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terça-feira, abril 28, 2009

Crise vai agravar saúde pública

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Jorge Godinho Reformas parcas mal dão para medicamentos, uma situação que se pode agravar ainda mais

Reformas parcas mal dão para medicamentos, uma situação que se pode agravar ainda mais

18 Abril 2009 - 00h30

Pobreza: DGS alerta para aumento de comportamentos de risco

Crise vai agravar saúde pública


* Cristina Serra com V.A

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A crise económica que o País atravessa poderá ter consequências directas na saúde das famílias, especialmente nas mais pobres. Num futuro próximo poderão não ter dinheiro para comprar medicamentos, as idas às consultas médicas poderão ser adiadas e, de uma forma geral, poderá haver comportamentos violentos e riscos em termos de saúde mental. A longo prazo poderá surgir um aumento das complicações ligadas às doenças crónicas, má alimentação e desnutrição, e aumento de comportamentos de risco, como o consumo de drogas e álcool.

O alerta consta de um documento, ainda em construção, da Direcção-Geral da Saúde (DGS), que coloca a hipótese de um cenário nada optimista quanto ao impacto da crise financeira e sócio--económica na saúde pública.


Confrontado pelo CM com o teor do relatório, entretanto inacessível no site da DGS, o director--geral da Saúde, Francisco George, afirmou que o 'documento está em formação e a receber os contributos de especialistas', e negou que um eventual cenário negro venha a ser uma realidade no País.


'O nosso trabalho não é esperar para alterar os problemas, mas prevenir a sua ocorrência. Para isso temos a funcionar uma rede--sentinela, composta por 75 enfermeiros especializados, colocados em 68 postos de observação [centros de saúde], que estão a atentos ao eventual surgimento de alterações nas famílias', explicou.


Apesar de considerar que a actual situação 'não é alarmante', adiantou que 'já estão identificados casos pontuais, que tiveram resposta'.


Com a crise económica, menos 2,9 milhões de embalagens de medicamentos de marca foram comprados em Janeiro e Fevereiro de 2009, comparativamente com 2008. Recorde-se que, há cerca de duas semanas, João Cordeiro, presidente da Associação Nacional das Farmácias (ANF), afirmou que cerca de 230 mil portugueses não compram a totalidade dos medicamentos receitados.


IGREJA DÁ 175 MIL EUROS PARA AJUDAR CARENCIADOS


Um fundo de 175 mil euros vai ser mobilizado para ajudar os carenciados, foi ontem anunciado na apresentação do projecto ‘Igreja Solidária’. O plano do Patriarcado de Lisboa pretende pôr a funcionar em rede todas as paróquias da capital para responder à crise. Foi aberta uma conta bancária (000700000073818455123) para receber donativos. As paróquias vão ser incitadas a pagar rendas ou medicamentos. E a criar postos de trabalho em instituições ligadas à Igreja através de protocolos com o Governo, que já se mostrou disponível.


NÚMEROS

70 euros por mês em medicamentos é quanto gastam em média pessoas com mais de 65 anos.

250 euros é o valor de milhares de reformas em Portugal.

2 milhões de pessoas em Portugal são pobres. Vivem com menos de 450 euros por mês.

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in Correio da Manhã - 2009.04.18

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» COMENTÁRIOS no CM on line
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20 Abril 2009 - 08h48 | Lara Vigo
Numa crise como estas é criminoso tentar impingir medicamentos caros de marca quando há genéricos iguais e mais baratos
18 Abril 2009 - 13h44 | vale
como diz o presidente das farmacias vejam quem sao os melhores clientes das agencia de vaigens, esta ai o problema!
18 Abril 2009 - 13h21 | antonio.m
o problema não está no gasto em obras isso desenvolve o país, mas sim na riqueza mal distribuida.
18 Abril 2009 - 12h42 | Luisa Baião
A crise não atinge médicos e laboratórios farmaceuticos. Esses ,enriquecem vergonhosamente á custa dos pobres doentes.
18 Abril 2009 - 12h27 | observador
Com governates de carater de vergonha e senso de justiça social, podiamos estar a dar rizada dessa crise.
18 Abril 2009 - 12h25 | observador
A regra diz que o primeiro dever dos governantes é zelar pela segurança e bem estar da população.
18 Abril 2009 - 12h22 | observador
Enquanto isso o Estado continua a fazer a fortuna de alguns. Falta carater, justiça social e vergonha.
18 Abril 2009 - 10h43 | carlos neves
Podemos morrer todos á vontade desde que se faça o TGV e o aeroporto isso sim importante - Sintra
18 Abril 2009 - 10h43 | Elabrador
A saúde é uma mina. Enriquece os frandes e mata o povo (veja-se o preço dos medicamentos)...
18 Abril 2009 - 10h07 | jose d. p. novo
Podera'nao,ja tem consequencias, eu sou reformado e ja noto isso ha muito tempo,dificuldade em comprar medicamentos.
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18 Abril 2009 - 08h24 | Povo
Já era um problema, agora ficou muito pior, há milhares de pessoas vivem abaixo do limiar da pobresa.
18 Abril 2009 - 07h27 | carlos
DGS,GOVERNO,MEIOS DE COMUNICACCÄO SOCIAL AJUDAM "OBRIGADO SRS.CONSELHEIROS"IMPRES/A FORMA DE COMUNICAR AOS CONTRIBUINTES
18 Abril 2009 - 06h01 | Pedro Montanha
Se fosse só os medicamentos,e a comidinha,ainda hoje se viu medicamentos mais baratos 50% em espanha,tal como o resto.
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