A Internacional

__ dementesim . . Do rio que tudo arrasta se diz que é violento Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem. . _____ . Quem luta pelo comunismo Deve saber lutar e não lutar, Dizer a verdade e não dizer a verdade, Prestar serviços e recusar serviços, Ter fé e não ter fé, Expor-se ao perigo e evitá-lo, Ser reconhecido e não ser reconhecido. Quem luta pelo comunismo . . Só tem uma verdade: A de lutar pelo comunismo. . . Bertold Brecht
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terça-feira, março 22, 2011

Quando as empresas preferem ditadores à democracia- Amy Goodman

Mundo

Vermelho - 7 de Fevereiro de 2011 - 12h47
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.O Egito foi o segundo grande receptor de ajuda externa dos Estados Unidos durante décadas, depois de Israel. O regime de Mubarak recebeu cerca de US$ 2 bi ao ano desde que assumiu o poder, em sua imensa maioria para as forças armadas. Onde foi parar esse dinheiro? Foi para empresas dos EUA. O dinheiro vai para o Egito e logo volta para pagar aviões F-16, tanques M-1, motores de aviões, mísseis, pistolas e latas de gás lacrimogêneo.

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Por Amy Goodman, em Democracy Now!
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“As pessoas levavam um cartaz que dizia ‘Para: Estados Unidos. De: Povo egípcio. Deixem de apoiar Mubarak. Ele acabou!” – dizia o twitter de meu valente colega e produtor chefe de Democracy Now! Sharif Abdel Kouddous, desde as ruas do Cairo.
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Mais de dois milhões de pessoas se manifestaram naquele dia em todo o Egito: a maioria delas inundaram a praça Tahrir, no Cairo. Tahrir, que significa “libertação” em árabe, se converteu no epicentro do que parece ser uma revolução em grande medida pacífica, espontânea e sem líderes, no país mais povoado do Oriente Médio.
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Este incrível levante que desafiou o toque de recolher militar, foi conduzido pelos jovens, que constituem a maior parte dos 80 milhões de habitantes do país. Twitter, Facebook e as mensagens de texto de telefones celulares ajudaram esta nova geração a vincular-se e organizar-se, apesar de viver há três décadas em uma ditadura apoiada pelos Estados Unidos.
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Em resposta, o regime de Mubarak, com a ajuda de empresas estadunidenses e europeias, cortou o acesso à Internet e restringiu o serviço de telefonia celular, deixando o Egito em uma situação de obscuridade digital. C.W. Anderson comentou se o que estava ocorrendo no Oriente Médio seria uma espécie de revolução do Twitter: “não é a tecnologia, mas sim as pessoas que fazem a revolução”.
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As pessoas nas ruas exigem democracia e autodeterminação. Sharif viajou para o Egito à noite, em um terreno incerto. As odiadas forças de segurança do Ministério do Interior e a polícia de camisas negras leais ao presidente Hosni Mubarak estavam reprimindo e matando gente, prendendo jornalistas, quebrando e confiscando câmeras.
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No sábado pela manhã, Sharif se dirigiu à praça Tahrir. Apesar do bloqueio da internet e das mensagens de texto, Sharif, talentoso jornalista e gênio da tecnologia, achou rapidamente uma maneira de publicar mensagens no twitter desde a praça Tahrir: “Que cena assombrosa: estão passando três tanques carregados de gente que grita “Fora Hosni Mubarak!”.

O Egito foi o segundo grande receptor de ajuda externa dos Estados Unidos durante décadas, depois de Israel (sem contar os fundos gastos nas guerras e ocupações do Iraque e Afeganistão). O regime de Mubarak recebeu cerca de 2 bilhões de dólares ao ano desde que assumiu o poder, em sua imensa maioria para as forças armadas. Onde foi parar esse dinheiro? Em geral, foi para empresas estadunidenses. Pedi a William Hartung, da New America Foundation, que explicasse isso:

“É uma forma de bem estar empresarial para empresas como Lockheed Martin e General Dynamics, porque o dinheiro vai para o Egito e logo volta para pagar aviões F-16, tanques M-1, motores de aviões, todo tipo de mísseis, pistolas, latas de gás lacrimogêneo de uma empresa chamada Combined Systems International, cujo nome figura nas latas achadas nas ruas do Egito”.
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Hartung acaba de publicar um livro, “Os profetas da guerra: Lockheed Martin e a criação do complexo militar industrial”. Continuou dizendo:
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“Lockheed Martin encabeçou acordos de 3,8 bilhões de dólares nestes últimos dez anos; a General Dynamics de 2,5 bilhões para tanques; a Boeing de 1,7 bilhões para mísseis e helicópteros e a Raytheon para todo tipo de mísseis para as forças armadas. Então, basicamente este é um elemento fundamental destinado a manter o regime, mas grande parte do dinheiro se recicla. Os contribuintes poderiam simplesmente dar o dinheiro diretamente para a Lockheed Martin ou a General Dynamics”.
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De maneira similar, a “chave geral” para bloquear a Internet e os telefones celulares no Egito foi ativada com a colaboração de empresas. A empresa Vodafone (gigante mundial da telefonia celular, proprietária de 45% das ações da Verizon Wireless nos Estados Unidos), com sede na Inglaterra, tentou justificar-se em um comunicado de imprensa: “Estava claro que Vodafone não tinha opções legais nem práticas, mas sim que devia satisfazer as exigências das autoridades”.
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Narus, uma subsidiária da Boeing Corporation, vendeu equipamentos ao Egito para permitir uma “inspeção profunda de pacote” (DPI, em sua sigla em inglês), segundo Tim Karr, do grupo de política de mídia Free Press.
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Karr disse que a tecnologia da Narus “permite às empresas egípcias de telecomunicações ver as mensagens de texto dos telefones celulares e identificar o tipo de vozes dissidentes que existem. Também fornece ferramentas tecnológicas para localizar essas mensagens geograficamente e rastreá-las”.
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Mubarak prometeu não se apresentar como candidato à reeleição em setembro. Mas o povo do Egito exige que ele saia agora. Como durou 30 anos? Talvez isso possa ser explicado melhor quando consideramos uma advertência feita por um general do exército dos EUA há 50 anos, o presidente Dwight D. Eisenhower, que disse: “Devemos tratar de evitar que o complexo militar-industrial adquira influência injustificada, seja ela buscada ou não”.
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Esse complexo mortal não é um perigo apenas para a democracia em nível nacional, mas também quando apoia déspotas no estrangeiro.
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Fonte: Texto publicado em carta maior, com tradução de Katarina Peixoto
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domingo, julho 25, 2010

Qual o preço da Honra? - “Uma pipa de Massa”

José Paulo Gascão
23.Jul.10
Sede da PT em Lisboa“Mais do que um dever, vetar a venda Vivo foi uma bravata – temperada pela não percepção de que em capitalismo o poder político está subordinado ao poder económico – que levou Sócrates a enfrentar os interesses imediatos do grupo BES. Mas em capitalismo, como claramente sentenciou um ex-presidente do Bundesbank, «os políticos devem acatar as decisões dos mercados».”
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Quando, em Maio passado, a espanhola Telefónica fez a primeira oferta para a compra da participação da PT na Vivo, a maior empresa de telefones móveis do Brasil, poucos imaginariam o vendaval político que esta proposta provocaria na política portuguesa.
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Mostrando não ter ainda compreendido que o Estado surge numa determinada fase do desenvolvimento das sociedades como consequência da sua divisão em classes e que, embora seja apresentado por teóricos e políticos burgueses como acima da sociedade e das classes (o Estado somos todos nós, dizem enganosamente), esta super-estrutura é um instrumento de domínio da classe no poder, e os governos os executores da vontade dessa classe, Sócrates declarou que «as golden shares [acções privilegiadas] existem para ser utilizadas se for caso disso». Na véspera, Ricardo Salgado que se tem assumido como o porta-voz do grande capital mostrou claramente que se ia entrar numa fase de regateio e a sua vontade de vender, e enviou ao governo o recado pela imprensa: «Diz-se que tudo tem um preço, menos a honra».
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«Mudam-se os tempos,
mudam-se as vontades»
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Não foi esta a primeira vez que a Telefónica tentou comprar a posição da PT na Vivo. No início de 2007, quando já se gastavam rios de tinta com previsões da presente crise embora sem data marcada no calendário, foi outra a reacção do BES. Então, depois de reconhecer que «a actual parceria com a Telefónica é inviável», o banqueiro admitia «várias soluções, a começar pela compra da posição da Telefónica na empresa proprietária da Vivo».
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Vivia-se em plena euforia de uma especulação financeira garantida pelo financiamento da banca portuguesa internacionalmente. Por permitir uma mais fácil acumulação de capital, o imobiliário tornou-se o principal impulsionador da especulação financeira. A banca financiava o loteador, o construtor, e por último o comprador do andar. Na abertura de uma conta era preciso resistir para não ficar com um cartão de crédito. 
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Uma orgia financeira a que o rebentar da crise pôs abruptamente fim em 2008.
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É com este pano de fundo que desde Maio passado se estica o regateio com a Telefónica de 5.700 até 7.150 milhões de euros, cerca de 70% de todo o produto bancário nacional em 2009, «uma pipa de massa» que explica a mudança de opinião do BES e dos membros do «núcleo duro» que gravitam à sua volta, Ongoing e Visabeira. 
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Como o pagamento de dividendos seria dentro de dez meses e a compra de uma participação noutro eventual operador telefónico teria o seu tempo de maturação e negociação, no imediato e a curto prazo estariam ultrapassados algumas das dificuldades de financiamento da banca portuguesa, ao menos as de alguns bancos.
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A queda de Sócrates

Se antes das eleições já eram visíveis sinais de que Sócrates tinha perdido o apoio do grande capital, com a perda da maioria absoluta e a eleição do novo líder do PSD ficou claro que o grande capital considerava o turno do PS terminado e que passara os seus favores para o PSD e Passos Coelho, o bivitelino gémeo político de Sócrates.
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Mais do que um dever, vetar a venda Vivo foi uma bravata – temperada pela não percepção de que em capitalismo o poder político está subordinado ao poder económico – que levou Sócrates a enfrentar os interesses imediatos do grupo BES. Mas em capitalismo, como claramente sentenciou um ex-presidente do Bundesbank, «os políticos devem acatar as decisões dos mercados».
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Procurando confundir, Sócrates e Passos Coelho inventam inexistentes diferenças ideológicas. Passos Coelho procura capitalizar o real desejo de mudança existente no eleitorado português e esconder o que efectivamente quer; Sócrates tenta mostrar uma matriz ideológica que não tem e a que deitou a última pá de terra com a conclusão do processo de fusão ideológica do PS com a direita e a rendição incondicional neoliberalismo. Uma vergonha. 
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Em queda livre, Sócrates arrasta com ele o PS para uma derrota, apenas adiada pela crise e a necessidade de respeitar os apertados períodos que a próxima eleição para Presidente da República impõe. Isso mesmo foi compreendido dentro do PS, como bem o mostram as críticas cada vez menos veladas à sua acção e ao governo, e a multiplicação de disponíveis e pré-disponíveis à sua sucessão.
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O veto e a UE 
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A utilização de uma golden share provocou uma onda de protestos do grande capital europeu. A utilização de vetos por parte dos Estados, por vezes até sem golden share, é prática habitual na UE sempre que os governos entendem ser esse um seu dever de protecção de uma empresa por eles considerada estratégica. A Bélgica viu mesmo reconhecida uma sua empresa distribuidora de energia ser reconhecida pela Comissão Europeia como estratégica, a Espanha já protegeu assim a sua maior empresa de energia eléctrica, e a Alemanha impediu e impedirá que a maioria do capital alemão na Volkswagen passe para mãos estrangeiras.
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A questão é que a UE é um desenvolvido embrião de um super-Estado com todas as características e objectivos de um Estado, ao serviço da classe no poder, não lhe faltando sequer um elevado quadro de funcionários e agora até já um exército cedido pelos Estados membros. Por isso se assume como primeiro guardião dos interesses dos monopólios na Europa e em todos e cada um dos países, e da concentração e centralização do capital. 
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A entrada de Portugal da UE trouxe-nos a perda de grande parte da nossa produção agrícola, da nossa indústria e das nossas pescas. Chegou agora a vez das empresas tecnologicamente desenvolvidas?
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Com o desenvolvimento do capitalismo até à presente fase de senilidade começam a surgir, aqui e além, as primeiras vozes em defesa da saída dos seus países da União Europeia. Acautelando males maiores, o artigo 50º do Tratado de Lisboa prevê que o eventual desejo de um Estado soberano sair da UE tenha de ser aprovado pelo Conselho Europeu e pelo Parlamento Europeu…
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Lisboa, 20 de Julho de 2010.
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segunda-feira, julho 12, 2010

“Assalto” ao BCP gerou benefícios

Polémica: Documento foi entregue ao titular do ‘processo BCP’


Filipe Pinhal, ex-presidente do BCP, acusa os accionistas e membros dos órgãos sociais que participaram no "assalto ao poder" no banco de terem recebido financiamentos concedidos à pressa ou de terem visto reestruturada a sua dívida naquela instituição.
  • 0h30 - Correio da Manhã - 2010.07.12
Por:Diana Ramos 
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"Compare-se os nomes constantes na lista para os corpos sociais, que foi a votos na assembleia geral de 6 de Agosto de 2007, com os financiamentos aprovados, em tempo recorde, entre 2005 e 2007, e já se terá uma ideia das motivações desses accionistas e candidatos a membros dos órgãos sociais do BCP", diz Pinhal em documento da sua defesa no ‘processo BCP’ consultado pelo CM. E o ex-gestor precisa: "Procure-se, na lista, o conjunto dos que negociaram com o Estado (ou quem o representa), os que têm participações e exercem cargos em empresas com capitais públicos, ou mesmo os que têm feito fretes (com paga generosa) aos que representam o Estado." 
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Para Pinhal, a colaboração de parte dos accionistas na governamentalização do BCP teve benefícios: "Compare-se igualmente tal lista com os devedores importantes que beneficiaram de reestruturações de dívida, nesses anos ou em anos posteriores."
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PORMENORES
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COINCIDÊNCIAS
A carta de Filipe Pinhal diz que as "coincidências estranhas" levaram dois administradores a solicitar uma "auditoria à situação". E refere que "o relatório foi produzido em Agosto de 2007 e constará dos arquivos do BCP". 
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EX-GESTORES ACUSADOS
O Ministério Público acusou cinco ex-gestores do BCP dos crimes de manipulação de mercado, burla qualificada e falsificação de contabilidade. E terão sido ocultadas perdas de cerca de 600 milhões de euros.  
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BCP APRESENTA HOJE QUEIXA NA PROCURADORIA
O BCP apresenta hoje uma queixa na Procuradoria-Geral da República contra desconhecidos, por causa dos rumores de que o maior banco privado português estará na falência. 
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Carlos Santos Ferreira, presidente do BCP, enviou uma mensagem aos colaboradores do banco a pedir-lhes "serenidade e profissionalismo", por serem boatos sem fundamento. Na sexta-feira, o Ministério das Finanças afirmou que os bancos portugueses apresentam "bons rácios de solvabilidade", o que confirma a "solidez e robustez" financeira do sector. 
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Justiça

Queixa do BCP entregue ao DIAP

12.07.2010 - 21:07 Por António Arnaldo Mesquita
O Banco Comercial Português (BCP) apresentou uma queixa ao DIAP (Departamento de Investigação e Acção Penal) de Lisboa, pedindo o apuramento da autoria dos indivíduos responsáveis pelos rumores acerca de alegadas dificuldades financeiras da instituição.
Ambas as denúncias dirigiram-se ao DIAP 
Ambas as denúncias dirigiram-se ao DIAP (PÚBLICO (arquivo))

A denúncia, segundo revelou ao PÚBLICO uma fonte oficial do Banco, foi formalizada ao fim da tarde de sexta-feira, através de uma mensagem electrónica, a qual foi ontem confirmada através de uma queixa em formato papel.

Ambas as denúncias dirigiram-se ao DIAP e não à Procuradoria-Geral da República (PGR) como chegou a ser noticiado.

Um procurador do DIAP deverá agora analisar a participação do BCP e deverá encarregar os serviços de combate à criminalidade informática da Polícia Judiciária de apurar a autoria dos boatos.

Uma das dificuldades desta investigação poderá resultar do anonimato que dá cobertura a ameaças por via digital, seja através do telemóvel, como do computador.

Na origem desta situação está o facto de, com alguma facilidade, pessoas que querem ocultar a sua identidade adquirirem cartões para os telemóveis sem necessidade de exibirem os seus documentos de identificação e também a volatilidade com que estes podem mudar de mãos. Recorde-se que em investigações relacionadas com a criminalidade organizada, os polícias têm apurado que há suspeitos que têm ao seu alcance vários telemóveis com cartões descartáveis.
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sábado, novembro 21, 2009

Economia & Finanças - 2009.11.19


Economia & Finanças 






Posted: 20 Nov 2009 08:11 AM PST
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Já que se fala de regulação uma nota pela positiva (e não totalmente desinteressada), a CMVM vai realizar na próxima semana, dia 27 de Novembro uma Sessão Aberta do Conselho Consultivo da CMVM. Em jeito de seminário poderá assistir a um debate que conta com a presença de alguns dos responsáveis e consultores especializados nacionais e internacionais em mercados financeiros e regulação.
Oradores:
§ Carlos Tavares – Presidente da CMVM
§ Michel Prada – Membro do Conselho Consultivo da CMVM – Ex-Presidente da AMF
§ António Horta Osório – Presidente do Santander (Abbey) no Reino Unido
§ Pedro Santos Guerreiro – Director do Jornal de Negócios
Pode inscrever-se no sítio da CMVM.
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Artigos relacionados:
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Posted: 20 Nov 2009 06:00 AM PST
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Um editorial cinco estrelas como quase sempre:
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” (…) Nos últimos anos, os reguladores mais “livres” que este País conheceu, Jorge Vasconcelos, na ERSE e Abel Mateus, na Concorrência, foram substituídos para sossego do Governo. Libertários tratados como libertinos.
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Não é preciso nomear dependentes para manietar reguladores. Basta escolher alguém que, em vez de transparente, seja invisível. Foi o que aconteceu na Concorrência. Manuel Sebastião tem currículo, foi escolhido não apenas “como amigo” de Manuel Pinho. Mas fecha-se em estudos do passado enquanto empresas como a Cabovisão estão no corredor da morte. Independente. Irrelevante.
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Amado deu o benefício da dúvida a Boa Baptista, o que também prova que ele entra sob dúvida. Estas nomeações devem ser desgovernamentalizadas. Nem que seja passando-as pelo Parlamento: é preferível ter agonias como na escolha do Provedor de Justiça que nomeações Farinha Amparo. Boa?”
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Pedro Santos Guerreiro no Negócios

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Não há artigos relacionados.
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Posted: 20 Nov 2009 01:00 AM PST
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Uma curiosidade natural destes dias é a de saber em termos finaceiros o que significa para os agentes económicos envolvido o recente apuramento da selecção portuguesa de futebol para mais um mundial da modalidade. Neste artigo do Correio da Manhã, “Vitória dá 90 milhões aos patrocinadores“, procura-se responder quantitativamente aos ganhos dos patrocinadores perante o apuramento do patrocinado. De caminho avança-se também que o encaixe da Federação Portuguesa de Futebol será de pelo menos 10 milhões de euros em prémios pagos pelos patrocinadores a que acrescem mais 5 milhões de prémio desportivo pelo apuramento entregue (suponho) pelo FIFA.
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Lendo este artigo e olhando para a dimensão dos números, recordo-me de outras peças (do sítio Futebol Finance) onde se tem desafiado repetidamente os clubes profissionais de futebol portugueses, sinalizando que haverá algo a ganhar nesta indústria em termos de capacidade negocial com os patrocinadores. Recomendo a leitura:
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Artigos relacionados:
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Posted: 19 Nov 2009 12:30 PM PST
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A Agência Financeira, sítio noticioso do grupo Media Capital/Prisa,  mudou de visual de acrescentou algumas funcionalidades. Uma delas passa por seguir e dar destaque a alguns blogues/sítios especializados. Entre eles está o Economia & Finanças. Pela nossa parte obrigado pela preferência e votos de muitas e boas notícias.
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Não há artigos relacionados.
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Posted: 19 Nov 2009 09:34 AM PST
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O humor servido pelo Ministro da Finanças, sobre o orçamento rectificativo hoje aprovado:
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O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, recusou a designação de orçamento rectificativo, preferindo denominá-lo de “orçamento redistributivo”.”
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Repositivo, reparativo, recompositivo, repropositivo, recticoisitivo. Arrecadou-se menos, gastou-se mais, o resto é conversa para boi dormir. No Brasil chamam-lhe aboio. Vai uma pastilha elástica?
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Não há artigos relacionados.
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terça-feira, novembro 03, 2009

Agência Financeira - News - 2009.11.02


Agência Financeira
Newsletter, 2 Novembro 2009

Taxas dos cartões

Quem quiser cobrar a sobretaxa aos consumidores que pagarem as compras com cartão, tem de avisar antecipadamente


«Face Oculta»

Vitor Constâncio não pode impor demissão do vice-presidente do BCP mas quer saber se está em causa a sua idoneidade


Telecomunicações

Empresa tinha perdido quase 8 milhões no período homólogo, mas recuperou. Metas estão quase atingidas

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Mercados


Economia


Empresas
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quarta-feira, agosto 05, 2009

Agência Financeira - Noticias

Agência Financeira

Newsletter, 5 Agosto 2009


Férias adiam resposta

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BPP: solução só para depois das eleições

Associação Portuguesa de Bancos reuniu-se com ministro das Finanças. Clientes esperam por mudança de Governo

BPP anula obrigações subordinadas

Constâncio arquiva plano Orey

Como dar a volta à crise?

Gestores prevêem melhorias nos negócios em 2010

Estudo da Boyden diz que o reforço do investimento público é a principal medida para combater a crise

Insolvências crescem 30%

Quase 500 empresas faliram este ano

Painéis solares

2

Apoio para instituições pode chegar a 50 milhões

Governo diz que esta medida permite fomentar a sustentabilidade e combater a actual crise económica

Misericórdias recusam «esmola» do Governo

Investir nas renováveis para poupar


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Agência Financeira

Newsletter, 4 Agosto 2009



Banca

Lucros da CGD caem 36% no primeiro semestre

Resultados líquidos consolidados do Grupo CGD atingiram 227,4 milhões de euros. Contas penalizadas pela área de seguros

Gestão do BPN sem efeitos na CGD

BPN: alienação no próximo Executivo

Devedores na lista negra

Lista negra dos telemóveis com 200 mil registos

TMN, Optimus e Vodafone têm, a partir desta terça-feira, uma base de dados conjunta de clientes devedores

Dívidas vão ter lista negra

Lista inclui dívidas com mais de 8 dias

«Magalhães»

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Trabalho precário e salários abaixo da tabela

Em três meses cresceu 3300%, mas, segundo a CDU, a JP Sá Couto pratica «a pior das precariedades existente no país»

JP Sá Couto cresce 1.308% nas vendas

Magalhães: exportação para 10 países


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BCP em foco

- BCP: Fitch mantém «Outlook»

- Banco polaco do BCP sobe 50%

- BCP: multa em tribunal

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