A Internacional

__ dementesim . . Do rio que tudo arrasta se diz que é violento Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem. . _____ . Quem luta pelo comunismo Deve saber lutar e não lutar, Dizer a verdade e não dizer a verdade, Prestar serviços e recusar serviços, Ter fé e não ter fé, Expor-se ao perigo e evitá-lo, Ser reconhecido e não ser reconhecido. Quem luta pelo comunismo . . Só tem uma verdade: A de lutar pelo comunismo. . . Bertold Brecht
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sábado, fevereiro 18, 2012

Governo prepara encurtamento da Páscoa


por Sindicalizado Portugal a Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012 às 15:57 ·

Jesus Cristo morre crucificado e ressuscita no mesmo dia

Depois de ter acabado com o Corpo de Deus, 15 de Agosto, 5 de Outubro, 1 de Dezembro e de não ter dado tolerância de ponto aos funcionários públicos no Carnaval  Passos Coelho prepara uma pequena alteração ao ano litúrgico, nomeadamente a Semana Santa, de forma a obter uma versão da Páscoa mais adaptada a um país que quer ser mais competitivo.

Por isso..."A Última Ceia a uma quinta-feira é coisa de garoto mimado e irresponsável que chula os pais e o Estado.

Acabou-se a Sexta-Feira Santa e a Última Ceia passa a lanche ajantarado no sábado até às 23 horas, no máximo.

Domingo de Páscoa passa a ser o dia do julgamento, paixão, crucificação, morte, sepultura e ressurreição.

Também Jesus Cristo tem de deixar de ser piegas!", revelou Passos Coelho.


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quinta-feira, fevereiro 09, 2012

Carnaval: PCP pede tolerância de ponto para a Assembleia da República



Sociedade

Carnaval: PCP pede tolerância de ponto para a Assembleia da República

09-02-2012
  
O PCP escreveu a Assunção Esteves a "propor" que haja tolerância de ponto no Carnaval na Assembleia da República, que tem autonomia para organizar os seus trabalhos, indo "ao encontro da importância" que os portugueses dão à data.

Por Correio da Manhã 




Numa carta dirigida à presidente da Assembleia da República, o deputado e líder parlamentar comunista Bernardino Soares escreve que o Parlamento "dispõe de total autonomia em relação à organização dos seus trabalhos" e que "não é um departamento ou serviço sob tutela governamental, mas um órgão de soberania que deve tomar de forma autónoma as suas decisões sobre a matéria em causa".Por estes motivos, o PCP considera que "não se vislumbram razões que impliquem a necessidade de romper com a prática habitual e reiterada da Assembleia da República em relação à tolerância de ponto na terça-feira de Carnaval. A decisão do Governo não é razão suficiente".O deputado comunista lembra ainda a Assunção Esteves que o Carnaval "é, na realidade, entendido pelas empresas e pela população como um verdadeiro feriado", apontando que diversos organismos públicos, municípios, entre os quais Lisboa e Porto, e "vastos sectores da actividade privada" já anunciaram que não funcionarão naquele dia.Os comunistas sublinham ainda que "esta consideração do Carnaval como um efectivo feriado está bem patente nos despachos" que concederam tolerância de ponto neste dia em anos anteriores.Bernardino Soares cita, como exemplos, despachos dos antigos primeiros-ministros José Sócrates e Durão Barroso. No caso deste último, destaca que o despacho de 2004 referia que era preciso "permitir a participação das pessoas nesses eventos que têm inclusivamente assinalável expressão económica e social em algumas localidades" do país.O PCP considera, assim, que a Assembleia da República deve "ir ao encontro da importância económica, social e cultural que esta data tem na sociedade e junto da população portuguesa"."Nesse sentido, o grupo parlamentar do PCP vem propor a V. Exa. que determine, no quadro das suas competências próprias, a concessão de tolerância de ponto na próxima terça-feira de Carnaval, dia 21 de Fevereiro", lê-se no texto, que foi distribuído pelo PCP aos jornalistas.

sexta-feira, julho 23, 2010

PS vota contra flexibilização das datas dos feriados


Parlamento

22.07.2010 - 13:41 Por Maria José Oliveira
A esmagadora dos deputados socialistas vai votar contra a proposta de eliminação de quatro feriados, apresentada por duas parlamentares independentes eleitas pelo PS, Teresa Venda e Maria do Rosário Carneiro.
A proposta foi feita pelas independentes eleitas pelo PS Maria do Rosário Carneiro e Teresa Vanda  
A proposta foi feita pelas independentes eleitas pelo PS Maria do Rosário Carneiro e Teresa Vanda 
(Foto: Pedro Cunha/arquivo)

A decisão foi assumida hoje, ao final da manhã, na reunião do grupo parlamentar do PS, durante a qual a maioria dos deputados rejeitou, numa votação interna, o projecto de resolução de Maria do Rosário Carneiro e Teresa Venda, do Movimento Humanismo e Democracia.

Os parlamentares do PS anteciparam assim o sentido de voto da proposta, que será avaliada pelo Parlamento esta tarde, durante o último plenário desta sessão legislativa, uma vez que as deputadas humanistas recusaram retirar o projecto.

Ao que o PÙBLICO apurou, após uma acalorada discussão (com a maioria dos socialistas a manifestaram a sua veemente contestação ao projecto), a votação saldou-se por apenas quatro votos favoráveis: das autoras da proposta, do deputado Ricardo Gonçalves e do líder parlamentar, Francisco Assis.

Apesar de a direcção da bancada ter anunciado, recentemente, que a ideia recolhia um “consenso generalizado”, como afirmou Ricardo Rodrigues, o certo é que o projecto suscitou um vasto protesto.

Maria do Rosário Carneiro e Teresa Vanda propunham a eliminação de dois feriados religiosos e dois civis, que seriam transferidos para a segunda-feira do fim-de-semana respectivo. O objectivo de flexibilizar as datas dos feriados e eliminar as pontes foi sustentado pelo alegado aumento progressivo do salário mínimo e pelos ganhos económicos do Estado. Na realização do projecto, as deputadas recorreram a um estudo de Luís Bento, professor de Recursos Humanos da Universidade Autónoma de Lisboa, que advoga que cada feriado custa 37 milhões de euros.
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quarta-feira, maio 26, 2010

Deputadas do PS defendem fim das pontes e de 4 feriados


por  Sónia Peres Pinto, Publicado em 18 de Maio de 2010  


Eliminar 4 feriados e criar um novo é a proposta das deputadas do PS, Teresa Venda e Maria Rosário Carneiro para aumentar a produtividade em Portugal. 
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As responsáveis defendem a eliminação de dois feriados religiosos: Corpo de Deus (móvel e comemora-se 60 dias após a Páscoa) e Todos os Santos (1 de Novembro) e dois civis: 5 de Outubro e 1de Dezembro. 
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As deputadas propõem ainda a transformação do dia de Carnaval, da Liberdade, do Trabalhador e de Camões em feriado móvel para o dia útil mais próximo do fim-de-semana, assim como o feriado de 15 de Agosto e 8 de Dezembro. 
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As responsáveis apostam ainda na criação de um novo feriado a 26 de Dezembro, que no entender das mesmas, deve ser considerado o Dia da Família. 
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Segundo as deputadas, o objectivo desta proposta não tem como objectivo “ a redução do número de feriados passíveis de serem gozados por ano, uma vez que se consagra a mobilidade de alguns feriados quando coincidam com o fim-de-semana, mas antes imprimir ao tecido empresarial português maior competitividade permitida, desde logo, pela melhoria substancial da capacidade de planificação do desempenho da economia portuguesa”, adianta o documento.
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O documento revela ainda que “a proposta que equacionamentos baseia-se na análise efectuada ao comportamento das economias europeias que estão entre os 10 países mais competitivos do mundo e o objectivo de atingir um número de dias de feriados públicos próximos de Espanha (10 feriados)”. 
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Ao mesmo tempo, defendem a programação antecipada do gozo dos feriados, pontes e tolerâncias de ponto a conceder em cada ano e a sua publicação em diploma próprio. 
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De acordo com as deputadas, Portugal conta com número de dias de férias e de feriados um pouco acima da União Europeia, acrescentando ainda que “o número de dias úteis de trabalho, esse número é afectado pela prática de pontes, e outras paragens que quebram a produtividade da indústria/ economia e releva para a variação da riqueza produzida em cada ano”.
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Com esta proposta, as responsáveis acrescentam que "o gozo de 11 dias de férias não considerando os feriados municipais cria a possibilidade de gozo de 8 fins-de-semana de 3 dias e que permitirá organizar, de forma programada, períodos interessantes em termos de exploração do sector de turismo e organizar de forma mais eficientes os sectores de indústria e serviços".
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  • Ricardo Andrade Há 6 dias
    De acordo! Acabem-se com os feriados religiosos!
     



  • Acabar com o 5 de Outubro e com o 1 de Novembro? O dia da implantação da República e o dia em que corremos com a dinastia espanhola? tá tudo louco? acabem mas é com os feriados religiosos e deixem os feriados civis e históricos com factos reais em paz.

     



  • Rodrigo CS Há 6 dias
    Mas o país parar quase 3 dias porque vem cá o papa já faz sentido... (com todo o respeito que este deve ter).
      meu comentário



  • Hugo Pereira Há 7 dias
    e já agora o fim de futuras pontes sobre o Tejo
    Transfo



  • Raul Pais Há 7 dias
    Muito boa iniciativa! Deve passar a ser testada de imediato pelas deputadas, grupo parlamentar e governo, para confirmarem a bondade da medida... oops! talvez seja melhor não... ainda vão aumentar a produtividade daquilo que fazem... (palavra começada por M)
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Comentários no CM on line

  • Comentário feito por:JOSE PORTO
  • 18 Maio 2010
Ainda bem que há representantes do Povo que se preocupam com estas coisas no grave momento que o país atravessa!!! É, de facto, um grande contributo para a solução da crise retirar 4 feriados ao Zé Povinho... Ocupem-se a tratar de coisas sérias e dêem o exemplo !!!
  • Comentário feito por:Ernesto de la Serna
  • 18 Maio 2010
Mais quatro dias para lembrar aos desempregados o quanto úteis se sentem para a sociedade. Porreiro "pás"! Vão mas é trabalhar!
  • Comentário feito por:Tiago Raposeiro
  • 18 Maio 2010
Funcionárias governamentais: esperava-se alguma proposta de jeito? Deviam era cortar nas despesas que têm pagas por conta do zé povinho, como viagens para a familia e alojamento.
  • Comentário feito por:santos
  • 18 Maio 2010
COMO NINGUÉM AS CONHECE, ESTAS DUAS QUEREM DAR NAS VISTAS , MAS ESCOLHERAM A PIOR FORMA. É que para vós a 6.ª feira já faz parte do fim de semana ou pensam q andamos a dormir!!!!
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Comentários no Público on line
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Comentários 1 a 2 de 2





  1. Anónimo , Sobreiros. 20.05.2010 15:45

    Corte Orcamental

    Acham mesmo que o feriado que corresponde á Restauracao da Independencia nao faz sentido???? Só mesmo quem nao preza a sua liberdade e a Indepencia do país faz tal comentário. O Carnaval como feriado já concordao!!! por favor! Tirao 4 feriados para criar mais um, para justificar usao o exemplo da vizinha Espanha. O que é que vem a seguir??? Porque nao tirar só dia de Natal, ( nao tem lógica comemorar uma data paga) poupa-se no subsidio de Natal e segue-se o exemplo dos paises árabes. E que tal!!!

    PM , PVarzim. 20.05.2010

    RE: Corte Orcamental

    Amigo, a religião hoje em dia são amendoins. A importancia do natal é social, dai a sua ideia de acabar com o natal, demonstra que voce sofre de alguma coisa... temos pena. O Dia da Restauração não é comemorado por ninguem. O Pais tem quase 1000 anos e não menos de 400. Logo faria mais sentido comemorar algo da fundação do pais, do que comemorar uma hipotetica restauração cujo objectivo é apenas desconfiança contra o pais vizinho, além de que esse feriado da ideia que Portugal pertenceu a Espanha. Além de que um feriado no verao, quando muita gente tem ferias e é tempo de calor é melhor que no inverno. Ou seja, estamos a juntar o util ao agradavel.




  2. Pedro , P.Varzim. 20.05.2010 10:13

    Uma ideia melhor e mais consensual

    Há feriados que já não se justificam como o Corpo de Deus, Sexta-Feira Santa, Imaculada Conceição ou a Restauração da Independencia. Em vez disso, o Carnaval deveria ser obrigatorio, O Dia da Batalha de Sao Mamede em vez do dia da Restauração. E, um terceiro feriado. para nós aqui, zona litoral norte, faz todo o sentido que a Segunda-Feira de Pascoa seja feriado, pois é aqui celebrado como o dia da familia. Logo o 2º feriado poderia ser dado como opção às autarquias... na minha opinião deveria ser ou a 2ª feira depois da Pascoa ou o dia 24 de Dezembro - vespera do natal, util para as pessoas! A segunda feira de pascoa nao quebra a semana, o carnaval é sempre declarado feriado e a vespera de natal está colada a outro feriado. Logo teria impacto positivo na economia, e as pessoas não ficavam chateadas com a perda de feriados.Quanto ao 26 de Dezembro demonstra a realidade alternativa em que os deputados vivem. Triste na minha opinião.
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