A Internacional

__ dementesim . . Do rio que tudo arrasta se diz que é violento Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem. . _____ . Quem luta pelo comunismo Deve saber lutar e não lutar, Dizer a verdade e não dizer a verdade, Prestar serviços e recusar serviços, Ter fé e não ter fé, Expor-se ao perigo e evitá-lo, Ser reconhecido e não ser reconhecido. Quem luta pelo comunismo . . Só tem uma verdade: A de lutar pelo comunismo. . . Bertold Brecht
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sábado, dezembro 12, 2009

WSWS . News 2009.12.12

World Socialist Web Site

New Today -- 12 December 2009




Perspective

The Nation and the Obama Doctrine

President Barack Obama\'s Nobel Peace Prize speech has been hailed virtually unanimously across the entire spectrum of the American political establishment, including the Nation magazine.



News & Analysis

Mercenaries and assassins: The real face of Obama's "good war"

Reports that mercenaries employed by the notorious Blackwater-Xe military contracting firm participated in CIA assassinations in Iraq and Afghanistan have further exposed the real character of so-called "good war" that is being escalated by the Obama administration.

Philippine president declares martial law in Maguindanao province

Greece verges on default

Padilla v. Yoo: Obama administration backs appeal of Bush torture memo author

Election result intensifies Romania's domestic crisis

Canada's social democrats embrace big business from coast to coast

Germany: Daimler shifts production to US




Commentary

Accepting peace prize, Obama makes case for unending war

Greece: A warning for European workers




Socialist Equality Party

Sri Lankan SEP announces presidential candidate




Arts Review

The Messenger and Brothers: The elephant in the room




Workers Struggles

The way forward for Detroit teachers

Workers Struggles: Asia, Australia and the Pacific




This Week in History: December 7-13

This Week in History: December 7-December 13




Correspondence

Letters from our readers

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sábado, novembro 21, 2009

WSWS - News 2009.11.20


New Today -- 20 November 2009




Perspective

Obama's China trip

At the beginning of his eight-day tour of Asia, President Obama declared himself the "first Pacific president" and announced that his trip would reassert American leadership in the region.



News & Analysis

Karzai inaugurated amid state of siege in Kabul

Afghanistan's President Hamid Karzai was inaugurated Thursday amid a state of siege in Kabul. Western officials who were present issued hypocritical demands that Karzai fight corruption.

Obama warns of new sanctions against Iran

US home foreclosures at record high as jobs crisis deepens

US prepares contingency plans to seize Pakistani nuclear triggers

Saudi Arabia bombards Yemeni rebels in policing role for US imperialism

Canada complicit in torture of hundreds of Afghan detainees

Australia: Defiant stand by Oceanic Viking refugees triggers political crisis

Germany: Union agrees to wage cuts and store closures at Karstadt

California students protest massive fee hike

Michigan job seekers speak to WSWS




Arts Review

Aesthetic choices: Aleksandr Sokurov's The Sun

An evaluation of Roman Polanski as an artist




Socialist Equality Party

Public meeting in Leipzig, Germany
Twenty years since the fall of the wall--from Stalinism to capitalism




Workers Struggles

Workers Struggles: Europe & Africa

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sábado, julho 18, 2009

Greves avançam no Canadá

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Trabalhadores mostram a força da luta
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Apesar da pressão e das ameaças do patronato, os trabalhadores canadianos não cedem e mostram-se determinados em prosseguir os protestos por melhores salários e em defesa de negociações sérias e justas.
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O caso da luta que decorre em Toronto é elucidativo da firmeza dos trabalhadores. A maior cidade do Canadá está imersa em lixo devido à recusa do governo local em ceder às reivindicações dos trabalhadores municipais.
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A greve em torno de melhorias salariais, envolvendo cerca de 30 mil funcionários de todos os sectores, dura há quase um mês e é particularmente sentida na área da recolha de resíduos sólidos urbanos, com o governador, David Miller, a fazer propostas negociais via meios de comunicação social, mas, na prática, a recusar dialogar com os sindicatos, legítimos representantes dos trabalhadores da autarquia.
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A situação é de tal forma extrema que nem os 21 parques indicados pelo executivo de Toronto para que a população despeje o lixo são capazes de a solucionar. O mau-cheiro e a insalubridade provocados por toneladas de detritos acumulados ameaçam tomar conta da metrópole, e a população começa a unir-se aos protestos dos trabalhadores manifestando-se favorável a que seja encontrada uma saída rápida para a crise.
Miller já sente as consequências do seu braço-de-ferro e, segundo o Toronto Star, 67 por cento dos habitantes da cidade desaprova a gestão do autarca nesta matéria.
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Não obstante, o governador mantém, no fundamental, a sua posição e preocupa-se em continuar a campanha mediática contra quem luta. Chegou mesmo ao ponto de aparecer num canal de televisão dos EUA para garantir que os turistas norte-americanos podem continuar a visitar a cidade pois não sentiriam qualquer efeito da greve...
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Mineiros dizem basta
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Simultaneamente, os trabalhadores da empresa de exploração de minério Sudbury, propriedade da Vale Inco, iniciaram, esta semana, uma greve em defesa da renegociação justa dos contratos de trabalho.
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O protesto foi votado favoravelmente por mais de 85 por cento dos operários da empresa canadiana, isto depois da administração ter recusado os termos exigidos pelos representantes dos trabalhadores a respeito de salários, regalias e pensões.
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A Vale Inco ameaça que a greve não terá efeito devido à existência de grandes quantidades de níquel e cobre armazenados, matérias-primas com muito menor escoamento no mercado mundial devido à crise.
Acresce que a multinacional usa o argumento da falta de viabilidade da unidade canadiana para aumentar a pressão e a exploração dos seus funcionários, e lembra que já despediu dois mil trabalhadores em todo o mundo.
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Mas os cerca de 3300 mineiros da Sudbury acreditam que a companhia não poderá suportar por muito tempo o protesto e será obrigada a regressar à mesa das negociações. Os trabalhadores lembram ainda que, em Maio passado, já haviam cedido ao permitirem a extensão das actuais condições contratuais até à definição de um novo acordo. Assim, é tempo de dizer basta!
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Na altura os mineiros votaram igualmente a convocação de uma greve caso as negociações falhassem, tal como se veio a verificar.

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in Avante 2009.07.16
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