A Internacional

__ dementesim . . Do rio que tudo arrasta se diz que é violento Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem. . _____ . Quem luta pelo comunismo Deve saber lutar e não lutar, Dizer a verdade e não dizer a verdade, Prestar serviços e recusar serviços, Ter fé e não ter fé, Expor-se ao perigo e evitá-lo, Ser reconhecido e não ser reconhecido. Quem luta pelo comunismo . . Só tem uma verdade: A de lutar pelo comunismo. . . Bertold Brecht
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quinta-feira, janeiro 19, 2012

Jorge Messias - Vaticano «iluminado» e as «secretas»… ( 3 )

Avante!
N.º 1990 
19.Janeiro.2012 

  • Jorge Messias


Vaticano «iluminado» e as «secretas»… ( 3 )
«Os illuminati organizam-se em pirâmide de 13 famílias com existência real. Até certa altura, essas famílias dividiam entre si o poder; actualmente, uma só delas lidera o grupo, visto ser aquela que detém uma fortuna no valor de metade de todo o dinheiro existente no mundo» (Sérgio P. Couto,«As 13 famílias iluminadas, sociedades secretas da eugenia», Google, Internet).
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«Qualquer país que fizer um ataque directo a outro país para o destruir vê o seu poder triplicado. Assim, se for bem sucedido, o país atacante recebe imediatamente uma Carta-Plano e nova ficha de acção. Se falhar, o atacante é destruído; o prémio irá para o jogador que, nas circunstâncias, se defendeu e ganhou» (Steve Jackson, «Os jogos de guerra dos illuminati»).
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«Tenho vindo a abordar o tema de políticos na Maçonaria, no grupo Bilderberg e no governo de Barroso. A composição deste último e a crise económica e social dão para perceber que Portugal está sendo conduzido por um “governo oculto mundial”. Entre outras coisas, assim teremos em breve implantada aqui uma Nova Ordem que já se faz sentir em toda a Europa» (António Guterres, Opus Dei, ex-primeiro ministro PS, intervenção pública na Casa-Museu de João Soares, ano 2000).

Como é fácil imaginar-se, a partir do conhecimento de que as 400 famílias mais ricas do mundo dão suporte político e financeiro ao Vaticano, o poder de intervenção da Igreja na área económica é enorme. A partir dele, o papado pode fazer e desfazer governos e nações, gerir câmbios e mercados e, sobretudo, tem sempre a última palavra assegurada nas decisões finais dos estados capitalistas. Mesmo quando estes decidem a Paz ou a Guerra, a fome e a abundância, a miséria ou a riqueza. Ainda que, por tácticas e estratégias amadurecidas ao longo de milénios, as hierarquias religiosas permaneçam na sombra.
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.Aliás, o Vaticano conserva outros trunfos na manga. Associedades secretas constituem inegavelmente uma destas cartadas principais. As suas origens vêm dos confins da memória e a sua história é anterior às noções de Estado e da própria Igreja. Mas possuem os mesmos ingredientes das grandes religiões: os ocultos mistérios, a rigidez da disciplina, os impulsos imperialistas e a noção permanente do sobrenatural aliado à perspectiva do lucro.
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As sociedades secretas nasceram entre as classes pobres mas logo foram perfilhadas pelo poder dos ricos. No Ocidente, a Igreja primitiva cujos núcleos centrais tinham também um carácter secreto, cedo se apercebeu deste potencial.
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Seria interessante pesquisar-se esse passado mas não há aqui espaço para tanto. Retenhamos que a história da Igreja e o historial das «secretas» caminharam sempre em paralelo. Mesmo quando marcados por lutas que não eram de extermínio, como aparentavam, mas de absorção de poderes e de riquezas.
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 Nos nossos dias, ainda que o número de seitas e de bandos se continue a multiplicar, a tendência dominante é de centralização das sociedades secretas. No Ocidente, Maçonaria e Opus Dei são gigantescos blocos centrais do poder oculto altamente ramificado. Identificam-se nos objectivos a alcançar mas ambas procuram a hegemonia na Nova Ordem em construção. Uma e outra têm estruturas rígidas, escalões separados, dogmas e tabus, obediências rigorosas à «subsidiaridade» (um escalão obedece automaticamente ao escalão superior) e cultivam o transcendente, o aparentemente insondável, o mito e a infiltração nos interesses estabelecidos. Constituem, na realidade, dois ramos religiosos convergentes que se revezam no comando do mesmo pelotão capitalista. São eles os «iluminados». Aqueles que Deus ou o Ser Supremo «iluminou».  
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Recentes desenvolvimentos parecem apontar para mais uma tentativa de absorção de um dos grandes blocos pelo outro bloco. Nada disso é evidente mas convém estar atento. A concentração financeira e política assim alcançada seria catastrófica. Se os dois já estão em toda a parte, uma unificação seria bem pior.
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Neste momento, os mercados comandam os poderes dos estados. As religiões são paraísos onde florescem monopólios. Teremos de estar atentos às manobras estratégicas de ocupação das áreas sociais, territórios básicos das conquistas democráticas.
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Vigiemos pois estas escaramuças entre oficiais do mesmo ofício. Das «secretas» muito fica ainda por dizer...

quinta-feira, janeiro 05, 2012

Jorge Messias ~ Um manual do crime impune

Avante!

N.º 1988 
5.Janeiro.2012 


  • Jorge Messias


Um manual do crime impune
«A Igreja não é uma grande empresa porque a Igreja tem uma desmultiplicação de pessoas jurídicas. Cada uma dessas entidades é uma empresa pequena. O elo entre todas elas é a Igreja como comunhão. Houve outros países que cometeram o erro de concentrar tudo na personalidade jurídica da diocese …» (Cardeal-patriarca, D. José Policarpo em entrevista ao Diário de Notícias, Dezembro de 2011)
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«As Misericórdias, as IPSS, os Centros Sociais, representam uma panóplia muito pesada para nós. Esse tecido empresarial está a actuar já neste momento. São instituições que subsistem porque têm tido um apoio estruturado e negociado com o Ministério da Segurança Social e … bem! O Estado tem consciência de que através das nossas instituições presta um serviço público mais barato com grande qualidade humana e espiritual e, hoje, até técnica. A ajuda do Estado, neste momento, não oferece, quanto a mim, razão de queixa. A única coisa que está a acontecer é que não abre a novas frentes!» (idem, ibidem)
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Passagens da Constituição da República Portuguesa: «É tarefa fundamental do Estado… promover o bem-estar e a qualidade de vida do povo e a igualdade real entre os portugueses... mediante a transformação e modernização das estruturas económicas e sociais – Art. 9.º; as igrejas e outras comunidades religiosas estão separadas do Estado - Art. 41.º; incumbe prioritariamente ao Estado...orientar a sua acção para a socialização dos custos dos cuidados médicos e medicamentosos – Art. 64º »
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Numa recente entrevista do cardeal-patriarca de Lisboa, o mais elevado membro da hierarquia católica reconheceu implicitamente um facto evidente mas até aqui deliberadamente ignorado pelo clero: a Igreja amolda-se aos gostos dos mercados. Como empresa capitalista, entra nos negócios correntes para garantir a ampliação dos seus lucros e uma maior penetração na sociedade; sob diferentes capas instala em todos os sectores sociais redes de malha fina cada vez mais extensas e diversificadas que obedecem cegamente às orientações centrais do Vaticano.
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Pelo menos, bispos e cardeais esperam que assim seja. Para se justificarem, defendem a tese de que apoiar os ricos é beneficiar os pobres. Mesmo sabendo que é caricatural a noção de caridade que a Igreja propõe como substituto das funções do Estado social.
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Portugal tem 89 mil quilómetro de superfície, 11 milhões de habitantes e 20 dioceses que albergam 4364 paróquias. As IPSS são mais de 3000. Lares e pontos de abrigo, para lá dos 2000. As Misericórdias gerem cerca 400 hospitais e centros de Saúde. Mas não é só em Portugal que isto acontece. Se quisessem falar, os multimilionários de Bilderberg muito teriam para contar. E se o discurso papal fosse «sim, sim; não, não», então o povo veria claro nas trevas das concordatas, das sociedades secretas e dos off-shores...
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No plano social, com um governo português como este, a Igreja parece imparável mas não é tanto assim. Há IPSS que funcionam só no papel e também muita corrupção no meio de tudo isto. As instituições «não lucrativas» associam-se a «lobies» lucrativos e a breve trecho já ninguém sabe onde «a terra acaba e o mar começa». As tais «empresas pequenas» de que se gaba D. José infiltram-se no SNS com as suasparapúblicas destinadas a criar e a sonegar novos lucros mas os resultados são insuficientes. A nível administrativo – onde as instituições privadas preferencialmente se instalam – na Saúde aumentam os défices, os dinheiros mal parados e a luta pelo poder. Com «cortes sobre cortes» e com a crescente exploração do trabalho, escasseia o pessoal médico e paramédico e degrada-se a qualidade anteriormente reconhecia ao sector. Há hospitais que encerram enquanto outros aguardam a sua vez ou são «oferecidos» à Igreja por um governo para o qual a Constituição não existe. As «taxas» agora estabelecidas para a prestação de serviços do SNS rivalizam com os das clínicas privadas quando, constitucionalmente, seria dever do Estado pagá-los com o dinheiro das contribuições normais dos cidadãos.
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Cá fora, nos hospitais estatais que restam, vão acumular-se os jovens, os velhos e os pobres. Como gado. Como nos tempos de Salazar. Como quando a vida dos indefesos dependia dos caprichos da Virgem de Fátima.
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A situação social dos portugueses é já uma ruína. Miséria crescente. Até que os pobres deixem de consentir nestes jogos de salão e façam escutar a sua voz.
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Mesmo que outros a não queiram ouvir.

quinta-feira, dezembro 29, 2011

Jorge Messias - Bem aventurados os mais ricos da Terra! (1)



Avante!

N.º 1987 
29.Dezembro.2011

  • Jorge Messias

Bem aventurados os mais ricos da Terra! (1)
«Dinheiro é poder. O poder enlaçou-se com a política. A partir deste ponto, os problemas políticos fundem-se com a influência financeira do Vaticano na administração monetária» (Estebam Torres/Internet)
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«A Igreja está a tornar-se para muitos no principal obstáculo à fé. Nela não conseguem ver mais que a ambição humana pelo poder... » (Joseph Ratzinger, 1977, como Prefeito do ex-Tribunal do Santo Ofício), antes de ser papa
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«A constituição de uma Autoridade Pública Mundial ao serviço do bem comum é o único horizonte compatível com as realidades globais… dando vida a alguma forma de controlo monetário para gerir o mercado financeiro… mesmo que à custa da transferência gradual e equilibrada de uma parte das atribuições (de soberania) nacionais» («Nota sobre a reforma do sistema financeiro e monetário mundial»,Comissão Pontifícia Justiça e Paz, Outubro 2011)
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O Vaticano abandonou o seu silêncio «de chumbo» para mostrar como está atento à crise geral do capitalismo e como se empenha em salvar o sistema. Não é sem razão de ser que isto acontece. A Igreja católica é actualmente o mais poderoso grupo financeiro mundial. Embora seja impossível dar sequer uma ideia aproximada das dimensões reais do seu poderio – sobretudo político, económico e financeiro – façamos no entanto uma incursão no que é praticamente desconhecido.
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Temos visto pelos jornais como o preço dos metais preciosos, nomeadamente o oiro, tem crescido em flecha nos recentes tempos da crise. Pois a Igreja mundial, reconhecida como a mais importante detentora de metais preciosos, tem recolhido a maior parte dos lucros destas oscilações cambiais. Nos anos 80 do século vinte, antes da galopada dos preços começar, calculava-se que em todo o mundo o Vaticano detivesse nos seus cofres lingotes num valor superior a 6 mil milhões de dólares. Isso, só em «oiro sólido» (oiro em barras, com exclusão de outros metais preciosos trabalhados ou não (pepitas, objectos de oiro, moedas, peças incrustadas em altares, etc.).
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Também, tanto quanto se sabe, por alturas dos finais do século XX e só nos bancos suíços e ingleses o Vaticano detinha em acções, pedras preciosas, objectos de arte, etc., etc., reservas superiores a 11 biliões de dólares. Os poucos dados conhecidos permitem, igualmente, calcular que os bens eclesiásticos num só país – os EUA – considerado espelho da prosperidade capitalista, a Igreja administrava valores em bens imobiliários, acções, depósitos financeiros e outros investimentos que excediam a soma dos capitais sociais dos dez principais grupos económicos norte-americanos.
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Na declaração da «Comissão Pontifícia Justiça e Paz» a que à margem deste texto se alude, reconhece-se que actualmente, em todo o mundo, um trilião de seres humanos sobrevive com um rendimento de 1 dólar por dia. Por outro lado, admite-se que uma tal situação resulta de deficiências da gestão política e da prática de um liberalismo «tecnocrático». Mas não se fala no papel activo que o Vaticano tem desempenhado na construção deste quadro político e social.
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A complexa rede financeira dirigida pela Santa Sé depende directamente do Papa, da Cúria Romana e do IOR – Instituto para Obras Religiosas, correntemente conhecido comoBanco do Vaticano. Aparentemente, desempenha as funções que são comuns a qualquer banco. Na realidade, a rede vai muito mais além e é a sede da mais importante central financeira mundial. Giram na sua órbita bancos extremamente poderosos como o Pax, o J.P. Morgan ou oDeutsch Bank. Domina extensos impérios bancários, através da compra directa de grandes lotes de acções. Domina, por intervenção de terceiros, interesses que determinam as orientações dos verdadeiros centros de decisão mundial, tais como o G20, o Clube de Bilderberg,o Foreign Council norte-americano ou os Illuminati. Desenvolve constantes actividades criminosas, nomeadamente as lavagens de dinheiros, os desfalques, o contrabando e a corrupção, como está demonstrado pelos permanentes escândalos que envolvem o IOR (Ambrosiano, P2, falsas fundações, IPSS ou Fundos de Caridade, desvio de subsídios do Estado, operação «Mãos Limpas», etc., etc.).
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Em Itália, como em Portugal, aos responsáveis por estes crimes nada acontece.
.Estão protegidos pelos escudos invisíveis das «Concordatas».
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É o princípio de uma longa história. Mas, por hoje, temos de ficar por aqui.

terça-feira, agosto 17, 2010

Fidel Castro: A ONU, a impunidade e a guerra

Mundo

Vermelho - 16 de Agosto de 2010 - 9h09

O comandante da Revolução cubana volta a alertar, em Reflexão publicada nesta segunda-feira (16)na imprensa cubana,  para o perigo de guerra e desmascara a ação dos grandes grupos monopolistas do capital financeiro e dos meios de comunicação, mancomunados com as esferas de poder.

A Resolução 1929 do Conselho de Segurança das Nações Unidas de 9 de junho de 2010 selou o destino do imperialismo.

Não sei quantos se deram conta de que entre outras coisas absurdas, o secretário geral dessa instituição, Ban Ki-moon, cumprindo ordens superiores, incorreu no disparate de nomear Álvaro Uribe - quando este estava a ponto de concluir seu mandato – vice-presidente da comissão encarregada de investigar o ataque israelense à flotilha humanitária que transportava alimentos essenciais para a população sitiada na Faixa de Gaza. O ataque se produziu em águas internacionais a considerável distância da costa.

Tal decisão outorgava a Uribe, acusado por crimes de guerra, total impunidade, como se um país cheio de fossas comuns com cadáveres de pessoas assassinadas, algumas até com duas mil vítimas, e sete bases militares yanques, mais o resto das bases militares colombianas a seu serviço, não tivesse nada a ver com o terrorismo e o genocídio.

Por outro lado, em 10 de junho de 2010, o jornalista cubano Randy Alonso, que dirige o programa "Mesa Redonda" da televisão nacional, escreveu no sítio Web CubaDebate um artigo intitulado: "O chamado governo mundial se reuniu em Barcelona”, em que assinala:

"Chegaram ao prazeroso hotel Dolce em carros de luxo com vidros escuros ou em helicópteros”.

"Eram os mais de cem hierarcas da economia, das finanças, da política e dos meios de comunicação da América do Norte e da Europa, que vieram a este lugar para a reunião anual do Clube de Bildeberg, uma espécie de governo mundial na sombra”.

Outros articulistas honestos estavam acompanhando como ele as notícias que puderam ser filtradas do estranho encontro. Alguém muito mais informado do que eles estava seguindo a pista desses eventos desde há muitos anos.

"O excluisvo Clube que se reuniu em Sitges nasceu em 1954. Surgiu da idéia do conselheiro e analista político Joseph Retinger. Seus impulsionadores iniciais foram o magnata norte-americano David Rockefeller, o príncipe Bernardo da Holanda e o primeiro-ministro belga, Paul Van Zeeland . Seus propósitos fundacionais eram combater o crescente ‘anti-norteamericanismo’ que havia na Europa da época e enfrentar a União Soviética e o comunismo que cobrava força no Velho Continente”.

"Sua primeira reunião se realizou no Hotel Bilderberg, en Osterbeck, Holanda, a 29 e 30 de maio de 1954. Dali saiu o nome do grupo, que desde então se reuniu anualmente, exceto em 1976”.

"Há um núcleo de filiados permanentes que são os 39 membros do Steering Comittee (Comitê de Direção), o resto são convidados."

"A ‘organização’ exige que ninguém conceda entrevistas nem revele nada do que um participante individual tenha dito. É requisito imprescindível o domínio excelente da língua inglesa (...) não há tradutores presentes”.

"Não se sabe com exatidão os alcances reais do grupo. Os estudiosos dessa entidade dizem que não é por acaso que se reúnam sempre um pouco antes que o G-8 (antigo G-7) e que busquem uma nova ordem mundial de governo, exército, economia e ideologia única”.

"David Rockefeller disse em uma reportagem na revista ‘Newsweek’: ‘Algo deve substituir os governos e o poder privado me parece a entidade adequada para fazê-lo’”.

" O banqueiro James P. Warburg afirmou: ‘Goste-se ou não, teremos um governo mundial. A única questão é se será por concessão ou por imposição’”.

"Eles conheciam dez meses antes a data exata da invasão do Iraque; também conheciam o que ia acontecer com a bolha imobiliária. Com informação como essa se pode fazer muito dinheiro em todo tipo de mercados. Estamos falando de clubes de poder e de saber?”

"Para os estudiosos, um dos temas que mais preocupam o Clube é a ‘ameaça econômica’, o que significa China e sua repercussão nas sociedades norte-americanas e europeias”.

"Sua influência na elite é demonstrada com o fato de que Margaret Thatcher, Bill Clinton, Anthony Blair e Barack Obama estvieram entre os convidados ao Clube antes de que fossem eleitos ao mais alto cargo governamental na Grã Bretanha e nos Estados Unidos. Obama compareceu à reunião de junho de 2008 na Virgínia, EUA, cinco meses antes de seu triunfo eleitoral e sua vitória já era prognosticada desde a reunião de 2007”.

"Em meio a tanto sigilo, a imprensa foi sacando nomes por aqui e por ali. Entre os que chegaram a Sitges estavam importantes empresários como os presidentes da Fiat, Coca-Cola, France Telecom, Telefônica da Espanha, Suez, Siemens, Shell, Novartis e Airbus.”

"Também se reuniram gurus das finanças e da economia como o famoso especulador George Soros,os assessores econômicos de Obama, Paul Volcker y Larry Summers, o flamante secretário do Tesouro britânico, George Osborne, o ex-presidente do Goldman Sachs e da British Petroleum, Peter Shilton (...), o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellic, o diretor general do FMI, Dominique Strauss-Kahn, o diretor da la Organização Mundial do Comércio, Pascal Lamy, o presidente do Banco Central Europeu, Jean Claude Trichet, o presidente do Banco Europeu de Investimentos, Philippe Maystad."

Os nossos leitores sabem alguma coisa sobre isso? Algum órgão importante dos meios de comunicação radiofônicos, televisivos ou impressos disseram alguma palavra? É essa a liberdade de imprensa que tanto apregoam no ocidente? Pode algum deles negar que estas reuniões sistemáticas dos mais poderosos financistas do mundo são realizadas todos os anos, à exceção do ano citado?

"O poder militar enviou alguns de seus falcões - continúa Randy. O ex-secretário da Defesa de Bush, Donald Rumsfeld, seu subalterno, Paul Wolfowitz, o secretário geral da OTAN, Anders Fogh Rasmussen e seu antecessor no cargo, Jaap de Hoop Scheffer."

"O magnata da era digital, Bill Gates, foi o único participante que falou algo à imprensa antes do encontro. ‘Sou um dos que estará presente, disse, e anunciou: ‘Sobre a mesa haverá muitos debates financeiros’" .

"Os especuladores da notícia falam que o poder na sombra analisou o futuro do Euro e as estratégias para salvá-lo, a situação da economia europeia e o rumo da crise. Sob a religião do mercado e o auxílio dos drásticos cortes salariais se quer continuar prolongando a vida do enfermo”.

"O coordenador da Esquerda Unida, Cayo Lara, definiu com clareza o mundo que os Bildeberg nos impõem: ‘Estamos em um mundo ao contrário; as democracias controladas, tuteladas e pressionadas pelas ditaduras dos poderes financeiros’".

"O mais perigoso, que foi publicado no jornal espanhol ‘Público’, é o consenso majoritário dos membros do Clube a favor de um ataque norte-americano ao Irã (...) Recordar que os membros do Clube sabiam a data exata da invasão ao Iraque de 2003, dez meses antes que ocorresse”.

Acaso é uma invenção caprichosa a ideia, quando isto se soma a todas as evidências expostas nas últimas Reflexões? A guerra contra o Irã já está decidida nos altos círculos do império, e somente um esforço extraordinário da opinião mundial poderia impedir que estoure em prazo muito breve. Quem oculta a verdade? Quem engana? Quem mente? Algo do que se afirma aqui pode ser desmentido?

Fidel Castro Ruz

15 de agosto de 2010

Fonte: Prensa Latina
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domingo, fevereiro 07, 2010

Clube Bilderberg – Os Senhores do Mundo A nova era da escravidão



Clube Bilderberg – Os Senhores do Mundo
A nova era da escravidão

Os ângulos de abordagem usados pelos comentadores para a análise e explicação das causas da actual crise do capitalismo global raras vezes têm colocado a hipótese de se poder estar em presença de um plano sofisticado arquitectado pelos próprios detentores do grande capital. Mas não é possível deixar passar em claro que aspectos decisivos marcam a diferença que existe entre a forma como a presente crise surgiu e se desenvolveu e a génese das outras crises cíclicas do capitalismo.

Existe uma gestão da actual crise. Esta tese foi desenvolvida e densamente fundamentada num trabalho de Daniel Estulin cujo título original é bem descritivo – The Road to Tyranny: Total Enslavement. Na tradução portuguesa intitula-se Clube Bilderberg – Os Senhores do Mundo.
O livro de Estulin contém revelações sensacionais. Se nas sociedades ocidentais tudo se encobre com o manto da democracia, a realidade política e social é bem diferente. Nunca o produto do trabalho foi tão mal repartido. Nunca, depois de Hitler e de Mussolini, as áreas do poder se aproximaram tanto dos modelos concentracionários da Nova Ordem Mundial que o nazi-fascismo se propôs concretizar. Sabe-se agora que a História não faz este desvio por acaso. Existe um governo central invisível que procura controlar o mundo e fazer recuar o processo histórico de libertação do homem.
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A escalada do poder totalitário
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Em última instância, a Nova Ordem da globalização pretende inverter, na medida dos interesses dos mais ricos, todas as leis sociais que consagram a emancipação dos povos. Importa que o grande capital se apodere do poder e abra caminho, custe o que custar, à instalação de um só governo global dispondo de um só exército mundial, de um só mercado único e de um só Banco Mundial regulador da economia e das finanças, ao serviço da globalização. Todas as armas do arsenal capitalista devem ser usadas nesse sentido vital: os sindicatos serão desmontados, as identidades nacionais subvertidas, a comunicação social transformar-se-á num poderoso meio de controlo das mentes, as guerras, as epidemias, as fomes, os assassinatos políticos, serão bem-vindos desde que contribuam para concentrar a riqueza nas mãos de uma elite financeira cada vez mais restrita. «Na Nova Ordem Mundial» – diz Estulin – «não haverá classe média, apenas pobres e ricos». Para atingir este objectivo com segurança, a globalização neoliberal envolveu igualmente as religiões e as igrejas. Uma só Igreja Universal terá espaço para se afirmar e canalizar a crença religiosa das massas no sentido da sujeição dos pobres aos ricos e à escravidão do terror. Todas as outras confissões serão aniquiladas. É por isso que constantemente vemos eclodirem guerras de destruição em países onde predominam religiões não católicas.
Este megalómano plano da loucura e do crime passa também pela abertura de crises económicas e financeiras devidamente controladas à escala planetária. Em tudo aparentada com a Nova Ordem Nazi, a globalização exige a destruição dos sistemas económicos tradicionais, numa fase intercalar de «sociedades pós-industriais de crescimento zero». Áreas estratégicas serão congeladas, nomeadamente no sector da energia. Serão bloqueadas todas as tentativas nacionais de industrialização e as principais unidades fabris que servem os países ricos serão transferidas para os países pobres onde a mão-de-obra escrava é barata. Em contrapartida, constituir-se-á uma casta de tecnocratas bem pagos, à imagem da classe aristocrática dos senhores feudais. Neste aspecto, a crise económica mundial desempenha um papel insubstituível: só ela pode «cilindrar» os países pobres, banir os seres inúteis e estabelecer em definitivo o modelo de organização social baseado na sujeição dos explorados aos exploradores. O futuro das sociedades será portanto elitista e esclavagista. A repressão dos povos com veleidades de resistência tornar-se-á pois empresa fácil para os exploradores. As epidemias graves tornar-se-ão também no futuro uma excelente forma de simplificação dos problemas sociais. O «governo invisível» pensa ser possível exterminar deste modo, até ao ano de 2050, quatro mil milhões de «comedores inúteis» (segundo os irónicos comentários de Rockefeller e de Kissinger, membros do Clube Bilderberg). «Dos restantes 2 mil milhões de pessoas, 500 milhões serão formadas por raças chinesas e japonesas, escolhidas porque são povos que foram subordinados a uma disciplina rígida, durante séculos, e estão habituados a obedecer à autoridade sem a questionar».
É também vital «manter as pessoas num estado perpétuo de desequilíbrio – físico, mental e emocional – através de crises pré-fabricadas e sucessivas. Isso impedi-las-á de decidirem o seu próprio destino, confundindo e desmoralizando assim as populações a ponto de que, quando confrontadas com escolhas difíceis, se gere uma apatia geral em grande escala» (John Coleman in Conspirator's Hierarchy: The story of the Committee of 300).
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Os ocultos alçapões
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Levar à prática esta política de «terra queimada», destruir e simultaneamente substituir «criativamente», exige uma direcção central com poderes transcendentes. Este «governo sombra» já existe e está devidamente identificado. Dá pelo nome de «CFR-Council on Foreing Relations» (Conselho das Relações Externas). A sua natureza e o seu poderio não devem ser entendidos como sinais de uma simples sociedade secreta. O CFR é a cabeça do comando de centenas de sociedades secretas ou semi-secretas. Toma decisões, sem direito a recurso, da mais alta gravidade. Dita orientações inapeláveis ao FMI, ao Banco Mundial, à OCDE, aos países do G8, à ONU, à NATO, a tudo quanto traduza, no mundo capitalista, governo, poder e dinheiro. Por isso é cegamente obedecido pelos centros de decisão do grande capital, como é o caso do Clube de Bilderberg ou do poderoso Grupo de Davos. Ninguém penetra nos círculos do CFR sem ser convidado. E a decisão de convidar alguém só pode ser tomada pelo próprio CFR. Mesmo no caso das figuras de maior destaque político e financeiro. Por exemplo, o actual Papa, Joseph Ratzinger, faz parte do «Clube de Bilderberg» e é membro de grau 33 da Maçonaria. Foi um dos convidados do CFR. A revelação é feita por Estulin neste seu livro. A obra refere ainda, como fundador do Bilderberg (1954), o príncipe Bernhard da Holanda, 100 nomes dos detentores das principais fortunas mundiais e todos aqueles que desempenharam papéis de direcção de relevo e ainda estão vivos, nos países mais ricos e desenvolvidos, tais como os de Margaret Thatcher, Giscard d'Estaing, Bill Clinton, Tony Blair, Donald Rumsfeld, etc., etc. O CFR é também a instância suprema de uma pirâmide de «cachos» de grupos secretos e semi-secretos, tais como o Clube de Roma, a Trilateral, a Maçonaria, o Opus Dei, a Távola Redonda, a Sociedade dos Jesuítas Aristóteles e de muitos outros tentáculos do «polvo» capitalista.
É nas reuniões periódicas e ultra secretas do Clube Bilderberg, do grupo de Davos e do CFR, que se decidem guerras e destruições maciças, como as do Iraque, das Malvinas, dos bombardeamentos da Chechénia, das operações no Kosovo ou das atrocidades cometidas no Congo e no Sudão. «Quase todos os generais, almirantes, vice-almirantes, coronéis e capitães do Estado-Maior Conjunto (o grupo de experimentados veteranos de guerra que são a base das decisões dos presidentes dos EUA em todas as iniciativas bélicas) estão nas mãos e sob o controlo da organização irmã de Bilderberg – o temível Council on Foreign Relations» - esclarece Daniel Estulin.
Aliás, este seu trabalho está recheado de dados concretos inesperados. Num desses passos e a propósito da importância das decisões que são tomadas nas reuniões do Clube de Bilderberg, Estulin refere-se a Portugal.
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A jogada portuguesa
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O encontro anual dos Bilderbergs realizou-se, em 2004, num hotel em Stresa, em Itália. Da agenda da reunião, agora conhecida, constavam alíneas importantes nomeadamente, a ampliação da zona de Comércio Livre, o projecto de criação de três moedas universais, a harmonização tributária, o petróleo e o Médio Oriente, etc. Tudo isto são aspectos relacionados com as finanças e a economia, discutidos em vésperas do reconhecimento oficial da actual crise financeira. Refere Estulin: «Segundo uma fonte bem informada, presente na reunião, a jogada portuguesa de 2004 – isto é, a promoção em bloco dos bilderbergs portugueses – foi encenada em Stresa. Pedro Santana Lopes, o pouco conhecido presidente da Câmara Municipal de Lisboa, foi nomeado primeiro-ministro pelo Presidente da República; José Manuel Durão Barroso, anterior primeiro-ministro, é agora presidente da Comissão Europeia; e José Sócrates, deputado, foi eleito líder do Partido Socialista, depois de Eduardo Ferro Rodrigues se demitir do cargo, em plena crise social e política (fontes próximas da investigação confirmam que essa crise também foi montada nos bastidores de Stresa, pelos bilderbergs)». Para além dos nomes já referidos, estiveram presentes outras entidades portuguesas, como Pinto Balsemão, António Guterres, Morais Sarmento e outros.
As reuniões anuais do Clube Bilderberg geram infalivelmente alterações profundas no panorama político mundial. Por si só, esta constatação seria suficiente para provar que estamos em presença de um «Governo Mundial Único». Outro facto indesmentível é a evidência de que todas as políticas dos ministérios de Sócrates são decalcadas nas instruções de Bilderberg. Ponto por ponto, como uma cartilha. Das grandes linhas gerais da acção governativa aos mais pequenos detalhes do comércio de computadores, da implantação de «chips», do alarmismo das falsas pandemias, das energias alternativas, das «lutas contra a pobreza» que não produzem resultados, das torrentes de dinheiro para os bancos falidos, das falácias em torno dos défices públicos e... tudo o mais.
Péssimo serviço prestaria ao povo quem tentasse ignorar que os riscos do momento que atravessamos são enormes e que é gigantesco o poder acumulado nas mãos dos representantes do grande capital. Mas o povo, os trabalhadores, os intelectuais, os explorados em geral, têm todas as razões para continuarem a lutar por um mundo melhor e mais justo. Importa que se ergam na denúncia da injustiça, que se organizem e lutem. Estulin encerra o seu livro com essas conclusões optimistas e positivas.
Os caminhos da globalização não são maré de rosas. O capitalismo global, para avançar depressa, queimou etapas. Atirou as finanças contra a economia. Faz a guerra pela globalização total, procura esmagar as nacionalidades e debate-se com o terrorismo. Pratica a estratégia da «terra queimada». Desperta os ódios das classes médias e a ira dos trabalhadores. Tentou a quadratura do círculo, não foi capaz, perdeu o pé e está na iminência de regressar ao fascismo puro e duro, sua matriz principal. Mas os capitalistas terão de aprender à sua custa que «a história de toda a sociedade até agora existente é a história da luta de classes». Daniel Estulin entende deste modo a situação presente e reforça a confiança que devemos ter no futuro e na nossa capacidade de lutar.
O capitalismo promete a paz e faz a guerra. Invoca a democracia e tece as malhas de uma sociedade concentracionária. Diz-se campeão do sucesso e da prosperidade e trata os pobres como se fossem gado. Faz aquilo que sabe não dever fazer: lançar na miséria mesmo aqueles a que tem chamado seus pares e proletariza as classes médias. O capitalismo global está cada vez mais isolado. Não consegue atingir o essencial das suas metas.
Não conseguiu fundir, como se propunha, os mercados europeus, norte-americanos e orientais. Não conseguiu instalar uma só Religião Universal. Não conseguiu confundir os povos e as nações, transformando-as em simples Regiões da Terra. Não conseguiu esvaziar de conteúdo o sentimento nacional dos povos. Não conseguiu extinguir as lutas de classes. Não conseguiu ocultar as suas relações com o terrorismo. Não conseguiu despovoar as grandes cidades. Lançou guerras punitivas, lançou a fome e o sofrimento. Mesmo assim não conseguiu exterminar os povos pobres até ao ano 2000, tal como a administração Bush pretendia. Não conseguiu fundir num só exército as forças armadas norte-americanas e russas. Não conseguiu alcançar a hegemonia absoluta nos sistemas da saúde e da educação em todos os países. Não conseguiu resolver os problemas internos do capitalismo.
A globalização é um falso mito. Construiu um monstro que a há-de devorar. O capitalismo morrerá afogado em oiro. Mas deixará atrás de si uma terra em ruínas que os pobres irão habitar.
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Avante Nº 1888
04.Fevereiro.2010
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sábado, fevereiro 06, 2010

CLUBE BILDERBERG: OS SENHORES DO MUNDO por vera lúcia kalahari / Portugal

CLUBE BILDERBERG: OS SENHORES DO MUNDO por vera lúcia kalahari / Portugal

VERA LÚCIA KALAARI - fim da humanidade
Considero-me uma pessoa que já não se choca com nada. A minha vivência de perto com a guerra, deu-me a conhecer um mundo que julgo ser desconhecido da maioria do grande público: os obscuros bastidores dos negócios ligados aos conflitos internacionais. Porque, para além do comércio de armamento há muitos outros inerentes a estes flagelos, operações financeiras essas que vão desde a contratação de mercenários por agências especializadas, sedeadas na sua maioria em Londres, às Companhias de Seguro onde se estabelecem as condições em que esses mesmo mercenários ficarão cobertos por tais Apólices, revertendo, na sua maioria a favor das famílias. E aqui
aparece outro negócio que rende milhões. Só que em caso de morte desses mesmos mercenários, tais prémios só serão recebidos, se forem apresentados os corpos dos
mesmos. Por isso, logo se desencadeiam duas frentes de negociações: dum lado, os advogados das Seguradoras, que tudo fazem para que o corpo não apareça. Doutro lado
os representantes das famílias para que o corpo lhes seja restituído. E uma terceira frente de negociações surge: dos países onde os mercenários morreram, que conservam os cadáveres congelados, para, por sua vez, negociarem os mesmos. Na maior parte das vezes, a sua entrega contra prisioneiros do seu país. Terceira onda de negociações de
valores são discutidos,  X por cabeça, ou pela entrega directa dos corpos, consoante
o que for mais lucrativo. E enganam-se aqueles que pensam que estas transacções se reduzem a meia dúzia de dólares. Não… Os valores atingidos cifram-se em milhões, porque os Seguros desta natureza, atingem milhões e milhões de dólares. Esta é, assim
uma das mil e uma ramificações de lucros financeiros, originados por qualquer conflito.
Este intróito, chamemos-lhe assim, foi apenas para vos explicar, que, felizmente ou infelizmente, já nada me surpreende neste mundo cão. E talvez por isso, nestes últimos tempos, resolvi fugir um pouco à negra realidade dos tempos que vivemos e preferi quedar na serenidade que me traz a poesia. Entrei no marasmo de tudo ignorar. Ouvi as manifestações contra a Globalização mas nem me incomodei muito com isso. Na realidade e confessando a minha culpa, nem paciência tinha para aprofundar o que era, afinal, essa tal Globalização. E o que se escrevia sobre ela era tudo em termos tão académicos, numa terminologia tão densa que eu começava a ler e rapidamente me perdia nos maçudos parágrafos cheios de ‘‘palavrões’’ que, para serem decifrados, tinha que, forçosamente, ter um dicionário ao meu lado.
Há três ou quatro dias, alguém me despertou desta apatia, e o que ouvi, vindo de quem veio, uma pessoa extremamente culta e um ‘‘expert’’ no que respeita à política internacional, fez-me entrar quase em pânico, para o que realmente estava a acontecer perante os nossos olhos, sem que, na nossa maioria, nem nos apercebêssemos que, se isto for, na realidade verdade, estamos todos nós a sermos vergonhosamente responsáveis pelo futuro dos nossos filhos e netos. Por isso, duma forma bastante sintética, mas servindo apenas como um alerta, porque quem quiser aprofundar a questão poderá sempre fazê-lo e poderá ter acesso à lista de nomes já do conhecimento de alguns historiadores e jornalistas internacionais que fazem parte deste Clube Bilderberg que tem ao que se saiba, um objectivo único: tornar-se no Governo sombra do Mundo. Isto assemelha-se quase a qualquer filme de ficção científica, mas analisando o que se está a passar diariamente no nosso planeta, parece-nos que a máquina já está em pleno movimento, rumo ao objectivo para a qual foi concebida.
Portanto, a Nova Era, será a Era da escravidão total. E a todos aqueles que estiverem interessados em conhecer os poderes secretos que neste momento governam o mundo e afectam a vida de todos os seus habitantes, atentem nos seguintes detalhes, que
constituem os objectivos principais do Clube Bilderberg – fundado  em  1954 em Oosterback ,Holanda, por iniciativa do príncipe Bernhard desse país – :
1 – Procurar anular todos os países, existindo depois apenas Regiões da Terra e valores universais, isto é, uma Economia Universal e um Governo Universal, nomeado, não eleito, e uma Região Universal. Para tal, defendem mais abordagem técnica e menos conhecimento por parte dos Povos. Isto reduz as possibilidades dos mesmos se inteirarem do plano Global dos senhores do mundo, e criarem resistência.
2-Um Governo Universal Mundial, com um Mercado globalizado, policiados por um
Exercito Mundial, uma Moeda Única Mundial, regulada por um Banco Mundial.
3- Uma Igreja Universal para canalizar a Crença Religiosa que mais convenha na direcção desejada pela Nova Ordem Militar. A propósito: um dos objectivos será abolir a Cruz de Cristo. O Vaticano já foi contactado sobre isso, porque nos corredores de Bruxelas não há apenas rumores sobre propostas da anulação do Símbolo da Cruz por toda a Europa. Há já elaborações concretas em comissões de alguns Estados Membros para rectificarem as suas condecorações, para ‘’não magoarem a sensibilidade de maiorias religiosas que consideram a presença da Cruz como algo funesto’’. É uma nova Cruzada que se impõem porque é, já uma certeza, esta tentativa de auto-mutilação e a anulação do símbolo mais sagrado da Europa, a Cruz de Cristo. Como quem não quer, estão agora a pactuar com a destruição do símbolo cristão.
Mas voltemos aos objectivos do Clube:
4-Reforçar Organismos Internacionais para acabarem com todas as identidades nacionais. Só os valores Universais poderão prosperar.
5-Criação de Sociedades pós-industrialização de crescimento zero. Porá fim a toda a industrialização de energia eléctrica nuclear, excepto para a indústria informática e de serviços. As indústrias serão exportadas para países pobres, como América Latina e África, onde o trabalho escravo é barato.
6-O Crescimento Zero é necessário para destruir o progresso e dividir a sociedade em patrões e escravos. Não interessa a prosperidade porque dificulta a repressão.
7-Despovoamento das grandes cidades.
8-Provocar por meio da guerra, pela fome e pela doença, a morte de 4 mil milhões de
pessoas até ao ano de 2050. São os que os membros do Clube denominam de ´´comedores inúteis’’. Dos restantes 2 mil milhões, 500 milhões serão formados por chineses e japoneses, escolhidos, porque foram povos subordinados a uma disciplina férrea e que estão habituados a obedecer, sem questionar. Aproveito para fazer referência às declarações do Dr. Leonard Horowitz que assegura que a Gripe A tenha sido ‘‘fabricada’’ por bio-engenheiros anglo-americanos do laboratório Novavax.
9-Manter a população num estado perpétuo de desequilíbrio, físico, mental e psicológico, por crises fabricadas com esse objectivo. Isso impedi-la-á de decidirem o seu destino, confundindo-as a tal ponto que se gerará uma apatia colectiva e um sentimento de desinteresse total.
10-Assumir o controle da educação. A juventude actual está na sua grande maioria,
contribuindo inconscientemente para os seus objectivos, ignorando as liberdades individuais. Para os globalistas são adversários que já rotularam de ´’ sem princípios.
11-Assumir as Nações Unidas e promover a criação de um Imposto Directo da ONU, pago pelos cidadãos mundiais.
12-Instituição dum Tribunal Internacional de Justiça com um Único Sistema Jurídico.
13-Instalação dum Estado Único de Providência Social, onde os Trabalhadores Obedientes serão recompensados e os outros abandonados à sua sorte.
Estes, são, pois, os objectivos definidos. Todos sabemos que o domínio do mundo, já faz parte da sua História. Mas este Clube, na sua tentativa de subordinar-nos a todos, é, no meu entender, o pior mal que já enfrentámos, pois exerce um poder de coacção e terror que temo possa acabar com a resistência, onde quer que seja que ela exista para os fazer abandonar as suas eventuais intenções. É a ditadura mundial, porque ao que os mais entendidos asseguram é que Bilderberg é o ´´olho que tudo vê’’. Nas suas reuniões decidem-se a guerra, a fome, a pobreza, as derrocadas dos governos, as alterações políticas, sociais e monetárias. Um Governo invisível que controla tudo: Os E.U.A., o Fundo Monetário Internacional, O Banco Africano de Desenvolvimento, O Banco Mundial, as Nações Unidas, a União Europeia, e os homens mais poderosos do planeta que vão de banqueiros, a industriais, proprietários dos maiores meios da Comunicação
Social, etc. A lista dos seus membros é conhecida dalguns meios. Podíamos inclui-la aqui. Mas por motivos óbvios não o fazemos.
O Clube reúne-se anualmente com os membros, que estão autorizados a levar alguns convidados. Para o efeito, alugam por três ou quatro dias um hotel, que fica exclusivamente ao seu serviço. Em 1999 foi em Portugal, em Sintra, no Hotel dos Seteais. Este ano, terá lugar em Julho, na Grécia.
Este artigo vai longo mas procurei sintetizá-lo o máximo e, principalmente, numa linguagem simples, alertar todos os que me lêem que, no meu ponto de vista, e analisando as profundas mudanças que já estamos a verificar, penso que a verdade uma vez utilizada como arma, espalha-se pelo mundo de forma imparável, neste mundo que devemos estar conscientes, está em guerra. A guerra final entre a Verdade e a Mentira.
Neste momento, não há hipótese, de neutralidade, de ficarmos no nosso canto à espera de quem vence ou perde. Calar-se agora é permitir o nosso desaparecimento e a entrega de todas as conquistas que foram feitas durante séculos. Esclarecer é defender as nossas gerações futuras.
Vera Lúcia
 
Considero-me uma pessoa que já não se choca com nada. A minha vivência de perto com a guerra, deu-me a conhecer um mundo que julgo ser desconhecido da maioria do grande público: os obscuros bastidores dos negócios ligados aos conflitos internacionais. Porque, para além do comércio de armamento há muitos outros inerentes a estes flagelos, operações financeiras essas que vão desde a contratação de mercenários por agências especializadas, sedeadas na sua maioria em Londres, às Companhias de Seguro onde se estabelecem as condições em que esses mesmo mercenários ficarão cobertos por tais Apólices, revertendo, na sua maioria a favor das famílias. E aqui aparece outro negócio que rende milhões. Só que em caso de morte desses mesmos mercenários, tais prémios só serão recebidos, se forem apresentados os corpos dos mesmos. Por isso, logo se desencadeiam duas frentes de negociações: dum lado, os advogados das Seguradoras, que tudo fazem para que o corpo não apareça. Doutro lado os representantes das famílias para que o corpo lhes seja restituído. E uma terceira frente de negociações surge: dos países onde os mercenários morreram, que conservam os cadáveres congelados, para, por sua vez, negociarem os mesmos. Na maior parte das vezes, a sua entrega contra prisioneiros do seu país. Terceira onda de negociações de valores são discutidos,  X por cabeça, ou pela entrega directa dos corpos, consoante o que for mais lucrativo. E enganam-se aqueles que pensam que estas transacções se reduzem a meia dúzia de dólares. Não… Os valores atingidos cifram-se em milhões, porque os Seguros desta natureza, atingem milhões e milhões de dólares. Esta é, assim uma das mil e uma ramificações de lucros financeiros, originados por qualquer conflito. Este intróito, chamemos-lhe assim, foi apenas para vos explicar, que, felizmente ou infelizmente, já nada me surpreende neste mundo cão. E talvez por isso, nestes últimos tempos, resolvi fugir um pouco à negra realidade dos tempos que vivemos e preferi quedar na serenidade que me traz a poesia. Entrei no marasmo de tudo ignorar. Ouvi as manifestações contra a Globalização mas nem me incomodei muito com isso. Na realidade e confessando a minha culpa, nem paciência tinha para aprofundar o que era, afinal, essa tal Globalização. E o que se escrevia sobre ela era tudo em termos tão académicos, numa terminologia tão densa que eu começava a ler e rapidamente me perdia nos maçudos parágrafos cheios de ‘‘palavrões’’ que, para serem decifrados, tinha que, forçosamente, ter um dicionário ao meu lado.
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Há três ou quatro dias, alguém me despertou desta apatia, e o que ouvi, vindo de quem veio, uma pessoa extremamente culta e um ‘‘expert’’ no que respeita à política internacional, fez-me entrar quase em pânico, para o que realmente estava a acontecer perante os nossos olhos, sem que, na nossa maioria, nem nos apercebêssemos que, se isto for, na realidade verdade, estamos todos nós a sermos vergonhosamente responsáveis pelo futuro dos nossos filhos e netos. Por isso, duma forma bastante sintética, mas servindo apenas como um alerta, porque quem quiser aprofundar a questão poderá sempre fazê-lo e poderá ter acesso à lista de nomes já do conhecimento de alguns historiadores e jornalistas internacionais que fazem parte deste Clube Bilderberg que tem ao que se saiba, um objectivo único: tornar-se no Governo sombra do Mundo. Isto assemelha-se quase a qualquer filme de ficção científica, mas analisando o que se está a passar diariamente no nosso planeta, parece-nos que a máquina já está em pleno movimento, rumo ao objectivo para a qual foi concebida.
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Portanto, a Nova Era, será a Era da escravidão total. E a todos aqueles que estiverem interessados em conhecer os poderes secretos que neste momento governam o mundo e afectam a vida de todos os seus habitantes, atentem nos seguintes detalhes, que constituem os objectivos principais do Clube Bilderberg – fundado  em  1954 em Oosterback ,Holanda, por iniciativa do príncipe Bernhard desse país – :
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1 – Procurar anular todos os países, existindo depois apenas Regiões da Terra e valores universais, isto é, uma Economia Universal e um Governo Universal, nomeado, não eleito, e uma Região Universal. Para tal, defendem mais abordagem técnica e menos conhecimento por parte dos Povos. Isto reduz as possibilidades dos mesmos se inteirarem do plano Global dos senhores do mundo, e criarem resistência.
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2-Um Governo Universal Mundial, com um Mercado globalizado, policiados por um Exercito Mundial, uma Moeda Única Mundial, regulada por um Banco Mundial.
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3- Uma Igreja Universal para canalizar a Crença Religiosa que mais convenha na direcção desejada pela Nova Ordem Militar. A propósito: um dos objectivos será abolir a Cruz de Cristo. O Vaticano já foi contactado sobre isso, porque nos corredores de Bruxelas não há apenas rumores sobre propostas da anulação do Símbolo da Cruz por toda a Europa. Há já elaborações concretas em comissões de alguns Estados Membros para rectificarem as suas condecorações, para ‘’não magoarem a sensibilidade de maiorias religiosas que consideram a presença da Cruz como algo funesto’’. É uma nova Cruzada que se impõem porque é, já uma certeza, esta tentativa de auto-mutilação e a anulação do símbolo mais sagrado da Europa, a Cruz de Cristo. Como quem não quer, estão agora a pactuar com a destruição do símbolo cristão.
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Mas voltemos aos objectivos do Clube:
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4-Reforçar Organismos Internacionais para acabarem com todas as identidades nacionais. Só os valores Universais poderão prosperar.
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5-Criação de Sociedades pós-industrialização de crescimento zero. Porá fim a toda a industrialização de energia eléctrica nuclear, excepto para a indústria informática e de serviços. As indústrias serão exportadas para países pobres, como América Latina e África, onde o trabalho escravo é barato.
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6-O Crescimento Zero é necessário para destruir o progresso e dividir a sociedade em patrões e escravos. Não interessa a prosperidade porque dificulta a repressão.
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7-Despovoamento das grandes cidades.
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8-Provocar por meio da guerra, pela fome e pela doença, a morte de 4 mil milhões de pessoas até ao ano de 2050. São os que os membros do Clube denominam de ´´comedores inúteis’’. Dos restantes 2 mil milhões, 500 milhões serão formados por chineses e japoneses, escolhidos, porque foram povos subordinados a uma disciplina férrea e que estão habituados a obedecer, sem questionar. Aproveito para fazer referência às declarações do Dr. Leonard Horowitz que assegura que a Gripe A tenha sido ‘‘fabricada’’ por bio-engenheiros anglo-americanos do laboratório Novavax.
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9-Manter a população num estado perpétuo de desequilíbrio, físico, mental e psicológico, por crises fabricadas com esse objectivo. Isso impedi-la-á de decidirem o seu destino, confundindo-as a tal ponto que se gerará uma apatia colectiva e um sentimento de desinteresse total.
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10-Assumir o controle da educação. A juventude actual está na sua grande maioria, contribuindo inconscientemente para os seus objectivos, ignorando as liberdades individuais. Para os globalistas são adversários que já rotularam de ´’ sem princípios.
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11-Assumir as Nações Unidas e promover a criação de um Imposto Directo da ONU, pago pelos cidadãos mundiais.
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12-Instituição dum Tribunal Internacional de Justiça com um Único Sistema Jurídico.
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13-Instalação dum Estado Único de Providência Social, onde os Trabalhadores Obedientes serão recompensados e os outros abandonados à sua sorte.
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Estes, são, pois, os objectivos definidos. Todos sabemos que o domínio do mundo, já faz parte da sua História. Mas este Clube, na sua tentativa de subordinar-nos a todos, é, no meu entender, o pior mal que já enfrentámos, pois exerce um poder de coacção e terror que temo possa acabar com a resistência, onde quer que seja que ela exista para os fazer abandonar as suas eventuais intenções. É a ditadura mundial, porque ao que os mais entendidos asseguram é que Bilderberg é o ´´olho que tudo vê’’. Nas suas reuniões decidem-se a guerra, a fome, a pobreza, as derrocadas dos governos, as alterações políticas, sociais e monetárias. Um Governo invisível que controla tudo: Os E.U.A., o Fundo Monetário Internacional, O Banco Africano de Desenvolvimento, O Banco Mundial, as Nações Unidas, a União Europeia, e os homens mais poderosos do planeta que vão de banqueiros, a industriais, proprietários dos maiores meios da Comunicação Social, etc. A lista dos seus membros é conhecida dalguns meios. Podíamos inclui-la aqui. Mas por motivos óbvios não o fazemos.
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O Clube reúne-se anualmente com os membros, que estão autorizados a levar alguns convidados. Para o efeito, alugam por três ou quatro dias um hotel, que fica exclusivamente ao seu serviço. Em 1999 foi em Portugal, em Sintra, no Hotel dos Seteais. Este ano, terá lugar em Julho, na Grécia.
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Este artigo vai longo mas procurei sintetizá-lo o máximo e, principalmente, numa linguagem simples, alertar todos os que me lêem que, no meu ponto de vista, e analisando as profundas mudanças que já estamos a verificar, penso que a verdade uma vez utilizada como arma, espalha-se pelo mundo de forma imparável, neste mundo que devemos estar conscientes, está em guerra. A guerra final entre a Verdade e a Mentira.
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Neste momento, não há hipótese, de neutralidade, de ficarmos no nosso canto à espera de quem vence ou perde. Calar-se agora é permitir o nosso desaparecimento e a entrega de todas as conquistas que foram feitas durante séculos. Esclarecer é defender as nossas gerações futuras.
Vera Lúcia
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ilustração da autora.  
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4 responses to this post.

  1. Publicado por Manoel de Andrade em junho 8, 2009 0:03 am às 0:03 am r r
    Cara Vera Lúcia…, quantos terão a dimensão crítica para entender o teu alerta nesta alienante sociedade de espetáculo onde o hedonismo e a psicologia da aparência dominam tantas cabecinhas. Realmente…, não há hipótese de neutralidade. Em 2006 escrevi um poema chamado “Distopia” e que está publicado neste site. É um longo poema onde pergunto reiteradamente:”Como será o amanhã?” busque-o em “Pesquisar”. Você verá que estamos de mãos dadas, empunhando a mesma bandeira.
    Um fraterno abraço…, Manoel
    Responder
  2. Publicado por FLÁVIA CASTAÑO em junho 8, 2009 12:18 pm às 12:18 pm r r
    Realmente é muito sério tal assunto e entendo, como Vera Lúcia, que é preciso denunciar e opor-se frontalmente contra tal “grupelho” de velhos ambiciosos e doentes mentais, provavelmente a serviço do “dinheiro voador” que estaciona, por minutos, nas Bolsas de Valores do planeta. É conhecida a doença que torna as pessoas, que já tem poder, em “eternos” e onipotentes, sua consciência é meramente O PODER PELO PODER, no fundo são pessoas dignas de pena, mas que devemos estar alertas porque já exercem algum tipo de influência onde trabalham (Estado ou privado). Vou colocar alguns links para que os leitores deste artigo, que revela a bela alma de Vera Lucia, possam se inteirar mais e assim passarem a divulgar essas intenções desse grupo de “senhores brochas, gays e completamente loucos”.
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Clube_de_Bilderberg
    A Verdadeira Historia do Clube Bilderberg, de Daniel Estulin. Editora Planeta do Brasil, 2006. ISBN 85-7665-169-6
    Clube Bilderberg: Os Senhores Do Mundo, de Daniel Estulin
    http://www.samamultimidia.com.br/port/catalogo/art02-bilderberg.html
    http://p.php.uol.com.br/tropico/html/textos/2797,1.shl
    http://www.semanario.pt/noticia.php?ID=2573
    É bom que se leia o que está nos links e o livro do jornalista Daniel Estulin.
    parabéns Vera Lúcia,
    FLÁVIA CASTAÑO
    Responder
  3. Publicado por FLÁVIA CASTAÑO em junho 8, 2009 12:36 pm às 12:36 pm r r
    Vera Lúcia, aqui estão os “senhores portugueses que fazem parte desse clube de brochas, gays e loucos” que iremos acabar com suas “débeis” intenções:
    Francisco Pinto Balsemão – É um membro permanente do Clube de Bilderberg desde 1988, tendo participado em quase todas as reuniões anuais desde essa data. Pertence mesmo ao comité restrito, denominado “Steering”. É ele quem tem convidado muitas personalidades portuguesas a estarem presentes no clube. Em 1988, Pinto Balsemão tinha abandonado o cargo de primeiro-ministro há 5 anos e estava dedicado aos seus negócios, mantendo também o “Expresso”. Anos depois abriria a SIC, aproveitando a liberalização da televisão feita pelo governo de Cavaco Silva. O processo conturbado, com divisões no próprio Conselho de Ministros, tendo o grupo televisivo de Proença de Carvalho sentido-se desfavorecido. Pinto Balsemão é hoje presidente da Impresa. Falado como potencial candidato presidencial, nunca se concretizou esta hipótese.
    Mira Amaral – Ministro da Indústria de Cavaco Silva. Participou na reunião de Bilderberg em 1995, no final do governo de Cavaco Silva, numa altura em que o professor rumava à corrida a Belém e Fernando Nogueira e Durão Barroso disputavam a liderança do PSD. O facto de ter estado presente pode significar que o seu nome esteve fadado para mais altos voos, que depois não se concretizaram. É especialista em energia e tem-se dedicado à sua actividade de administrador de empresas. Foi administrador da Caixa Geral de Depósitos, tendo saído do banco num processo político conturbado. Só participou em Bilbderberg na reunião de 1995.
    Joaquim Ferreira do Amaral – Ministro das Obras Públicas de Cavaco Silva, uma das cartas mais importantes do governo, artíficie das auto-estradas portuguesas. Tem mostrado disponibilidade para combates difíceis, tendo perdido Lisboa para João Soares. Participou na reunião de Bilderberg que ocorreu em Sintra, em 1999, uma das que teve mais participantes portugueses. A sua presença é significativa, tanto que dois anos depois seria candidato à Presidência da República, defrontando Jorge Sampaio. Só esteve presente em 99.
    António Barreto – Este investigador esteve presente na reunião de 1992, em pleno cavaquismo, um ano depois de Cavaco obter a sua segunda maioria absoluta. António Barreto foi ministro da Agricultura nos primeiros governos PS, tendo deixado o seu nome associado à Lei Barreto, massacrada pelos comunistas por traduzir o primeiro desmantelamento da reforma agrária. Teve um papel essencial na candidatura presidencial de Soares em 1986, sendo o seu porta-voz. Foi ele quem apelou ao “povo de esquerda” para a segunda volta de Soares contra Freitas do Amaral. Nos últimos anos tem-se dedicado à investigação e a comentários e análises nos jornais. É uma mente brilhante, o género de pessoa que os bilderbergs políticos gostam de ver no seu seio. Só participou na reunião de 92.
    Durão Barroso – Participou na reunião de Bilderberg de 1994, quando era ministro dos Negócios Estrangeiros de Cavaco Silva. Não por acaso, um ano depois estava a candidatar-se à liderança do partido. Perdeu para Fernando Nogueira, mas a sorte acabou por o bafejar, porque Nogueira foi derrotado por Guterres (num ciclo político muito desfavorável ao PSD). Durão ficou como reserva e tornou-se líder social-democrata em 1999, quando Marcelo Rebelo de Sousa saiu. Apesar de ter perdido as legislativas de 99 para Guterres não se deu por vencido, ficando célebre a sua frase “tenho a certeza que serei primeiro-ministro, só não sei é quando.” O seu vatícinio acabou por confirmar-se, tornando-se primeiro-ministro em 2002. Em 2003, voltou a estar presente no clube de Bilderberg, na qualidade de primeiro-ministro. Em meados de 2004 era designado presidente da Comissão Europeia. Voltou a participar na reunião deste ano de 2005 de Bilderberg, que teve lugar na Alemanha, na qualidade de presidente da Comissão.
    António Borges – É o homem português da Goldmam Sachs, curiosamente uma empresa com ligações a Bilderberg. Esteve presente na reunião do clube em 1997, o que mostra que o seu nome é badalado para altos voos há muito tempo. Se estava na calha para a liderança laranja, acabou por ser Durão a tomar o lugar de Marcelo. Em 1998, escapou, miraculosamente, ao acidente fatal da TWA, que não deixou sobreviventes. Chegou a ter bilhete mas não embarcou. Na reunião de 2003 do clube voltou a estar presente. Em 2004, foi um dos principais critícos da solução Santana Lopes para suceder a Durão Barroso. Actualmente, está posicionado para suceder a Marques Mendes. É um homem muito próximo de Cavaco Silva, ainda que o professor não favoreça as amizades e às vezes até as discrimine.
    Maria Carrilho – Investigadora, sempre esteve ligada ao PS, tendo sido deputada à Assembleia da República e ao Parlamento Europeu. Hoje é vice-presidente da Assembleia da República. É especialista em assuntos de defesa, uma área prioritária nas discussões de Bilderberg. Esteve presente na reunião do clube em 1995, o ano da chegada ao poder de António Guterres.
    António Guterres – Esteve presente na reunião deste ano na Alemanha, já na qualidade de Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados. O seu nome continua a ser uma hipótese para outros voos, designadamente o Palácio de Belém, em 2011 ou 2016.
    Roberto Carneiro – Ministro da Educação de Cavaco Silva. Esteve presente na reunião de 1992, no auge do cavaquismo. Chegou a ser-lhe vaticinada uma importante carreira política mas, depois da queda de Cavaco, os seus interesses viraram–se para outras áreas. Envolveu-se no projecto inicial da TVI, como profundo católico que é, e tem-se dedicado à investigação universitária e a algumas iniciativas empresariais.
    Vitor Constâncio – Esteve presente em Bilderberg em 1988, quando era secretário-geral do PS. Nunca mais participou em nenhuma reunião depois desta data. Afastou-se das lides mais activas do PS e dedicou-se ao que sabe fazer muito bem: os assuntos económicos. O Partido premiou-o com o Banco de Portugal.
    Vasco Pereira Coutinho – Um dos maiores empresários portugueses, tendo enriquecido com o negócio da AutoEuropa. Esteve presente na reunião de 1998, numa altura em que Marcelo Rebelo de Sousa liderava o PSD. Durão Barroso fez uma viagem de férias ao Brasil, no avião dele e na sua casa, quando era primeiro-ministro, provocando grande polémica. É apoiante de Cavaco Silva.
    João Cravinho – Esteve presente na reunião de 1999, no auge do guterrismo, sendo ministro do Planeamento e da Administração do Território. Alia um pensamento interessante a uma excelente preparação técniva, devendo ter participado no clube como um dos “cérebros” que os políticos gostam de ouvir. Atacou bastante Guterres no fina dos seus dias, sendo um homem próximo de Jorge Sampaio (mas muito senhor do seu nariz).
    José Cutileiro – O embaixador português esteve presente na reunião de Bilderberg em 1994, tornando-se presidente da estrutura de defesa da União Europeia, a UEO, logo nesse ano. É um homem culto, brilhante, com opiniões geoestratégicas muito auscultadas por qualquer governante.
    José Manuel Galvão Teles – Advogado, homem muito próximo de Mário Soares, de quem é amigo e vizinho. Esteve presente na reunião de Bilderberg de 1997, no auge do guterrismo. É conselheiro de Estado.
    Teresa Patrício Gouveia – Fez parte do governo de Cavaco, como secretária de Estado da Cultura e como ministra do Ambiente. Esteve presente na reunião de Bilderberg em 2000.Foi ministra dos Negócios Estrangeiros de Durão Barroso.
    Marçal Grilo – Ministro da Educação de António Guterres, de quem era amigo. Esteve presente na reunião de Bilderberg de 1999, em Sintra. Há quem diga que é uma mente brilhante.
    Miguel Horta e Costa – Esteve presente na reunião do clube em 1998, no tempo da liderança laranja de Marcelo, sendo vice-presidente da Portugal Telecom. Já no tempo de Durão Barroso ascendeu à presidência da empresa, mantendo-se com Santana Lopes e José Sócrates, todos bilderbergs. Deverá sair da PT já em Janeiro.
    Margarida Marante – É um dos dois jornalistas que marcaram presença em Bilderberg, tendo estado presente em 1996, no auge da sua carreira na SIC, onde conheceu Emídio Rangel e contraiu matrimónio. É próxima da área do PSD.
    Vasco de Mello – Um dos grandes empresários portugueses. Esteve presente na reunião de Sintra, em 1999. Tem tido um percurso discreto, mantendo pontes com o poder político mas não dando azo a conversas.
    Carlos Monjardino – Homem da área do PS, que participou no governo de Macau. Grande empresário, com ligações fortes ao Oriente, sobretudo a Stanley Ho. Presidente da Fundação Oriente. Há muito que é falado para candidato presidencial mas nunca conseguiu concretizar essa aspiração. Esteve presente na reunião de Bilderberg de 1991, no auge do cavaquismo e da reeleição de Mário Soares, de quem é muito próximo.
    Murteira Nabo – Ministro fugaz de António Guterres, tendo de se demitir por causa de um caso de sisa. Esteve presente na reunião do clube em 1999, já era presidente da PT há três anos.
    Faria de Oliveira – Ministro do Turismo de Cavaco Silva, esteve presente na reunião de Bilderberg em 1993, sendo uma peça essencial na ligação entre o então primeiro-ministro e o mundo dos negócios, quer público, quer privado.
    Carlos Pimenta – Ministro do Ambiente de Cavaco, um dos mais activos de sempre. Chegou a ser-lhe vaticinando um futuro político risonho. Esteve na reunião de Bilderberg de 1991. Nos últimos anos, afastou-se da política.
    Francisco Lucas Pires – O malogrado líder do CDS, que depois se aproximou do PS, era uma mente brilhante, a quem pareciam reservados altos voos. No entanto, só esteve presente na reunião do clube de 1988.
    Ricardo Salgado – Um dos grandes banqueiros portugueses. Esteve na reunião de 1997, quando Marcelo era líder do PSD e voltou a estar na reunião de 1999, em Sintra. É um homem com relações privilegiadas com o poder político à direita. Santana Lopes chegou a chamá-lo para uma reunião privada. Viu o seu banco, o BES, ser alvo de buscas judiciais este ano.
    Jorge Sampaio – Presidente da República. Participou na reunião de Bilderberg, em Sintra, na qualidade de primeiro magistrado da Nação portuguesa, uma presença, sem dúvida, polémica.
    Nicolau Santos – O outro jornalista que participou em Bilderberg, tendo estado em Sintra em 1999. É especialista em assuntos económicos. Curiosamente, os jornalistas que estiveram no clube eram ambos profissionais no grupo de Balsemão, Nicolau Santos no “Expresso” e Margarida Marante na SIC.
    Artur Santos Silva – Um dos grandes banqueiros portugueses, com o seu BPI. Tem relações privilegiadas à esquerda e é um homem culto, de uma família espiritual. Esteve presente na reunião de 1999. Curiosamente, nesta reunião só acabou por faltar um banqueiro do BCP, um banco com outra estratégia, mais europeia.
    Marcelo Rebelo de Sousa – Esteve presente na reunião de 1998, quando era líder do PSD e ainda julgava que era possível fazer renascer a AD com Paulo Portas e ganhar as eleições legislativas de 1999 a António Guterres. As coisas correram-lhe mal, metendo o caso da Universidade Moderna pelo meio (afectando Portas). Regressou ao comentário político. A entrada na corrida de Belém também falhou, porque tudo correu bem a Cavaco.
    Miguel Veiga – Advogado nortenho, um histórico do PSD, com relações fortes com a ala soarista do PS. Esteve em Bilderberg em 1994, no fim do cavaquismo. Tornou-se um dos piores inimigos de Santana Lopes, sendo a voz mais forte contra a sua indigitação para primeiro-ministro, sucedendo a Durão Barroso.
    António Vitorino – Era a eminência-parda do guterrismo, tendo estado na reunião de Bilderberg de 1996, quando era vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa. Por causa de um caso de sisa, acabou por se demitir. Foi comissário europeu e o seu nome chegou a estar na calha para presidir à Comissão. Rejeitou ser candidato à Presidência da República.
    Oliveira Martins – Participou na reunião de 2001, quando era ministro da Presidência do governo Guterres, já no ocaso do guterrismo, depois da queda da ponte de Castelo de Paiva. Se não fosse independente, tinha sido um nome possível para a corrida à liderança do PS. Tornou-se presidente do Tribunal de Contas este ano, numa nomeação polémica, face à natureza das funções do órgão, que requerem independência e imparcialidade.
    Vasco Graça Moura – Deputado ao Parlamento Europeu pelo PSD, poeta e erudito. Esteve presente na reunião de 2001 de Bilderberg. É um intelectual brilhante, que os políticos gostam de ouvir.
    Ferro Rodrigues – Esteve presente na reunião de 2003, quando era líder do PS, pouco depois de ter deflagrado o caso Casa Pia no partido. Depois de Jorge Sampaio ter dado posse a Santana Lopes, demitiu-se, tomando a decisão presidencial como uma derrota pessoal. É hoje embaixador português da OCDE em Paris.
    Santana Lopes – Esteve presente na reunião de 2004, que ocorreu de 3 a 6 de Junho em Stresa, Milão. Curiosamente, pouco mais de um mês depois era primeiro-ministro de Portugal. A vida, contudo, não lhe correu bem. Ao ponto de Jorge Sampaio ter dissolvido o Parlamento e convocado eleições legislativas.
    José Sócrates – Tal como Santana Lopes, esteve presente na reunião de Stresa de 2004. Curiosamente, menos de um ano depois seria primeiro-ministro de Portugal, parecendo estar no cargo de pedra e cal. Malgré Cavaco Silva.
    Nuno Morais Sarmento – Esteve presente na reunião de Bilderberg deste ano, tendo sido convidado por Pinto Balsemão, um facto que pode ter significado nos próximos tempos.
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