A Internacional

__ dementesim . . Do rio que tudo arrasta se diz que é violento Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem. . _____ . Quem luta pelo comunismo Deve saber lutar e não lutar, Dizer a verdade e não dizer a verdade, Prestar serviços e recusar serviços, Ter fé e não ter fé, Expor-se ao perigo e evitá-lo, Ser reconhecido e não ser reconhecido. Quem luta pelo comunismo . . Só tem uma verdade: A de lutar pelo comunismo. . . Bertold Brecht
Mostrar mensagens com a etiqueta Agência Efe. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Agência Efe. Mostrar todas as mensagens

domingo, dezembro 12, 2010

Conferência do clima termina com acordo modesto

 
11/12/2010 - 10:14 - Veja

 

Clima

Conferência do clima termina com acordo modesto

COP-16 decide adiar de decisão de prorrogar o Protocolo de Kyoto. Apenas a Bolívia não concordou

Os 194 países que participaram da 16ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP-16) adotaram neste sábado um acordo que adia a decisão sobre um segundo período de vigência do Protocolo de Kyoto e aumenta a ambição dos cortes de emissões de gases causadores do efeito estufa. Somente a Bolívia não concordou.

"Este é o resultado que nossas sociedades estão esperando. Tomo nota de sua posição (da Bolívia), que fica refletida na ata desta reunião", disse a presidente da conferência, a chanceler mexicana Patricia Espinosa, que recebeu aplausos das delegações reunidas em Cancún, no México.


Foram aprovados os dois textos de compromisso apresentados por Espinosa, um baseado na prorrogação do Protocolo de Kyoto e o outro sobre a necessidade de uma cooperação de longo prazo (LCA, na sigla em inglês). 


O acordo assinado na cidade japonesa de Kyoto em 1997 estabeleceu os objetivos obrigatórios de redução de emissões a 40 países desenvolvidos - entre eles, Japão, membros da União Europeia (UE), Austrália, Canadá e Rússia. Estão fora dessa lista os Estados Unidos, que nunca ratificaram o acordo, e China e Brasil, por serem economias emergentes.


O acordo obtido em Cancún, no México, abre caminho para criação de um Fundo Verde Climático (GCF, na sigla em inglês) dentro da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que contará com um conselho de 24 países. O documento também reconhece a necessidade de "mobilizar 100 bilhões de dólares por ano a partir de 2020 para atender às necessidades dos países em desenvolvimento".


Em relação à transparência, o texto de compromisso determina que as ações de redução das emissões com apoio internacional sejam submetidas a medição, reportagem e verificação (MRV), de acordo com pautas estabelecidas pela Convenção. O documento aprovado permite o início de um sistema de Consultas e Análise Internacional (ICA, na sigla em inglês) "de maneira não intrusiva nem punitiva e respeitosa à soberania nacional", que serão realizadas por especialistas.


O acordo também adiou a decisão sobre se haverá ou não uma segunda fase do Protocolo de Kyoto e pede aos países para aumentar seu "nível de ambição" no que diz respeito aos cortes das emissões de gases poluentes. Os compromissos da primeira fase do Protocolo envolviam a redução de 11%-16% das emissões relativas aos níveis de 1990 para o período 2008-2012, enquanto agora se propõe que eles subam a uma porcentagem de 25%-40% em 2020.


Bolívia -
A adoção desse texto de compromisso, respaldado por 193 países - exceto pela Bolívia -, levou a uma série de discursos de debate. Para a Bolívia esse compromisso é "um atentado contra as regras da Convenção e da ONU", afirmou o chefe da delegação boliviana e embaixador nas Nações Unidas, Pablo Solón, que discursou ao plenário da organização para expressar sua inconformidade.

Solón afirmou que a Bolívia "vai recorrer a todas as instâncias internacionais" para contestar o documento final da cúpula, inclusive na Corte Internacional de Justiça de Haia. Ele pediu a Espinosa que revertesse sua decisão.


A chanceler mexicana assinalou a Solón que "a regra de consenso não significa unanimidade"."Minha obrigação que cumpri foi ouvir a todos e cada uma das partes, inclusive os irmãos bolivianos, mas não posso ignorar a visão, as solicitações de 193 países que fazem parte. Portanto, a decisão tomada pela conferência é um passo para o bem coletivo", destacou Espinosa.


(Com Agência EFE)
.
http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/paises-conseguem-acordo-na-cop-16-e-aumentam-ambicao-de-cortes-de-emissoes
.
.

sexta-feira, julho 09, 2010

Norte-americanos sofrem impacto da crise capitalista


«48 por cento das pessoas classificaram a sua situação como muito pior»

Mais de metade perdeu emprego, salário e poder de compra
.
A maioria dos trabalhadores norte-americanos afirma que ficou sem emprego, viu o seu rendimento baixar ou foi obrigado a aceitar redução de horário ou trabalho a tempo parcial.
.
De acordo com um estudo realizado pela Pew, mais de 55 por cento dos norte-americanos ficaram sem o respectivo posto de trabalho, viram a sua remuneração baixar ou foram empurrados para situações de trabalho a tempo parcial. No texto, divulgado pela agência EFE, afirma-se ainda que 1 em cada 6 inquiridos se viu constrangido a fazer cortes nas despesas correntes.
.
A quebra do poder de compra é, aliás, um dos dados mais relevantes que resulta das entrevistas efectuadas pela Pew a propósito das consequências da crise capitalista entre os trabalhadores e a população dos EUA.
.
Cerca de 48 por cento das pessoas classificaram a sua situação como muito pior que antes da eclosão da crise, e outros tantos entendem que a «recuperação económica» vai ser bastante longa. Aproximadamente ¼ dos norte-americanos consideram que os seus filhos terão um nível de vida pior que o deles.
.
O documento da Pew sublinha também que, apesar do desemprego (não agrícola) ter estabilizado em torno dos 9,5 por cento, cerca de 16,6 por cento dos trabalhadores da América do Norte laboram a tempo parcial ou encontram-se à procura de outro patrão a quem vender a força de trabalho.
.
Outro factor que resulta da crise é a duração do desemprego. Actualmente, o período médio situa-se nos 23,2 semanas, o maior jamais registado, e quase o dobro da média de 12,3 semanas no final da II Grande Guerra Mundial, quando o fim do conflito imperialista atirou milhões de trabalhadores das fábricas de armamento para o desemprego.
.
O flagelo…
.
Já após a divulgação do estudo da Pew, o Departamento de Trabalho dos EUA confirmou que, na semana que terminou a 26 de Junho, o total de pedidos de subsídio de desemprego aumentou em 13 mil, o que, somado aos mais 43 mil pedidos registados na semana anterior (terminada a 19 de Junho), faz o número de norte-americanos dependentes daquela prestação social ultrapassar os 4,7 milhões.
.
Os dados relativos aos beneficiários de subsídio de desemprego não incluem os abrangidos por outros apoios pagos ao nível estatal findas as 26 semanas de subsídio de desemprego. Para o Departamento de Trabalho, estes são mais 3,3 milhões de pessoas, as quais arriscam ficar sem qualquer auxílio caso o Congresso não aprove a prorrogação dos subsídios sociais com carácter de urgência.
.
…e a ocultação
.
Se quanto aos dados oficiais do desemprego estamos conversados, quanto à ocultação da sua real dimensão ainda fica algo por dizer.
.
A notícia no final da semana passada era a da queda da taxa de desemprego nos EUA em duas décimas - de 9,7 por cento em Maio, para 9,5 por cento em Junho. Ora, para além deste indicador não contabilizar a destruição do emprego agrícola, estima-se que cerca de 600 mil pessoas tenham pura e simplesmente deixado de ser contabilizadas por alegadamente terem deixado de procurar emprego. Isto é, estão entre os que não contam para o Departamento de Estado, mas contam para o avolumar do flagelo.
.
Economia deprimida
.
Simultaneamente, o Instituto para Gestão da Oferta dos EUA divulgou um conjunto de indicadores que ilustram a depressão em que se encontra a economia do país. De Maio para Junho, todos os índices caíram: a actividade industrial decresceu de 59,7 para 56,2,; o emprego cedeu de 59,8para 57,8; os preços passaram de 77,5 para 57; as novas encomendas sucumbiram de 65,7para 58,5; a produção recuou de 66,6 para 61,4. Crescimento, somente nos stocks de bens e mercadorias, que cresceram ligeiramente de 45,6 para 45,8.
.
Segundo informações veiculadas pela Dow Jones, o Departamento do Comércio estima em 0,2 por cento a quebra nos gastos com a construção civil entre Abril e Maio. As vendas pendentes de imóveis, por seu lado, recuaram 30% em Maio, o primeiro mês depois do fim do programa de incentivo fiscal lançado pelo Governo, acrescenta a nota da agência financeira que reporta dados da Associação Nacional de Agentes Imobiliários.
.
Crise sobre rodas
.
Os dados conjunturais divulgados no final de Junho e início de Julho demonstram, igualmente, que no sector automóvel a crise capitalista continua a fazer-se sentir.
Ford, General Motors, Toyota ou Chrysler registraram quedas nas vendas entre os 12 e os 14 por cento.
.
No pólo oposto ao das multinacionais cuja maioria dos modelos se destinam às massas laboriosas, estão as grandes marcas construtoras de gamas automóveis altas ou de luxo.
.
A importadora e distribuidora de modelos desportivos Porsche Cars North America, Inc., anunciou que em Junho de 2010 o total de unidades vendidas cresceu 137 por cento em comparação com o mesmo período de 2009. Todos os modelos da marca desfrutaram de um sólido crescimento, diz a empresa, e em relação ao modelo Panamera, as vendas nunca foram tão boas.
.
No mesmo registo, a Mercedes-Benz USA informou que as usas vendas cresceram 25,4 por cento no mês de Junho e 25,7 por cento no acumulado do ano. Alguns dos seus modelos venderam mesmo mais 75 a 153,8 por cento, confirmação de que a grande burguesia acumula capital com a crise ou sem ela, e, por isso, não se poupa aos «mimos» próprios de quem vive da depredação.
.
.
N.º 1910
8.Julho.2010 -  Avante
.
.

quarta-feira, janeiro 20, 2010

Cuba rejeita inclusão pelos EUA em lista de países “terroristas”



Mundo

Vermelho - 5 de Janeiro de 2010 - 15h51

.

O Escritório de Interesses Cubanos em Washington assegurou que o governo de Cuba coopera com a luta internacional contra o terrorismo e rejeitou sua inclusão pelos Estados Unidos na lista de países que incentivam esse tipo de crime. 

.

Em declarações à Agência Efe, o porta-voz do Escritório de Interesses Cubanos em Washington, Alberto González, disse que seu país "cumpriu, cumpre e cumprirá com as medidas de segurança reconhecidas internacionalmente para estes casos".
.
Segundo González, Cuba "não reconhece autoridade moral alguma do governo dos EUA para certificar sua inclusão e a dos cubanos neste tipo de lista".
.
O porta-voz do Escritório de Interesses Cubanos em Washington acrescentou que "o território cubano jamais foi utilizado para organizar, financiar ou executar atos terroristas contra os EUA ou qualquer outro Estado".
.
Nesse sentido, sugeriu que a inclusão de Cuba na "lista negra" tem cunho político, porque Washington "não pode citar um só ato ou intenção terrorista que tenha vindo de território cubano".
.
Segundo Gonzales, Cuba foi "vítima de violência e terrorismo" de pessoas como Luis Posada Carriles, acusado por Havana da explosão de um avião cubano e que permanece nos Estados Unidos por infrações migratórias.
.
Em abril de 2009, o Departamento de Estado americano decidiu manter Cuba em sua lista por considerar que membros de grupos como ETA, Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e ELN (Exército de Libertação Nacional) "permaneceram em Cuba em 2008".
.
Segurança
.
Após o fracassado atentado contra um voo que pousaria em Detroit no último dia do Natal, os EUA aumentaram a revista de passageiros estrangeiros, em particular os de Cuba, Irã, Sudão e Síria, países que acusa de incentivar o terrorismo.
.
Também passarão por revistas mais intensas nos aeroportos americanos os passageiros de "países de interesse", cuja lista inclui Afeganistão, Argélia, Iraque, Líbano, Líbia, Nigéria, Paquistão, Arábia Saudita, Somália e Iêmen.
.
.
Fonte: Opera Mundi

.
.

Índia: aumento do PIB pode superar os 7% este ano



 

Economia

Vermelho - 27 de Dezembro de 2009 - 13h15

.

O primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, disse hoje que o Produto Interno Bruto (PIB) do país pode crescer acima de 7% no atual ano fiscal e assegurou que as reformas econômicas não tiveram um impacto negativo nas camadas mais pobres da população, mas reconheceu que ainda há muito a fazer.

.

Singh assegurou que a economia indiana poderia crescer a um ritmo de 7% "ou um pouco mais", na inauguração de uma conferência sobre economia no estado de Orissa, no leste da Índia, segundo agências de notícias indianas.
.
"O momento (de crescimento) foi interrompido pela crise econômica global e caímos para um (aumento de) 6,7% no ano 2008-2009. Poderíamos conseguir 7% ou um pouco mais em 2009-2010", disse.
-
O chefe do Governo se referiu também ao impacto das medidas sobre as classes mais desfavorecidas e disse que há "argumentos de que as reformas afetaram de os pobres de forma adversa, tornando os ricos mais ricos e os pobres mais pobres".
.
No entanto, assegurou que os "fatos estão bastante claros. A porcentagem (de pessoas) abaixo do nível de pobreza não subiu" e acrescentou que as medidas empreendidas contribuíram para isso.
.
O primeiro-ministro reconheceu que a diminuição do nível de pobreza foi insuficiente nos últimos anos e acrescentou que "muito mais" deve ser feito e que a "diminuição deveria ser muito mais rápida".
.
Fonte: Efe

.
.