendeu retomar o estatuto de presidente no pressuposto de que com a cobertura da dignidade institucional do cargo põe fim ao escrutínio da regularidade dos seus negócios. Vivemos num país em que são os cargos que dignificam as pessoas e não estas que dignificam os cargos, na nossa história não são raros os casos em que a justiça aguarda pelo fim dos mandatos para actuar, até com dirigentes desportivos isso já sucedeu no passado.
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O facto é que os negócios de Cavaco Silva suscitaram dúvidas que ele se recusou a esclarecer, dúvidas que são adensadas pelo facto de alguns dos seus parceiros de negócios terem sido os responsáveis pela maior fraude financeira na história de Portugal, e porque alguns dos benefícios financeiros obtidos por Cavaco Silva terem em comum com essa fraude a mesma fonte de dinheiro.
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O Cavaco reeleito nestas presidenciais tem menos credibilidade do que o foi eleito há cinco anos, depois de um mandato medíocre manchado por episódios obscuros como o das escutas a Belém recusou-se a prestar os esclarecimentos necessários para dissipar quaisquer dúvidas quanto à sua honorabilidade. Pior, desculpou-se de forma ridícula, chegando ao ponto de se armar em mísero professor ignorante em mercados financeiros ou de um ignorante em negócios onde só assinava os cheques.
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A máquina de Belém e as vastas influências do cavaquismo institucional poderão calar uma boa parte da comunicação social o que, aliás, já sucedeu na segunda semana da campanha. Até poderá levar a justiça a fazer vistas largas, a mesma justiça que se deu ao trabalho de investigar coisas tão delituosas como as licenças de construção da autarquia da Covilhã ou um diploma da Independente. Mas dificilmente silenciará toda a comunicação e muito menos este poderoso instrumento de comunicação que é a internet.
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Cavaco ganhou as presidenciais mas sofreu pesadas derrotas, não viu o seu mandato legitimado com o voto esmagador que as falsas sondagens previam, a sua honradez foi questionada sem que a tivesse sabido defender, teve menos votos do que nas eleições anteriores, foi o presidente reeleito com menos percentagem e com menos votos, deixou de estar acima de qualquer suspeita.
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Cavaco teve uma amarga vitória. 
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http://jumento.blogspot.com/2011/01/cavaco-2011.html
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"Raras vezes se terá ouvido um discurso de vitória tão elegante como aquele que Cavaco Silva pronunciou na noite das eleições"

Câmara Corporativa



"Raras vezes se terá ouvido um discurso de vitória tão elegante como aquele que Cavaco Silva pronunciou na noite das eleições"

• José Vítor Malheiros, A grande festa da democracia (hoje no Público):
    ‘(…) Foi digna de nota a frontalidade e a disponibilidade com que o actual Presidente e candidato respondeu a todas as questões que surgiram na campanha, muitas das quais objectivamente incómodas e desagradáveis, a transparência com que facilitou toda a informação e satisfez todas as perguntas e, de uma forma geral, o seu empenho em não deixar qualquer dúvida nos espíritos dos eleitores. Particularmente notável foi a sua declaração de que "ninguém está acima da lei: nem os candidatos, nem o Presidente" e o seu fair-play ao afirmar que "as campanhas servem precisamente para questionar os candidatos e para esclarecer as dúvidas que possam surgir no espírito dos cidadãos". Notável também a sua réplica "A imprensa? A imprensa faz o seu papel, que é fundamental numa democracia". (…) Raras vezes se terá ouvido um discurso de vitória tão elegante como aquele que Cavaco Silva pronunciou na noite das eleições. O Presidente-em-exercício-e-Presidente-eleito minimizou qualquer acrimónia que pudesse ter emergido durante o confronto eleitoral, cumprimentou os seus adversários e afirmou-se como garante da unidade nacional, acima da trica politiqueira e empenhado numa profícua colaboração institucional entre todos os protagonistas políticos. Soube-se depois que o Presidente eleito conta reunir todos os candidatos num jantar, que oferecerá uma semana depois da sua tomada de posse. O gesto é inédito, mas não surpreende. Cavaco Silva é, acima de tudo, um gentleman. Em tudo isto, há apenas um senão: o facto de esta ser a única frase verdadeira de todo este texto.’
 

"Un orador resentido que descalificó a todos sus adversarios"

El País, La agresividad de Cavaco tras la victoria complica la cohabitación en Portugal:
    La reelección de Aníbal Cavaco Silva como presidente de Portugal abre numerosos interrogantes, a pesar de las voces que interpretan el veredicto de las urnas como un triunfo de la estabilidad. Las dudas aparecieron la misma noche electoral, tras el discurso del ganador, en el que predominó un inusitado tono de confrontación. El político equilibrado, comedido e institucional desapareció de un plumazo para dar paso a un orador resentido que descalificó a todos sus adversarios, sin excepción, en un tono tremendamente agresivo. Puede que el rencor que destilaban las palabras de Cavaco el domingo por la noche, con la victoria en el bolsillo, fuera el último rescoldo de la batalla electoral. Pero la realidad es que el papel moderador y amortiguador de tensiones que supuestamente debe desempeñar el presidente de la República, y que Cavaco reivindicó durante toda la campaña, ha quedado en entredicho.


Anónimo Olimpio disse...
Adivinho que Cavaco prefere incendiar o País, a que se decubra os negócios escuros que fez com a pandilha da SLN/BPN. Porque para este desgraçado presidente que nos calhou, primeiro está e sempre esteve a sua imagem. O País é um pretexto para a sua vaidade provinciana. O que lamento profundamente é vê-lo rodeado de gente que me tem merecido respeito como Eanes ou Freitas do Amaral.
Ter Jan 25, 10:59:00 AM
Blogger Conde de Oeiras e Mq de Pombal disse...
Até Correia de Campos!...
Ter Jan 25, 02:28:00 PM
Anónimo Anónimo disse...
Não há paciência que chegue para aturar o Cavaco e a quadrilha que o apoia!!!!!!!!!
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Viagens na Minha Terra

• A.R., Sem óbices:
      ‘Eleito o Presidente da República, já nada obsta a que se realize a abertura solene do ano judicial nem que a justiça investigue o que deva investigar.’

• José Paulo Fafe, Feio, muito feio…:
      O DISCURSO de vitória de Cavaco Silva é revelador do seu carácter e personalidade. Em vez de responder na altura certa às suspeições que sobre ele foram levantadas, preferiu esconder-se atrás de uma vitoriazinha de Pirro para "vingar-se" de quem, em pleno exercício do seu direito, o questionou em sede própria sobre o seu envolvimento no "folhetim SLN/BPN" e até da atribulada compra e venda das vasas de férias algarvias. Como aqueles miúdos que aproveitam a presença do "paizinho" para insultarem os colegas, Cavaco aproveitou o discurso para "ajustar contas" com os seus adversários na corrida presidencial. Feio, muito feio, até para quem nunca conseguiu desmentir nenhum dos factos (repito, factos) que foram divulgados sobre as suas operações financeiras e imobiliárias...’

• Pedro Adão e Silva, Um Presidente mísero:
      ‘Já tínhamos tido o "sisudo", o "bonacheirão" e o "piegas". Depois dos discursos de ontem, passamos a ter o "rancoroso".’

• Valupi, O festim dos luditas:
 
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