"e como que a experiência é a madre das cousas, por ela soubemos radicalmente a verdade" (Duarte Pacheco Pereira)
A Internacional
domingo, maio 01, 2011
21,3% dos jovens sem emprego
sexta-feira, dezembro 18, 2009
Ei-los que partem - Manuel Freire
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novos e velhos
buscando a sorte
noutras paragens
noutras aragens
entre outros povos
ei-los que partem
velhos e novos
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Ei-los que partem
de olhos molhados
coração triste
e a saca às costas
esperança em riste
sonhos dourados
ei-los que partem
de olhos molhados
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Virão um dia
ricos ou não
contando histórias
de lá de longe
onde o suor
se fez em pão
virão um dia
ou não
História da Emigração Portuguesa-dossier imprensa
Formato do ficheiro: PDF/Adobe Acrobat -da RTP “EI-LOS QUE PARTEM” A História da Emigração Portuguesa, em boa hora vem contrariar. Esta série de cinco documentários explora os traços fundamentais ...
domingo, agosto 09, 2009
Fidel: Sete punhaladas (dos EUA) no coração da América
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Leio e releio dados e artigos elaborados por personalidades inteligentes, conhecidas ou pouco conhecidas, que escrevem em diversos meios e tomam a informação de fontes não questionadas por ninguém. Os povos que habitam o planeta, em todas as partes, correm riscos econômicos, ambientais e bélicos, derivados da política dos Estados Unidos, porém em nenhuma outra região da terra se veem ameaçados por tão graves problemas como seus vizinhos, povos que vivem neste continente, ao sul deste país hegemônico.
Por Fidel Castro, no Cuba Debate
A presença de tão poderoso império - que em todos os continentes e oceanos dispõe de bases militares, porta-aviões e submarinos nucleares, navios de guerra modernos e aviões de combate sofisticados, portadores de todo tipo de armas, milhões de soldados, cujo governo reclama para eles impunidade absoluta - constitui a mais importante dor de cabeça de qualquer governo, seja de direita, seja de esquerda, aliado ou não dos Estados Unidos.
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O problema para nós, que somos seus vizinhos, não é que ali se fale outro idioma e que seja uma nação diferente. Há norte-americanos de todas as cores e todas as origens. São pessoas iguais a nós e capazes de qualquer sentimento em um sentido ou outro.
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O dramático é o sistema que ali se desenvolveu e foi imposto a todos. Tal sistema não é novo quanto ao uso da força e dos métodos de domínio que prevaleceram ao longo da história. O novo é a época que vivemos.
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Abordar o assunto do ponto de vista tradicional é um erro e não ajuda ninguém. Ler e conhecer o que pensam os defensores do sistema ilustra muito, porque significa estar consicente da .natureza de um sistema que se apóia no egoismo e nos instintos mais primários das pessoas.
Pelo fato de não existir a convicção do valor da consciência, e sua capacidade de prevalecer sobre os instintos, não se poderia expressar sequer a esperança de mudança em qualquer período da bervíssima história do homem. Tampouco se poderiam compreender os terríveis obstáculos que se levantam para os diferentes líderes políticos nas nações latinoamericanas e hiberoamericanas do hemisfério.
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Afinal, os povos que viviam nesta região do planeta há dezenas de milhares de anos, até a famosa descoberta da América, não tinham nada de latinos, ibéricos ou europeus; as suas características eram mais semelhantes às dos asiáticos, de onde procederam seus antepassados.
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Hoje, os vemos nas faces dos índios do México, América Central, Venezuela, Colômbia, Equador, Brasil, Peru, Bolívia, Paraguai e Chile, um país onde araucanos escreveram páginas inesquecíveis. Em certas áreas do Canadá e Alasca conservam suas raízes indígenas com toda a pureza possível. Mas, no território principal dos Estados Unidos, grande parte das antigas populações foi exterminadas pelos conquistadores brancos.
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Como todos sabem, milhões de africanos foram desalojados de suas terras para trabalhar como escravos neste hemisfério. Em algumas nações, como Haiti e muitas das ilhas do Caribe, seus descendentes constituem a maioria da população. Em outros países, formam amplos setores. Nos Estados Unidos, os descendentes de africanos são dezenas de milhões de cidadãos que, em regra, são os mais pobres e discriminadas.
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Ao longo dos séculos, esta nação reclamou direitos privilegiados sobre o nosso continente. Nos anos de Martí tentou impor uma moeda única, baseada em ouro, um metal cujo valor foi mais constante ao longo da história. O comércio internacional, em geral, se baseava nele nele.
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Agora, nem sequer isso. Desde os anos de Nixon, o comércio mundial foi implementado com o bilhete de papel impresso pelo Estados Unidos: o dólar, uma moeda que agora vale cerca de 27 vezes menos que no início dos anos 70, uma das muitas formas de dominar o resto do mundo. Hoje, porém, outras moedas estão a substituir o dólar no comércio internacional e as reservas de divisas convertíveis.
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Se, por um lado, as divisas do império se desvalorizaram, em troca, suas reservas de forças militares crescem. A ciência e a tecnologia mais moderna, monopolizada pela superpotência, foram utilizadas, em grande medida, para o desenvolvimento de armas.
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Hoje não se fala apenas de milhares de mísseis nucleares, ou o poder destrutivo das modernas armas convencionais. Estamos a falar de aviões sem piloto, tripulados por robôs. Isto não é mera fantasia. Já estão sendo utilizadas algumas aeronaves deste tipo no Afeganistão e em outros lugares.
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Relatórios recentes indicam que, num futuro relativamente próximo, em 2020, muito antes de que o gelo da Antártida derreta, o império, entre seus 2500 aviões de guerra, projeta dispor de 1100 avião de combate F-35 e F -22, nas suas versões de bombardeiros e caças da quinta geração.
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Para ter uma idéia desse potencial, basta dizer que o que eles têm na base de Soto Cano, em Honduras, para o treinamento de pilotos neste país, são F-5; os que forneceram às forças aéreas da Venezuela antes de Chávez, ao Chile e outros países eram pequenas esquadras de F-16.
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Mais importante ainda, o império projeta que, no decorrer de 30 anos, todos os aviões de combate dos Estados Unidos, desde os caças até bombardeiros pesados e aviões-tanque, serão tripuladas por robôs.
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Este poderio militar não é uma necessidade do mundo, é uma necessidade do sistema econômico que o império impõe ao mundo.
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Qualquer um pode compreender que, se os robôs podem substituir os pilotos de combate, eles também podem substituir os trabalhadores em muitas fábricas. Os acordos de livre comércio que o império trata de impor aos países deste hemisfério implicam que os seus trabalhadores terão que competir com a tecnologia avançada e os robôs da indústria ianque.
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Os robôs não fazem greve, eles são obedientes e disciplinados. Vemos pela televisão máquinas que coletam maçãs e outras frutas. A pergunta cabe fazer também aos trabalhadores norteamericanos: Onde estão os postos de trabalho? Qual é o futuro que o capitalismo sem fronteiras, na sua fase mais avançada de desenvolvimento, destina aos cidadãos?
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À luz desta e de outras realidades, os líderes dos países da Unasul, Mercosul, Grupo do Rio e outros, não podem deixar de analisar a justíssima pergunta venezuelana: Que sentido têm as bases militares e navais que os Estados Unidos querem estabelecer em torno de Venezuela e no coração da América do Sul?
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Lembro-me que, há vários anos, quando entre a Colômbia e a Venezuela - duas nações irmanadas pela geografia e pela história -, as relações se tornaram perigosamente tensas, Cuba promoveu silenciosamente grandes passos para a paz entre os dois países. Nunca os cubanos estimularam a guerra entre países irmãos.
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A experiência histórica, o destino proclamado e executado pelos Estados Unidos e a fragilidade das acusações contra a Venezuela sobre um fornecimento de armas para as Farc, juntamente com as negociações com o objetivo de conceder sete pontos do território colombiano para a utilização naval e aérea das Forças Armadas dos Estados Unidos, obrigam, inevitavelmente, a Venezuela a investir em armas, recursos que poderiam ser empregados na economia, nos programas sociais e na cooperação com outros países da região com menos desenvolvimento e recursos.
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A Venezuela não se arma contra o povo irmão da Colômbia, se arma contra o império, que tentou destruir a Revolução e agora pretende instalar nas proximidades da fronteira venezuelana suas sofisticadas armas.
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Seria um erro grave pensar que a ameaça é só contra a Venezuela; é dirigida a todos os países do sul do continente. Nenhum poderá escapar do tema e assim declararam vários deles.
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As gerações presentes e futuras vão julgar os seus líderes pela conduta adotada neste momento. Não se trata só dos Estados Unidos, mas dos Estados Unidos e do sistema. O que oferece? O que busca?
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Oferece a Alca, quer dizer, a ruína antecipada de todos os nossos países, livre trânsito de bens e de capital, porém não livre trânsito de pessoas. Experimentam agora o temor de que a sociedade opulenta, consumista, seja inundada por latinos pobres, índios, negros e mulatos, ou brancos sem emprego em seus próprios países.
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Devolvem todos os que cometem faltas. Os matam muitas vezes antes de entrar, ou os devolvem como rebanhos quando necessitam; 12 milhões de imigrantes latinoamericanos ou caribenhos são ilegais nos Estados Unidos. Uma nova economia surgiu em nossos países, especialmente nos menores e mais pobres: a das remessas.
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Quando há crise, esta golpeia sobretudo aos imigrantes e a seus familiares. Pais e filhos são cruelmente separados às vezes para sempre. Se o imigrante está em idade militar, le outorgam a possibilidade de se alistar para combater a milhares de quilômetros de distância, ''em nome da liberdade e da democracia''.
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No regresso, se não morrem, lhes é concedido o direito de serem cidadãos dos Estados Unidos. Como estão bem treinados, lhes oferecem a possibilidade de serem contratados não como soldados oficiais, porém como civis das empresas provadas que prestam serviço nas guerras imperiais de conquista.
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Existem outros gravíssimos perigos. Constantemente chegam notícias dos imigrantes mexicanos e de outros países de nossa região que morrem tentando cruzar a fronteira. A cota de vítimas cada ano supera a totalidade dos que perderam a vida nos quase 28 anos de existência do famoso muro de Berlim.
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O mais incrível, todavia, é que circula pelo mundo a notícia de uma guerra que custa neste momento milhares de vidas por ano. Morreram já, em 2009, mais mexicanos que soldados norteamericanos na guerra de Bush contra o Iraque ao longo de toda a sua adminsitração.
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A guerra no México foi desencadeada por causa do maior mercado de drogas que existe no mundo: os Estados Unidos. Mas, no seu território não existe uma guerra entre a polícia e as Forças Armadas dos Estados Unidos lutando contra os traficantes de droga. A guerra tem sido exportado para o México e a América Central, mas especialmente ao país asteca, mais próximo do território dos Estados Unidos.
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As imagens que são divulgados pela televisão, pilhas de cadáveres, e as notícias que chegam de pessoas mortas nas próprias salas de curugia, onde tentatam salvar-lhes as vidas são horríveis. Nenhuma destas imagens provém do território norteamericano.
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Esta onda de violência e sangue estende-se em um maior ou menor grau pelos países da América do Sul. De onde vem o dinheiro (das drogas) senão do infinito manancial que emerge de mercado norte-americano? Por sua vez, o consumo tende também a se espalhar para outros países na região, causando mais vítimas e mais danos diretos ou indiretos que a Aids, a malária e outras doenças juntas.
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Os planos imperiais de dominação são precedidos por somas destinadas às tarefas de mentir e desinformar a opinião pública. Contam, para isso, com a total cumplicidade da oligarquia, a burguesia, a direita intelectual e os meios de comunicação de massa.
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São especialistas em divulgar os erros e as contradições dos políticos.
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O destino da humanidade não deve ser deixado nas mãos de robôs convertidos em pessoas ou de pessoas convertidas em robôs.
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Em 2010, o governo dos EUA usará US$ 2,2 bilhões através do Departamento de Estado e da USAID para promover a sua política, 12% a mais que os empregados pelo governo Bush no último ano de seu mandato. Destes, cerca de 450 milhões se destinarão a demonstrar que a tirania imposta ao mundo significa democracia e respeito pelos direitos humanos.
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Apelam constantemente ao instinto e ao egoísmo dos seres humanos; desprezam o valor da educação e da consciência. É evidente a resistência demonstrada pelo povo cubano ao longo de 50 anos. Resistir é a arma à qual não podem renunciar jamais os povos; os portorriquenhos conseguiram parar as manobras militares em Vieques, situando-se no polígono de tiro.
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A pátria de Bolívar é hoje o país que mais lhes preocupa, por seu papel histórico na luta pela independência dos povos da América. Os cubanos que prestam ali seus serviços como especialistas da saúde, educadores, professores de educação física e esporte, informática, técnicos agrícolas, e outras áreas, devem dar tudo no cumprimento de seus deveres internacionalistas, para mostrar que as pessoas podem resistir e ser portadoras dos princípios mais sagrados da sociedade humana.
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Caso contrário, o império irá destruir a civilização e a própria espécie.
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Fidel Castro Ruz
5 de agosto de 2009
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in Vermelho - 6 DE AGOSTO DE 2009 - 11h44
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quinta-feira, julho 16, 2009
WORLDNOTES Equatorial Guinea, Australia, Afghanistan, UN, Guyana, Cuba
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Oil money has been diverted to the ruling few while people languish “in poverty worse than in Afghanistan or Chad,” according to a Human Rights Watch report issued last week. The account by Inter Press Service cites a 5,000 percent rise in Equatorial Guinea’s GDP in almost 20 years.
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A Global Witness report released in March featured the Teodoro Obiang regime, in power since 1979, as typifying collusion between a repressive government and international banks leading to billions stolen and disregard of problems like skyrocketing child mortality rates. Investments from U.S.-based oil companies have allowed the country to become sub-Saharan Africa’s fourth-largest oil producer.
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Human Rights Watch called upon the Obama administration to reverse Bush’s support of the country’s regime.
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Australia: Labor protests anti-worker discrimination
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“It is time for a national debate about a new deal for job security,” declared Sharan Burrow, Australian Council of Trade Unions president. She was protesting a minimum wage freeze imposed last week by the Fair Pay Commission affecting 1.3 million workers, and the loss of 22,000 jobs during June. With their “windfall,” Burrow declared, “Employers have no more excuses not to pull out all stops to protect jobs.”
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Unemployment presently is 5.8 percent. The ACTU head called for reduced executive salaries and brakes on overseas export of jobs.
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Ironically, new industrial relations laws taking effect July 1 represent “an historic step forward for the rights of working Australians and their families,” the ACTU web site said.
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Afghanistan: U.S. military contractors take root
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The U.S. military buildup in Afghanistan signals opportunity for DynCorp and Fluor corporations. Awarded contracts totaling $15 billion over five years, the giant enterprises will build military structures and bases there and undertake power, water, housing, logistic and administrative projects.
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Texas-based Fluor Corporation will carry out work at 74 bases in northern Afghanistan, while DynCorp will operate throughout southern Afghanistan.
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The Defense Department rejected bids from Halliburton subsidiary KBR, recipient of contracts worth $31.4 billion from 2001-2009. Reuters recalled that a Congressional commission found that KBR had wasted billions because of “poorly defined work orders, inadequate oversight and inefficiencies” marking construction projects in Iraq and Afghanistan.
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United Nations: Ban speaks out on climate change
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UN Secretary-General Ban Ki-moon scolded Group of Eight heads of state last week for waffling on commitments to reduce greenhouse gases, 80 percent of which are produced by their nations.
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“The time for delays and half-measures is over,” Ban declared at the L’Aquila summit. “Personal leadership” was needed in dealing with “one of the most serious challenges ever to confront humanity.”
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The goal of reduced emissions by 2050 lacked credibility, he suggested, unless short-term goals are set, specifically 25-40 percent reductions from 1990 levels by 2020. The UN News Service reported that in September Ban will convene a climate-change summit in New York in preparation for December talks in Copenhagen aimed at a new climate treaty.
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Guyana: U.S. military visits
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The U.S. Southern Command has billed the three-month deployment of 650 troops to Guyana beginning July 1 as humanitarian. They will build schools and a medical clinic, according to www.southcom.mil, as well as providing medical care. The soldiers started off with a visit to an orphanage.
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The project mirrors last year’s visit to Peru of 950 active duty troops and reservists whose supposed humanitarian outreach provoked nationalist-inspired condemnation of violations of national sovereignty.
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No benevolent purposes were evident in arrangements currently under discussion for opening up three Colombian air bases and two naval bases to U.S. forces. An agreement is close, Bogotá’s Cambio newsweekly recently reported. Last year, the U.S. Fourth Fleet included Guyana on its unprecedented continent-wide tour.
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Cuba: Good living at low ecological cost
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Issuing its annual Index of Planet Happiness July 4, the London-based New Economics Foundation (NEF) awarded Cuba seventh place among 143 nations surveyed. Societies were assayed in terms of life expectancy, citizen satisfaction and ecological impact.
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Costa Rico ranked first in proving, according to the NEF web site, that “good lives don't have to cost the earth.”
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The top 10 included nine Latin American nations. The United States was assigned 114th place.
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Analyst Pascual Serrano explained the contradiction between Cubans emigrating to the United States and expressing satisfaction with their lives (see rebelion.org). Prior to the revolution, migration north was considerable, he said. And the United States receives more immigrants from Mexico, El Salvador, Jamaica and Canada than from Cuba.
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World Notes are compiled by W.T. Whitney Jr. (atwhit @roadrunner.com)
'O que acontece em Xinjiang?'
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Lembram-se do que acontecia nos anos da guerra fria e, sobretudo, na sua fase final? A imprensa ocidental nunca se cansava de noticiar o tema dos fugitivos da ditadura comunista em busca da conquista da liberdade. Na segunda metade da década de 1970, depois da derrota que sofreram o governo fantoche de Saigon e as forças de ocupação estadunidenses, o Vietnã finalmente reunificado era pintado como uma enorme prisão, da qual fugia o boat people desesperado, junto com sua fortuna e arriscando a vida. E com as variações de caso a caso, esse tema era repetido a propósito de Cuba, da República Democrática Alemã e de qualquer outro país excomungado pelo “mundo livre”.
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Por Domenico Losurdo*
Hoje, todos podem ver que das regiões orientais da Alemanha, da Polônia, Romênia, Albânia etc., apesar da 'liberdade' finalmente conquistada, o fluxo migratório para o Ocidente continua e até se acentua.
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Só que esses migrantes não são mais recebidos como combatentes pela causa da liberdade, mas são muitas vezes rejeitados como delinquentes, pelo menos potenciais. As modalidades da grande manipulação agora se tornaram claras e evidentes: a fuga do sul para o norte do planeta, da área menos desenvolvida (em cujo âmbito era colocado também o “campo socialista”) para a área mais desenvolvida e mais rica, esse processo econômico foi transfigurado pelos ideólogos da Guerra Fria como uma empresa política e moral épica, exclusivamente inspirada pelo sublime desejo de chegar à terra prometida, ou seja, o “mundo livre”.
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Uma manipulação análoga está ocorrendo debaixo de nossos olhos, na China. Como explicar os graves incidentes que se verificaram em março de 2008 no Tibete e que, em escala mais ampla, nesses dias, estão se espalhando pelo Xinjiang? No Ocidente, a “grande” imprensa de “informação”, mas também a “pequena” imprensa de “esquerda” não têm dúvidas: tudo se explica com a política liberticida do governo de Pequim.
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No entanto, deveria fazer refletir o fato de que, mais do que instituições estatais, a fúria dos manifestantes tem como alvo a etnia han e, sobretudo, os negócios dos han.
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Em qualquer livro de história se pode ler que, no Sudeste asiático (Indonésia, Tailândia, Malásia) a minoria chinesa, que muitas vezes graças também à cultura empreendedora que tem por trás, tem um peso econômico nitidamente superior à sua dimensão demográfica, é regularmente “o bode expiatório e a vítima de verdadeiros progrom”.
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Sim, no Sudeste asiático “o êxito econômico dos Hua quiao [os chineses de ultramar] é acompanhado de ciúmes que desembocam regularmente em explosões de violência antichinesa, que às vezes acabam perturbando as relações diplomáticas. Foi, em particular, o caso da Malásia durante a década de 1960, da Indonésia em 1965, quando as desordens internas foram o pretexto para o massacre de diversas centenas de milhares de pessoas. Trinta anos mais tarde, as revoltas que caracterizaram na Indonésia a queda do ditador Suharto e que golpearam sistematicamente a comunidade chinesa, chamaram de novo a atenção para a fragilidade da situação”.
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Não por acaso, o ódio antichinês foi muitas vezes comparado ao ódio antijudeu. Com o extraordinário desenvolvimento que estão conhecendo o Tibete e o Xinjiang, também nestas regiões tendem a se reproduzir os progrom contra os han, que são atraídos pelas novas oportunidades econômicas e que frequentemente veem os seus esforços coroados de sucesso.
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O Tibete e o Xinjiang atraem os han do mesmo modo que Pequim, Xangai e as cidades mais avançadas da China atraem os empresários e os técnicos ocidentais (ou chineses de ultramar), que muitas vezes desempenham um papel importante em setores onde podem ainda fazer valer a sua especialização superior.
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Não tem sentido explicar os graves incidentes no Tibete e no Xinjiang com a teoria da “invasão” han, uma teoria que certamente não funciona para o Sudeste asiático. Por outro lado, também na Itália e no Ocidente, a luta contra a “invasão” é o cavalo de batalha dos xenófobos.
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Mas nos concentremos no Xinjiang. Em 1999, a situação vigente nessa região foi descrita pelo general italiano Fábio Mini na revista “Limes” da seguinte maneira: está em curso um extraordinário desenvolvimento, e o governo central chinês está comprometido em “financiar, com retorno quase zero, imensas obras de infraestrutura”. Pelo que parece, o desenvolvimento econômico anda junto com o respeito pela autonomia: “A polícia local é composta em sua grande maioria de uigures”. Apesar disso, não falta a agitação separatista, “parcialmente financiada por extremistas islâmicos, como os talibãs afegãos”. Trata-se de um movimento que “se mistura com a delinquência comum” e que está manchada de "terror". Os atentados parecem visar em primeiro lugar os “uigures tolerantes ou ‘colaboracionistas’” ou os “postos policiais”, controlados, como vimos, pelos uigures.
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Em todo caso – concluía o general, que não escondia as suas simpatias geopolíticas pelos separatistas – “se os habitantes do Xinjiang fossem chamados hoje a um referendo sobre a independência, provavelmente votariam em maioria contra”. E hoje?
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Na “Stampa”, Francisco Sisci relata de Pequim que “muitos han de Urumqi se lamentam pelos privilégios de que gozam os uigures. Estes, de fato, como minoria nacional muçulmana, têm condições de trabalho e de vida muito melhores do que seus colegas han. Um uigur no trabalho tem a permissão de parar mais vezes durante a jornada para cumprir com as cinco orações muçulmanas tradicionais do dia [...] Além disso, podem não trabalhar nas sextas-feiras, dia santo para os muçulmanos. Em teoria, deveriam compensar no domingo. Na verdade, nos domingos as delegacias estão desertas [...] Outro ponto crítico para os han, submetidos à dura política de controle familiar que ainda impõe o filho único, o fato é que os uigures podem ter dois ou três filhos. Como muçulmanos, portanto, têm salário maior, em virtude de que, não podendo comer carne de porco, devem comprar carne de ovelha, que é mais cara”.
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Não tem sentido portanto, como faz a propaganda filo-imperialista, acusar o governo de Pequim de querer apagar a identidade nacional e religiosa dos uigures.
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Naturalmente, junto com o perigo representado pelas minorias, por um lado, envenenadas, em certos setores, pelo fundamentalismo e, por outro lado, incitadas pelo Ocidente, é preciso ter presente o perigo do chauvinismo han, que também nesses dias se faz sentir; e é um problema para o qual o Partido Comunista Chinês sempre chamou a atenção, desde Mao Tse-dung até Ju Jintao.
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Os que, à esquerda, sintam-se tentados a transfigurar o separatismo dos uigures, fariam bem em ler a entrevista publicada, algumas semanas antes dos últimos acontecimentos, por Rebiya Kadeer, a líder do movimento separatista uigur. Do seu exílio estadunidense, falando com uma jornalista italiana, a referida senhora assim se exprime: “Veja, você gesticula como eu, tem a mesma pele branca; você é indoeuropeia, gostaria de ser oprimida por um comunista de pele amarela?”
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Como se vê, o argumento decisivo não é condenar a “invasão” han, nem sequer o anticomunismo. É preciso condenar, isso sim, a mitologia ariana ou “indoeuropeia” – que se manifesta no discurso dos separatistas uigur que repudiam os bárbaros de “pele amarela”.
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* O original, em italiano, está em http://domenicolosurdoblogxingjiang.blogspot.com/2009/07/che-succede-nello-xinjiang.html. Em português, em Editora Revan: http://www.revan.com.br/ang.htm.
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Tradução de Jaime Clasen.
terça-feira, dezembro 18, 2007
As remessas dos Emigrantes ao sabor dos interesses do Capital
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terça-feira, novembro 06, 2007
O Drama dos «ilegais»
Cerca de 300 imigrantes clandestinos foram interceptados esta terça-feira ao largo das costas do sul de Itália, revelou uma fonte da guarda-costeira italiana.
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in Correio da Manha 2007.10.30
domingo, outubro 28, 2007
A tragédia dos «ilegais»
* Sabrina Hassanali com agências
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Sabado, 27 Outubro
- manolo El Sr. Rodriguez Zapatero, presidente del gobierno español, ha prometido que si gana las proximas elecciones, Espanha sera el primer pais, entre las diez potencias economicas mundiales, que destinara el 0,7% en ayuda a los paises en via de desarrollo, mi voto lo tiene ya asegurado, presionen al gobierno portugues para que siga este ejemplo.
Sexta-feira, 26 Outubro
domingo, outubro 21, 2007
Emigração de ... «cérebros»
in Correio da Manhã 2007-10-15
quarta-feira, setembro 05, 2007
Impressões - Mudar de vida
Milhares de professores não conseguiram colocação no concurso nacional para preenchimento de necessidades residuais, no próximo ano lectivo. Dos mais de quarenta e sete mil que concorreram, só pouco mais de três mil foram colocados a tempo inteiro. Entre os participantes no concurso, cerca de vinte mil professores estiveram contratados no ano lectivo anterior. O sistema de ensino público, de acordo com estimativas sindicais, perderá entre dezasseis mil a vinte e três mil professores, num prazo de três anos.
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» Comentários no CM on line
Terça-feira, 4 Setembro
- Leandro Coutinho Fantástico artigo.. Muito bem.. De forma sintética consegue equacionar de forma primorosa um universo enorme de coisas (doenças) que marcam a sociedade actual e obnubilam o futuro.. Parabéns. Nunca deixe de escrever.
- teresa Pobre Nação esquecida. Enquanto houver governantes que só olham para a sua conta bancária, ignoram o seu povo, que não percebem que sem vida não haverá uma "poderosa" descendência, podem dizer adeus a Portugal.
segunda-feira, agosto 13, 2007
Imigração: «um outro lado» da globalização
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As migrações estão indelevelmente associadas à marcha da Humanidade. Sem elas, ainda hoje a Humanidade não só estaria circunscrita às regiões dos grandes lagos, no continente africano, como, eventualmente, seria diferente. As migrações, começando por constituir um direito natural num período em que não havia nem estados, nem nações, nem propriedade privada, constituem, hoje, um direito de cidadania, nos termos do Artigo 13.º da Declaração Universal dos Direitos do Homem, que, expressamente, refere: «Toda a pessoa tem o direito de livremente circular e escolher a sua residência no interior de um Estado.» No nº. 2 do mesmo artigo é referido que: «Toda a pessoa tem o direito de abandonar o país em que se encontra, incluindo o seu, e o direito de regressar ao seu país».

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