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__ dementesim . . Do rio que tudo arrasta se diz que é violento Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem. . _____ . Quem luta pelo comunismo Deve saber lutar e não lutar, Dizer a verdade e não dizer a verdade, Prestar serviços e recusar serviços, Ter fé e não ter fé, Expor-se ao perigo e evitá-lo, Ser reconhecido e não ser reconhecido. Quem luta pelo comunismo . . Só tem uma verdade: A de lutar pelo comunismo. . . Bertold Brecht
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domingo, dezembro 30, 2012

Arrendamento Despejos em quatro meses e sem recurso a tribunal

Correio da Manhã
Arrendamento

Despejos em quatro meses e sem recurso a tribunal

Despejos demoravam 16 meses, agora são possíveis ao fim de quatro. Conheça a nova lei das rendas no CM
Por:Diana Ramos 

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30-07-2012 19:21 por Matilde Torres Pereira






Saiba o que muda com a nova lei do arrendamento

Cavaco Silva já promulgou o diploma. Despejos facilitados, contratos sem limite mínimo ou novas regras no que toca a obras são algumas das mudanças


A nova lei do arrendamento urbano entra em vigor já em Novembro deste ano, depois de ter sido promulgada esta segunda-feira pelo Presidente da República. A Renascençapreparou um guia que descreve as principais mudanças.
 

ACTUALIZAÇÃO DAS RENDAS ANTERIORES A 1990 
Os principais visados pela nova lei das rendas são aqueles que têm casa arrendada há mais de 22 anos, uma situação na qual estão cerca de 250 mil arrendatários, muitos com rendas de valor baixo. Em Novembro pode arrancar o processo de negociação das rendas antigas, que tem algumas regras.

Primeiro, o proprietário do imóvel apresenta um valor ao inquilino do que pretende receber de renda. O inquilino pode aceitar o valor ou apresentar um novo, caso não concorde. Se não se chegar a acordo, a média dos valores deve servir como o valor de referência para uma indemnização.
Nesse caso, o senhorio pode denunciar o contrato, com o pagamento da indemnização equivalente a cinco anos de renda igual ao valor médio das duas propostas, ou actualizar a renda de acordo com o valor da habitação, considerando-se o contrato com prazo certo de cinco anos.
Em caso de denúncia do contrato, o inquilino terá um período de três meses, em que a renda não é actualizada, para deixar a habitação.
CASOS ESPECIAIS NA ACTUALIZAÇÃO DAS RENDAS ANTERIORES A 1990
Caso o inquilino tenha mais de 65 anos ou um grau de incapacidade superior a 60% - aquilo a que o Governo chama "casos socialmente relevantes" –, aplicam-se as novas regras de negociação (salvo se houver situação de carência económica), mas não pode haver despejo.

Se houver situação de carência económica, há regras específicas para os primeiros cinco anos de aplicação da lei. Neste período, os agregados familiares que tenham rendimentos até 500 euros brutos não podem pagar mais de 10% do seu rendimento - por exemplo, se o rendimento for de 500 euros, a renda não pode ser superior a 50 euros. As famílias com rendimentos entre 501 e 1500 euros não podem ter uma taxa de esforço superior a 17% - por exemplo, rendimentos brutos de 1500 euros pagam renda máxima de 255 euros. A última excepção é para rendimentos entre 1501 e 2425 euros, que ficam sujeitos a uma taxa de esforço de 25% - rendimentos de 2425 euros, por exemplo, pagam renda máxima de 606,25 euros.
Após os primeiros cinco anos de aplicação da lei, a renda pode ser actualizada a valores de mercado. Caso se comprove insuficiência económica para fazer face à renda actualizada, o contrato pode cessar, competindo à Segurança Social encontrar resposta.
DESPEJOS MAIS RÁPIDOS
Com a nova lei é criado o balcão nacional de arrendamento, um mecanismo especial de despejo célere que corre, tanto quanto possível, por via extrajudicial. Há apenas recurso ao tribunal para acautelar o direito do inquilino.

O senhorio pode iniciar o processo de despejo se o inquilino não pagar a renda dois meses seguidos, quando actualmente é preciso não pagar três rendas.
O atraso no pagamento da renda também é motivo de cessação do contrato: se o inquilino pagar a renda com mais de oito dias de atraso e se isto acontecer em cinco meses seguidos ou cinco vezes interpoladas no período de um ano, então o senhorio pode iniciar o processo de denúncia do contrato.
O Governo espera que esta medida acelere o processo de despejo, mas especialistas duvidam da eficácia da medida e esperam um aumento significativo dos litígios, que acabarão nas mãos de um juiz, com as demoras que são conhecidas.
OBRAS E DEMOLIÇÕES
Em caso de necessidade de demolição do imóvel ou obras profundas que obriguem à desocupação, o contrato cessa com indemnização, salvo no caso de idade igual ou superior a 65 anos ou de incapacidade superior a 60%, em que há sempre lugar a realojamento em condições análogas.

O senhorio já não é obrigado a realojar inquilinos com idade inferior a 65 anos. O senhorio passa ainda a poder denunciar o contrato para demolição ou obras profundas por mera comunicação, quando anteriormente tinha de recorrer a via judicial.
CONTRATOS DEIXAM DE TER LIMITE MÍNIMO
Vai passar a ser possível arrendar imóveis por um período inferior a cinco anos. Até agora, os contratos de arrendamento tinham esse como período mínimo, mas, a partir da entrada em vigor da lei, o tempo de arrendamento é definido entre inquilino e proprietário, que podem acordar o tempo que entenderem.

Caso não sejam estipuladas datas entre as duas partes, considera-se celebrado o contrato por dois anos.
TRANSMISSÃO DOS CONTRATOS
Há ainda alterações para os contratos antigos e para os contratos novos no campo das transmissões.

Por exemplo, no caso em que um herdeiro do senhorio original toma a posse do imóvel e quer terminar o contrato com quem lá vive, pode fazê-lo se for o legítimo proprietário desde há dois anos, quando actualmente teria de esperar cinco anos para poder fazê-lo.
Já no caso dos inquilinos, e em caso de morte, as transmissões sucessivas do arrendamento ficam proibidas: já não será possível uma casa arrendada passar de avós para pais e depois para filhos e para netos.
Apenas podem ficar com a casa os cônjuges, unidos de facto, ascendentes e descendentes directos, e apenas durante dois anos. Depois, terá de haver renegociação do contrato.
Os beneficiários da transmissão não podem ter casa comprada ou arrendada no mesmo concelho ou, no caso de Lisboa e Porto, nos concelhos limítrofes.
Para mais pormenores sobre a nova lei do arrendamento urbano, consulte o último documento disponível no site do Governo.A nova lei do arrendamento urbano entra em vigor já em Novembro deste ano, depois de ter sido promulgada esta segunda-feira pelo Presidente da República. A Renascençapreparou um guia que descreve as principais mudanças.

ACTUALIZAÇÃO DAS RENDAS ANTERIORES A 1990 
Os principais visados pela nova lei das rendas são aqueles que têm casa arrendada há mais de 22 anos, uma situação na qual estão cerca de 250 mil arrendatários, muitos com rendas de valor baixo. Em Novembro pode arrancar o processo de negociação das rendas antigas, que tem algumas regras.

Primeiro, o proprietário do imóvel apresenta um valor ao inquilino do que pretende receber de renda. O inquilino pode aceitar o valor ou apresentar um novo, caso não concorde. Se não se chegar a acordo, a média dos valores deve servir como o valor de referência para uma indemnização.
Nesse caso, o senhorio pode denunciar o contrato, com o pagamento da indemnização equivalente a cinco anos de renda igual ao valor médio das duas propostas, ou actualizar a renda de acordo com o valor da habitação, considerando-se o contrato com prazo certo de cinco anos.
Em caso de denúncia do contrato, o inquilino terá um período de três meses, em que a renda não é actualizada, para deixar a habitação.
CASOS ESPECIAIS NA ACTUALIZAÇÃO DAS RENDAS ANTERIORES A 1990
Caso o inquilino tenha mais de 65 anos ou um grau de incapacidade superior a 60% - aquilo a que o Governo chama "casos socialmente relevantes" –, aplicam-se as novas regras de negociação (salvo se houver situação de carência económica), mas não pode haver despejo.

Se houver situação de carência económica, há regras específicas para os primeiros cinco anos de aplicação da lei. Neste período, os agregados familiares que tenham rendimentos até 500 euros brutos não podem pagar mais de 10% do seu rendimento - por exemplo, se o rendimento for de 500 euros, a renda não pode ser superior a 50 euros. As famílias com rendimentos entre 501 e 1500 euros não podem ter uma taxa de esforço superior a 17% - por exemplo, rendimentos brutos de 1500 euros pagam renda máxima de 255 euros. A última excepção é para rendimentos entre 1501 e 2425 euros, que ficam sujeitos a uma taxa de esforço de 25% - rendimentos de 2425 euros, por exemplo, pagam renda máxima de 606,25 euros.
Após os primeiros cinco anos de aplicação da lei, a renda pode ser actualizada a valores de mercado. Caso se comprove insuficiência económica para fazer face à renda actualizada, o contrato pode cessar, competindo à Segurança Social encontrar resposta.
DESPEJOS MAIS RÁPIDOS
Com a nova lei é criado o balcão nacional de arrendamento, um mecanismo especial de despejo célere que corre, tanto quanto possível, por via extrajudicial. Há apenas recurso ao tribunal para acautelar o direito do inquilino.

O senhorio pode iniciar o processo de despejo se o inquilino não pagar a renda dois meses seguidos, quando actualmente é preciso não pagar três rendas.
O atraso no pagamento da renda também é motivo de cessação do contrato: se o inquilino pagar a renda com mais de oito dias de atraso e se isto acontecer em cinco meses seguidos ou cinco vezes interpoladas no período de um ano, então o senhorio pode iniciar o processo de denúncia do contrato.
O Governo espera que esta medida acelere o processo de despejo, mas especialistas duvidam da eficácia da medida e esperam um aumento significativo dos litígios, que acabarão nas mãos de um juiz, com as demoras que são conhecidas.
OBRAS E DEMOLIÇÕES
Em caso de necessidade de demolição do imóvel ou obras profundas que obriguem à desocupação, o contrato cessa com indemnização, salvo no caso de idade igual ou superior a 65 anos ou de incapacidade superior a 60%, em que há sempre lugar a realojamento em condições análogas.

O senhorio já não é obrigado a realojar inquilinos com idade inferior a 65 anos. O senhorio passa ainda a poder denunciar o contrato para demolição ou obras profundas por mera comunicação, quando anteriormente tinha de recorrer a via judicial.
CONTRATOS DEIXAM DE TER LIMITE MÍNIMO
Vai passar a ser possível arrendar imóveis por um período inferior a cinco anos. Até agora, os contratos de arrendamento tinham esse como período mínimo, mas, a partir da entrada em vigor da lei, o tempo de arrendamento é definido entre inquilino e proprietário, que podem acordar o tempo que entenderem.

Caso não sejam estipuladas datas entre as duas partes, considera-se celebrado o contrato por dois anos.
TRANSMISSÃO DOS CONTRATOS
Há ainda alterações para os contratos antigos e para os contratos novos no campo das transmissões.

Por exemplo, no caso em que um herdeiro do senhorio original toma a posse do imóvel e quer terminar o contrato com quem lá vive, pode fazê-lo se for o legítimo proprietário desde há dois anos, quando actualmente teria de esperar cinco anos para poder fazê-lo.
Já no caso dos inquilinos, e em caso de morte, as transmissões sucessivas do arrendamento ficam proibidas: já não será possível uma casa arrendada passar de avós para pais e depois para filhos e para netos.
Apenas podem ficar com a casa os cônjuges, unidos de facto, ascendentes e descendentes directos, e apenas durante dois anos. Depois, terá de haver renegociação do contrato.
Os beneficiários da transmissão não podem ter casa comprada ou arrendada no mesmo concelho ou, no caso de Lisboa e Porto, nos concelhos limítrofes.
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=71883
SAIBA MAIS

Ainda falta legislação para que a nova lei das rendas possa entrar em vigor

Proprietários querem diplomas publicados a tempo
Presidente da Associação Nacional de Proprietários, António Frias Marques, diz à Renascença que um dos diplomas em falta tem que ver com os rendimentos dos inquilinos.
06-11-2012 17:14 por Fátima Casanova com Lusa




á diplomas que ainda estão por publicar para que a nova lei do arrendamento possa entrar em vigor na próxima segunda-feira, tal como previsto pelo Governo. 

Contactada pela Renascença, fonte do Ministério da Agricultura e do Ordenamento do Território garantiu que estão para sair, muito em breve, os diplomas em falta e garante que se mantém o prazo para a entrada em vigor da nova lei.

O presidente da Associação Nacional de Proprietários, António Frias Marques, diz àRenascença que um dos diplomas em causa tem que ver com os rendimentos dos inquilinos, já que há limitações nos aumentos das rendas anteriores a 1990 para quem fizer prova de baixos rendimentos 

"Acontece que a própria lei prevê, no seu artigo 12º, que o Governo deve, no prazo de 90 dias - e este prazo esgota-se também na segunda-feira -, adaptar à presente lei um conjunto de diplomas e enumera quatro", começa por dizer António Frias Marques. 

"Há um que nos parece com muita importância, que aprova os regimes de determinação de rendimento anual bruto corrigido. O que é que isto quer dizer? Quer dizer que em relação a um número muito substancial de inquilinos vai ser necessário declararem qual é o seu rendimento anual bruto corrigido, porque são pessoas com rendimentos relativamente baixos", prossegue o presidente da Associação Nacional de Proprietários.

"Neste momento, como há portugueses que receberam 14 meses, outros 13 e outros apenas 12, isto vai influir nas contas finais", sublinha António Frias Marques, que aponta ainda atrasos na avaliação do património. 

Actualmente, o valor dos rendimentos contabiliza 14 retribuições, que já são menos no caso dos funcionários públicos, por exemplo, no âmbito das medidas de austeridade impostas.

A nova lei prevê regras específicas para os primeiros cinco anos de aplicação das novas regras se houver situação de carência económica - este nuance visa as rendas antigas, anteriores a 1990. Os agregados familiares que tenham rendimentos até 500 euros brutos não podem pagar mais de 10% do seu rendimento - por exemplo, se o rendimento for de 500 euros, a renda não pode ser superior a 50 euros. 

As famílias com rendimentos entre 501 e 1500 euros não podem ter uma taxa de esforço superior a 17% - por exemplo, rendimentos brutos de 1500 euros pagam renda máxima de 255 euros. 

A última excepção é para rendimentos entre 1501 e 2425 euros, que ficam sujeitos a uma taxa de esforço de 25% - rendimentos de 2425 euros, por exemplo, pagam renda máxima de 606,25 euros.


http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=84103



quinta-feira, março 08, 2012

Património: ‘Forbes’ revelou ontem a lista das maiores fortunas de 2011


Correio da Manhã
Património: ‘Forbes’ revelou ontem a lista das maiores fortunas de 2011

Três mais ricos perdem 361 milhões €

Os ricos estão bem e recomendam-se, ainda que também sintam os efeitos da crise no bolso – ou melhor, no património. Em Portugal, os três homens mais ricos – Américo Amorim, Alexandre Soares dos Santos e Belmiro Azevedo – viram desaparecer um total de 360,8 milhões de euros em 2011, de acordo com a lista das maiores fortunas ontem revelada pela revista ‘Forbes’.
Por:Diana Ramos
  

Américo Amorim, apelidado pela revista como ‘o rei da cortiça’, mantém a liderança entre os empresários portugueses. A fortuna foi contabilizada em 3,3 mil milhões de euros, mas o líder do grupo Amorim caiu 42 posições na lista dos mais ricos do mundo. Feitas as contas, em relação a 2010, a fortuna de Amorim encolheu 320 milhões de euros.
O mesmo aconteceu a Belmiro Azevedo, o medalha de bronze no ‘top 3’ dos milionários nacionais. "O dono da Sonae viu o património líquido cair cerca de um terço no espaço de um ano", sublinha a Forbes. Em 2010, Belmiro Azevedo era 833º na lista dos mais ricos, e mantinha uma fortuna próxima dos 1,07 mil milhões de euros. Em 2011, o valor do património do empresário tombou abaixo dos mil milhões: 759,2 milhões de euros. Sobretudo à conta da desvalorização bolsista dos títulos do grupo Sonae, a fortuna de Belmiro Azevedo reduziu-se em 331 milhões.
Só Alexandre Soares dos Santos, dono da Jerónimo Martins, viu o património valorizar ao longo do ano passado. A fortuna do patrão da cadeia Pingo Doce subiu de 1,63 mil milhões para 1,9 mil milhões de euros, o que representa um acréscimo de 270 milhões.
Em termos globais, os 360,8 milhões de perdas registadas pelas maiores fortunas portuguesas dariam para pagar o equivalente a 744 mil salários mínimos nacionais.
A liderar o ranking dos milionários da ‘Forbes’ está o mexicano Carlos Slim, empresário que investiu sobretudo no sector das telecomunicações e que é accionista de referência da Portugal Telecom. A fortuna de Slim atinge os 52,4 mil milhões de euros no ano de 2011, mas foi, também ela, penalizada pelos investimentos em bolsa do mexicano. Face a 2010, Carlos Slim perdeu cerca de 100 milhões de euros.
AMORIM PAGA 577 MIL EUROS
No ano passado, os membros do conselho de administração da Corticeira Amorim receberam remunerações num valor próximo dos 577 mil euros.
António Rios Amorim, actual presidente executivo do grupo, sobrinho de Américo Amorim e apontado como o sucessor do fundador da corticeira, recebeu 208 714 euros de salário fixo.
Já Joaquim Ferreira de Amorim foi o único dos gestores não executivos a receber remuneração: 112 mil euros fixos e 9316 euros de complemento variável.
DONO DA CADEIA PINGO DOCE NÃO VAI DESPEDIR
"[Mesmo que houvesse uma crise brutal], não é nossa política haver despedimentos." Num momento em que o sector do retalho prepara planos de redução de pessoal, a garantia da Jerónimo Martins, dona da cadeia de supermercados Pingo Doce, foi ontem deixada por Alexandre Soares, presidente do grupo.
E se a crise se agudizar, "teremos de adoptar medidas que não sejam despedir pessoas", afirmou Soares dos Santos, adiantando que "esta é a posição da administração e do accionista".
"No ano passado, creio que criámos mil empregos em Portugal, de um total de cinco mil", acrescentou o patrão da Jerónimo Martins, apesar de reconhecer que este ano não há grande optimismo em termos de crescimento de empregos no País. O grupo emprega 66 mil pessoas, 27 mil delas em Portugal.

sexta-feira, dezembro 10, 2010

Custos / Benefícios da "Economia Paralela" e do "sub-emprego"


Observatório: Faculdade de Economia do Porto apresenta índice
Raúl Coelho
Quando a carga fiscal aumenta, há maior apetência para evitar pagar impostos, conclui o estudo

Economia-sombra vale 31 mil milhões

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Em 30 anos, o peso da economia não registada na riqueza criada subiu dos 9,3% para os 24,2%. Nos últimos dois anos, o problema tem-se agravado
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  • 09 Dezembro 2010 - Correio da Manhã
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Por:Diana Ramos


A chamada economia-sombra (que não é registada e que foge aos impostos) valeu, no ano passado, 31 mil milhões de euros, o equivalente a 85 milhões por dia. O número é apontado no ‘Índice de Economia Não Registada’, hoje apresentado no Porto pelo Observatório de Economia e Gestão de Fraude da Faculdade de Economia do Porto. A elevada carga fiscal e o desemprego estão entre as principais causas do problema.
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O índice, que resulta da tese de mestrado de Nuno Gonçalves, mostra que entre 1970 e 2009, a economia não registada evoluiu de um peso de 9,3% no Produto Interno Bruto (PIB) para 24,2%. Os números mais recentes apontavam apenas para um valor na ordem dos 20% da riqueza produzida, pelo que a economia paralela tem ganho relevância nos últimos anos.
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Segundo Nuno Gonçalves, o estudo mostra que "há picos de evolução" do peso desta realidade na economia oficial: "Entre 1974 e 76, depois no final dos anos 80 e início dos anos 90 e finalmente agora, nos últimos dois anos."
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"A carga dos impostos directos e das contribuições para a Segurança Social, o desemprego e os benefícios transferidos para os agentes económicos, ou seja, famílias e empresas" estão entre as principais causas apontadas pelo índice para o agravamento deste fenómeno. Segundo Nuno Gonçalves, "quanto maior é a carga fiscal, maior é a tendência que os agentes económicos têm em optar pela economia não registada". No caso das empresas, existe a percepção de que "se maximiza o lucro não pagando os impostos". Do lado da força laboral, "quanto maior é a carga fiscal que se tem de suportar, mais há tendência e apetência para ir buscar um trabalho fora da economia oficial".
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O índice – que assinala também o Dia Internacional da Luta Contra a Corrupção – mostra que o sector dos serviços foi aquele em que a economia não registada "mais aumentou". Neste grupo surgem actividades como o comércio, restauração, hotelaria, informática, Pelo contrário, o agravamento nos sectores da indústria e da agricultura foram menores devido à desaceleração da actividade em ambos.  
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FALHA NO COMBATE AOS CRIMES DE CORRUPÇÃO
O Conselho da Europa tornou ontem público um relatório onde deixa claro que há falhas graves no combate à prática dos crimes de corrupção activa e passiva por agentes públicos internacionais.
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O documento deixa 13 recomendações a Portugal e sublinha que a legislação portuguesa não é suficientemente abrangente neste tipo de crimes. Alerta também que a concessão dos níveis de financiamento privado a que se tem assistido vai obrigar o País a criar regras mais apropriadas e transparentes de controlo
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ECONOMIA PARALELA BARRA DESENVOLVIMENTO PORTUGUÊS

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A existência de uma economia paralela é o principal obstáculo ao desenvolvimento da economia portuguesa, segundo as conclusões de um estudo realizado pelo Instituto McKinsey Global Institute para o Ministério da Economia, apresentado esta terça-feira pelo responsável da tutela Carlos Tavares, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.
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  • 16 Setembro 2003 - Correio da Manhã

De acordo com aquele estudo, a produtividade da economia nacional corresponde a cerca de metade da média dos países europeus mais produtivos. Na origem desta diferença de produtividade foram identificadas barreiras como a informalidade e regulamentação dos mercados e produtos, o ordenamento do território e burocracia no licenciamento.
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O ministro da Economia Carlos Tavares salientou a necessidade de combater a economia paralela, uma dos principais obstáculos ao desenvolvimento da economia portuguesa. O ministro da tutela disse que o Governo já avançou com processos de combate à evasão fiscal, ao incumprimento das obrigações sociais e à fuga de muitas empresas no que diz respeito ao cumprimento de requisitos de qualidade dos produtos.
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Segundo as conclusões deste estudo, o incumprimento das obrigações por parte dos agentes económicos é responsável por 28 por cento do diferencial de produtividade. Outra conclusão refere que cerca de um quarto desta diferença entre Portugal e os países mais produtivos da UE resulta de factores estruturais.
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O estudo em causa analisou os sectores da construção residencial, retalho alimentar, banca de retalho, telecomunicações, transporte rodoviário de mercadorias, automóvel e turismo, têxtil e da saúde.



Peso no PIB é de 19,7 por cento
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Economia paralela vale 33,56 mil milhões de euros

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O valor da economia paralela em Portugal atinge os 33,56 mil milhões de euros, mais do dobro do défice orçamental do ano passado, que, nos 15,5 mil milhões de euros, foi o mais alto registado no País.
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  • 06 Setembro 2010 - Correio da Manhã
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Por:S.R.S. com Lusa


Com um valor que representa 19,7% do Produto Interno Bruto (PIB), Portugal está no quarto lugar em termos de peso da economia não registada de um conjunto de 21 países estudados pelo austríaco Friedrich Schneider. O primeiro lugar pertence à Grécia com 25,2%, seguem-se a Itália (22,2%) e a Espanha (19,8%).
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Considerando "habitual", que a economia informal aumente em tempos de crise, o ministro da Economia, Vieira da Silva, frisou que a "vantagem" é "dar emprego às pessoas".
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quarta-feira, setembro 08, 2010

Malparado quase toca nos dez mil milhões

Banca
Lusa
Os sectores da construção civil e das actividades imobiliárias, duas das áreas mais penalizadas pela crise económica, representam mais de metade dos calotes das empresas à Banca

Malparado quase toca nos dez mil milhões

O total dos calotes atingiu os 9585 milhões de euros, um agravamento médio de 4,5 milhões por dia. Imobiliário e construção são os piores sectores.
  • 07 Setembro 2010 Correio da Manhã
Por:Diana Ramos
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Juntos, famílias e empresas registaram em Julho um valor recorde de calotes à Banca. O malparado está próximo dos dez mil milhões de euros, com o sector empresarial a protagonizar o maior agravamento.
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Segundo as estatísticas do Banco de Portugal, o incumprimento atingiu nesse mês os 9585 milhões de euros, mais 1631 do que em Julho do ano passado. Em média, são mais 4,5 milhões por dia. 
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E se entre os particulares os números do endividamento dão conta, há meses, das dificuldades das famílias em pagar as prestações, os dados agora conhecidos tornam ainda mais expressiva a asfixia financeira a que grande parte das empresas está sujeita. Entre estas, o crédito de cobrança duvidosa atingiu em Julho os 5494 milhões, o valor mais alto de sempre e que representa um acréscimo de 27,4% face ao período homólogo.
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As actividades imobiliárias e serviços, a par da construção, lideram os calotes. Os dois sectores representam mais de metade do malparado das empresas. Seguem-se--lhes o comércio por grosso e retalho e as indústrias transformadoras. O valor dos empréstimos de cobrança duvidosa dos particulares, ainda que assuma um valor histórico, não é surpreendente, já que o crescimento é mais moderado. Em Julho, o malparado quebrou pela primeira vez a barreira dos quatro mil milhões: 4091 milhões. Em relação ao mesmo mês de 2009, o acréscimo foi de 449 milhões de euros (mais 12,3%). Nos empréstimos para a compra de casa, os calotes chegaram aos 1958 milhões, o mais alto valor alguma vez registado. E no consumo a situação agravou-se de 1021 milhões em Julho de 2009 para 1222 milhões este ano. Nos créditos para outros fins, o agravamento foi de 109 milhões para um total de 912 milhões. 
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119 MIL MILHÕES EM DEPÓSITOS
As famílias portuguesas entregaram à Banca, até Julho, mais de 119 mil milhões de euros. 
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A tendência de poupança está a aumentar já que, entre Junho e Julho, os depósitos de particulares aumentaram dos 118 402 milhões para 119 232 milhões de euros. Feitas as contas, em apenas um mês o acréscimo do aforro representou uma média diária de 26,8 milhões de euros
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CRÉDITO RECUA PARA EMPRESAS
O aumento do malparado entre as empresas está a penalizar a concessão de crédito ao sector. Segundo os dados do Banco de Portugal, o dinheiro emprestado às empresas não financeiras caiu 517 milhões entre Junho e Julho, dos 118 318 milhões para apenas 117 801 milhões. Em termos homólogos, há um ligeiro acréscimo. Já no que toca aos empréstimos a particulares, o ritmo de concessão mantém-se constante
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segunda-feira, julho 12, 2010

“Assalto” ao BCP gerou benefícios

Polémica: Documento foi entregue ao titular do ‘processo BCP’


Filipe Pinhal, ex-presidente do BCP, acusa os accionistas e membros dos órgãos sociais que participaram no "assalto ao poder" no banco de terem recebido financiamentos concedidos à pressa ou de terem visto reestruturada a sua dívida naquela instituição.
  • 0h30 - Correio da Manhã - 2010.07.12
Por:Diana Ramos 
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"Compare-se os nomes constantes na lista para os corpos sociais, que foi a votos na assembleia geral de 6 de Agosto de 2007, com os financiamentos aprovados, em tempo recorde, entre 2005 e 2007, e já se terá uma ideia das motivações desses accionistas e candidatos a membros dos órgãos sociais do BCP", diz Pinhal em documento da sua defesa no ‘processo BCP’ consultado pelo CM. E o ex-gestor precisa: "Procure-se, na lista, o conjunto dos que negociaram com o Estado (ou quem o representa), os que têm participações e exercem cargos em empresas com capitais públicos, ou mesmo os que têm feito fretes (com paga generosa) aos que representam o Estado." 
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Para Pinhal, a colaboração de parte dos accionistas na governamentalização do BCP teve benefícios: "Compare-se igualmente tal lista com os devedores importantes que beneficiaram de reestruturações de dívida, nesses anos ou em anos posteriores."
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PORMENORES
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COINCIDÊNCIAS
A carta de Filipe Pinhal diz que as "coincidências estranhas" levaram dois administradores a solicitar uma "auditoria à situação". E refere que "o relatório foi produzido em Agosto de 2007 e constará dos arquivos do BCP". 
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EX-GESTORES ACUSADOS
O Ministério Público acusou cinco ex-gestores do BCP dos crimes de manipulação de mercado, burla qualificada e falsificação de contabilidade. E terão sido ocultadas perdas de cerca de 600 milhões de euros.  
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BCP APRESENTA HOJE QUEIXA NA PROCURADORIA
O BCP apresenta hoje uma queixa na Procuradoria-Geral da República contra desconhecidos, por causa dos rumores de que o maior banco privado português estará na falência. 
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Carlos Santos Ferreira, presidente do BCP, enviou uma mensagem aos colaboradores do banco a pedir-lhes "serenidade e profissionalismo", por serem boatos sem fundamento. Na sexta-feira, o Ministério das Finanças afirmou que os bancos portugueses apresentam "bons rácios de solvabilidade", o que confirma a "solidez e robustez" financeira do sector. 
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Justiça

Queixa do BCP entregue ao DIAP

12.07.2010 - 21:07 Por António Arnaldo Mesquita
O Banco Comercial Português (BCP) apresentou uma queixa ao DIAP (Departamento de Investigação e Acção Penal) de Lisboa, pedindo o apuramento da autoria dos indivíduos responsáveis pelos rumores acerca de alegadas dificuldades financeiras da instituição.
Ambas as denúncias dirigiram-se ao DIAP 
Ambas as denúncias dirigiram-se ao DIAP (PÚBLICO (arquivo))

A denúncia, segundo revelou ao PÚBLICO uma fonte oficial do Banco, foi formalizada ao fim da tarde de sexta-feira, através de uma mensagem electrónica, a qual foi ontem confirmada através de uma queixa em formato papel.

Ambas as denúncias dirigiram-se ao DIAP e não à Procuradoria-Geral da República (PGR) como chegou a ser noticiado.

Um procurador do DIAP deverá agora analisar a participação do BCP e deverá encarregar os serviços de combate à criminalidade informática da Polícia Judiciária de apurar a autoria dos boatos.

Uma das dificuldades desta investigação poderá resultar do anonimato que dá cobertura a ameaças por via digital, seja através do telemóvel, como do computador.

Na origem desta situação está o facto de, com alguma facilidade, pessoas que querem ocultar a sua identidade adquirirem cartões para os telemóveis sem necessidade de exibirem os seus documentos de identificação e também a volatilidade com que estes podem mudar de mãos. Recorde-se que em investigações relacionadas com a criminalidade organizada, os polícias têm apurado que há suspeitos que têm ao seu alcance vários telemóveis com cartões descartáveis.
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quinta-feira, junho 03, 2010

Trabalho: O número efectivo de desempregados chega já aos 742 mil

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Estimativas europeias contrariam expectativa do Governo, que esperava uma queda no desemprego

Taxa real nos 13,25%

Em Abril, a taxa de desemprego oficial bateu novo recorde ao atingir os 10,8%, diz o Eurostat.
  • 02 Junho 2010 - Correio da Manhã
Por:Diana Ramos/C.R. com Lusa
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Portugal registou em Abril a quinta taxa de desemprego mais elevada da União Europeia, atrás da Letónia, Espanha, Eslováquia e Irlanda, ao atingir o valor recorde de 10,8%, mas o número efectivo de desempregados é já bem mais elevado.
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Segundo as contas do economista Eugénio Rosa, 'uma taxa de 10,8% corresponde a 604 mil desempregados [oficiais]' o que, somado aos inactivos disponíveis e ao subemprego visível, 'que são desempregados que ou não procuraram emprego ou fazem pequenos biscates para sobreviver', o número real de pessoas sem trabalho 'sobe para 742 mil', ou seja, 13,25%. A diferença entre as estatísticas oficiais e o desemprego real está na forma como é feita a contabilização, já que estes dois grupos são eliminados. 
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Apesar destes números, o certo é que só 359,9 mil pessoas estão a receber o subsídio de emprego. Por isso, Eugénio Rosa afirma que duas das medidas anticrise eliminadas pelo Executivo 'vão reduzir ainda mais o numero de desempregados a receber subsídio'. São elas o aumento do prazo de garantia para ter direito à prestação, que passa de 365 dias de descontos para 450 dias, e o fim do prolongamento do subsídio social de desemprego, que permitia aos desempregados receber um valor reduzido de prestação, durante mais 6 meses, após cessar o direito ao subsídio de desemprego. De acordo com os dados ontem revelados pelo Eurostat, a taxa de desemprego entre os mais jovens (com menos de 25 anos) atingiu os 22,2%. Em termos de género, foi entre as mulheres que o desemprego mais se agravou, com a taxa a subir para os 11,9%. Nos homens, o valor situou-se nos 9,9%.
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O secretário de Estado do Emprego, Valter Lemos, desvaloriza os números do gabinete de estatística europeu, afirmando que as projecções do Eurostat deverão ser corrigidas em baixa. 'Os dados que nós temos não apontam para um crescimento, bem pelo contrário, apontam para uma descida com início no mês de Abril.' E acrescenta: 'A minha convicção é que a projecção do Eurostat, à semelhança de três anteriores, irá revelar-se inadequada e ser revista em baixa'. 
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SAIBA MAIS
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SÓ TRAVOU PELO NATAL
Nas estimativas Eurostat, o agravamento do desemprego foi constante em Portugal. Desde Abril 2009, subiu 1,6% e só parou em Novembro e Janeiro.

23,311
milhões de desempregados contavam-se em Abril nos 27 países da União Europeia. Na zona Euro havia 15,86 milhões, o que dava uma taxa de 10,1% superior aos 9,7% da UE-27.
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11,9%
de desempregadas é a taxa que se regista entre as mulheres em Portugal. Nos homens, os sem trabalho estão nos 9,9%.
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PIOR PARA OS JOVENS
Nos menos de 25 anos, a taxa de desemprego em Portugal sobe a 22,2% e está acima da média. A Espanha tem 40,3%.
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PASSOS EXIGE MUDANÇAS NO GOVERNO
O líder do PSD, Pedro Passos Coelho, endureceu ontem o discurso. Pediu ao Executivo socialista para rever o seu programa de Governo e apontou o caminho para uma remodelação. No Palácio da Bolsa, no Porto, Passos Coelho quis marcar o debate que hoje se realiza com dois pontos: 'É preciso rever o programa de Governo (...) e até refrescar a equipa de trabalho'.
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A sua intervenção surge nas vésperas de o Parlamento aprovar o aumento de impostos, incluídos nas medidas de austeridade acordadas entre Governo e PSD, com algum incómodo junto de deputados sociais-democratas.
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O aumento de impostos foi contestado por toda a restante Oposição e a sua forma de aplicação levantou muita polémica. Mas, hoje, o plano de austeridade acabará por juntar PS e PSD. As novas tabelas de retenção na fonte entraram, contudo, em vigor ontem, com os aumentos já estipulados. O debate sobre a constitucionalidade da retroactividade desta medida ainda não terminou. Sexta-feira, dia 4, regressa à Assembleia pela mão do CDS-PP, que aguarda pelo sentido de voto do PSD. 
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O reforço da Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) também vai a votos e é, na prática, a ‘moeda de troca’ para que o PSD vote a favor.
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MENOS DINHEIRO NO FINAL DO MÊS
As novas tabelas de IRS entraram em vigor ontem, mas os contribuintes só sentirão o seu efeito nos salários no final do mês. Com o aumento dos impostos em um por cento até ao terceiro escalão e de 1,5 por cento acima deste escalão, o Estado vai arrecadar mais 334 milhões de euros no final do ano.
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Como os impostos são descontados no final de cada mês, os contribuintes só sentirão o efeito do aumento da carga fiscal quando receberem o vencimento.
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SÓCRATES: DESCIDA NO VERÃO
O primeiro-ministro, José Sócrates, afirmou ontem, em Marraquexe, que está convicto de que a taxa de desemprego está a registar 'melhorias' e espera um 'abrandamento' já no Verão
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CDS: VALTER LEMOS EM XEQUE
O líder parlamentar do CDS-PP, Pedro Mota Soares, anunciou ontem que vai chamar o secretário de Estado do Emprego, Valter Lemos, para esclarecimentos sobre o desemprego
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PCP: DESMENTEM O GOVERNO
O líder parlamentar do PCP, Bernardino Soares, responsabiliza o Executivo pelo aumento da taxa e afirma que os dados 'desmentem as campanhas que o Governo procura montar'
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